Jornal da Acelbra - SC

Vejam quanta coisa boa tem este jornal da Acelbra de Santa Catarina.
Fala sobre a Genética que achei muito interessante.



Se não conseguir ver direito segue o link : http://www.acelbra-sc.org.br/imagens/jornal54.htm


Farinhas sem glúten caseiras


Domingo, 26 de Agosto de 2012

Misturas caseiras

O post de hoje é um artigo publicado pela Shauna Ahern, do site Gluten Free Girl and the Chef. Nele, ela aborda a relação entre as farinhas integrais e amidos no desenvolvimento de uma boa mistura de farinhas sem glúten, sendo que fornece algumas dicas bastantes úteis. Exibe também um vídeo em que exemplifica como fazer uma mistura.

Como fazer uma mistura de farinhas sem glúten
 
Imagem retirada da Net
 
Como sabe, nós gostamos de fazer a nossa própria mistura de farinhas caseira. Qualquer uma das nossas receitas pede uma mistura de farinhas sem glúten baseada numa relação de 40/60: 40% de grãos integrais e 60% de farinhas brancas / amidos. Depois de descobrir quais as suas farinhas de eleição, e misturá-las num grande recipiente, você tem o quê? Tem uma farinha para qualquer receita que quiser fazer.

No entanto, não tenho sido capaz de mostrar exatamente o que queremos dizer, até agora. No mix que demonstro aqui, nós usamos 200 gramas de farinha de sorgo, 200 gramas de farinha de milho, 300 gramas de farinha de arroz glutinoso, e 300 gramas de fécula de batata. (Isto para 1000 gramas de mistura de farinha; se quiser o dobro, basta multiplicar tudo x 2. Se quiser 5 vezes essa quantidade de farinha, basta multiplicar tudo x 5). Esta é a combinação que eu tenho usado ultimamente, principalmente porque tentamos simplificar isto para si, utilizando o menor número de farinhas possível.

Lembre-se que a farinha de trigo não tem apenas a proteína do glúten. É parte proteína e parte amido. É por isso que misturamos as farinhas de grãos integrais (a maioria dos quais são muito ricos em proteínas) com amidos (sem muito valor nutricional, mas ajudam que a mistura de farinhas se mantenha coesa e suficientemente branca para se parecer com os produtos tradicionais).

Mas isto é apenas a mistura de farinhas que usamos aqui. Isto é realmente importante para nós: queremos que faça a sua própria mistura de farinhas. Por favor, não pense nisto como a nossa mistura de farinhas. Torne-a sua. Ficamos felizes que as percentagens de farinhas de grãos integrais para amidos funcionem na culinária sem glúten. Agora, faça a sua.

No caso de estar a perguntar-se, aqui estão as farinhas sem glúten disponíveis si, discriminadas por categorias:

GRÃOS INTEGRAIS

Arroz integral, trigo-sarraceno, milho, alfarroba, milho, aveia, quinoa, sorgo, batata-doce, teff;

AMIDOS

Araruta, amido de milho, farinha de batata, fécula de batata, arroz glutinoso, polvilho, arroz branco

FARINHAS DE FRUTOS SECOS

Amêndoa, castanha, coco, avelã

FARINHAS DE LEGUMINOSAS

Fava, grão-de-bico, farinha kinako (soja torrada)

Vê quantas opções temos?

Agora, como pode ver, há mais categorias do que as farinhas de grãos integrais e amidos. As farinhas de frutos secos e farinhas de leguminosas têm as suas próprias categorias. No entanto, se eu adicionar algumas à mistura de farinhas sem glúten, adiciono-os como grãos integrais. (Tecnicamente, a batata-doce não é um grão, mas vamos colocá-la nessa categoria.) Porquê? Porque são muito ricas em proteínas. No entanto, entenda que funcionam de forma diferente do que o sorgo ou o millet (milho-painço).

Realmente não gosto das farinhas de leguminosas. Para mim, sabem sempre a feijão. A excepção para mim é a farinha de soja torrada, que eu estou a gostar de usar em bolachas recentemente. No entanto, você pode gostar da farinha de grão-de-bico. Adicione como farinha integral nesta mistura.

Gosto muito da farinha de amêndoas em crumbles e em receitas tipo pão. No entanto, lembre-se que as farinhas de frutos secos estão cheias de gorduras boas, logo vão distorcer o balanço dos seus cozinhados. Recentemente, fiz uma massa de tarte que, simplesmente, não funcionava. Frustrada, continuei a investigar o que se passava. Lembrei-me então que tinha acrescentado um pouco de farinha de amêndoas à mistura e isso significava que a crosta tinha muita gordura.

