quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Prepare um bom Natal!!


Feliz Natal a todos!

dezembro 23, 2009
feliznatalNatal é momento de celebrar, reunir a família, os amigos e organizar os últimos preparativos. Para quem sofre com alergias e intolerâncias alimentares, as festas de final de ano também são momentos de maior atenção com a alimentação. O Semlactose preparou algumas dicas para você curtir suas festas sem estresse.
Dica 1 – Se você vai celebrar o Natal na casa de familiares ou amigos, antecipe-se e ofereça para levar uma sobremesa. Dos pratos tradicionais, como peru, saladas e outros acompanhamentos, possivelmente será a sobremesa o prato que potencialmente terá ingredientes que você ou seus filhos não poderão comer.
Dica 2 – Se você estiver recebendo pessoas com intolerâncias ou alergias alimentares para a Ceia de Natal, pergunte mais detalhes sobre quais ingredientes eles não podem comer. Caso algum faça parte de suas receitas, prepare uma porção sem esses ingredientes. Os intolerantes e alérgicos irão lhe agradecer pelo carinho e compreensão.
Dica 3 – Outra dica legal, para quem está encarregado de elaborar os pratos da Ceia, é colocar cartõezinhos com os ingredientes de cada prato. Assim, você ajuda intolerantes e alérgicos a escolherem os pratos com mais tranquilidade.
Dica 4 – Se você é intolerante à lactose e faz uso da enzima lactase, não esqueça de levar suas cápsulas para as festas. Você certamente vai querer fazer uso delas.
Dica 5 – Se seus filhos têm alergia severa a certos alimentos, combine com eles regras básicas para alimentação em festas. Peça que eles não comam nada antes de você verificar se o alimento é seguro para eles.
Por fim, nós queremos desejar a todos vocês, que nos acompanharam ao longo deste ano, um excelente Natal com os melhores presentes que podemos receber: generosidade, amor, saúde, compreensão e paz!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Duvidas sobre Sensibilidade ao glúten?

Um esquema muito importante feita pelo Dr.Osborne do ( GlutenFreeSociety ).
Traduzido pela Raquel Benati


Esse esquema aí é importante pra quem tem a Sensibilidade mas não desenvolveu DC ou outras doenças.
A dieta tem que ser 101% também.



O Lúpus e o glúten




Imagem retirada da Net
O Lúpus é definido como uma doença multi-sistémica em que o sistema imunológico ataca os próprios tecidos do corpo, causando danos em órgãos vitais. Tanto o Lúpus como a intolerância ao glúten são doenças camaleónicas; são ambas difíceis de diagnosticar porque podem “andar à boleia” de outras doenças auto-imunes, reproduzindo os seus sintomas.




Sintomas de Lúpus podem incluir:
Fadiga extrema
Articulações inchadas ou dolorosas
Febre inexplicável
Dores musculares
Anemia
Erupções cutâneas
Aftas
Problemas nos rins
Depressão

Em 2001 foi realizado um estudo que demonstrou que 23 por cento dos indivíduos com Lúpus testavam positivo para anticorpos anti-gliadina. Tal significa, à luz do que se sabe hoje, dez anos depois, que um em cada cinco pacientes com lúpus seria sensível ao glúten mas não doente celíaco pois as biopsias estavam normais. O estudo determinou então que aqueles 23 por cento eram falsos positivos, mas pode-se argumentar agora que um paciente em cada cinco que estava diagnosticado como tendo lúpus, poderia, na realidade, ser apenas sensível ao glúten.

Outros estudos apontam para esta ligação:

Junto, neste post, um testemunho de Margaret Romero, uma enfermeira especializada em Saúde da Mulher, que foi diagnosticada com Lúpus, mas que viu os seus sintomas desaparecerem com uma dieta sem glúten.

"Hoje eu sou saudável, energética e livre de dor, mas não foi sempre assim. Há alguns anos atrás, fiquei aflita com uma intensa dor muscular e inchaço nas articulações, que me levaram ao hospital. Só quando descobri que tinha uma grave intolerância ao glúten é que fui capaz de reverter todos os meus problemas.

