quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Intolerância a Lactose


Você sabe se tem intolerância à lactose?

O que é?

A intolerância a lactose é a incapacidade parcial ou total de digerir lactose, um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos, devido à quantidade insuficiente, a ausência ou ao mau funcionamento da enzima lactase. A lactase é responsável pela quebra da lactose em moléculas menores, facilitando a absorção pelo corpo.

Sintomas

Devido à deficiência da enzima, a lactose não é quebrada e chega ao intestino grosso causando:
  1. Fermentação por bactérias, produzindo ácido láctico e gases em excesso;
  2. Retenção de água podendo causar diarréia abundante;
  3. Cólicas;
  4. Náuseas;
  5. Desconforto abdominal.
Os sintomas, normalmente, ocorrem cerca de 30 minutos a duas horas após a ingestão de alimentos contendo lactose.

Causas

A intolerância é decorrente de diferentes processos, são eles:
  1. Deficiência congênita da enzima: É um defeito genético muito raro, no qual a criança nasce sem a capacidade de produzir lactase;
  2. Diminuição enzimática secundária: Comum no primeiro ano de vida decorrente a diarréias e em adultos após a diarréia infecciosa e também provocada por alguns medicamentos. A diarréia constante acaba por eliminar as células produtoras da enzima lactase presentes no intestino;
  3. Deficiência primária: É o mais comum na população. Com o avançar da idade existe a tendência natural a diminuição da produção da lactase.

Prevalência

Estima-se que a intolerância afete 70% de adultos no Brasil, embora não haja números precisos. Descendentes orientais são mais propensos a desenvolver a intolerância a lactose a partir da adolescência e, principalmente, na fase adulta.

Diagnóstico

  1. Teste de tolerância: Consiste em fornecer lactose pura ao paciente e durante as horas seguintes colher amostras de sangue, verificando a variação glicêmica;
  2. Exame respiratório: Monitora a quantidade de hidrogênio nos gases exalados após a ingestão da lactose.
  3. Teste de acidez das fezes: Detecta os ácidos produzidos pela má digestão da lactose.

Tratamento

Não há tratamento para aumentar a capacidade de produção de enzima lactase, porém os sintomas podem ser controlados pela dieta. As pessoas possuem diferentes níveis de intolerância a lactose, sendo assim, devem experimentar seus limites de ingestão.

Alimentos proibidos

  • Leite de vaca, leite de cabra, queijos, manteiga, requeijão, creme de leite, iogurte, e demais derivados do leite;
  • Preparações a base de leite (bolo, pudim, cremes, entre outros);
  • Bolachas e biscoitos.

Opções de alimentos para intolerantes

  • Leite com baixo teor de lactose;
  • Leite hidrolisado;
  • Leite de soja;
  • Leite de arroz;
  • Alguns tipos de queijo como o brie, camembert, roquefort, cheddar, parmesão, prato e emmental (são mais gordurosos que os brancos).
  • Também o tofu, queijo a base de soja;
Lembrando que os alimentos permitidos variam de acordo com a gravidade da intolerância de cada indivíduo.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Exame Genético! Aonde fazer?


Por Ana Viana Lenhart 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Glúten ataca o cérebro e danifica o sistema nervoso


Algumas pessoas sentem-se mal e desconhecem que a culpa pode ser do glúten. 
safe imageAntes de sintomas gastrointestinais, como a dor de estômago, aparecer já podem existir danos neurológicos. O glúten pode causar desde tonturas inexplicáveis a dormência nas mãos e nos pés.
Aproximadamente 10 por cento das pessoas com doença celíaca desenvolvem sintomas neurológicos,  cuja variedade inclui:
• Dificuldade de concentração;
• Perda de equilíbrio;
• Quedas frequentes;
• Distúrbios visuais;
• Dificuldade em andar; e,
• Tremores.
As pessoas com sensibilidade ao glúten, quando comem alimentos com a proteína glúten desencadeiam uma reacção auto-imune. O corpo ataca o glúten com anticorpos da mesma forma que os vírus de anticorpos de ataque. Isso danifica o intestino. O dano intestinal inibe a absorção de nutrientes, muitas vezes levando a deficiências nutricionais. A deficiência em vitaminas, pode ter na sua origem o glúten.
Tratamento
As pessoas que têm intolerância ao glúten não respondem a testes de alergia simples da mesma forma que os que têm uma alergia ao leite. 
A forma mais simples para descobrir se alguém é sensível ao glúten é a terapia dietética. Evitar o glúten por várias semanas, reintroduzi-lo depois e observar as reacções.
Uma vez conhecido a existência de um problema com o glúten, existe apenas uma forma de tratamento: a abstinência.
Isto, significa que devem evitar alimentos óbvios, como pão e massas, mas também alimentos como, por exemplo, o molho de soja e alcaçuz, que contêm pequenas quantidades de trigo.
Felizmente que existem muitas alternativas para uma boa alimentação. Massas feitas com farinha de arroz ou quinoa estão isentas de glúten. Pão de centeio ou de arroz, pode substituir o pão feito a partir de grãos que contêm glúten. O kamut, trigo sarraceno e, de certa forma, a espelta, são também alternativas, ao trigo com glúten. 
Recorde-se que existem algumas empresas do ramo alimentar que comercializam alimentos totalmente isentos de glúten.