Gosto de fazer esta mistura sem glúten experimentando com as farinhas integrais e os amidos. Logo, se eu quiser um sabor específico? Vou acrescentar a farinha de amêndoas, como parte do peso total de farinha numa receita. Ou um pouco de farinha de soja torrada. Eu experimento.

Dessa maneira, pode fazer uma mistura com base no que gosta, o que precisa, e o que pode pagar. Alérgica ao arroz? Faça uma mistura com millet, sorgo, araruta, e fécula de batata. Algumas dessas farinhas integrais não estão disponíveis onde mora? Use o arroz integral, farinha de milho, amido de milho e arroz branco. Quer fazer uma mistura com base no que tem na despensa naquele momento? Vá em frente.

Claro, não é assim tão simples. Cada uma das farinhas absorve a água de forma diferente (a farinha de coco absorve toda a humidade de uma boa receita, é por isso que me irrita). Algumas farinhas têm um sabor particularmente forte - como a alfarroba ou a quinoa - logo deve usá-los em pequenas doses. Mas irá encontrar o seu caminho. Continue experimentando.

Isto trata-se apenas de experimentar.”


Tireóide e deficiências nutricionais pela DC

http://www.glutenfreesociety.org/gluten-free-society-blog/gluten-induced-nutritional-deficiencies-contributes-to-thyroid-hormone-disease/

Tradução:

Nutrientes importantes para a função da tireóide -

  1. Iodo - este mineral ajuda o corpo a construir T4 (o hormônio que os médicos comumente medir que flutua através da corrente sanguínea)
  2. Vitaminas D e A -. Essas vitaminas lipossolúveis permitir T3 (o hormônio ativo) para se comunicar com o seu DNA e aumentar o seu metabolismo
  3. Zinco - este mineral ajuda o corpo a produzir TSH (hormônio fez em seu cérebro que diz a sua glândula tiróide a fazer T4).
  4. Magnésio - este mineral essencial também ajuda o cérebro fazer TSH. Além disso, o magnésio ajuda a regular o cortisol e insulina (dois hormônios que se comunicam com e ajudar a regular os níveis de tiróide em seu corpo.)
  5. Cálcio - este mineral ajuda a comunicar hormônio da tireóide para as células.
  6. Proteína - a maioria dos americanos comer carboidratos e proteínas demais não o suficiente. A proteína é absolutamente necessário, para formar a espinha dorsal da hormona da tiróide. Ele também carrega o hormônio através do fluxo sanguíneo para os tecidos.

Como essa mulher superou a doença de tiróide ...

É um fato bem estabelecido médica, que a nutrição desempenha um papel enorme no bom funcionamento de hormônios. Infelizmente, muitos médicos responsáveis ​​pelo tratamento da doença da tireóide ignorar completamente o componente nutricional e ir direto a medicamentos como uma solução. A medicação pode ajudar temporariamente, mas não resolve o problema subjacente. Além disso, os medicamentos da tireóide mais prescritos não são verdadeiras sem glúten.
Um novo estudo lança luz sobre o fato de que a deficiência em selénio pode ser causada por glúten induzida malabsorção. Os pesquisadores vão dizer que a deficiência de selênio pode causar doenças da tireóide e pode levar a danos inflamatórios não regulamentada ...

Em relação a sensibilidade ao glúten -

os órgãos-alvo não são limitadas aos intestinos, mas incluem tireóide, fígado, pele e reprodutivos sistemas nervoso e ...

Em relação a deficiência de selênio -

Assim, selênio má absorção em CD (doença celíaca) pode ser pensado como um fator-chave que conduz diretamente à tireóide e danos intestinal.

Fonte:

Ann Ist Super Sanita. 2010, 46 (4) :389-399.
Não é nenhum mistério médico que o glúten pode causar deficiências de vitaminas e minerais. O selénio é um mineral com múltiplas funções dentro do corpo. Uma pequena lista de alguns dos papéis mais comuns de selênio está listado abaixo:
  • Ela desempenha um papel na produção de hormônios da tireóide ativo (veja gráfico abaixo).
  • É um potente anti-inflamatório e ajuda a regular a função imunitária.
  • Ela ajuda o fígado a desintoxicar e neutralizar substâncias químicas do corpo potentes prejudiciais
  • Ela desempenha um papel na viscosidade do sangue (reduz a coagulação excessiva do sangue).
  • Ele dirige o sistema antioxidante mais poderoso do corpo.