Os meus sintomas começaram com uma dor nas articulações que variava de local. De seguida, as articulações começaram a doer mais. Os meus pés estavam tão inchados que os sapatos mal serviam. Os sintomas pioraram rapidamente: sangue na urina, palpitações e falta de ar. Fui para as Urgências. Depois de ser avaliada, precisava de ser vigiada, mas não havia camas disponíveis para internamento. Resultado: fui aerotransportada para outro hospital noutro estado. Fui, então, diagnosticada com nefrite por lúpus com envolvimento de múltiplos órgãos.

Três hospitais mais tarde e uma série de medicamentos depois, fui acolhida pela família pois o meu corpo exigia cuidados permanentes. Eu precisava de ajuda para sair da cama, lavar o cabelo e até para andar. Tinha uma névoa imensa no pensamento e a depressão, rapidamente, se instalou. O que se estava a passar com o meu corpo? Pensava em terminar com a minha vida nos meus piores dias, quando estava deitada na cama a chorar sozinha. Os dias e as semanas passavam, e eu pensava o que é que havia acontecido com este corpo meu, alimentado a alimentos orgânicos, sumos, água engarrafada e suplementos vitamínicos.  

Apercebi-me que as minhas articulações quase gritavam depois de quase todas as refeições. Pedi um teste genético para a doença celíaca à minha especialista. Ela disse: "Não desperdice o seu dinheiro!" Encontrei o teste on-line e encomendei-o. Eis que descubro que tinha dois genes da sensibilidade ao glúten, um de cada progenitor. Foi naquele instante que me tornei “sem glúten” e, no espaço de dias, a névoa no cérebro começou a clarear, e as articulações e dores musculares começaram a diminuir. Essa foi a minha salvação e o nascimento de uma fanática do “sem glúten”.

Tenho vindo a perceber esta viagem como um presente, e a minha missão é divulgar a ligação entre o glúten e o lúpus ou, possivelmente, outras doenças auto-imunes. Eu tenho grandes razões para reconhecer o poder dos alimentos nutritivos, que, literalmente, salvaram a minha vida. Agora, compartilho a minha história com grupos de apoio ao lúpus em Nova Iorque.

Hoje, como enfermeira e educadora celíaca, dedico a minha atenção ao diagnóstico de intolerância ao glúten e doença celíaca, bem como ao tratamento e cuidado de pacientes com doença celíaca das aflições que o glúten pode causar, especialmente deficiências vitamínicas múltiplas. Se tem dores articulares ou musculares, problemas de infertilidade, anemia, confusão mental, síndrome do intestino irritável, distúrbio da tiróide, osteoporose, desordem gastrointestinal ou auto-imune, faça o teste (preferencialmente o teste genético) para a doença celíaca. Este pode, em última análise, parar a progressão rápida desta epidemia auto-imune que tem vindo a crescer entre as mulheres.

Hoje sou uma cozinheira sem glúten, saudável e cheia de vida, a trabalhar no meu primeiro livro de receitas sem glúten. Eu apelo às mulheres, especialmente aquelas que sofreram uma doença crónica, para viverem para além do diagnóstico e para terem uma vida plena e fabulosa!"

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Fraturas ósseas e doença celíaca

celiac.com - estudo argentino

 http://www.celiac.com/articles/22742/1/Risk-of-Fracture-in-Celiac-Disease-Gender-Dietary-Compliance-or-Both/Page1.html - 

