Presente de Natal!!! Panetones........

Um presente de Natal maravilhoso para todos os celíacos e intolerantes ao glúten!!

Estou encantada com tanta dedicação a capricho das meninas do grupo de celíacos do facebook Viva Sem Glúten!!
Parabéns também a Raquel Benati !!
Não vamos mais passar vontade de saborear aquele panetone gostoso de Natal!!
Quem não pode comprar é somente botar a mão na massa!!
 Vejam o livro em PDF que elas fizeram !!Maravilha!!



Para acessar clique aqui: http://www.riosemgluten.com/panetones_sem_gluten_2013.pdf
Para ler clique aqui: 
http://issuu.com/riosemgluten/docs/panetones_sem_gluten_2013

Livro novo em PDF!!!

Maravilha !!Outro livro maravilhoso para baixar de graça!!
Parabéns a Miriam Vieira Pereira e a Raquel Benati pela edição do livro!!

Baixe aqui !



Ser ou não ser Glúten Free ?


Muitas pessoas têm abdicado desse nutriente como justificativa para emagrecer. Investigamos para saber se tirá-lo da dieta vale a pena e por quê. Confira


Texto: Natasha Franco/Foto: Danilo Tanaka/Produção: Janaina Resende/Adaptação: Letícia Maciel 
A sensibilidade pode aparecer em qualquer momento da vida, mas nem sempre é preciso ser
feita a restrição total do glúten
Foto: Danilo Tanaka  
Glúten, uma palavra estranha constantemente encontrada não só nas embalagens de alimentos, como também na boca do povo. Cada vez mais as pessoas pensam em tirá-lo da dieta, porque acham que ele é um vilão da saúde. Mas você sabe exatamente o que ele é? Trata-se de uma proteína encontrada em grãos como o trigo, o centeio, a cevada, a aveia e o malte. Ele não é digerido com muita facilidade, embora seja encontrado em diversos alimentos, pois lhes dá mais elasticidade e volume. Isso explica a presença da farinha de trigo em inúmeras receitas. Por outro lado, agora paira sobre o glúten a fama de fazer mal para o organismo e até mesmo engordar! É verdade que o organismo de certas pessoas até reage a esse nutriente como se ele fosse um intruso (doença celíaca), o que leva à necessidade da completa renúncia dos alimentos que os contenham, sob pena de prejudicar todo o sistema orgânico. Além disso, alguns especialistas vêm observando quadros clínicos de sensibilidade ao glúten, sem que isso caracterize a doença celíaca propriamente dita. “O contato com a substância, nesses casos, não leva a danos específicos no intestino delgado. Contudo, os sintomas gastrointestinais assemelham-se aos dos celíacos”, define o nutrólogo e especialista em fisiologia Mohamad Barakat.

Sinais que incomodam

A nutróloga Ellen Márcia Durães Vieira Sena, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) acrescenta que “A sensibilidade é um quadro identificado há pouco tempo e seu curso natural, bem como seus mecanismos, são pouco conhecidos”. Alguns dos efeitos que esses indivíduos apresentam são:anemia resistente, aumento de inflamações no corpo, irritabilidade e fadiga, enxaqueca, manchas ou alteração do esmalte dental, osteoporose antes da menopausa e constipação intestinal crônica. Sabe-se que essa condição pode aparecer em qualquer momento da vida e hipotisa-se que tenha ligação genética, como na doença celíaca, mas nem sempre é preciso ser feita a restrição total do glúten. “Alguns pacientes toleram pequenas quantidades por dia e permanecem sem sintomas com sorologia negativa”, comenta a nutricionista Tarcila Ferraz de Campos, mestre em Fisiologia Humana pela Universidade de São Paulo (USP). Esse quadro, porém, tem feito a classe médica questionar o consumo de glúten e faz com que alguns profissionais até deixem de recomendar sua ingestão.

Quero perder peso!

Mas o que pode ter tornado o glúten tão perigoso é o excesso de consumo. Afinal, itens como bolos, pães, macarrão e biscoitos se tornaram tradicionais no prato do brasileiro. O tipo de alimento que leva glúten em sua composição revela porque sua retirada do cardápio, afinal, emagrece: “A maior relação entre perda de peso e retirada do glúten está na exclusão de alimentos energéticos e de alta carga glicêmica, como é o caso dos pães à base de farinha branca, massas, biscoitos e doces como bolos e tortas”, explica a nutricionista Maristela Bassi Strufaldi, membro da equipe de Endocrinologia do Exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ou seja, um dos efeitos da dieta sem glúten é justamente a ingestão menor de carboidratos, principalmente os simples. “Devido à facilidade e ao alto consumo de industrializados atuais, as pessoas acabam deixando de lado o consumo de grãos, outros tipos de cereais, legumes e verduras”, enfatiza Natália Dourado, nutricionista coordenadora do Glúten Free, evento dirigido à compreensão da bioquímica humana relacionada à nutrição.