Relação entre glúten e Selênio

Este estudo aponta que não só o glúten induzida a deficiência de selênio causa a produção de hormônios da tireóide anormal, que leva a inflamação excessiva e doença auto-imune.
Em posts anteriores discutimos como ir em uma dieta sem glúten pode levar a perda de gordura. Este é um desses mecanismos como a doença de hipotireoidismo é uma manifestação comum de intolerância ao glúten.
Em posts anteriores discutimos como ir em uma dieta sem glúten pode levar a perda de gordura. Uma das razões para isso acontecer para muitos é que uma dieta sem glúten ajuda a glândula tireóide começar a trabalhar novamente. Isto, por sua vez, aumenta o metabolismo.

O que você pode fazer se você foi diagnosticado com hipotireoidismo?

Já o médico realizar os testes seguintes -
  1. Teste do iodo de carga (teste de urina)
  2. Spectracell (vitaminas e minerais exame de sangue de deficiência)
  3. T3 reverso e testes de anticorpos de tireóide
  4. Testes genéticos para a sensibilidade ao glúten
É hora para os médicos a iniciar a exclusão de sensibilidade ao glúten, doença celíaca e deficiências nutricionais nos pacientes com doença da tiróide. Se o médico não irá investigar estas áreas para você, procure um médico de medicina funcional que vai.
Se você acha que essa informação vai ajudar alguém que você ama sofrendo com um problema de tireóide, por favor envie esta junto.

Se você quiser acesso livre e instantâneo a nossa guia definitivo ao glúten, inscreva-se abaixo:

É hora para os médicos a iniciar a exclusão de sensibilidade ao glúten e doença celíaca em pacientes com doença da tiróide. É hora para os médicos a começar a reconhecer o benefício terapêutico de uma dieta sem glúten. Se você acha que essa informação vai ajudar alguém que você ama sofrendo com um problema de tireóide, por favor envie esta junto.

Gôndola sem Glúten


Que exemplo maravilhoso este da Acelbra - CE e da empresa Estar Bem!
Fotos da inauguração - Gôndola Sem Glúten

Como foi anunciado, no último sábado, dia 25/06 aconteceu a inauguração da 1º gôndola sem glúten no supermercado Supor O Povo. A empresa Estar Bemorganizou o evento e montou a gôndola. Foi um sucesso! Muitas pessoas compareceram para conhecer a gôndola. Moradores do Bairro José Walter e adjacências estiveram presentes e demonstraram satisfação em saber que agora podem comprar os produtos sem glúten neste supermercado, numa gôndola específica. Segue algumas fotos deste momento.

Nesta foto a funcionária da Estar Bem mostra o sinalizador da gôndola sem glúten. O Tesoureiro da ACELBRA-CE, Eduardo, proferiu algumas palavras de agradecimento a empresa Estar Bem. Logo abaixo, a Vaneide, diretora comercial da empresa apresentando a iniciativa. Ao lado, funcionárias e nutricionistas da empresa na mesa de degustação dos produtos sem glúten.

Funcionários da Estar Bem e equipe Super O Povo, Momento de inauguração da gôndola, mesa  de degustação sem glúten e gôndola com sinalização adequada.

Gerente do Super O Povo e Vaneide da inauguração da gôndola, Clarice (eu) mostrando a placa indicativa da gôndola, Equipe Estar  Bem, Gabriel (celíaco) com seu lanche sem glúten.

Esta foram as principais fotos da inauguração da 1º gôndola sem glúten. Outras gôndolas serão inauguradas nos diversos supermercados de Fortaleza. Em breve, todos os supermecados do Estado estarão se adequando ao acordo firmado com a ACESU (Associação Cearense de Supermercados), junto a Procuradoria Geral de Justiça e a ACELBRA-CE, em que houve o comprometimento da criação das gôndolas sem glúten e da oferta de alimentos adequados às necessidades do portador de Doença Celíaca.

Café da manhã sem Glúten e Lactose



O que comer no café da manhã (isento de glúten e de lactose)



Você já deve estar cansado de ouvir isso: café da manhã é realmente a refeição mais importante do dia. Mas, muitas pessoas ainda estão perdendo ou deixando de fazer seu desjejum! Você é um dos mais de 150 milhões de pessoas que não fazem o café da manhã? Ou sua idéia de café da manhã é um café e um bolo ou ainda o pão francês com café  preto? Se assim for, então siga estas dicas para começar a consumir um desjejum perfeito.

Há várias razões principais para começar cada dia com uma refeição nutritiva pela manhã:


1. O café da manhã estimula o metabolismo.  Ao iniciar o seu dia com carboidratos complexos saudáveis ​​(FIBRAS), juntamente com  proteínas magras, você irá aumentar a queima de calorias, acelerando o seu metabolismo. Então, você realmente DEVE comer para perder peso!