sábado, 20 de outubro de 2012

Dieta do Glúten

Tem uns poréns nesta reportagem!! A aveia que tem glúten também e  a retirada do glúten só emagrece se você cortar o glúten e não substituir!! As atrizes emagrecem pq deixaram de comer...e quando substituem é com muita moderação! Não resolve se você substituir e comer muito pensando que não vai engordar. Engorda sim porque a substituição  é feita basicamente por farinha de arroz que é muito calórica. Cuidado!!

Mais magros sem glúten

Dieta que restringe o consumo de alimentos que contêm a proteína conquista cada vez mais adeptos com a promessa de emagrecimento rápido e saudável

Monique Oliveira
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BELEZA 
Juliana Paes limitou a ingestão do composto e sentiu melhora no metabolismo
A lista de seguidores famosos é longa. No Brasil, celebridades do porte de Juliana Paes, Luciana Gimenez, Camila Morgado e Alice Braga. Lá fora, gente do calibre das atrizes Halle Berry, Rachel Weisz e Miley Cyrus. Todas aderiram à dieta do glúten, a mais nova febre entre quem pretende emagrecer e manter a silhueta desejada. Só nos Estados Unidos, cerca de 1,6 milhão de pessoas estão seguindo o regime, de acordo com levantamento recente realizado pela Clínica Mayo, prestigiada instituição de pesquisa daquele país. Os relatos de sucesso de quem se submeteu a esse método alimentar são impressionantes: dão conta da perda de cinco quilos já na primeira semana e até 15, 20 e 30 quilos meses depois. A apresentadora Luciana Gimenez, por exemplo, comemora cerca de 32 quilos a menos depois de aderir à restrição do glúten e aliar a estratégia a uma rotina intensa de exercícios. “Deu para perceber a diferença de resultado em relação a outros regimes”, conta. Juliana Paes reduziu a ingestão da substância depois do nascimento do filho, Pedro. A tática a ajudou a voltar à bela forma – e a mantê-la. “Comecei na época em que o estava amamentando”, conta. “Senti que melhorou muito o meu metabolismo, deixando-o mais acelerado, e também observei que diminuiu a sensação de inchaço e desconforto abdominal”, disse.
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Na contabilidade dos especialistas que estão indicando o regime, o saldo também é positivo. “A pessoa percebe uma mudança imediata, para melhor, em todo o seu estado geral, além do declínio do peso corporal”, afirma o endocrinologista Tércio Rocha, do Rio de Janeiro, integrante da Academia Brasileira Antienvelhecimento. “Após duas semanas já é possível notar nitidamente uma redução de inchaço”, diz a médica nutróloga Vânia Assaly, de São Paulo. “E o emagrecimento torna-se bem visível 45 dias depois do início da dieta”, completa.
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O glúten é uma proteína sem valor nutricional e sem calorias. Está presente no trigo, na cevada, no centeio e no malte. É ele que proporciona o aspecto viscoso e confere elasticidade a bolos, pães e massas. Na indústria de alimentos, é adicionado a embutidos e até aos chocolates, justamente por conta dessa propriedade. A dieta consiste em diminuir sua ingestão, como fez a atriz Juliana Paes, ou bani-lo do cardápio. Portanto, seus seguidores ficam sem comer a maioria dos carboidratos presentes à mesa, devem se manter longe da cerveja e do uísque e, na dúvida, precisam ficar de olho nos ingredientes contidos nos alimentos vendidos nos supermercados. “No Brasil é obrigatória a indicação, no rótulo, da ausência ou da presença da substância”, diz o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.
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O principal desafio dos adeptos do regime é encontrar substitutos à altura do trigo e dos produtos com ele produzidos. Aos poucos, porém, crescem as opções para quem deseja tirar o glúten da dieta. A Mundo Verde, empresa consolidada no setor de alimentação saudável, com 170 lojas no País, por exemplo, tem um catálogo de três mil itens livres da proteína. A Rede de Farmácias de Manipulação Officilab, do Rio de Janeiro, criou 12 produtos isentos de glúten. Vários restaurantes também estão incluindo no menu pratos sem o composto. É o caso do Biocarioca e da Delicatessen Zona Zen, no Rio, e do Outback, do América e do badalado Quattrino, em São Paulo, que possui opções no cardápio (leia receita à pág. 86). “Conheci os efeitos da retirada do glúten porque estudo muito sobre nutrição”, explica Mary Nigri, dona do Quattrino. “Fiz um teste comigo, vi resultados e resolvi criar as receitas”, lembra. Nos EUA, o mercado para atender à crescente demanda, o chamado “gluten-free market”, já gira na casa dos US$ 2 bilhões anuais. Entre as alternativas para substituir a farinha de trigo estão as farinhas de arroz e de amêndoas. “Outra substituição pode ser feita usando mandioca e batata”, explica Aline Möller, dona da consultoria Fit Gourmet, em São Paulo. A empresa presta consultoria àqueles que querem adotar uma alimentação livre de glúten “Ensinamos o cliente como seguir o regime”, diz
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RESULTADO 
A apresentadora Luciana Gimenez perdeu 32 quilos após iniciar
o regime e encarar um plano intensivo de exercícios físicos
Há algumas explicações para o êxito desse plano alimentar. A primeira é a mais óbvia: as pessoas emagrecem porque, ao riscar do cardápio os alimentos que contêm glúten, deixam de comer pães, bolos e massas brancas. Desse modo, não ingerem mais uma enorme quantidade de calorias. “Grande parte desses alimentos é bastante calórica”, explica Vânia Assaly. A segunda razão – e as outras também – é mais complexa. A proteína está associada a reações de intolerância. A mais intensa desenha um quadro conhecido como doença celíaca. Trata-se de uma resposta genética grave ao composto que pode deflagrar diarreia crônica, desnutrição, fadiga e, em crianças, também pode levar a distúrbios do crescimento. “É uma reação do sistema imunológico. Um anticorpo é criado contra o glúten”, explicou à ISTOÉ o gastroenterologista Joe West, da Universidade de Nottingham, no Reino Unido (leia mais no quadro à pág. 86). Estima-se que um a cada 214 brasileiros seja portador da enfermidade. A atriz Isis Valverde, 25 anos, descobriu que tinha a doença aos 19 anos. “Sentia dores abdominais, tontura, boca seca e perdi cabelo”, diz. Desde que tirou o glúten do cardápio, não manifesta mais os sintomas.