Carboidratos simples

O que acontece é que esse tipo de alimento contém macronutrientes que se convertem rapidamente em glicose (açúcar) na corrente sanguínea, aumentando a quantidade de insulina, hormônio responsável por colocar esses nutrientes dentro de nossas células. O resultado é o aumento de depósito de gordura no corpo, principalmente na região do abdome. Talvez não seja o caso de tirar o glúten da dieta mas reduzir a ingestão de carboidratos. Em entrevista exclusiva para a VivaSaúde, o cardiologista americano William Davis, autor do livro Barriga de trigo (Ed. Martins Fontes), afirma que nem mesmo a troca da farinha de trigo refinada pela integral é vantajosa. “Em nutrição, a lógica de trocar algo ruim por algo ‘menos pior’ é comum. O trigo integral eleva o açúcar no sangue a cerca de 170 mg/dl, por exemplo. Adicione fibras e você terá uma taxa menos alta, 160 mg/dl, o que ainda é péssimo”, alerta Davis.

Quem entra e quem sai

O fato é que tirar os carboidratos da dieta, pode afetar a saúde. Pessoas que radicalizam acabam perdendo nutrientes como vitaminas do complexo B (niacina, tiamina, riboflavona, ácido fólico, vitamina B12) e minerais como zincofósforo e cálcio. “Estes nutrientes são encontrados na maioria dos carboidratos. O que deve ser feito é um rodízio de alimentos poucos usados no cotidiano, como a tapiocaos flocos de arroz, féculas de batata e mandioca, bem como vegetais como o inhame, a batata- baroa, o trigo sarraceno que não contêm glúten”, sugere a nutricionista Daniela Jobst (SP). Incluir no cardápio cereais como o amaranto, a chia e a quinoa é uma boa pedida. Para o médico Davis, no entanto, o melhor mesmo é reduzir ao máximo as massas, substituindo-as por outros itens. “Nós podemos escolher carboidratos cujas fontes são: vegetais, frutas, e em alguns graus, raízes e legumes como inhame e feijões”, diz. “Os nutrientes que acompanham esses carboidratos podem ser facilmente obtidos comendo alimentos reais como carnes, aves, peixes, oleaginosas, sementes, coco, abacate, vegetais, cogumelos e frutas”, enumera o especialista.

Tema controverso?

A indicação do cardiologista não é unânime, mas nenhum dos outros entrevistados contraindicou o consumo dos carboidratos por ele eleitos. Isso porque, diminuir o consumo de glúten abre espaço para uma maior ingesta de itens caseiros, reduzindo componentes químicos da alimentação. Se você não é celíaco, nem apresenta sintomas de sensibilidade ao glúten, o melhor é realizar essas mudanças gerais para levar um estilo de vida mais saudável, que poderá até fazê-lo emagrecer. Afinal, o nutriente acabará se reduzindo naturalmente da sua dieta! E se até os sensíveis ao glúten podem comer um prato de macarrão e um pãozinho, de vez em quando, por que privar-se desses prazeres? Pense nisso!
http://revistavivasaude.uol.com.br/nutricao/home/ser-ou-nao-ser-gluten-free/1834/

"Somos todos alérgicos ao glúten"





As pesquisas vêm confirmando que somos todos, em algum grau, alérgicos ao glúten. Ou seja, todos somos um pouco celíacos, sendo as crianças, por seu sistema digestivo estar em pleno desenvolvimento, as mais vulneráveis.
As alergias alimentares acometem mais crianças do que adultos
e estudos sugerem 
que de 5 a 25% dos brasileiros
apresentam alguma alergia alimentar. 
O glúten é uma proteína amorfa que se encontra na semente de muitos cereais (trigo, aveia, centeio, cevada, malte...) combinada com o amido.
O glúten não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos. A elevada viscosidade do glúten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado prejudicando a absorção dos nutrientes dos alimentos. É como se fosse uma cola nas paredes dos intestinos  impedindo a absorção de nutrientes.
Mais presente no trigo, representa quase 80% das proteínas do trigo e é composta de gliadina e glutenina.

Doença celíaca é uma intolerância permanente ao glúten. Geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e o terceiro ano de vida, na introdução de alimentação à base de papinhas engrossadas com cereais proibidos, assim como bolachas, pães, sopinhas de macarrão, etc., podendo surgir em qualquer idade, inclusive já na fase adulta.
Celiácos: são algumas pessoas que já possuem graves problemas por faltas de vitaminas passam a absorver menos ainda ao consumirem alimentos que contém glúten. Mas o glúten altera o processo de absorção de todas as pessoas.
Hoje já existe um consenso de que o glúten é um agente alergênico em crianças e adultos, ou seja, existem mais pessoas com a doença celíaca do que as registradas. A presença massiva de alimentos industrializados processados com trigo, aveia e açúcar é tão cotidiana que as pessoas estão perdendo a referência do que é saúde, harmonia metabólica e vitalidade.