2. Pessoas com hábito de realizar o desjejum são mais magras. As pessoas que tomam café da manhã estão mais propensas a manter o peso saudável do que aqueles que não o fazem. Pesquisas mostram que cerca de 78% das dietas bem sucedidas possuem o  café da manhã como uma das principais refeições, em comparação com apenas 4% que raramente comem no período da manhã. Por quê isso acontece? Pessoas que não costumam  realizar o desjejum geralmente  passam horas sem se alimentar, gerando um excesso de fome na próxima refeição associada ao consumo de grandes  porções e alimentos ricos em calorias. Um café da manhã  realizado de forma adequada pode mantê-lo longe de comer em excesso no final do dia.

3. O café da manhã fornece o "combustível" para iniciar o seu dia. Consumir uma refeição matinal equilibrada irá ajudá-lo a realizar suas atividades melhor no seu dia a dia, tanto mentalmente quanto fisicamente.
  
COMO CONSTRUIR UM DESJEJUM  EM 3 PASSOS


Passo 1 -  Proteína
Um estudo publicado recentemente na crescente literatura científica mostrou que comer mais proteínas no café da manhã pode ajudar a comer menos nas próximas refeições, reduzir o consumo de alimentos "não saudáveis", tornando mais fácil ficar com vontade de comer alimentos saudáveis e com calorias boas bem distribuídas. Boas fontes de proteína incluem ovos, peixes de águas frias, tofu, tempeh, peito de peru, quinua, amaranto, chia. 

Passo 2 -  Cereais integrais
Grãos integrais são responsáveis pela energia que você precisa para alimentar sua manhã e o resto do dia, mais fibras devem ser consumidas para promover a saciedade e controlar a fome.  Boas fontes são: cereais integrais, farinha ou flocos de aveia, quinua, linhaça, amaranto em flocos, granola sem açúcar, entre outros.

Passo 3 -  Frutas e vegetais
Todos nós precisamos aumentar o consumo de frutas e vegetais, e café da manhã é o momento perfeito para consumirmos algumas porções destes alimentos na dieta. Eles irão proporcionar ao nosso organismo  vitaminas e sais minerais, fibras e antioxidantes.

10 desjejuns em menos de 10 minutos
Se você acha que não tem tempo para preparar seu café da manhã, pense novamente. Em apenas 10 minutos ou menos, você pode ter uma refeição saborosa, nutritiva, e que para começar o seu dia com muita disposição.

Aí vão algumas rápidas ideias para o preparo de um desjejum saudável, confira a lista abaixo:

Acrescente  1 xícara de flocos de aveia com 2 colheres de sopa  de nozes picadas e 2 colheres de sopa de frutas secas, uma pitada de canela e uma colher de sopa de mel.
Junte 1 ovo + 2 claras, uma pitada de sal marinho e ervas a vontade, mexa e prepare um omelete simples, mas muito saboroso.
Corte 1 banana grande em fatias, acrescente 2 colheres de sopa de quinua em flocos e salpique canela + uma colher de sopa de mel.
1 iogurte (sem lactose) desnatado batido com ½ papaya e 2 colheres de sopa de amaranto em flocos.
3 rolinhos de peito de peru com tofu + café.
2 ovos mexidos com ervas  e chá com mel ou stévia.
1 colher de sopa de mel, 1 colher de sopa de chia, 1 colher de sopa de kinua em flocos, 2 bananas nanicas, 1 colher de sopa de óleo de coco, 1 pitada de canela ou cacau em pó. Amassar tudo....
Ou Creme de abacate batido com água + 1 medida de Whey Protein do seu sabor preferido deixo para vocês meu vídeo realizando essa receita.

ASSISTA: http://www.youtube.com/watch?v=KLzLBJ4PFTw&feature=share

Enjoy!

Mais dicas em minha fan Page no Facebook: Juliana Pansardi - Nutricionista Desportiva.

Fonte: http://ligadasaude.blogspot.com.br/2012/08/a-importancia-do-cafe-da-manha.html

Autora: Dra. Juliana Pansardi: Nutricionista com pós-graduação em Nutrição clínica funcional, Nutrição esportiva e funcional e pós-graduada em Nutrição ortomolecular.
Site: www.nutricaoesportes.com.brUM  EM 3 PASSOS

Um alerta!! No texto foi indicado colocar aveia ! Não é indicado aveia para celíacos pela contaminação do plantio junto com o trigo aqui no Brasil!

