Livro Sem Glúten e com Saúde!


Um novo livro feito pelo grupo de celíacos de Portugal que engloba uma abordagem geral sobre a correta dieta sem glúten, na perspectiva da isenção dele, componente clínico sobre as patologias associadas a ele e os testemunhos de alguns membros do Grupo.
Muito bom livro!!
Segue o link para baixar:

Todos nós podemos ser celíacos!!

Todo mundo pode ser celíaca, até prova em contrário
Oviedo, 10 ter - "Todo mundo pode ser celíaca, até prova em contrário", diz Luis Rodrigo, médico especialista em doença celíaca (DC), tradicionalmente considerada uma doença da infância, mas "pode ​​aparecer" em qualquer idade, e até um máximo de 20% dos casos diagnosticados mais de 60 anos de idade. "O registro? Um paciente de 90 anos, fez um pouco tarde, não?"
Em sua opinião, a "enorme lacuna" de especialistas em CE reduziu o número de casos diagnosticados. Espanha afirma que a "mãe do celíaca" é o Dr. Isabel Polanco, um "prestígio" hospital pediatra La Paz, em Madrid, com foco em "estágios infantis, adultos pequenos." Rodrigo, chefe da Central Digestivo do Hospital Universitario de Astúrias (HUCA) reconhece "um bom amigo" da maioria dos casos diagnosticados no Principado, mas "infelizmente" afirma não ser encontrar "muitos" companheiros que se seguem. Figura no 30 médicos especialistas em Espanha para adultos celíacos e apenas duas vezes na infância. "Não sou exagerando ou errado, eu endossar o aumento do consumo de produtos sem glúten", enfatiza o especialista para o crescimento "notável" número de afetados e "variedade" de alimentos que oferecem novo mercado para celíacos.Sostiene Europa "nos conduz", mas a Espanha "está se juntando" a mão da Sociedade Espanhola de Doença Celíaca (2008), que celebra conferências bianuais. Em novembro passado reuniu 120 médicos, "metade eram pesquisadores básicos, meia clínica," quantidade "claramente insuficiente para uma população de 47 milhões." De cerca de celíaca milhões no país, apenas 20 % diagnosticada, diz o especialista. A intolerância permanente ao glúten faz a CE em uma "doença generalizada" que pode levar a "todos os tipos" de distúrbios em uma porcentagem da população "muito significativa", uma vez que a prevalência da doença celíaca é de 1 a 3 por cento ", alto "para um enfermedad.Dermatitis, eczema, psoríase, anemia, diabetes, doenças da tiróide, problemas de fertilidade, distúrbios menstruais, aborto, gravidez difícil, osteoporose, reumatismo, fibromialgia, algumas formas de epilepsia, esclerose múltipla, dor de cabeça e depressão são citados por especialistas das patologias relacionadas com a CE, e até mesmo "você pode ter a ver com algum tipo de câncer." Vinte anos é o tempo médio que leva um celíaco para ser diagnosticado, um período em que Rodrigo relata uma jornada "interminável e muito angustiante" para pacientes que "Roam repetidas consultas com diferentes especialistas", que "não pensa que a doença celíaca pode estar causando desconfortos diferentes." "Eu me sinto má digestão, inchou muito quando eu como, eu tenho azia, eu sou ruim para o banheiro e fazê-lo com diarréia ou constipação, ou ambos "são revelados pelos sintomas dos pacientes, antes que o médico responde:" Bem, não se preocupe, isso é só nervos você afeta a digestão ". Neste cenário, os estados de especialistas que devemos estar" disposto a mudar a abordagem para o problema ", com o compromisso de fornecer para a CE como uma possível causa da doença, o diagnóstico é complicado A "falta de noção" em "muitas vezes" gerar testes analíticos quando eles são "negativos". Propõe, com indigestão, está à procura de "intencionalmente" a possibilidade de que a pessoa afetada é um celíaco possível, citando "experiência e do conhecimento "como patologistas requisitos examinar biópsias do duodeno, onde" melhor inflamação visto "." bit é diagnosticada, ela diminui muito e sabe o valor de testes que acabam por ser imprecisa ", diz Rodrigo para resumir situação atual em que "o paciente está girando, com diagnósticos de peregrinos." Quando perguntado qual seria a solução, responde que "é uma questão de querer", e sugere que, em um paciente que está doente, embora os testes de sorologia e endoscopia são negativos, eu recomendaria ir em uma dieta sem glúten por um período de seis meses. "O que acontece na maioria dos casos? Uma melhoria acentuada". Propõe consumo pago de milho e arroz, os dois únicos cereais que não contêm glúten, que é encontrada no trigo, centeio, cevada e aveia , bem aconselhados a desistir "tudo que vem relacionada a esses grãos, de forma que os celíacos não devem beber cerveja" e pede "a dieta dos três Ps:. nenhuma padaria, pastelaria e pizza" Portador de comer "saudável completar ", defendeu uma" mudança de chip, especialmente para os jovens, acostumados a comer junk food, aceitou como "bom, bonito e barato", mas que não é boa nem bonita, nem barato, e pago muito caro, porque é jogado com saúde. " (Reuters)
Texto traduzido de http://www.serceliaco.com.ar/shop/detallenot.asp?notid=564