Grandes consumidores de cereais, base da alimentação moderna, um grande problema se instala, porque o glúten não deveria fazer parte da dieta do ser humano. Mas como dar pão de trigo para um ser humano sem dar glúten?
Mucosa do Intestino Delgado com Vilosidades Normais
Mucosa do Intestino Delgado com Vilosidades Atrofiadas
Simples? Uma proposta interessante é germinando grão integral do trigo. (e demais cereais que o contém). No processo de germinar, a molécula do glúten se rompe e transforma-se em moléculas protéicas menores, menos agressivas à demanda digestiva.
Porém, ainda não existem estudos que comprovem qual o melhor procedimento para que 100% do glúten seja eliminado ou transformado. Alguns experts em alimentação crua e viva afirmam que apenas 20% do glúten é eliminado, sendo recomendado somente para quem deseja reduzir a quantidade de glutén da alimentação, porém não indicado para os celíacos, que não podem consumir qualquer alimento que contenha, ainda que traços, de glúten.
O fato é que no processo de germinação de qualquer grão de cereal, uma transformação alquímica ocorre e, as macro-moléculas do glúten são quebradas (pré-digeridas) e passam a ser moléculas menores, com menor poder agressivo e de causar  problemas de absorção nutricional e alergias.
O problema é que não é todo o glúten que se transforma, então este pão não está totalmente recomendado para pessoas que tem intolerância permanente ao glúten.
No caso de uma criança ou adulto que não seja alérgico  - de forma evidente - ao glúten, mas que preventivamente não desejamos se desenvolva, o ideal é o consumo dos cereais germinados e incrementados outros ingredientes como cenoura, sementes oleaginosas e outras combinações deliciosas.
No caso, pode-se preparar pães, que não são crús pois são desidratados ao sol ou em desidratadores (40-45 graus), mas também não são torrados, o que é excelente, pois evita a formação de acrilamida, uma substância que se forma a partir do cozimento do amido em altas temperaturas. Estudos relacionam esta substância como altamente cancerígenas.

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para a alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.  
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações, citada a autora e a fonte www.docelimao.com.br
Recomenda-se a leitura na íntegra dos livros Alimentação Desintoxicante (Editora Alaúde) e Mente e Cérebro Poderosos (Editora Pensamento-Cultrix), o que possibilitará a prática desta dos exercícios e filosofia de vida com consciência e responsabilidade.
http://www.docelimao.com.br/site/soja/1090-gluten-somos-todos-alergicos

“Nenhum humano é capaz de digerir glúten”

Por Pedro Correia Training

Na sua mais recente conferência, na Gluten Summit, o Dr. Alessio Fasano afirmou que “nenhum humano é capaz de digerir glúten” e como tal “não são apenas os doentes celíacos que têm que ter cuidado com o glúten.”

O Dr. Alessio Fasano, gastroenterologista pediátrico e famoso investigador, é mundialmente reconhecido pela sua investigação pioneira na doença celíaca e intolerância ao glúten, uma proteína presente em muitos dos cereais e alimentos a que estamos expostos diariamente.

Hoje em dia sabemos que o consumo de alimentos com glúten está associado ao desenvolvimento de muitas das doenças crónicas atuais da nossa sociedade e de várias doenças auto-imunes.

Alguns alimentos com glúten que a maioria das pessoas compra no supermercado e que podem ter consequências graves na nossa saúde no médio / longo prazo são: cereais, massa, couscous, pão, bolachas, croissants, farinha de trigo, bolos, cerveja e qualquer ingrediente feito a partir da farinha de trigo integral.




A doença que não vende remédio

Artigo excelente e certísssimo!!
Parabéns a Débora Fajardo!!Jornalista!


A doença que não vende remédio

  • 13/11/2013, 00:06
  • DÉBORA FAJARDO, JORNALISTA
Todo mundo sabe dos efeitos danosos do cigarro, do álcool e das drogas em geral. Mas há uma doença escondida cuja causa e efeitos pouca gente conhece. Pelo menos no Brasil. É provocada pelo glúten e seus efeitos são terríveis para quem tem Doença por Sensibilidade ao Glúten (DSG). A mais conhecida das DSGs é a doença celíaca, mas há também a dermatite herpetiforme e outras mais raras. Os médicos envolvidos com essa questão alertam que elas são pouco ensinadas nas escolas de Medicina brasileiras e nem todos os médicos sabem diagnosticá-las. O glúten é uma proteína presente em cinco cereais: trigo, aveia, centeio, cevada e malte – que é um subproduto da cevada.
Todos os anos vemos campanhas para a prevenção do AVC, diabete, câncer, controle da pressão arterial. Mas da doença celíaca ninguém fala. É inevitável questionar o motivo de tamanho descaso, especialmente por parte das autoridades de saúde. A DSG não tem cura e não é tratada com remédios. O tratamento para o celíaco é ficar longe do glúten, não consumi-lo.
Não é preciso ter inteligência de Einstein para saber que, se não vende remédio, nenhum laboratório da poderosa indústria farmacêutica irá pesquisá-la. A doença celíaca não gira a roda da economia, não impulsiona o comércio de medicamentos, não gera impostos.
Em países desenvolvidos os celíacos já alcançaram avanços consideráveis, principalmente na Europa. Na Itália, os refeitórios públicos, como escolas e hospitais, são obrigados a oferecer a opção sem glúten. Alguns governos concedem incentivos fiscais para quem precisa dessa alimentação, já que os produtos sem glúten em geral são mais caros. Na Inglaterra, as gôndolas dos supermercados oferecem uma profusão de opções sem glúten, que não devem nada em sabor e qualidade aos produtos tradicionais feitos com trigo. Por aqui, as ofertas ainda são raras e caras.
O pior de tudo é que a maioria dos celíacos brasileiros nem imagina que a doença existe. Ela pode se manifestar com sintomas clássicos, com sintomas raros e até sem sintomas. O prejuízo é o mesmo, com ou sem sintomas. As doenças decorrentes podem ser várias, caso o celíaco continue a ingerir glúten: diabete, câncer, doenças nos rins e na tireoide, entre outras.
Como é uma doença pouco conhecida e difícil de ser diagnosticada, alguns pacientes vão peregrinando de especialista em especialista, sem descobrir ao certo o que têm. Alguns chegam a ser encaminhados a psiquiatras, sugerindo-se que estão com “depressão”, já que não se encontra a causa real do seu problema. No Brasil, a prevalência da doença é no Sul e no Sudeste, regiões colonizadas por europeus do norte, onde há maior incidência.
É importante destacar que toda pessoa tem o direito de fazer o exame para saber se é celíaca em hospitais públicos, garantido pelo Protocolo do SUS. Se tiver dificuldades, pode fazer uma reclamação/denúncia no telefone 136, do Ministério da Saúde.
Com relação ao descaso com que é tratada a doença celíaca no Brasil, torna-se oportuno citar a frase certeira da jornalista e escritora Sônia Hirsch: “A saúde é subversiva porque não dá lucro a ninguém!”
http://www.gazetadopovo.com.br/m/conteudo.phtml?tl=1&id=1424864&tit=A-doenca-que-nao-vende-remedio