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Intolerâncias mais brandas também acontecem, e em número expressivo. “São mais frequentes do que a doença celíaca”, afirma o médico Luiz Carneiro, chefe do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “Hoje sabemos que a sensibilidade ao glúten é dez vezes mais comum que a doença celíaca”, disse à ISTOÉ o nutricionista Tom O’Brien, da Universidade de Chicago (EUA). Nesses casos, o que ocorre é que, em vez de reações imediatas e mais fortes, como nos celíacos, há a deflagração de um fenômeno conhecido como reação alérgica tardia. “O indivíduo acumula anticorpos mais amenos ao glúten”, explica o microbiologista Bruno Zylbergeld, estudioso do tema. “Com o passar do tempo, isso pode desencadear os sintomas da intolerância”, diz. O fato é que essas respostas – mais ou menos severas, não importa – provocam no corpo inchaço, dificuldades digestivas e processos inflamatórios que contribuem para o acúmulo de peso. “A retirada do glúten evita essas reações”, explica a nutricionista Lucyanna Kalluf, de São Paulo.
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Intolerância desde o nascimento
O médico cirurgião Gustavo Mattos, 31 anos, de São Caetano do Sul, é celíaco. 
Embora esteja bem adaptado e nunca fuja da dieta, ainda sofre para encontrar 
pratos livres do composto em restaurantes. “Os funcionários não sabem
informa os clientes sobre esse tema. Falta informação.”
De acordo com o endocrinologista Tércio Rocha, entretanto, não ingerir glúten traz benefícios para a silhueta de todos, intolerantes à proteína ou não. “As pessoas apresentam redução do inchaço abdominal, observam melhora no funcionamento do intestino e também têm diminuição da compulsão alimentar”, assegura. Este último benefício seria resultado da baixa ingestão de carboidratos vindos de alimentos produzidos com farinha de trigo não integral – pães e massas brancas, por exemplo. Por mecanismos complexos, essa categoria de alimentos agrava o impulso de comer além da conta. Há também indicações de que a ausência da proteína na dieta promoveria mudanças no perfil metabólico que favoreceriam a queima calórica e elevariam a sensação de saciedade. Sobre esse ponto, porém, não há consenso médico. “A literatura científica não descreve essas interações”, ressalva o endocrinologista Freddy Goldberg, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
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CUIDADO
A atriz Isis Valverde é portadora de doença celíaca. Por isso, não ingere mais a substância
Embora um dos maiores apelos da dieta seja a perda de peso, a restrição do nutriente é vista como uma maneira de melhorar a saúde de um modo mais amplo. Há muitos registros na ciência dando conta da associação da proteína com várias doenças. Um estudo da Universidade Karolinska, em Estocolmo, Suécia, por exemplo, relaciona o ingrediente à piora da artrite reumatoide, doença que deflagra um processo inflamatório crônico sobre as articulações. “Há evidências de que a saúde pode se beneficiar de mudanças alimentares e a dieta livre de glúten é uma delas”, disse o reumatologista Johan Frostegärd, da universidade sueca. Ele comprovou os benefícios do regime em pacientes que sofrem de artrite reumatoide.
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Cardápio familiar
O casal Rosa Araújo, 34 anos, e Marco Alberto Silva, 43, mudou as refeições da 
família por conta do sobrepeso de Silva, que chegou a 126 quilos. Agora, não 
há 
mais alimentos com glúten. Com o regime e uma rotina pesada de exercícios de duas a três
horas por dia, o empresário perdeu 38 quilos. Rosa acabou adotando a estratégia. Eles também
fornecem a mesma alimentação à filha Olívia, 3 anos. “É mais saudável”, explica Rosa
A ingestão do glúten está ainda vinculada à ocorrência de depressão, dores de cabeça e déficit de atenção. As pesquisas dão como hipótese mais provável para a relação entre a proteína e as doenças o processo inflamatório desencadeado pelo composto. Na opinião da nutricionista Lucyanna Kalluf, são os resultados em vários aspectos da saúde que acabam fazendo com que as pessoas mantenham a dieta. “Elas melhoram tanto que não querem mais voltar a ingerir a proteína.”
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O abandono do nutriente, porém, não seduz todos os especialistas. Há médicos que acreditam que a restrição total de glúten é radical demais e desnecessária. “Pessoas que não têm alergia ao composto dispõem de outras maneiras de perder peso”, opina o nutrólogo Durval Ribas Filho. O nutricionista Tom O’Brien é outro que chama a atenção para os problemas que a exclusão da proteína pode oferecer. “Os indivíduos podem ter dificuldade de encontrar alimentos substitutos e correm o risco de ter uma alimentação desequilibrada”, diz. No entanto, o aquecimento do mercado mostra que esse cenário está mudando. “Hoje é bem mais fácil substituir os alimentos com glúten por versões sem o nutriente, pois as lojas de produtos naturais já têm bastante variedade”, diz Juliana Paes, que optou pela moderação, reduzindo a presença da proteína à mesa, mas sem se privar dela por completo.
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Colaboraram: Mônica Tarantino e Simone Blanes
Foto: Felipe Lessa
Fotos: André Schliró; João Castellano/ag. istoé
Fotos: Kelsen Fernandes; João Castellano/ag. istoé; Steven Lawton/Getty Images; Marcus Mam/Madame Figaro/laif; Michael Tran/FilmMagic; Jen Lowery/Splash News