Celiac.com 2011/11/23 - osteopenia e osteoporose , ambas as condições em que a densidade óssea é abaixo do ideal, são freqüentemente vistas em pessoas com doença celíaca no momento do seu diagnóstico. Houve dados conflitantes quanto a se uma dieta sem glúten pode melhorar a densidade óssea. Pesquisadores na Argentina estabelecidos para determinar se pacientes celíacos sofrem fraturas mais periféricos do que uma população de controle, e para avaliar os efeitos de uma dieta sem glúten no risco de fratura. Seus resultados são relatados na 07 de julho de 2011 do Journal World of Gastroenterology . Eles recrutaram 256 pessoas que tinham sido diagnosticados com doença celíaca, pelo menos, cinco anos antes de o estudo começou em março de 2007, perguntou-lhes se eles já tinham quebrado nenhum osso e, em caso afirmativo, qual. Eles então compararam suas respostas às respostas obtidas de 530 idade e sexo com controles funcionais gastrointestinal disorders. Pessoas com outras doenças que poderiam reduzir a saúde óssea - como disfunção da tireóide, artrite reumatóide, doença inflamatória intestinal doença e diabetes -, bem como aqueles que tomam a vitamina D, esteróides, cálcio suplementos . ou outros medicamentos que podem afetar o metabolismo ósseo foram excluídos Eles descobriram que celíacos tinham uma taxa mais elevada e risco de fratura periférica primeiro antes do diagnóstico - mas este efeito só alcançou significância estatística para os homens. Este risco aumentado também foi associado com uma apresentação clínica clássica; aqueles com formas atípicas ou silenciosa da doença celíaca não apresenta o mesmo risco. Embora a constatação de que ser do sexo masculino aumenta o risco de um celíaco de fraturas periféricas é intrigante, ele deve ser confirmado por estudos mais amplos - apenas 42 dos 256 celíacos incluídos neste estudo eram do sexo masculino. Depois de manter uma dieta sem glúten por cinco anos, o risco elevado de fraturas tinha ido embora. Os autores especulam que a eliminação do glúten pode reduzir o risco de fraturas em pacientes com doença celíaca não necessariamente pelo aumento da massa óssea e mineral de densidade, mas através da melhoria de massa corporal e gordura . / composição muscular, estado nutricional e arquitetura óssea Apesar de seu alcance limitado, a mensagem de levar para casa deste estudo é clara: se você tem doença celíaca, estritamente aderir a uma dieta sem glúten é bom não apenas para o seu intestino, sistema imunológico, e pele, mas também é bom para os ossos. Fonte:http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3132255/

domingo, 27 de novembro de 2011

Celíacos podem ou não doar sangue e órgãos?

Acabei de descobrir que quem tem doença celíaca ou qualquer outra doença auto imune , dermatite herpetiforme que tem tomado principalmente o Dapsona ou qualquer outro corticóide via oral, não pode doar sangue de maneira nenhuma.




 O nível alto de anticorpos antígenos anti glúten podem ao invés de ajudar o recebedor, atrapalhar, pois será necessário mais imunossupresores que acabarão deixando a pessoa mais vulnerável. Os testes de detecção de um sangue celíaco ou contaminado com dapsona são caros e a triagem é feita durante a entrevista. Vai da consciência de quem está doando.

  O receptor fica extremamente frágil, mais do que um bebê recém-nascido. Qualquer medula, por mínima a doença que tenha seu doador, pode MATAR o receptor. 
Quem é transplantado não pode ter contato com crianças e pessoas com uma gripe, imagine receber uma medula com uma doença autoimune...

  As células de defesa são produzidas na medula óssea e possuem o material genético do doador. Se o seu dna está programado para auto-atacar o corpo (porque você tem uma doença autoimune), há grandes chances de passar essa condição para o receptor. Como a maneira como essa doença vai se manifestar não segue regra e pode variar muito, o receptor pode apresentar riscos de vida também se receber essa nova medula. Um receptor perde toda a sua medula natal e fica completamente vulnerável, por isso a negação de portadores de doença autoimune entrarem em bancos de medula também.
  O sangue também carrega células com o DNA do portador de doença autoimune, além de carregar consigo anticorpos contra partes do corpo da pessoa que uma pessoa não autoimune não produz. Quem precisa de sangue também está debilitado fisicamente e anticorpos ultrarreativos poderiam ter alguma reação indesejada com o corpo da pessoa que recebe o sangue Emoticon unsure 



Vejam um site passado por um grande amigo:  http://www.mdsaude.com/2010/05/doacao-sangue.html