Doença Celíaca na pele ( DH )

Vocês conhecem a Doença Celíaca na Pele?

Ela se chama Dermatite Herpetiforme.
Veja imagens dela tando da forma branda como da forma mais grave!!
Eu tinha muito nos cotovelos somente!!!
São 96 imagens ! 


http://www.dermnet.com/images/Dermatitis-Herpetiformis/picture/13586?imgNumber=82

Compartilhado de Flávia Anastácio de Paula.

Glúten e o desequilíbrio hormonal!

Tradução google:


O glúten é uma Disruptor hormonal

O glúten é mauVocê aqui, lê-lo e vê-lo todos os dias. Comerciais e anúncios para a terapia hormonal. Para as mulheres, é corrigir a sua tireóide, perder peso, parar suas ondas de calor, regular o seu ciclo, e controlar a sua acne. Para os homens, a mensagem é aumentar seu desejo sexual, ganho muscular, energia e melhorar a sua testosterona.
A maioria destes anúncios levar a uma clínica onde um médico tem o prazer de prescrever qualquer número de tratamentos hormonais, mas poucos realmente olhar por seus níveis hormonais são anormais em primeiro lugar. [Enter glúten]
Existem muitas doenças ligadas à sensibilidade ao glúten . De artrite a transtornos mentais para anemias nutricionais, o glúten pode causar e contribuir para uma variedade de problemas de saúde relacionados hormonais. Um estudo médico recente demonstra de várias maneiras, como esta proteína tóxica pode levar a disfunção da glândula endócrina
RESULTADOS: A baixa estatura foi a apresentação mais comum (25%), outras apresentações incluíram baixa estatura e atraso da puberdade (20%), retardo da puberdade (11%), a triagem para a doença celíaca em tipo 1 DM (17%), raquitismo ( 6%), anemia que não respondem à terapia oral (6%), DM tipo 1 com hipoglicemia recorrente (6%), e osteomalácia (3%). As manifestações endócrinas incluem (após avaliação completa), baixa estatura (58%), retardo da puberdade (31%), elevado phospahatase alcalina (67%), baixa de cálcio (22%), raios-X sugestivo de osteomalacia ou raquitismo (8%) , capopedal espasmo (6%), e a cegueira nocturna (6%). Positividade de anticorpos anti-TPO foi encontrado em 53%, o hipotireoidismo em 28%, o hipotireoidismo subclínico em 17% e DM tipo 1 em 25% dos pacientes. Um total de 14% dos pacientes não apresentavam sintomas gastrointestinais.
CONCLUSÃO: A doença celíaca é um desregulador endócrino, bem como o grande mascarado com apresentações variadas, incluindo baixa estatura, puberdade atrasada, e raquitismo. Alguns pacientes que têm a doença celíaca pode não ter quaisquer sintomas gastrointestinais, tornando o diagnóstico mais difícil.Além disso, há maior incidência de doença celíaca com hipotiroidismo e DM tipo 1, fazendo triagem para importante nestas doenças.
Fonte: indiano J Endocrinol Metab. dezembro 2012, 16 (Suppl 2): S506-8.

Síndrome de glúten

Muitos especialistas acham que o glúten só afeta o trato gastrointestinal. A realidade é que o glúten pode causar ou contribuir para a mais de 200 condições médicas. O estudo acima é mais uma demonstração do impacto de longo alcance de glúten na doença e disfunção. Os resultados indicam que o glúten pode perturbar hormonas e contribuir para:
Além disso, o glúten também tem sido associada a:
  • Baixos níveis de testosterona - presente nos homens pode contribuir para o ganho de peso em torno do intestino, baixa libido, aumento da pressão arterial e colesterol, pobre de energia e confusão mental.
  • Endometriose
  • Causando elevações da hormona prolactina - isto pode contribuir para os ciclos menstruais irregulares, infertilidade, perda da libido, e perda de osso.

O que fazer?