Tabela de conversão sem glúten

Sem glúten Tabela de conversão de
Hoje, muitas pessoas têm intolerância ao glúten. Se você é uma dessas pessoas, então você sabe o quão difícil pode ser encontrar algo para comer! Sim, nós podemos sempre comer frutas e vegetais ... mas vamos ser honestos, queremos bolo!
Hoje em dia, há um monte de sem glúten mistura lá fora, mas eles não são baratos.Às vezes, eles são o dobro ou mesmo triplicar o preço das misturas de cozimento normais! Mas não é o fim ... estamos aqui para ajudar! E com uma solução mais barata do que as misturas in a box.
Você pode fazer todas as coisas que você gosta: pão, biscoitos, bolos, etc Tudo que você tem que fazer é substituir a farinha de trigo em sua receita com os seguintes ingredientes: farinha de arroz, fécula de batata, fécula de mandioca e goma xantana.
Siga a tabela acima para descobrir o quanto de cada um dos ingredientes acima são necessários para a sua receita. Lembre-se da melhor receita de biscoito sem glúten ?Fizemos aqueles que utilizam este gráfico!
Baixe o seu sem glúten tabela de conversão agora.
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Coisas que você deve saber:
  • -Se a receita pede 1 colher de chá de bicarbonato de sódio, use 1 colher de chá de bicarbonato de sódio e 1/2 colher de chá de fermento em pó
  • -Se a receita pede 1 colher de chá de fermento em pó, use 1-1/2 colheres de chá de fermento em pó.
  • -Se a receita pede 1 ovo, use 2 ovos e diminuir líquido na receita por 2 colheres de sopa.
  • -Se a receita pede 2 ovos, usar 3 ovos e diminuir o líquido na receita por 2 colheres de sopa. 
    (Diminua o líquido chamado para na receita por 2 colheres de sopa por ovo adicionado)
Dicas úteis:
  • -Sem glúten fermento não é tão complicado como parece. Você pode fazer sua própria mistura de farinha, combinando a farinha de arroz, fécula de batata e fécula de mandioca e peneirar juntos também. Não acrescente a goma xantana a esta mistura. Depois de ter feito isso, adicione esta combinação como se fosse farinha de trigo . Se sua receita pede 3 xícaras de farinha de trigo, acrescente 3 xícaras de sua combinação sem glúten. Em seguida, adicionar a quantidade apropriada de goma xantana. (Ver gráfico acima). Guarde a mistura sem glúten como você fazer farinha.
  • -Sem glúten assados ​​não duram tanto tempo como produtos de panificação com farinha de trigo. Se você não vai usar tudo o que você apenas cozido no dia seguinte ou dois, a melhor maneira de mantê-lo fresco é congelá-lo. Bens mais cozido congelar bem.
Por favor, deixe-nos saber se você tem alguma dúvida sobre panificação sem glúten.Estamos aqui para ajudar ! Pode ser um pouco esmagadora na primeira, mas quando você pegar o jeito dele ... é uma brisa!
http://www.gygi.com/blog/2012/07/20/gluten-free-baking-the-conversion-chart/
Para quem não entendeu a tabela segue abaixo ela traduzida por Caio Souza

Segue agora outra tabela passada pela Claudia Marcelino


Amenize sua enxaqueca


Dicas do Dr.Alexandre Feldman


Crise de Enxaqueca – Como Aumentar o Efeito do Remédio

by DR. ALEXANDRE FELDMAN on 14/08/2012
Crise de enxaqueca

Método natural, caseiro, seguro e cientificamente embasado para aumentar a eficácia do seu remédio para crise de enxaqueca.