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Apostila de Receitas Glúten Free

Mais um livro de receitas para baixar de graça!!
Aproveitem!!
http://ebookbrowse.com/apostila-de-receitas-sem-gluten-pdf-d354255666


Produtos sem lactose ameaçados



outubro 19, 2012
Produtos sem lactose correm o risco de desaparecer do mercado de acordo com a legislação da ANVISA. O Semlactose.com traz todas as informações em primeira mão para que você entenda a situação, e propõe alternativas para revertermos este cenário.
Para quem acredita que o Brasil possui poucas opções de produtos sem lactose e esperava ver o mercado crescer nos próximos anos, uma péssima notícia: estamos definitivamente caminhando no sentido oposto.
Ao contrário do que a população pensa, a indústria de alimentos tem buscado alternativas para informar sobre a isenção de lactose em seus produtos, mas infelizmente ela esbarra em uma legislação falha.
Como funciona
A regulação da ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária entende que produtos isentos de lactose, para serem rotulados como tal, devem seguir uma regulamentação específica de alimentos para fins especiais. Mesmo sendo classificados como tal, ainda assim a portaria não prevê a possibilidade de se utilizar uma chamada na parte frontal do rótulo, informando de forma clara para o consumidor que o produto é sem lactose ou baixa lactose.
Alimentos para fins especiais, segundo a definição utilizada na Portaria n° 29 de 13 de janeiro de 1998/ANVISA, item 4.1.1.2, que regulamenta a rotulagem desse tipo de produto, “são os alimentos especialmente formulados ou processados, nos quais se introduzem modificações no conteúdo de nutrientes, adequados à utilização em dietas diferenciadas e ou opcionais, atendendo às necessidades de pessoas em condições metabólicas e fisiológicas específicas.”
Se todos os produtos que hoje são isentos de lactose ou baixa lactose fossem especialmente formulados para intolerantes à lactose, não haveria maiores problemas. Mas estamos falando de diversos produtos que, devido aos ingredientes utilizados ou pelo seu processo padrão de fabricação, são isentos de lactose ou com baixos teores do carboidrato.
No Semlactose.com temos dezenas de exemplos. São chocolates, queijos, manteigas, cremes vegetais, biscoitos, iogurtes, e diversos outros. Um exemplo clássico são queijos. Uma grande maioria das pessoas acredita que por ser intolerante à lactose não poderá consumir queijos. Errado! Já mostramos em nossas matérias que muitos tipos de queijo são totalmente isentos de lactose devido ao seu processo padrão de fabricação e sim, podem ser consumidos por pessoas com IL. Mas como não são produtos especialmente formulados para uma dieta de restrição de lactose, não poderiam ser classificados como tal, e por tanto, não podem alegar em sua embalagem que são produtos sem lactose. Quem sai prejudicado? Nós, consumidores e intolerantes à lactose.
Como chegamos a esta situação?
No intuito de tratar de forma similar as Informações Nutricionais Complementares (INC) em produtos alimentícios que circulam pelo Mercosul, países do bloco resolveram criar uma legislação comum. Nessas tratativas, foi definida a exclusão de chamadas “sem lactose” ou “baixa lactose” dos produtos e foi decidido que tal informação deveria ser legislada por cada país de forma independente. Com isso, as principais associações de indústrias de alimentos encaminharam pleitos solicitando modificações na regulamentação atual, mas a ANVISA indeferiu todas as solicitações até o momento.
A Agência alega não ser imprescindível informar sobre o conteúdo de lactose em alimentos para que nós, consumidores, possamos compor nossa alimentação. Além disso, o órgão regulador entende que o consumidor pode identificar, a partir da lista de ingredientes, a adição de lactose e derivados lácteos ao produto; uma afirmação totalmente equivocada. Por que?