Se você ou um ente querido foi diagnoed com qualquer uma das condições acima, segeneticamente selecionados para a sensibilidade ao glúten . Já vi pacientes com cada uma das condições listadas acima que melhorou ou resolveu o problema com uma dieta livre de glúten VERDADEIRO.
Se você tiver uma das condições acima e seu médico lhe diz que não está relacionado à exposição ao glúten, obter uma segunda opinião. Se você gostaria de saber mais sobre o espectro de doenças relacionadas à sensibilidade ao glúten, vá ler isso agora <<<

Se você quer livre acesso instantâneo ao nosso guia definitivo ao glúten, cadastre-se abaixo:

É hora para os médicos para iniciar a exclusão de sensibilidade ao glúten, bem como outras intolerâncias alimentares, sensibilidades e alergias. É hora para os médicos a começar a reconhecer o benefício terapêutico de mudança de dieta. Se você acha que essa informação vai ajudar alguém que você ama sofrendo com um desequilíbrio hormonal, por favor envie esta junto.
http://www.glutenfreesociety.org/gluten-free-society-blog/gluten-hormone-imbalance/?inf_contact_key=14e6b4a9a9da13db48b230a19ebdc5e0fc6c259122aada3ee8f994bb2ac8d94a


Depressão e Doença Celíaca


A depressão é realmente um desequilíbrio químico ou o Glúten pode ser o responsável?

22/10/2013

Dra Vikki Petersen


É  dito que pacientes com depressão têm um desequilíbrio químico.  Se alguém na sua família também está deprimido, o "cartão do gene" é mostrado.   "Sua depressão é genética", eles dizem.

Na minha prática clínica há mais de 20 anos, eu encontrei os dados de que essa afirmação é falsa. Consistentemente, encontramos pacientes que sofrem de depressão e ansiedade e que tem sensibilidade ao glúten (e ao leite).

Como poderia a causa depressão ser a comida ? 
 Vamos dar uma olhada:

Depois do aparelho digestivo, o sistema mais comum de ser afetado pelo glúten é o sistema nervoso. Pensa-se que a depressão pode ser causada pelo glúten de duas maneiras.

Em primeiro lugar, o glúten provoca alterações inflamatórias. O sistema imunológico de um indivíduo com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten responde de  forma negativa, inflamatória à proteína gliadina.   Infelizmente essa proteína  é semelhante em estrutura a outras proteínas presentes no corpo, incluindo as das células do cérebro e do nervo. A reatividade cruzada pode ocorrer, sendo através dela que o sistema imunitário "confunde" proteínas no corpo com a  proteína gliadina.   Isto é chamado de mimetismo celular e o resultado dessa confusão é o corpo literalmente atacando os próprios tecidos. Quando a inflamação ocorre no cérebro e no sistema nervoso, uma variedade de sintomas pode seguir-se, incluindo a depressão.

Pesquisas mostram que pacientes com sintomas que envolvem o sistema nervoso sofrem de problemas digestivos apenas 13% do tempo.   Isto é importante porque a medicina convencional identifica sensibilidade ao glúten quase que exclusivamente apenas com queixas digestivas, um erro que faz com que milhões de pessoas continuem a sofrer desnecessariamente, sem diagnóstico correto.

Em um estudo sobre o fluxo de sangue para o cérebro, 15 pacientes com doença celíaca não tratada foram comparados com 15 pacientes tratados com uma dieta livre de glúten por um ano.   Os resultados foram surpreendentes. No grupo sem tratamento, 73% tinha anormalidades na circulação cerebral, enquanto apenas 7% no grupo tratado mostrou qualquer anormalidade. Os pacientes com problemas circulatórios cerebrais  frequentemente sofrem de sintomas como ansiedade e depressão.

Em segundo lugar, além de problemas de circulação, criando sintomas de depressão, outra pesquisa analisou a associação entre a sensibilidade ao glúten e sua interferência com a absorção de proteínas.   Especificamente, o aminoácido triptofano pode ser deficiente. O triptofano é uma proteína no cérebro responsável pela sensação de bem-estar e relaxamento. A deficiência pode ser correlacionada com os sentimentos de depressão e ansiedade.

Vale a pena descobrir se a sua depressão pode ser causada por algo em sua dieta? 
Com certeza, na minha opinião.

Nossa sociedade é muito disposta a aceitar um "desequilíbrio químico" como uma explicação para os sintomas e, em vez de chegar à causa raiz da condição, simplesmente optar por engolir uma pílula - uma pílula que, no caso de antidepressivos, pode ser muito perigoso e, por vezes, tem efeitos colaterais letais.

A freqüência com que somos capazes de ter sucesso com pacientes que deixam de usar seus antidepressivos é considerada "inacreditável" para muitos médicos tradicionais, mas fazemo-lo regularmente. Como isso é possível?   Nós realmente diagnosticamos a causa raiz da depressão.   Frequentemente o culpado é o glúten.

http://glutendoctors.blogspot.com.br/2013/10/is-depression-really-chemical-imbalance_22.html

Dr Vikki Petersen, DC, CCN
Founder of HealthNOW Medical Center
Co- author of TheGluten Effect
Author of the e-book: Gluten Sensitivity: What you don’t know may be killing you!