Como vocês que sofrem de enxaqueca já sabem muito bem, na crise de enxaqueca o melhor mesmo é fazer uso do remédio para crise que foi prescrito pelo médico de sua confiança.
Todo mundo também sabe que o intuito de uma boa estratégia de tratamento preventivo de enxaqueca é sempre minimizar a frequência das crises. Quanto menos crises, melhor! Mas “minimizar” não é sinônimo de “zerar”.  Uma ou outra crise de enxaqueca pode sobrevir. 
A dica que se segue é 100% segura e pode ser implementada por qualquer portador de enxaqueca, independentemente de idade, gravidez e tratamento que esteja realizando. A intenção dessa dica não é substituir o remédio que seu médico prescreveu para o caso de crise de enxaqueca, mas para tentar aumentar a eficácia do mesmo. Por “aumentar a eficácia” entenda-se minimizar a duração da dor de cabeça e portanto a necessidade de repetir dosagens ou partir para remédios mais fortes.
Seguir esta dica resulta numa redução gradual nos disparos dos neurônios que transportam a informação da dor de cabeça na crise de enxaqueca!
Aqui vai a minha dica: assim que a crise de enxaqueca der o primeiro sinal, tome o remédio que seu médico prescreveu e retire-se por 1 hora num quarto totalmente escuro.
O mecanismo é o seguinte: a luz ativa certos neurônios a partir da retina, os quais por sua vez se conectam aos neurônios que transportam, nas profundezas do cérebro, a informação da dor, resultando numa exacerbação da informação da dor pela presença da luz. Este fato foi estudado cientificamente por pesquisadores de Harvard e da Universidade de Utah (EUA) e publicado na Nature Neuroscience volume 13, número 2, páginas 239 a 245.
Portanto a ausência de luz elimina este efeito exacerbante e o período de uma hora é mais que suficiente para o remédio que você tomou exercer seu efeito.
Atenção, não basta fechar os olhos – para que o mecanismo acima possa ocorrer, é necessário se deslocar para um ambiente o quanto mais escuro. São aqueles neurônios que detectam a luz, e não as imagens, quem têm o poder de se comunicar com os circuitos cerebrais responsáveis pela transmissão da consciência da dor. E convenhamos: mesmo com os olhos fechados, embora não consigamos ver imagens, nós conseguimos distinguir entre claridade e escuridão. Na impossibilidade de se deslocar para um ambiente bem escuro, uma sugestão seria retirar-se para um ambiente tranquilo onde pudesse diminuir ao máximo a iluminação, deitar (ou sentar-se confortavelmente) e utilizar uma máscara tapa-olhos (mais para folgada que para apertada).
Bem, agora eu passo a bola para você. Aplique a dica, observe o resultado e em seguida deixe seu comentário abaixo, pois compartilhando seu resultado poderá motivar outras pessoas a segui-la (ou não!). Apenas lembre-se da regra de não citar nomes de remédios em seus comentários, caso contrário eles não serão publicados.
Leitura Recomendada:
Consultas com Dr. Alexandre Feldman – CLIQUE AQUI para maiores informações.

A Poderosa vitamina D


A poderosa vitamina D

Novos estudos revelam que ela Combate doenças como Diabetes e hipertensão e até ajuda a emagrecer. o problema é que está em quantidade insuficiente em metade da população mundial

