DC e complexo B


Doença Celíaca e Deficiência de Vitamina B: O Que Você Precisa Saber
25 de julho de 2012 por Max Librach

b-vitaminas-para-doença celíaca-1 É comum ouvir falar de vitaminas do complexo B estão sendo usados para o tratamento de uma variedade de doenças. "Estressado? Tome vitaminas B! "" Fatigado? Tome vitaminas B! "

Mas quais são essas vitaminas do complexo B, e por que está todo mundo falando sobre eles? Será que eles têm algum significado especial para pessoas com doença celíaca?

Vitaminas B são uma família de vitaminas que são solúveis em água. Eles são vitais para o metabolismo celular (o processo de obtenção de energia nossas células a partir do alimento que nós comemos e usá-lo para alimentar processos de vida do nosso corpo).

Não há apenas uma vitamina B, mas sim um complexo de vitaminas B que nosso corpo necessita. Esta família de vitaminas funciona individualmente e como um grupo para executar um número de funções vitais. Como as pessoas com doença celíaca têm problemas com a má absorção de nutrientes, é importante que entendamos o papel das vitaminas B e sintomas de deficiência de vitamina B.

Vitaminas do complexo B podem ser chamadas pelos seus números (B1, B3, B12 ou, por exemplo), mas eles também têm nomes. Os nomes mais usados são:

Tiamina (Vitamina B1)
A riboflavina (vitamina B2)
Niacina (Vitamina B3)
Ácido pantotênico (vitamina B5)
Piridoxina (vitamina B6)
Ácido fólico (vitamina B9)
Cobalamina (vitamina B12) 

Cada uma destas vitaminas funciona de forma diferente e deficiências de cada vitamina tem diferentes conjuntos de sintomas. Em geral, as vitaminas B são críticos para manter o seguinte:

A pele saudável, cabelo e músculos
A função do sistema nervoso, incluindo o cérebro ea memória
Sistema imunológico
Taxa de metabolismo saudável
Crescimento e divisão celular
Atividade neurotransmissora Optimal
Desenvolvimento fetal saudável 

O importante papel das vitaminas B para doença celíaca

As deficiências em desta família de vitaminas podem ser perigosos e mesmo mortais, com efeitos secundários que variam de acne na extremidade menos severo do espectro para a psicose no extremo do espectro. Vitaminas do complexo B ajudam a prevenir a anemia, doença cardíaca, e defeitos congênitos, enquanto ajuda a regular a glicose no sangue, humor e saúde mental. Um suplemento do complexo B é freqüentemente usado para o estresse, o TDAH, problemas de memória, enxaquecas, TPM, fadiga e muito mais.

Como as vitaminas B são solúveis em água, estamos constantemente a excretar vitaminas do complexo B na nossa urina e necessidade de consumi-los em uma base diária através da nossa dieta e, em alguns casos através de suplementação.

Os efeitos da Doença Celíaca sobre os níveis de vitamina B

A doença celíaca muito prejudica a habilidade do organismo de absorver nutrientes, e pode causar deficiência de vitamina B. Deficiências de vitamina B freqüentemente causam anemia, como ácido fólico e vitamina B12 são necessárias para prevenir a anemia e muitas vezes não são adequadamente absorvido em celíacos.

Como discutimos no nosso ebook livre além de sua dieta livre de glúten , um estudo realizado por Hallert et al. mostra que mais de 50% dos celíacos que foram cumprem a dieta isenta de glúten por mais de 10 anos têm níveis sanguíneos elevados de homocisteína, sugerindo significativa deficiência de vitamina B.