Sensibilidade e Doença celíaca com Dr.Alessio Fasano


Sobre sensibilidade ao Glúten e doença celíaca: tradução do Google


A sensibilidade ao glúten e doença celíaca 
Um estudo inovador foi lançado recentemente pela Universidade de Maryland School of Medicine Centro para Pesquisa Celíaca demonstra que a sensibilidade ao glúten é uma condição médica distinta que difere da doença celíaca. Alicia Woodward conversou com Dr. Alessio Fasano, MD, invest
igador principal do estudo. Um especialista de renome mundial sobre a doença celíaca, Fasano é professor de pediatria, medicina e fisiologia na Universidade de Maryland School of Medicine e diretor do Centro de Pesquisa Celíaca. 

LW - Graças à investigação de sua equipe, agora sabemos que a sensibilidade ao glúten realmente existe. O que isso significa para a comunidade sem glúten? 

Dr. Fasano - Na minha humilde opinião, é um grande negócio. . Primeiro, mudamos sensibilidade ao glúten, também chamada de intolerância ao glúten, a partir de uma condição a uma nebulosa entidade distinta e que é muito diferente da doença celíaca. Sensibilidade ao glúten afeta pessoas 6-7 vezes mais do que a doença celíaca de modo que o impacto é tremendo. Em segundo lugar, agora entendemos que as reações ao glúten estão em um espectro. O sistema imunológico responde ao glúten de formas diferentes dependendo de quem você é e sua predisposição genética. Terceiro, há uma grande confusão em termos de reações ao glúten. Glúten e autismo, glúten e esquizofrenia, há um link ou não? Estes debates estão a caminho de ser resolvidos. E o quarto e mais importante, pela primeira vez, podemos aconselhar as pessoas com teste negativo para a doença celíaca, mas que insistem em que eles estão tendo uma reação negativa ao glúten que pode haver alguma coisa lá, que não estão inventando, que não estão hipocondríacos. Uma vez que é estabelecido que um paciente tem uma reação ruim ao glúten, é importante determinar qual parte do espectro que ele ou ela está antes de se envolver no tratamento, que é a dieta isenta de glúten. 

Você acredita que as pessoas podem se mover ao longo deste espectro? Alguém poderia ser sensível ao glúten e desenvolver a doença celíaca? 
AF: Não, eu não penso assim. As três condições principais : doença celíaca, sensibilidade ao glúten e alergia tardia ao trigo são baseados em mecanismos muito diferentes no sistema imunológico. Dado esse fato, é difícil imaginar a possibilidade de que você poderia saltar de um para o outro. 

No entanto, muitos dos sintomas da sensibilidade ao glúten e doença celíaca são as mesmas. 
AF: Isso mesmo. Enquanto não há uma distinção clara do lado imunológico, não há sobreposição tremenda do lado clínico. Se você veio ao meu consultório queixando-se de formigamento nos dedos ou depressão ou dores de cabeça de comer glúten, estes sintomas (e muitos outros) estão associados com doença celíaca. Se os testes forem negativos para doença celíaca, estes mesmos sintomas poderiam apontar para a sensibilidade ao glúten. Não há dúvida sobre isso. 

Até 20 milhões de americanos podem ter sensibilidade ao glúten. Isso é, além de 3 milhões que têm a doença celíaca e 400.000 para 600.000 com alergia ao trigo. Os seres humanos têm consumido trigo como um "grampo" para gerações. O que está acontecendo? 
AF: Embora tenhamos comido trigo por milhares de anos, não somos projetados para digerir o glúten. Somos capazes de digerir completamente todas as proteínas que colocamos em nossas bocas, com exceção de uma, e que é o glúten. O glúten é uma proteína estranha. Não temos as enzimas para desmantelá-lo completamente, deixando peptídeos não digeridos, que podem ser prejudiciais. O sistema imunológico pode percebê-los como um inimigo e montar uma resposta imune. 

Parece que estamos vendo uma explosão de problemas de saúde relacionados com o glúten. 
AF: Dois componentes estão se unindo para criar a tempestade perfeita. Primeiro, os grãos que estamos comendo mudaram drasticamente. Na época de nossos bisavós, trigo continha quantidades muito baixas de glúten e era colhido uma vez por ano. Agora nós temos projetado os nossos grãos para aumentar substancialmente a produtividade e conter características, como maior elasticidade, que nós gostamos. Estamos suscetíveis às conseqüências deste aumento de gluten nos grãos. Em segundo lugar, e isso se aplica à prevalência da doença celíaca, que aumentou quatro vezes nos últimos 40 anos, é a tendência ascendente que estamos vendo em todas as doenças auto-imunes. Nós estamos mudando o nosso ambiente mais rápido do que o nosso corpo pode se adaptar a ele. 

Você mencionou a ligação entre o glúten e condições como autismo e esquizofrenia. Você pode elaborar? 
AF: Isso é muito controverso. Algumas pessoas acreditam que o glúten indiscutivelmente tem um papel neste tipo de condições, enquanto outros dizem que é falso. Mais provável a verdade está no meio. Tenho dificuldade em acreditar que todas as crianças com autismo melhoram em uma dieta livre de glúten. Ao mesmo tempo, tenho dificuldade em acreditar que o glúten não tem absolutamente nada a ver com esses comportamentos. Sabemos na clínica que as pessoas podem ter problemas comportamentais devidos ao glúten, tais como perda de memória de curto prazo, alterações de humor, depressão, então você pode imaginar comportamentos esquizofrénicos e autistas. Se é verdade, como acredito, que as doenças complexas, como o autismo são os destinos finais, mas que você pode tomar caminhos diferentes para chegar lá, eu tenho que acreditar que um dos caminhos para um subgrupo de pacientes poderia, de fato, ser sensibilidade ao glúten. 