Dia Internacional do Celíaco


Excelentes vídeos do Dr.Lair Ribeiro

Sobre o glúten





Sobre o leite



Como é a vida de quem é intolerante ao glúten e à lactose


Como é a vida de quem é intolerante ao glúten e à lactose

Alimentos aparentemente inofensivos como uma fatia de pão e um copo de leite podem causar muito mal

Atividades aparentemente inofensivas como tomar a hóstia na Igreja ou usar um hidratante corporal podem fazer muita gente ir parar no hospital. Isso porque contém glúten, uma substância que, para os intolerantes, pode causar uma verdadeira indisposição no organismo. Diferentemente do que muitos pensam, a substância não está presente apenas nos alimentos, mas em muitos utensílios de uso doméstico que possuem, em sua composição, trigo, centeio, cevada e malte.
Chamada doença celíaca, a intolerância ao glúten geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e terceiro ano de vida, mas muitos descobrem somente na vida adulta. O tratamento depende de uma dieta de privações, e quem tem a doença não pode comer pães, bolos, bolachas, macarrão, pizzas, nem tomar cervejas, whisky, vodca, por exemplo.
O apoio especializado ajuda bastante nessa hora. No caso de Ana Paula Carneiro Monteiro, entrar em contato com a Associação de Celíacos do Brasil fez toda a diferença. Atual presidente da entidade, ela diz que encontrou no grupo informação e entendimento para lidar com o problema. Há seis anos com a doença, Ana já consegue tirar de letra os desafios de conviver com a restrição alimentar. Prova disso é que ela acaba de voltar de um cruzeiro pela costa brasileira onde havia uma ala dedicada exclusivamente para os celíacos. Mas nem sempre foi assim. Já enfrentou muita dificuldade para driblar as comidas convencionais.
— Hoteis e restaurantes não costumam estar adaptados para lidar com a diferença — resume Ana.
Foi também por meio da Acelbra que a jovem Thais Severo Romero encontrou dicas sobre a cerveja especial para celíacos. Vendida em loja especializada, ela diz que o sabor é bom, mas que pagar cerca de R$ 14 por uma long neck não permite que se tome sempre.
Outro tipo de intolerância bastante comum é à lactose, quando o corpo não possui a enzina que digere a proteína do leite. Em ambos os casos, é preciso readaptar a dieta e mudar radicalmente os hábitos alimentares, caso contrário, as indisposições estomacais podem permanecer para o resto da vida e levar a consequências mais graves.
Além do fator genético, outra causa associada à intolerância da lactose é a etnia. A gastroenterologista e professora da UFRGS Themis Reverbel explica que a prevalência é alta nos orientais e negros, e menos comum nos brancos. Na população brasileira, há ocorrência de 50% dos casos entre os brancos, 85% entre os negros e quase 100% nos orientais.
De acordo com Themis, esse é um problema que ocorre em mais da metade da população, mas nem todos sabem:
— No caso dos intolerantes à lactose, o que ocorre nas células é uma mutação benéfica. O normal seria não poder tomar leite. Quem tolera, pode. Essa transformação genética ocorreu a partir da domesticação dos animais, em um processo chamado coevolução.
A intensidade da intolerância é muito variável. A sensação de desconforto e os efeitos serão sentidos de acordo com o grau de cada pessoa. Em casos mais leves, quem não aguenta ficar sem um copo de leite ou uma fatia de queijo pode tomar remédios que ajudam a metabolizar a lactose (uma espécie de lactase artificial) e que pode melhorar a absorção do alimento.