• Em primeiro lugar, a leitura de ingredientes de algumas embalagens só é possível ser feita com lupa;
• Em segundo lugar, alguns ingredientes são equivocadamente interpretados por grande parte da população. Um exemplo é o ácido lático, ingrediente presente em muitos alimentos e que muitos acreditam ser um derivado do leite. Outro ingrediente comumente confundido é o leite de coco. No Semlactose, são incontáveis os comentários recebidos de leitores que questionam se leite de coco contém leite (de origem animal);
• Em terceiro lugar, cito o exemplo da manteiga. Ao ler os ingredientes de um pote de manteiga, você encontrará creme de leite e cloreto de sódio. Você logo conclui que o produto contém lactose, certo? Errado. As manteigas contêm apenas uma quantidade residual de lactose, sendo que algumas análises de fabricantes apontam que a lactose é indetectável no produto.
Por fim, a ANVISA declara que “alegações sobre o conteúdo de lactose em produtos são relevantes apenas para indivíduos com IL.” O que a Agência parece desconhecer é que pessoas com intolerância à lactose compõem mais da metade da população brasileira. De acordo com um artigo publicado pela Revista da Associação Médica Brasileira, em 2010, a prevalência da hipolactasia primária em adultos (intolerância à lactose mais comum) é de 57% entre brasileiros brancos e mulatos, chegando a 80 e 100% entre brasileiros negros e de descendência japonesa, respectivamente. Adiciona-se a este grupo celíacos (alguns celíacos não podem consumir lactose), pessoas com Sindrome do Intestino Irritável, Doença de Crohn, entre outras doenças que também fazem uso de uma dieta de restrição à lactose, e chegaremos a um número ainda mais alto. Será que mais de 115 milhões de brasileiros podem ser considerados APENAS um grupo específico?
Futuro sombrio para os intolerantes?
Precisamos mostrar que definitivamente não somos o que muitas indústrias e instituições governamentais consideram “nicho de mercado”. Somos muitos e nossas necessidades estão sendo completamente desconsideradas. Lembro que o Código de Defesa do Consumidor garante a nós, consumidores, informações claras, precisas e ostensivas. Entretanto, estamos vendo tais informações, tão importantes para milhares de pessoas, desaparecerem sem justificativa plausível.
O que podemos fazer
Fale: Se você também compartilha da mesma opinião e acredita que seremos prejudicados se não houver uma mudança na legislação atual, comente, deixe sua opinião! Use nossa área de comentários no site e nas redes sociais.
Compartilhe: as redes sociais tem hoje papel fundamental na divulgação de temas tão importantes como este. Divulgue a matéria na sua rede de relacionamentos. Precisamos que todos saibam sobre a questão.
Pleito para a ANVISA: Vamos elaborar um pleito para ser entregue à ANVISA e gostaria de adicionar ao pleito todos números e comentários da repercussão sobre este tema. Assim que tivermos o pleito pronto, divulgaremos no Semlactose.com e avisaremos quando este será entregue.
Referências:
MATTAR, Rejane; MAZO, Daniel Ferraz de Campos. Intolerância à lactose: mudança de paradigmas com a biologia molecular. Rev. Assoc. Med. Bras. vol.56 no.2 São Paulo 2010
Luciane é portoalegrense, graduada em Letras e pós-graduada em Marketing. Na área de culinária, Luciane fez cursos no IESB e na Escola de Gastronomia de Brasília. Após consultar diversos médicos, descobriu sua intolerância à lactose em 2006. Sua paixão pela culinária a levou a criar e adaptar receitas, substituindo ingredientes e experimentando novos sabores. Em 2007, após ampla pesquisa sobre o tema, Luciane criou o Semlactose.com e, desde então, atua como editora e administradora do site, sempre em busca de novidades na área. Luciane reside em Brasília, DF.
Luciane Baldo
Editora
luciane@semlactose