Mônica Tarantino e Monique Oliveira
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Os livros didáticos disponíveis atualmente ensinam que a vitamina D é essencial na formação dos ossos e dentes. Mas esses textos precisarão ser reformulados para acrescentar uma longa lista de benefícios descobertos recentemente, que revelam que a substância faz muito mais pelo organismo do que se imaginava. Ela ajuda a emagrecer, fortalece o sistema de defesa do organismo, auxilia na prevenção e tratamento de doenças como a diabetes e a hipertensão e está associada a uma vida mais longa – para falar somente de alguns de seus efeitos positivos. Por essa razão, a vitamina tornou-se a mais nova queridinha dos médicos em todo o planeta. Muitos já estão solicitando a seus pacientes que meçam sua concentração no corpo e façam sua reposição se assim for necessário.
Um dos achados mais reveladores – e que ajuda a sustentar a nova atitude dos médicos – surgiu de um trabalho de cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Eles sequenciaram o código genético humano para averiguar quais regiões do DNA apresentavam receptores para a vitamina. Receptores são uma espécie de fechadura química só aberta por chaves compatíveis – nesse caso, a vitamina D –, para liberar o acesso e a ação do composto à estrutura à qual pertencem.
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O time de Oxford descobriu nada menos do que 2.776 pontos de ligação com receptores de vitamina D ao longo do genoma. “A pesquisa mostra de forma dramática a ampla influência que ela exerce sobre nossa saúde”, concluiu Andreas Heger, um dos coordenadores do trabalho, publicado pela revista “Genome Research”. Isso quer dizer que sua presença faz uma bela diferença na forma como trabalham os genes. “Todas as células mapeadas possuem receptores diretos da vitamina”, explica o dermatologista Danilo Finamor, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
A outra comprovação inquestionável do poder abrangente da vitamina no corpo humano veio de uma ampla revisão de trabalhos científicos realizada pela Sociedade Americana de Endocrinologia cujo resultado foi divulgado há dois meses. “Ela age no coração, no cérebro e nos mecanismos de proliferação e inibição de células, entre outros sistemas”, disse à ISTOÉ o bioquímico Anthony Norman, professor da Universidade da Califórnia (EUA), um dos maiores estudiosos do tema e integrante do comitê responsável pela compilação de dados a respeito do assunto. “A vitamina D também atua nos músculos, que são as únicas estruturas capazes de dar mais estabilidade aos ossos”, diz o ortopedista André Pedrinelli, do Hospital Santa Catarina, de São Paulo.
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Muito do que se sabe a respeito dos novos benefícios da substância é referente à diabetes tipo 2, que hoje exibe proporções epidêmicas no mundo. Trabalhos demonstram que níveis baixos da substância estão relacionados a uma disfunção ligada à origem da doença chamada resistência à insulina. A insulina é o hormônio que permite a entrada, nas células, da glicose circulante no sangue. No caso da diabetes tipo 2, ela não consegue cumprir sua função corretamente e o resultado é o acúmulo de glicose na circulação sanguínea, o que caracteriza a enfermidade.
Uma das pesquisas a evidenciar a relação vitamina D-diabetes tipo 2 foi feita pelo cientista Micah Olson, da Universidade do Texas (EUA). Ele mediu os níveis da vitamina, de glicose e de insulina no sangue de 411 crianças obesas e 87 não obesas. “As obesas com níveis mais baixos do composto tinham maior grau de resistência à insulina”, disse. Em adultos, dá-se o mesmo. No mês passado, estudo publicado na revista “Diabetes Care” mostrou que pessoas com pequena quantidade da substância apresentavam 32 vezes mais resistência à insulina do que a média dos voluntários avaliados.
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A informação do papel da vitamina no desenvolvimento da enfermidade mudou a conduta médica. A endocrinologista Maria Fernanda Barca, de São Paulo, membro da Sociedade Americana de Endocrinologia, por exemplo, é uma das que já indicam sua reposição, se for preciso. “Quando comecei a pedir dosagens, vi que cerca de 70% dos pacientes estavam com carência ou insuficiência da substância”, diz.
Também já existe um consenso científico de que, quanto mais obesa a pessoa, menos vitamina D ela apresenta. Não está claro, porém, se a obesidade por si só diminui a presença da vitamina no organismo ou se é o contrário. Mas, mesmo sem conhecer os mecanismos pelos quais a baixa concentração da substância contribui para o acúmulo de gordura, os médicos estão incluindo sua reposição na lista de estratégias mais recentes na briga contra a balança.
Só por ajudar no controle da diabetes e da obesidade – dois fatores de risco para doenças cardíacas –, a vitamina já poderia ser chamada de aliada do coração. No entanto, descobriu-se que ela combate também a hipertensão, bloqueando a ação de uma enzima envolvida na elevação da pressão arterial. “Por isso, pode ser dada como coadjuvante no tratamento da doença, se for comprovado seu déficit”, afirma Aluízio Carvalho, professor de nefrologia da Unifesp.
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O sistema imunológico é outro beneficiado. “Ela atua como um modulador do sistema de defesa do corpo”, explica a endocrinologista Cláudia Cozer, de São Paulo, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. A quantidade certa da vitamina permite que o corpo se defenda melhor, por exemplo, das gripes e resfriados de repetição. “Uma das células beneficiadas por ela são os linfócitos T, que agem sobre as células estranhas e infectadas por vírus”, diz o bioquímico Anthony Norman, da Universidade da Califórnia. Alguns pesquisadores sugerem que a substância pode reduzir a mortalidade por pneumonia entre pacientes internados e ter ação específica sobre o bacilo de Koch, o causador da tuberculose.