O que o olhos não veem, o corpo sente
Diferentemente da intolerância à lactose, que é mais fácil identificar pela presença de leite nos alimentos, o glúten é invisível. Um prato de arroz branco, por exemplo, não contém glúten. Contudo, se quem preparou o arroz acrescentou um tablete de caldo industrializado, a chance de o mesmo prato apresentar glúten é enorme, pois a grande parte dos caldos industrializados contém tal proteína. Este é um desafio de muitas pessoas que têm a doença.
Para Ana Paula Carneiro Monteiro, da Acelbra, falta atenção aos intolerantes, tanto nas opções de restaurantes, na parte da venda dos produtos e na compreensão das pessoas em relação à doença. Segundo ela, há uma lei que obriga os fabricantes de alimentos a informarem na embalagem se o produto contém o glúten ou não. Mas, em relação ao leite, não há nenhum tipo de regulamentação. Outra questão que costuma pegar muitas pessoas com intolerância desprevenidas são os remédios contendo lactose.
— É um direito o consumo de remédios com informação — afirma.
Para evitar problemas, sempre que vai jantar fora, Ana Paula telefona para o restaurante para se assegurar de que haverá opções para os celíacos. Outra situação que requer cuidados básicos são os hotéis. Sempre que vai viajar, ela manda e-mail para garantir o café da manhã.
Mudança radical e positiva
Os problemas que tinha ao tomar leite e a estranha sensação sentida após comer sorvete nunca haviam feito Tatiane Kendzerski de Souza desconfiar que era intolerante à lactose. Aos 26 anos, porém, a diretora financeira da empresa WBI Brasil decidiu investigar a causa desse mal-estar depois que a a mãe fez o exame para intolerância à lactose que acusou um grau leve. Tatiane descobriu intolerância total. A primeira decisão foi de não radicalizar e tentar manter alguns alimentos preferidos na dieta. Para isso, tentou tomar as enzimas de lactase, o que não resultou bem. Sua postura em relação à alimentação só se alterou quando a jovem começou a frequentar uma nutricionista. Foi aí que passou a substituir os alimentos e enfrentar uma série de restrições:
— O mais difícil é comer fora de casa. Nem sempre se tem como saber se aquela comida tem ou não leite.
Dentro de casa, a estratégia para manter a dieta saudável e gostosa foi buscar em lojas especializadas itens para substituir na refeição. Ela explica que, apesar do alto custo, existem locais que vendem comidas direcionadas para celíacos e intolerantes, e diversos blogs oferecem dicas de receitas. Como é adepta à cozinha, Tatiane encara de forma positiva o desafio:
— É ótimo ver que você pode, sim, continuar a comer o que sempre gostou, e que agora elas não te fazem mal — anima-se.
A mudança influenciou também o cardápio do marido, Marcius Saldanha, que mesmo não sendo intolerante ou celíaco, também notou diferença no organismo e até perdeu alguns quilinhos com a reeducação.
Intolerâncias paralelas
Como se um tipo de intolerância não fosse suficiente para mudar a rotina alimentar de Camila Reus Torbes, de 21 anos, a estudante de Biomedicina descobriu que tem três tipos: é intolerante ao leite, ao ovo e ao glúten. Foram muitas dores de barriga, vômitos e idas ao hospital até comprovar o verdadeiro problema.