A respeito da doação de órgãos vejam:  Segundo os novos entendimentos da medicina local podemos doar para receptores com a mesma patologia autoimune.
Quem não pode doar? 
* Pacientes portadores de insuficiência orgânica que comprometa o funcionamento dos órgãos e tecidos doados, como insuficiência renal, hepática, cardíaca, pulmonar, pancreática e medular; 
* Portadores de doenças contagiosas transmissíveis por transplante, como soropositivos para HIV, doença de Chagas, hepatite B e C, além de todas as demais contra-indicações utilizadas para a doação de sangue e hemoderivados;
* Pacientes com infecção generalizada ou insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas; e
* Pessoas com tumores malignos - com exceção daqueles restritos ao sistema nervoso central, carcinoma basocelular e câncer de útero - e doenças degenerativas crônicas. 

http://portal.saude.gov.br/

Segue aqui agora que descobri uma outra opinião sobre:


Doação de Sangue x Celíaca- por Anne Silva


DOAÇÃO DE SANGUE X CELÍACA
Estou há tempos para escrever este post, pois volta e meia vejo alguém perguntando aqui se celíacos podem doar sangue, e a resposta é sempre na linha "não, nem pensar, prejudica você e quem recebe". Com a ressalva de que não sou hematologista nem nada do tipo, gostaria de colocar esse assunto em perspectiva.
No Brasil, a RDC 153 da Anvisa, que regula o tema, traz, no item B.5.1.3, o seguinte texto: "Candidatos com doença hematológica, cardíaca, renal, pulmonar, hepática, AUTO-IMUNE, diabetes tipo I, diabetes tipo II com lesão vascular, hipertireoidismo, hanseníase, tuberculose, câncer, sangramento anormal, convulsão após dois anos de idade, epilepsia, ou que informem outras doenças, devem ser convenientemente avaliados e PODEM SER  excluídos temporária ou definitivamente da doação. As doenças que contra-indicam, definitiva ou temporariamente, a doação de sangue estão no Anexo II." Entretanto, no Anexo II da Resolução - que pode ser baixada em http://portal.anvisa.gov.br/…/4bc8428047457945…/rdc_153.pdf… -, não há qualquer menção específica à doença celíaca, o que provavelmente se deve à pouca expressão da DC nas estatísticas brasileiras à época da redação do documento, no ano de 2004. No Anexo I da Portaria 2.712 do Ministério da Saúde, mais recente, que também dispõe sobre o tema, consta apenas que são causa de inaptidão definitiva para a doação de sangue as "doenças autoimunes que comprometam mais de um órgão" (http://bvsms.saude.gov.br/…/saudelegis/gm/2013/prt2712_12_1… ), o que não é o caso da celíaca compensada, embora não haja menção a ela nessa Portaria, tampouco.
Em praticamente todos os países desenvolvidos em que a DC é abordada de forma relevante na saúde pública, há um consenso no sentido de que PORTADORES DE DOENÇA CELÍACA PODEM SIM DOAR SANGUE, MEDULA E ÓRGÃOS, DESDE QUE ESTEJAM EM DIETA ISENTA DE GLÚTEN, ASSINTOMÁTICOS E COM ANTICORPOS NEGATIVADOS. A própria Organização Mundial da Saúde deixa isso bem claro em seu manual de diretrizes para avaliação e seleção de doadores de sangue, que pode ser baixado em http://www.who.int/…/BDSelection_WHOGuideAssessingDonorSuit… (postarei prints grifados de quase todas as referências