Os benefícios de encontrar um celíaco Específico vitamina B Suplemento Nutricional

Enquanto uma dieta isenta de glúten lentamente ajudar a restaurar a absorção de nutrientes normal, a pesquisa sugere que nem todos os celíacos vai recuperar a absorção dos nutrientes normais até mesmo anos para baixo da linha. Durante o processo de cicatrização, celíacos geralmente requerem um maior consumo de muitos nutrientes, incluindo as vitaminas do complexo B. Suplementação de vitamina B pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doença crônica e pode até ajudar a corrigir alguns dos sintomas negativos da doença celíaca, tais como problemas de fadiga e neurológicas. B suplementação de vitamina também pode ajudar a corrigir a anemia megaloblástica, que é causada por deficiências em qualquer vitamina B12, ácido fólico, ou ambos.

Enquanto a dieta isenta de glúten é o passo mais importante que você pode levar no seu caminho para uma vida plena e saudável com a doença celíaca, não há razão para parar por aí. Para muitas pessoas com doença celíaca, encontrar um bom suplemento que contém vitaminas do complexo B pode melhorar saúde em geral e os níveis de energia.
Fonte:http://www.celiact.com/blog/2012/07/25/119-b-vitamins-for-celiac-disease
Compartilhado de Miriam Nunes Vieira Pereira

Intolerância ao Glúten? Não sei ...

Maioria das pessoas com intolerância ao glúten não sabe que tem o problema

Nos Estados Unidos, 75% das pessoas que sofrem de doença celíaca — caracterizada pela intolerância ao glúten, proteína presente no trigo, na cevada e no centeio — desconhecem que têm o problema. Essa taxa representa cerca de 1,4 milhão de americanos entre os 1,8 milhão de indivíduos com a doença no país. Essa é a conclusão de um levantamento feito pela Clínica Mayo, que fica no estado de Minnesota, e publicado nesta terça-feira no periódico The American Journal of Gastroenterology. 

Para mais informações acesse http://bit.ly/problema-intolerencia-gluten-não-sabem-problema

Palestras do Congresso Glúten Free


Palestras do Gluten Free - 2012.

Olá, segue o terceiro e último post do Gluten Free 2012, pela nossa correspondente Silvia direto de São Paulo.
Silvia fez um resumo do que viu nas palestras do Glúten Free, saliento a importância de seinvestigar as alergias e intolerâncias alimentares através dos exames de sangue pelas taxas de imunoglobulinas (IgE e IgG).
Além disso, a Silvia nos contou que adotou um hábito excelente com a DC, que é o de levar seus aliementos em festinhas, sempre alguém quer experimentar, concordo Silvia! 
Nossos parabéns a você pelo excelente trabalho!

Bem, se vocês estão seguindo a minha matéria sobre o 3º GLUTEN FREE E 1º ZERO LACTOSE DE SÃO PAULO, neste ano de 2012, eu não preciso nem mencionar o quão super qualificados eram os palestrantes. Mas, se você não leu a matéria anterior e ficou interessado em saber quem eram os profissionais que deram um verdadeiro show, ou melhor, uma imensa chuva de conhecimento para os celíacos, suas famílias e seus cuidadores, acesse  gluten free e selecione PALESTRANTES.

Agora, vamos ao que interessa! Bem, como todos já sabem, a doença celíaca, ou “DC” para os íntimos, apareceu em mim no final do ano passado (2011).

Para uma criatura metida à gourmet como eu, claro, foi o caos. Eu quase que pirei. Entretanto, como informação é poder, eu logo tratei de entender o que era e como lidar com a doença.

Em minha caminhada em busca de conhecimento, acabei conhecendo a ACELBRA – Associação dos Cleíacos do Brasil, que tem cartilhas ótimas com informações valiosíssimas e que me fez ficar interessada em participar do GLUTEN FREE. E claro, também acabei conhecendo uma criatura muito fofa, mas totalmente sem glúten (a Josi!), cujo blog com receitas e informações livres de glúten agraciou-me com uma credencial VIP para participar do evento.

Como a programação de palestras abertas contou com cinco profissionais, eu vou fazer um resumo geral, me atendo ao conteúdo que absorvi sobre os temas ministrados pelos três primeiros palestrantes, para que vocês possam perceber o quanto este evento é importante e necessário.