— Sempre comi de tudo, tinha azia e nem imaginava que era intolerância.
Tudo começou há cerca de um ano e meio, quando a jovem suspeitava que tinha gastrite e decidiu investigar. Procurou um médico e fez endoscopia com biópsia. O exame apontou intolerância radical ao glúten. Em seguida, testou a resistência à lactose, e o exame apontou que ela não possui a lactase, enzima que processa a proteína do leite. A soma de resultados levou ao diagnóstico de doença celíaca e à completa mudança na dieta de Camila. Dois meses depois, ela já notou diferenças.
Melhorou inclusive, a forte enxaqueca que acompanhava os problemas estomacais. Mas claro, isso teve um preço. Além de ter que reduzir fortemente as idas a restaurante, devido à chamada contaminação que alguns alimentos sofrem por terem sido preparados no mesmo local, ela começou a carregar uma marmita para onde vai. As comidas feitas em casa são compradas em mercados comuns ou lojas especializadas por preços bastante acima da média. Para se ter uma ideia, um pacote de massa sem glúten custa cerca de R$14. Um chocolate, R$9. E para fazer o rancho completo do mês, vai quase R$700.
Mesmo que a adaptação exige cuidados extras, Camila garante que dá para continuar comendo bem e não passar fome. No café da manhã, costuma tomar um remédio que produz a enzina lactase e permite que ela possa comer queijo. Alguns alimentos como o pão, porém, não caíram nas graças da estudante:
— Até que é bom, mas é duro e costuma se desmanchar.
Como descobrir?
Com grande frequência as intolerâncias são confundidas com úlcera ou gastrite. Saiba como proceder para ter um diagnóstico correto.
Lactose
Há dois tipos de testes mais comuns. Um é o exame de sangue. A pessoa faz a ingestão da lactose e coleta várias amostras para ver como o sangue reage. Outro tipo é a análise molecular da hipolactasia, exame descoberto há dois anos no Hospital de Clínicas, onde um teste genético permite identificar a mutação da lactase. Este teste é menos invasivo ao corpo, porém, ainda não foi liberado para o SUS e outros convênios e é feito exclusivamente pelo sistema privado ao custo de R$ 120.
GlútenOs exames de sangue são muito utilizados na detecção da doença celíaca. Os exames de anticorpo antitransglutaminase e do anticorpo antiendomísio são altamente precisos e confiáveis, mas insuficientes para um diagnóstico. A doença celíaca deve ser confirmada encontrando-se certas mudanças nos vilos ???? que revestem a parede do intestino delgado. Para ver essas mudanças, uma amostra de tecido do intestino delgado é colhida por meio de um procedimento chamado endoscopia com biópsia (uma sonda é inserida pela boca, passa pela garganta e estômago, chegando ao intestino delgado para obter pequenas amostras de tecido).
O que é o glúten?
É a principal proteína presente no trigo, aveia, centeio, cevada e no malte (subproduto da cevada), cereais amplamente utilizados na composição de alimentos, medicamentos, bebidas industrializadas, assim como cosméticos e outros produtos não ingeríveis. Na verdade, o prejudicial e tóxico ao intestino do paciente intolerante ao glúten são "partes do glúten", que recebem nomes diferentes para cada cereal. O glúten não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos, e por isto uma dieta deve ser seguida à risca. O glúten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado e prejudica a absorção dos alimentos.