nos comentários, para quem achar trabalhoso procurar essas informações nos arquivos). Essa orientação é seguida por inúmeras instituições de saúde no mundo todo e pode ser vista, por exemplo, nas páginas do Mass General, hospital da Faculdade de Medicina de Harvard ( http://www.massgeneral.org/…/celiac…/celiac-disease-faq.aspx ), e do Centro para a Doença Celíaca da Universidade de Chicago ( http://www.cureceliacdisease.org/archives/tag/bone-marrow), entre mais. Outro aspecto importante é que, contrariamente ao que diz o senso comum, o impedimento da doação de sangue em caso de DC não compensada visa ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE À PROTEÇÃO DA SAÚDE DO DOADOR, nada tendo que ver com o potencial receptor, para quem a eventual imposição de uma vida sem glúten seria obviamente preferível à morte por hipovolemia. Isso fica nítido, por exemplo, no Decreto Ministerial de 2005 que regula o tema na Itália, país com um dos maiores índices de diagnóstico e de conscientização em relação à DC no mundo; o Decreto pode ser baixado emhttp://www.ipasvi.it/archivio_news/leggi/288/DM030305.pdf . Além disso, se assim não fosse, os anticorpos relacionados à DC fariam parte obrigatória das baterias de testes das bolsas coletadas, o que obviamente não ocorre. Há, inclusive, vários estudos nacionais e internacionais sobre a prevalência de doença celíaca não diagnosticada (e, obviamente, não compensada) em doadores de sangue, que apontam taxas médias em torno de 1:300 - vejam, por exemplo, os disponíveis emhttp://www.teses.usp.br/…/5147/tde-20022009-132823/pt-br.php ehttp://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10232872 .
Na prática, muitos celíacos, mesmo compensados e assintomáticos, podem acabar enquadrados em outras condições de inelegibilidade para a doação, como realização de endoscopia há menos de seis meses, presença concomitante de outra doença autoimune e hemoglobina ou hematócrito abaixo do mínimo (respectivamente, 12,5g/dL e 38% para mulheres e 13,0g/dL e 39% para homens), entre outras. Não havendo esse enquadramento, porém, e estando em boas condições de saúde, CELÍACOS COMPENSADOS PODEM E DEVEM DOAR SANGUE, e pelo menos um hemocentro brasileiro já se alinha às melhores diretrizes internacionais e deixa isso bem claro em seu manual próprio de doação, o Hemominas: http://www.hemominas.mg.gov.br/…/do…/condicoes-e-restricoes… .
Portanto, amigos, se tiverem vontade de ajudar a salvar vidas dessa forma e estiverem em condições para isso, DOEM SANGUE! Como parte de meus princípios, nunca recomendarei a alguém mentir, mesmo sabendo do alto índice de celíacos não diagnosticados que doam sangue regularmente. Sugiro, sim, munir-se dessas e de outras evidências e conversar com os diretores do hemocentro escolhido. Mesmo com esses respaldos, porém, é possível que a Direção recuse a doação, por compreensível medo de infringir alguma regra. Assim, aproveito para propor que nos organizemos para solicitar à Anvisa e ao Ministério da Saúde a distribuição de uma recomendação nesse sentido a todos os hemocentros brasileiros. Não sei exatamente qual seria o caminho jurídico para isso - alguém sabe e gostaria de ajudar?