Até as complexas doenças autoimunes se revelam sensíveis à vitamina. Essas enfermidades são desencadeadas por uma disfunção do sistema de defesa que faz com que ele comece a atacar o próprio organismo. Se ataca proteínas localizadas nas articulações, deflagra a artrite reumatoide. Se forem células da pele, há vitiligo ou psoríase. Nesse campo, a substância também tem sido vista como uma esperança, inclusive para pacientes de esclerose múltipla, enfermidade autoimune que acomete células nervosas e leva à perda gradual dos movimentos. Já se sabe que o seu avanço é mais rápido em quem convive com níveis baixos da substância, conforme documentou um estudo da Universidade de Maas­tricht, na Holanda, a partir do acompanhamento de 267 pessoas com a doença.
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RECEITA
A médica Cláudia Cozer é uma das que indicam
a reposição da vitamina se for preciso
Na Unifesp, mais de 800 portadores de esclerose múltipla estão recebendo doses do composto, sob responsabilidade do neurologista Cícero Galli Coimbra, um entusiasta do tratamento. “São doentes com déficit comprovado e resistência genética à vitamina”, explica o médico. “É uma terapia eficiente, que precisa ser divulgada”, diz Coimbra, criador do Instituto de Autoimunidade, voltado a esse tipo de tratamento.
Na mesma linha de intervenção segue a Universidade de Toronto, no Canadá. Pacientes com a enfermidade lá tratados apresentaram uma notável diminuição da perda de células nervosas. No entanto, o tratamento é considerado complementar e tem opositores. A terapia convencional da doença é feita com o medicamento interferon-beta, que modula o sistema imunológico.
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TRATAMENTO
O neurologista Cícero Galli coordena pesquisa sobre
o efeito da vitamina no controle da esclerose múltipla
A pesquisa das ligações do composto com o câncer é um campo dos mais desafiadores para os pesquisadores. Em junho, cientistas da Universidade da Carolina do Norte (EUA) anunciaram que pacientes com tumor de pâncreas com maior quantidade de receptores para a substância têm sobrevida maior do que os outros. Antes, eles já tinham sido encontrados pelos cientistas britânicos em áreas associadas à leucemia linfática crônica e câncer colorretal. Há também suspeita de que a vitamina regule genes ligados aos tumores de próstata e pesquisas mostrando doses deficientes em mulheres com câncer de mama. “Um estudo mostrou que o aumento de sua quantidade poderia impedir aproximadamente 58 mil novos casos de tumor de mama e 49 mil novos casos de câncer colorretal a cada ano”, disse à ISTOÉ a médica Archana Roy, da Clínica Mayo (EUA). “Mas outros trabalhos são necessários para esclarecer e comprovar essas relações”, pondera a endocrinologista Ana Hoff, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Embora seja chamada de vitamina, a substância é, na verdade, um pró-hormônio. Ou seja, dá origem a vários hormônios importantes para o corpo. É sintetizada a partir de uma fração do colesterol, transformada sob a ação dos raios ultravioleta B do sol. Ela também está presente em alimentos – principalmente peixes de água fria –, mas sua concentração neles é pequena e seria suficiente para fornecer apenas 20% das necessidades diárias.
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FALTA
No consultório da endocrinologista Maria Fernanda, 70% dos
pacientes tinham quantidade insuficiente da substância
É por essa razão que hoje os especialistas encontram-se preocupados. Ao mesmo tempo que fica cada vez mais clara sua importância para a saúde, o mundo enfrenta uma espécie de epidemia de déficit da substância. Segundo a Organização Mundial da Saúde, metade da população mundial tem menos vitamina D do que precisa. De acordo com a OMS, há insuficiência quando o exame de sangue indica uma concentração menor do que 30 ng/ml (nanogramas por mililitro de sangue). Valores abaixo de 10 ng/ml são classificados como insuficiência grave. Dosagens iguais ou superiores a 30 ng/ml estão na faixa da normalidade, cujo limite máximo é 100 ng/ml.
A enorme deficiência se deve principalmente à pouca exposição ao sol que as pessoas têm atualmente. Para que seja sintetizada na quantidade adequada, recomenda-se a exposição de partes do corpo (braços e pernas, por exemplo) entre 20 e 30 minutos ao sol diariamente, sem filtro solar. Ou, como orienta outra corrente, expor 15% da superfície da pele (equivale a dois braços) pelo menos três vezes por semana, com filtro solar. E, nesse caso, fazer complementação com suplementos receitados a partir da necessidade individual de cada um.
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Essas são as orientações de forma geral. Isso porque as descobertas recentes estão produzindo mudanças nas recomendações das concentrações ideais de acordo com grupos específicos. No ano passado, por exemplo, os americanos elevaram esses valores para a população da terceira idade. Seguindo a tendência americana, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) decidiu aumentar as suas indicações para crianças e adolescentes. “É importante lembrar que, para crianças maiores, a suplementação só será necessária caso a criança não atinja a quantidade de vitamina D recomendada apenas com alimentação e luz solar”, diz Virginia Weffort, do Departamento de Nutrologia da SBP.
A cautela é realmente imprescindível. “Não se deve tomar vitamina D indiscriminadamente”, adverte o endocrinologista Sharon Admoni, do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês. Em dose excessiva, ela causa enjoo, desidratação, prisão de ventre e pode aumentar a quantidade de cálcio, elevando a pressão arterial. Pode também gerar pedras nos rins. “O ideal é que quem faz suplementação seja bem monitorado pelo seu médico e faça exames periódicos de sangue”, diz a médica Ana Hoff. Dessa maneira, só haverá benefícios.
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Fotos: Montagem sobre foto shutterstock,Rogério Cassimiro/Ag. Istoé, JULIO VILELA, Pedro Dias e Gabriel Chiarastelli/Ag. Istoé; Shutterstock, Pedro Dias e Rafael Hupsel/Ag. Istoé; Shutterstock