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Doença Celíaca- Definição




Definição

A doença celíaca é uma condição que causa danos ao revestimento do intestino delgado e impede que ele absorva partes de alimento que são importantes para manter a saúde.
Dermatite, herpetiforme no braço e pernas
Os danos ocorrem devido a uma reação à ingestão de glúten, que é encontrado em trigo, cevada, centeio e possivelmente aveia.
A imagem ao lado mostra uma doença inflamatória crônica (dermatite herpetiforme) que produz bolhas (vesículas) pequenas ou grandes em relevo (papulares) vermelhas (eritematosas) que ardem e coçam intensamente.
A dermatite herpetiforme desenvolve-se repentinamente, dura por semanas ou meses, e pode estar associada a doenças digestivas (como a doença celíaca).

Nomes alternativos

Espru, espru não tropical, intolerância a glúten, enteropatia por glúten

Causas, incidência e fatores de risco

A causa exata da doença celíaca é desconhecida. O revestimento dos intestinos contém áreas chamadas vilosidades que ajudam a absorver nutrientes. Quando as pessoas com doença celíaca ingerem alimentos ou usam produtos que contêm glúten, seus sintomas imunológicos reagem danificando essas vilosidades.

Espru celíaco - alimentos a serem evitados
A incapacidade de digerir e processar essas substâncias pode levar à inflamação dos intestinos, deficiências vitamínicas, devido à falta de absorção de nutrientes, e anormalidades do intestino.
Essa lesão afeta a capacidade de absorver nutrientes apropriadamente. A pessoa fica subnutrida, independente de quanta comida ele(a) coma.
A doença pode ser desenvolvida em qualquer momento da vida, da infância à idade adulta avançada.
Pessoas que têm um membro da família com doença celíaca têm maior risco de desenvolverem a doença. O distúrbio é mais comum em caucasianos e pessoas de origem europeia. As mulheres são mais frequentemente afetadas que os homens.
Pessoas com doença celíaca têm mais probabilidade de ter:

Sintomas

Os sintomas da doença celíaca podem ser diferentes de pessoa para pessoa. Isso é parte do motivo pelo qual o diagnóstico não é sempre feito imediatamente. Por exemplo, uma pessoa pode ter constipação, a segunda pode ter diarreia e uma terceira pode não ter nenhum problema com as fezes.
Os sintomas gastrointestinais incluem:
  • Dor abdominal, inchaço, gases ou indigestão
  • Constipação
  • Menos apetite (também pode ser maior ou inalterado)
  • Diarreia, constante ou ocasionalmente
  • Intolerância à lactose (é comum quando a pessoa é diagnosticada; geralmente passa após o tratamento)
  • Náusea e vômitos
  • Fezes flutuantes, com odor fétido, com sangue ou "gordurosas"
  • Perda de peso inexplicada (embora as pessoas possam estar com excesso de peso ou peso normal)
Como os intestinos não absorvem muitas vitaminas, minerais e outras partes de alimento importantes, os seguintes sintomas podem começar ao longo do tempo:
  • Equimose fácil
  • Depressão ou ansiedade
  • Cansaço
  • Atraso no crescimento em crianças
  • Perda de cabelo
  • Pele pruriente (dermatite herpetiforme)
  • Períodos menstruais ausentes
  • Úlceras na boca
  • Cãibras nos músculos e dor nas articulações
  • Hemorragias nasais
  • Convulsões
  • Formigamento ou dormência nas mãos ou pés
  • Altura baixa inexplicada

Foto: ADAM
Dermatite, herpetiforme nos joelhos
Esta imagem mostra o joelho de uma pessoa com uma doença inflamatória crônica conhecida como dermatite herpetiforme.
Ela produz bolhas (vesículas) grandes ou pequenas em relevo (papulares) vermelhas que ardem e coçam intensamente.
A dermatite herpetiforme desenvolve-se repentinamente, dura por semanas ou meses, e pode estar associada a doenças digestivas (como a doença celíaca).