Existe um teste para a sensibilidade ao glúten? 
AF: Não. Até agora, a única maneira de determinar a sensibilidade ao glúten é um diagnóstico de exclusão. O problema desaparece quando você vai em uma dieta sem glúten e volta quando você adiciona o glúten de volta em sua dieta. 

O que aconselharia alguém que acredita que eles estão sensível ao glúten, uma vez não há um teste conclusivo agora? 
AF: Não tente a dieta sem glúten antes de ver o seu médico. Você deve excluir o diagnóstico de doença celíaca antes de começar a dieta. Se a doença celíaca e alergia ao trigo e todas as outras causas de seus sintomas foram excluídos, então e só então é que vale a pena fazer um julgamento sem glúten. 

Você recomenda que a maioria das pessoas a evitem o glúten, desde que faça o teste para a doença celíaca em primeiro lugar? 
AF: Eu não iria a esse extremo porque a dieta sem glúten não é um passeio no parque. A linha inferior é qualidade de vida. Se você está sofrendo com os sintomas que tornam a sua vida miserável e você investigou todas as possíveis causas, incluindo a doença celíaca, eu não vejo nada de errado em ir com a dieta livre de glúten. Se você é sensível ao glúten, você vai ver uma melhoria rápida na dieta, uma questão de dias ou semanas no máximo. Não é semanas, meses ou anos, como com doença celíaca. 

Dito isto, na clínica nós cuidamos de atletas que estão saudáveis, mas dizem que se sentem com muito mais energia e aumentaram a resistência com uma dieta isenta de glúten. Novak Djokovic, o tenista que é sensível ao glúten, afirma que sua resistência, capacidade de concentração e de energia têm subido desde que foi sem glúten. 

Eu ouvi você dizer que a sensibilidade ao glúten ocupa o lugar onde a doença celíaca estava há 30 anos atrás. 
AF: É déjà vu. Os pacientes, como de costume, foram visionários, dizendo-nos que este material existia, mas os profissionais de saúde estavam céticos. A confusão em torno de glúten sensibilidade testes, biomarcadores é exatamente a mesma confusão que tivemos em torno de doença celíaca, há 30 anos. Então, nós estamos começando tudo de novo agora. 

O que é que mais te surpreendeu sobre os estudos que você realizou? 
AF: Fiquei chocado ao saber que certas pessoas têm truques que lhes permitam tolerar glúten para 60 ou 70 anos sem ficar doente e, de repente, em seus 70 anos, eles desenvolvem a doença celíaca. Isto significa que não é destino. Você e eu não nascemos para desenvolver a doença celíaca. Isso é alucinante para mim. Então, eu estou morrendo para saber que tipo de truques essas pessoas usam para tolerar o glúten por tanto tempo. Se nós aprendermos os truques, poderemos aplicá-los a todos em risco para a doença e colocá-los em uma fase de tolerância para que eles nunca desenvolvam a doença. E aqui está outra coisa, por que eles de repente, perderam esse truque?Se soubéssemos, poderíamos usar esse conhecimento para evitar outros problemas. A doença celíaca é um protótipo de outras condições, como diabetes, esclerose múltipla, artrite reumatóide, câncer, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral. O mecanismo é tudo a mesma coisa. Então, se podemos entender o que está acontecendo com a doença celíaca, isso poderia levar a enormes mudanças em medicina preventiva. 
Para saber mais sobre o Centro de Pesquisa de Doenças Celíaca, visite www.celiaccenter.org  . 
Raquel Benati
Vice-presidente da ACELBRA-RJ

DC e linfomas


Recentemente, uma pessoa que conheço foi diagnosticada com um linfoma. Pelo menos duas pessoas chamaram a atenção dos médicos que acompanham esta pessoa da existência de doença celíaca na sua família; ambos afirmaram que não há relação entre linfomas e esta doença hereditária, inclusivé uma médica cirurgiã disse que a família não se deveria preocupar porque "a doença celíaca não passava de pais para filhos". A possibilidade não foi sequer ponderada. Perante tanta ignorância, trago hoje um artigo do websiteAlert Online, que qualquer pessoa minimamente interessada encontraria rapidamente numa pesquisa do Google. Só para registo.


Doença celíaca associada ao desenvolvimento de linfoma
Estudo publicado nos “Annals of Internal Medicine”
08 Agosto 2013

Os indivíduos com doença celíaca descontrolada apresentam um maior risco de desenvolver linfoma, defende um estudo publicado nos “Annals of Internal Medicine”.

A doença celíaca é uma doença autoimune caracterizada por lesões na mucosa do intestino delgado que, ao longo do tempo, reduzem a capacidade do corpo de absorver os componentes dos alimentos. Estes danos são resultantes da reação ao glúten, o qual pode ser encontrado no trigo, cevada e centeio.