Dicas valiosas na cozinha!


Dicas, orientações e métodos!!!

Tenho sentido que as pessoas tem muitas dificuldades de executar algumas receitas, e muitas vezes acham que são incapazes na cozinha...e isso não é verdade. Temos que seguir alguns passos para que tudo fique maravilhoso!

Vejam esta dicas maravilhosas no blog da querida amiga Josy Gomes

Fique de olho!!!Cuidado!!


O que devemos evitar em uma dieta sem glúten

Para aqueles que apenas começando uma dieta sem glúten, a tarefa pode ser muito assustador. Identificar o que eo que não evitar é onde a maioria das pessoas ficam presas ou frustrado. Abaixo temos juntos um vídeo e uma lista de alguns dos alimentos mais comuns que você vai ter problemas ao seguir uma dieta sem glúten ...
Veja o vídeo no link original.

1. Grãos

Como parte do glúten "Regra de Ouro", os grãos devem ser evitados para evitar reações ao glúten. Os itens mais comuns são o pão, massas, cereais, bolos, biscoitos, cookies e bolos. Mas há muitos mais itens de alimentos nesta lista curta, que geralmente contêm grãos - molhos, croutons, migalhas de pão, biscoitos, pãezinhos, Pita, baterias, alimentos fritos, macarrão, tortilhas, casquinhas de sorvete, farelo, gérmen de trigo, bolinhos de massa, panqueca misturas, tortas, pães de centeio e pumpernickel, cornbread, vermicelli, donuts, bolos, biscoitos, macarrão, waffles e doces. Muitas empresas começaram a fazer versões sem glúten desses produtos.Problema é - eles não são verdadeiras sem glúten. Outros grãos, como milho e arroz são comumente usados ​​como substitutos seguros alternativos, apesar da pesquisa mostrando seu detrimento. Para saber mais sobre isso, você pode ver a nossa página abrangente em termos de alimentos para evitar ao comer uma dieta sem glúten.

2. Condimentos e temperos

Muitos condimentos e temperos comuns contêm glúten e causar problemas para aqueles que são intolerantes ao glúten. Os seguintes alimentos devem ser eliminados da dieta, a menos que afirmam claramente no rótulo que eles são isentos de glúten: molho inglês, MSG, amido modificado, produtos de malte, caldo de carne, malte de cevada, e molho de soja. Também estar ciente de que muitos molhos e saladas são engrossados ​​com glúten contendo farinhas e grãos.

3. Bebidas alcoólicas

A maioria das formas de álcool são feitos a partir de grãos. No topo da lista são cerveja e bebidas maltados como refrigeradores de vinho. É recomendado que você proceder com cautela dos álcoois de grãos baseados tais como uísque, vodka certas, e gim.Alegação de que estes são OK, porque eles são destilados, mas clinicamente, os doentes continuam a ter reações à base de cereais bebidas alcoólicas muitos. Além disso, o álcool retarda o processo de cicatrização e pode contribuir para outros problemas de saúde. Se você estiver indo sem glúten porque você está doente, o consumo de álcool não vai servir como benéfica para ajudar na sua recuperação.

4. Carnes processadas

Produtos de carne processada são insalubres. Eles mais comumente contém altos níveis de câncer que causam conservantes. Há alguma questão de saber se as carnes provenientes de animais alimentados com grãos criar problemas com pessoas intolerantes ao glúten. Carnes processadas, incluindo frios, liverwurst, cachorros-quentes, salsichas, mortadela, pepperoni, salame e patê são ricos em glúten porque vários grãos são utilizados na sua fabricação.

5. Doces e guloseimas

Estar em uma dieta livre de glúten inclui doces e guloseimas que eliminando podem ser feitos com farinhas e outras substâncias que contêm glúten. Alimentos a evitar incluem todos os produtos feitos com malte, todos os doces de chocolate e chocolate com sorvete de malte, bombons contendo extrato de cereais, sorvetes, bolo de geada comercial, e cerveja. Verificar os rótulos, ler os ingredientes.

6. Diverso

Muitos itens que as pessoas têm glúten da exposição são menos óbvias. Alimentos para animais, maquiagem, xampus e loções para a pele são alguns exemplos comuns.Para informações mais completas sobre o glúten escondido e contaminação cruzada, recomendamos ler e assistir este <<<

Cuidado com Contaminação Cruzada

Durante a fabricação do produto, de uma variedade de produtos sem glúten entrar em contacto com os produtos, tais como grãos que contêm glúten. Isto é onde a contaminação cruzada pode ocorrer. Isso é comum em fábricas que processam produtos regulares e sem glúten e usar as mesmas máquinas para ambos. O outro lugar a contaminação cruzada pode ocorrer é na cozinha. Ela ocorre mais comumente quando preparar as refeições e compartilhando os mesmos utensílios de cozinha e superfícies.
Um estudo recente descobriu que mais de 40% dos alimentos processados ​​rotulados sem glúten ainda tinha glúten suficiente para causar danos a pessoas com problemas de intolerância. Com extremo cuidado e ter um back up placa de corte que só é usado para preparar sem glúten itens para evitar a contaminação cruzada. Na mesma nota, tenha extremo cuidado se comer fora. Muitos restaurantes não terá medidas para evitar a contaminação cruzada dos alimentos que estão servindo você.