Crianças com doença celíaca podem ter:
  • Defeitos no esmalte dos dentes e alterações na cor dos dentes
  • Puberdade atrasada
  • Diarreia, constipação, fezes gordurosas ou com odor fétido, náusea ou vômitos
  • Comportamento irritável e inquieto
  • Ganho de peso insuficiente
  • Crescimento lento e altura menor do que a normal para a idade

Exames e testes

  • Albumina (pode ser baixa)
  • Fosfatase alcalina (nível alto pode ser um sinal de perda óssea)
  • Anormalidades dos fatores de coagulação
  • Colesterol (pode ser baixo)
  • Hemograma completo (teste para anemia)
  • Enzimas hepáticas (transaminases)
  • Tempo de protrombina
Os testes de sangue podem detectar vários anticorpos especiais, chamados anticorpos antitransglutaminase tecidual (anti-tTG) ou anticorpos antiendomísio (anti-EmA). O médico solicitará esses testes de anticorpos se houver suspeita de doença celíaca.
Se os testes são positivos, a endoscopia superior geralmente é realizada para amostrar um pedaço de tecido (biópsia) da primeira parte do intestino delgado (duodeno). A biópsia pode mostrar um achatamento das vilosidades nas partes do intestino abaixo do duodeno.
O teste genético do sangue também está disponível para ajudar a determinar quem pode ter risco de doença celíaca.
Uma biópsia ou teste de sangue de acompanhamento pode ser solicitado vários meses após o diagnóstico e tratamento. Esses testes avaliam sua resposta ao tratamento. Resultados normais significam que você respondeu ao tratamento, o que confirma o diagnóstico. No entanto, isso não significa que a doença foi curada.

Tratamento

A doença celíaca não pode ser curada. No entanto, seus sintomas passarão e as vilosidades no revestimento dos intestinos serão curadas se você seguir uma dieta sem glúten por toda a vida. Não ingira alimentos, bebidas e medicamentos que contenham trigo, cevada, centeio e possivelmente aveia.
Você deve ler rótulos de alimentos e medicamentos com atenção para procurar por fontes ocultas desses grãos e ingredientes relacionados a eles. Como grãos de trigo e cevada são comuns na dieta americana, seguir esta dieta é um desafio. Com educação e planejamento, você se curará.
Você NÃO deve começar a dieta sem glúten antes de ser diagnosticado. Começar a dieta afetará o teste para a doença.
O médico pode prescrever suplementos de vitaminas e minerais para corrigir deficiências nutritivas. Ocasionalmente, corticosteroides (como prednisona) também podem ser prescritos para uso por curto tempo ou se você tiver espru que não responde ao tratamento. Seguir uma dieta bem balanceada sem glúten geralmente é o único tratamento que você precisa para ficar bem.
Quando for diagnosticado, obtenha ajuda de um nutricionista registrado especializado em doença celíaca e dieta sem glúten. Um grupo de apoio também pode ajudar você a conviver com a doença edieta.

Grupos de apoio

Para obter informações e suporte adicionais, consulte as organizações listadas em recursos da doença celíaca.

Evolução (prognóstico)

Seguir uma dieta sem glúten cura a lesão nos intestinos e previne outras lesões. Essa cura ocorre com mais frequência em 3 a 6 meses em crianças, mas pode levar de 2 a 3 anos em adultos.
Raramente serão causadas lesões de longa duração ao revestimento dos intestinos antes do diagnóstico ser feito.
Alguns problemas causados por doença celíaca podem não melhorar, como altura mais baixa do que esperado e danos aos dentes.

Complicações

Você deve continuar seguindo cuidadosamente uma dieta sem glúten. Quando não tratada, a doença pode causar complicações que colocam a vida em risco.
Retardar o diagnóstico ou não seguir a dieta coloca você em risco para condições relacionadas como:
  • Distúrbios autoimunes
  • Doença óssea (osteoporosecifoescoliose, fraturas)
  • Determinados tipos de câncer intestinal
  • Contagem baixa de glóbulos sanguíneos (anemia)
  • Açúcar baixo no sangue (hipoglicemia)
  • Infertilidade ou aborto de repetição
  • Doença hepática

Ligando para o seu médico

Ligue para o seu médico se tiver sintomas de doença celíaca.