Os investigadores da Columbia University Medical Center, nos EUA, explicam que quando um doente é inicialmente diagnosticado, a biópsia intestinal mostra um achatamento das vilosidades que estão envolvidas na absorção de nutrientes e fluidos. Os sintomas resultantes da doença celíaca, que incluem diarreia, perda de peso e anemia, resultam dos danos ocorridos nas vilosidades. Apesar de não ser prática universal, é realizada uma biópsia de acompanhamento alguns meses a anos após o diagnóstico, de forma a monitorizar os efeitos das alterações dietéticas e cicatrização das vilosidades.

Estudos anteriores já tinham sugerido que os pacientes celíacos apresentavam um maior risco de desenvolver linfoma, mas a razão desta associação ainda permanece desconhecida. Neste estudo os investigadores identificaram pacientes com doença celíaca que foram submetidos a uma biópsia de acompanhamento entre seis meses a cinco anos após o diagnóstico inicial. Cerca de nove anos após este procedimento, 57% dos 7.625 indivíduos com doença celíaca apresentaram melhorias, enquanto os restantes tinham ainda as vilosidades afetadas.

O estudo apurou que comparativamente à população geral, os pacientes com doença celíaca apresentavam um risco 2,81 maior de desenvolver linfoma, um cancro que afeta um tipo de células sanguíneas, os linfócitos. Foi também verificado que os indivíduos que apresentavam uma atrofia das vilosidades persistente tinham um risco ainda maior (105,4 por 100.00), comparativamente àqueles em que os intestinos tinham cicatrizado (31,5 por 100.000).

De acordo com os autores do estudo, a citarizarão dos intestinos parece ser deste modo importante na diminuição do risco de desenvolvimento de linfoma. Contudo, não se sabe ao certo por que motivo alguns pacientes continuam a apresentar as vilosidades do intestino atrofiadas.” Estudos anteriores demonstraram que o processo de cicatrização ocorre mais frequentemente nos pacientes que adotaram à risca uma dieta sem glúten”, revelou, em comunicado de imprensa, o primeiro autor do estudo, Benjamin Lebwohl.

Uma vez que danos persistentes nas vilosidades foram observados mesmo neste tipo de pacientes, existem outros fatores, ainda não identificados, que afetam o processo e cicatrização, concluem os investigadores.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.”

Outros artigos:
http://vidassemgluten.blogspot.com.br/2013/10/dc-e-linfomas.html

Trigo pode causar danos ao intestino de todos!


Tradução google:
O mito de que é preciso ter "genes maus" para experimentar dano intestinal de consumir trigo foi refutada anos atrás.

É um mito comum que o trigo só causa danos intestinal imune mediada por dentro aqueles com uma aberração base genética rara chamada doença celíaca. Pesquisa ainda relativamente desconhecido a partir de 2007, demonstrou claramente que o corpo de cada provável experimenta efeitos intestinais adversos de glúten ( gliadina exposição).

Na medida em que a doença celíaca, os mecanismos específicos pelos quais o trigo provoca danos são bem conhecidos, e vão assim ...

Na doença celíaca, uma proteína de armazenamento de trigo álcool solúvel conhecida como gliadina é parcialmente degradado (isto é desamidada) pela enzima transglutaminase do tecido, o efeito dos quais é hospedeiro susceptível de activar as células T para identificar erradamente atacar e vilosidades intestinais, como se fossem invasores "estrangeiros". Este processo de auto-imune altamente destrutivo pode ser verificada por meio de testes de sangue, ou através do chamado "padrão de ouro" de uma biópsia intestinal que revela claramente vilosidades destruídas e / ou superfícies planas intestinais, a patologia característica da doença celíaca.

Na realidade, contudo, é que não é preciso estar celíaca, ou têm uma mutação genética particular, a fim de experimentar danos associados com a exposição à gliadina de trigo.

Em um estudo publicado na revista GUT em 2007, um grupo de pesquisadores fez a pergunta: " gliadina é realmente seguro para indivíduos não celíacos? " Para testar sua hipótese de que uma resposta imune inata a gliadina é comum em ambos os pacientes com doença celíaca e sem doença celíaca, culturas de biópsia intestinal foi feita a partir de ambos os grupos e desafiados com gliadina em bruto, a gliadina sintético 19-mero (19 aminoácidos de comprimento de péptido de gliadina) e 33-mer péptidos desamidados.

Os resultados mostraram que todos os pacientes com e sem doença celíaca, quando desafiados com as diferentes formas de gliadina, produziu uma resposta da interleucina-15-mediada. Os pesquisadores concluíram:

"Os dados obtidos neste estudo piloto apóia a hipótese de que o glúten provoca seus efeitos nocivos, ao longo de uma resposta imune inata IL15, em todos os indivíduos [grifo meu]. "

A principal diferença entre os dois grupos é que os pacientes com doença celíaca experimentaram uma inata e uma resposta imune adaptativa para a gliadina, enquanto o experiente apenas a resposta inata não celíacos.

Os investigadores a hipótese de que a diferença entre os dois grupos pode ser atribuível a uma maior susceptibilidade genética a HLA-DQ locus do gene (no cromossoma 6), para desencadear uma resposta imune adaptativa, níveis mais elevados de mediadores imunes ou de receptores, ou talvez no maior permeabilidade intestino celíaca.