Bem agora segue minha opinião diante de tanta polêmica:

Eu particularmente não doei mais pelo fato de eu ter 2 doenças auto imunes que é a tireoide de hashimoto tb. Portanto fora de questão . Cada qual com sua consciência. Outra razão tb é que vc pode ter outra doença associada aí e não saber. Muito complexo isto! Quem fizer questão de doar então vá a um médico fazer um check up e ter o aval do médico.
Este é meu conselho a todos que fazem questão de doar, que doem com consciência!



Exame genético! Aonde fazer ? parte2

Mais um laboratório que faz exames de DNA para celíacos.





 Exames de DNA para Detecção e Determinação de Doença Celíaca, Intolerância à Lactose e Predisposição à Obesidade e Hipertensão.

Boa tarde.

Meu nome é João Piva, sou Bioquímico e gostaria de lhe apresentar algumas ferramentas importantes na detecção e determinação de doenças como: Intolerância à Lactose / Doença Celíaca / Predisposição à Obesidade e Hipertensão.

Estou lhe enviando alguns informativos a respeito dessas análises.  Para todos os exames são somente necessárias células da mucosa bucal, portanto não é invasivo e consequentemente não gera dor e lágrima nos pequenos.

Possuímos um setor especializado em Biologia Molecular com pessoal altamente especializado.  Os preços são bem acessíveis e a precisão nos resultados é excelente.

Fornecemos o material de coleta (SWABs) mediante solicitação ou prévia mensal do número de casos a serem analisados. Não há necessidade do paciente vir até nós, o material pode ser coletado nos consultórios médicos e laboratórios parceiros e enviado para nosso endereço.

Espero que gostem e abram essas possibilidades para quem precisa.

Cordialmente.
João Piva
Laboratório São José

Psoríase e doença celíaca 2

Blog muito interessante de uma nutricionista que fala quem tem psoríase tem que cortar o glúten também!
http://psoriasenutricaofuncional.blogspot.com/

sábado, 26 de novembro de 2011

Lei ainda não regulamentada.

 VAMOS COMPARTILHAR E LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS!!!





Vacina para Alergias Alimentares


Vacina pode acabar com Alergias Alimentares
Estudo apresentado no BA Festival of Science
10 Setembro 2006
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Um cientista da Universidade de Amesterdão, que lidera uma pesquisa na Holanda sobre alergias, prevê que, nos próximos 10 anos, uma vacina seja capaz de erradicar as Alergias Alimentares.
 

Ronald van Ree, que apresentou alguns resultados da investigação no BA Festival of Science, em Norwich, Grã-Bretanha, (um evento de divulgação de avanços científicos para o público), prevê que num futuro próximo deverão estar disponíveis vacinas contra alergias alimentares sem produzirem efeitos secundários.
 

Novas técnicas de engenharia genética estão a ser testadas para reduzir o efeito que as proteínas encontradas nos alimentos têm quando desencadeiam reacções alérgicas. Espera-se que os cientistas sejam capazes de criar moléculas para serem usadas em medicamentos que combatam as alergias dentro do sistema imunitário. Essas moléculas seriam usadas com compostos que, por sua vez, reduziriam o processo inflamatório causado pela reacção alérgica.
 

"Juntas, essas novas descobertas representam boas oportunidades para se desenvolverem estratégias no tratamento de alergias, quer pelo lado da cura quer pelo lado da prevenção", explicou van Ree ao The Guardian.
 


Alerta sobre a Aveia


Alguns tipos de aveia são tóxicos para celíacos
Estudo publicado na revista “Gut”
08 Junho 2011
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Algumas variedades de aveia são tóxicas para os celíacos, aponta um estudo do Conselho Superior de Investigações Científicas, Espanha, publicado na revista “Gut”, que as agrupou em três níveis de toxicidade: nenhum, média e alta.

Para chegar a esta conclusão, a equipa de cientistas analisou a reactividade de nove variedades de aveia com o anticorpo anti-33-mer. "Esta molécula é um instrumento fiável para detectar as variedades de aveia potencialmente seguras para pacientes com a doença celíaca, já que pode identificar e quantificar as fracções mais tóxicas em diferentes variedades do cereal", explicou, em comunicado, o coordenador da pesquisa da Universidade de Sevilha, Carolina Sousa.

Até agora, na lista de alimentos prejudiciais a esses pacientes, a aveia "nunca" foi "claramente" catalogada como tóxica, porque "os diferentes resultados obtidos por diferentes investigações foram associados a uma contaminação de glúten na aveia causada por outras culturas", apontou o membro da investigação, Francisco Barro.

Dentro das nove variedades de aveia comum (Avena sativa) estudadas, a partir de fontes comerciais em Espanha e na Austrália, a equipa verificou existirem três grupos de acordo com a sua reactividade: um que provoca reacções elevadas, outro com efeitos intermediários e o último sem consequências detectáveis. "Isso abre uma via para o desenvolvimento de produtos com aveia seguros para os celíacos", apontou Barros, acrescentando que actualmente, a equipa continua a trabalhar no sentido de desenvolver “variedades homologadas de aveia tolerável."

ALERT Life Sciences Computing, S.A.