Prevenção

Como a causa exata é desconhecida, não há maneira conhecida para prevenir o desenvolvimento da doença celíaca. No entanto, estar consciente dos fatores de risco (como ter um membro da família com o distúrbio) pode aumentar suas chances de diagnóstico e tratamento precoces, e de uma vida longa e saudável.

Referências

Green PH, Cellier C. Celiac disease. N Engl J Med. 2007;357:1731-1743.
Semrad CE, Powell DW. Approach to the patient with diarrhea and malabsorption. In: Goldman L, Ausiello D, eds. Cecil Medicine. 23rd ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier; 2007:chap 143.
Atualizado em 20/1/2010, por: David C. Dugdale, III, MD, Professor of Medicine, Division of General Medicine, Department of Medicine, University of Washington School of Medicine; and George F. Longstreth, MD, Department of Gastroenterology, Kaiser Permanente Medical Care Program, San Diego, California. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Medical Director, A.D.A.M., Inc

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Novidades sobre a vacina para DC

Duas novas notícias sobre a vacina para Doença Celíaca. 
Os cientistas estão com o Vapor Total !! Maravilha!!


Vacina contra a doença celíaca sendo testado em Christchurch



Uma nova vacina que poderia ser "cura" o primeiro do mundo para a doença celíaca está sendo testado na Nova Zelândia.
Os ensaios clínicos estão em andamento em Christchurch para testar a vacina revolucionária que impede o organismo reagir a um dos principais ingredientes no pão.
Sofredores celíaca - cerca de um em cada 100 Kiwis - não pode comer nada que contenha glúten, uma proteína encontrada no trigo, cevada e centeio.
É mesmo encontrado em produtos de uso diário, como massas, biscoitos, cerveja e salsichas.
Não existe tratamento para a doença celíaca e os sofredores estão em maior risco de infertilidade, osteoporose e câncer de intestino, se não manter uma dieta livre de glúten.
Mas a droga experimental EUA, que já passou por um ensaio clínico, poderia permitir que pessoas com intolerância ao glúten desfrutar de uma dieta normal.
Celíaca Nova Zelândia apoia a investigação, que "dá esperança" para as pessoas cuja única alternativa é comer uma dieta rigorosa sem glúten para toda a vida.
"Seria mudar vidas", disse o gerente de desenvolvimento de Sue Clay.
"Estamos muito manter os nossos membros no circuito. É muito credível, estudo bem financiada que parece promissor, mas insisto que é apenas primeiros dias e há um longo caminho a percorrer ainda."
Os NexVax2 testes estão sendo conduzidos em nome de empresa privada de biotecnologia EUA ImmusanT [EDS: Crrct] por Christchurch Estudos Clínicos Trust.
Cerca de 30 pacientes irão participar do estudo randomizado, duplo-cego, placebo-controlado Phase1b clínica.
Teste semelhante também está sendo feito na Austrália.
Christchurch doente celíaco Shelley Robinson, 31, elogiou a pesquisa, mas não tinha certeza se ela iria tomar a vacina se.
"Em termos de custo, seria uma dádiva para ser capaz de comprar o pão por US $ 3 ao invés de US $ 8, para comprar um pacote de biscoitos por US $ 2 em vez de US $ 6.
"Mas você acabou de se acostumar com isso. Fui diagnosticada desde os 18 anos de modo a ser honesto, eu não acho que eu iria tomar uma injeção. É uma dieta relativamente saudável, muita vegies e frutas frescas, carnes boas.
"Eu não sinto falta comida pronta como o McDonald, que é o que todo mundo me pergunta quando eles descobrem que eu sou celíaca."
Testes de laboratório mostram que a vacina ajuda o sistema imunológico, eventualmente tolerar o glúten.
Sistema de TI 'reprogrammes' imune do corpo para que o glúten não ataca o estômago.
Ao longo de um curso de vacinas em condições controladas de médicos, a quantidade de proteína introduzida no corpo é aumentada gradualmente.
Se for bem sucedido, ele irá restaurar a tolerância pacientes celíacos "imune ao glúten, reduzir a inflamação nas vilosidades nutrientes absorventes que reveste o intestino delgado, intestino voltar a um estado saudável, e permitir que os pacientes a comer uma dieta normal.
Patrick H. Griffin, diretor médico da ImmusanT, disse que espera que o programa da Nova Zelândia clínica vai demonstrar que a vacina "reduz drasticamente" a resposta imunológica do organismo ao glúten da dieta assim que os pacientes podem retomar uma dieta normal e retornar à boa saúde.
http://www.odt.co.nz/news/national/229575/coeliac-disease-vaccine-being-trialled-christchurch