Começamos com a Dra Lucyanna Kalluf, cujo tema foi “Tratamentos alternativos para intolerâncias e alergias alimentares”. Com esta palestra eu aprendi que realmente somos um reflexo daquilo que comemos. Ao olhar um par de silhuetas preenchidas com alimentos, pude entender por que. Havia uma silhueta preenchida com uma profusão alimentos sadios (frutas, legumes, verduras, grãos, produtos frescos, etc) e uma outra preenchida com uma profusão de alimentos industrializados e vazios daquilo que mais necessitamos (vitaminas, sais minerais, fibras, oligo elementos).  O que se percebia? Uma silhueta magra e outra silhueta gorda/inchada.

A silhueta gorda e inchada é o prenúncio dos problemas de saúde que vamos desenvolver ao longo de nossa vida e, principalmente, ao final dela. Justo hoje, quando se fala tanto em qualidade de vida, com olho no presente e no futuro (com relação a futuro, subentenda-se velhice), precisamos ser mais seletivos quanto a nossa alimentação. O ser humano está vivendo mais e, assim, é preciso garantir saúde para os dias da velhice que certamente trazem limitações com o avançar da idade.

A intolerância ou alergia a certos alimentos tem sua “cura” com a remoção do mesmo. Há quem aplique o princípio da vacina, administrando doses bem diluídas ao longo de um tempo para que, a pessoa, geralmente crianças, adquiram resistência para não mais manifestar as reações adversas ou alérgicas ao alimento em questão. Minha mãe fez isso comigo com relação ao leite.

Mas, como já sabemos, não convém contrariar a natureza pois, fatalmente, no futuro as complicações advindas da insistência em consumir algo não desejado pelo organismo e seu sistema imunológico trará suas consequências. Afinal, os instrumentos fisiopatológicos responsáveis pelas doenças estão presentes em nós anos antes das doenças se instalarem. Ou seja, estamos constatando a realidade do horizonte clínico.

Entendam, não é porque temos predisposição genética para manifestarmos certas doenças ao longo da vida que necessariamente iremos desenvolvê-las.

A predisposição genética é tal qual o gatilho de um revólver, que pode ou não ser disparado. Qual a sua escolha? Puxar o seu próprio gatilho ou tomar medidas preventivas de modo que ele não seja disparado?

É preciso saber que, dentro da equação para uma vida saudável e duradoura, apesar dos 25% da responsabilidade repousar sobre a nossa biologia, 75% dessa equação depende do nosso estilo de vida.

Aí você me pergunta: Como assim, nosso estilo de vida?

E eu te respondo: Sim! A implementação de hábitos como alimentação saudável (balanceada e sem glúten, sem lactose e sem caseína) e como a prática de exercícios físicos com regularidade, em nossa rotina diária, tem forte impacto dentro dessa equação.

Apesar das alergias e intolerâncias alimentares se manifestarem nos primeiros anos de vida, nada impede que elas se manifestem em idade tardia, como ocorre com algumas pessoas que se descobrem repentinamente celíacas.

Então é preciso saber que para as crianças 90% das alergias alimentares se dão por conta de leite, ovo, amendoim, soja e trigo. Enquanto que para os adolescentes e adultos  as alergias se dão por conta de mariscos, peixes, nozes e amendoim.

Outra coisa que precisamos fazer é adotar o uso de produtos orgânicos, de origem vegetal e animal, livres de pesticidas, hormônios e antibióticos.

Conforme muito bem dito pelo biólogo Bruno Zylbergeld, que palestrou sobre “A importância da saúde intestinal nas intolerâncias e alergias alimentares”, a gente paga o preço pelas escolhas que faz.

As pessoas que sofrem de doença celíaca ou de alergias e intolerâncias alimentares precisam evitar ingerir aquilo que lhes faz mal pois, tudo que diz respeito à saúde e à imunidade de uma pessoa, seja bom ou ruim, ocorre no trato gastrointestinal.

É preciso agir com extrema consciência quando o assunto é alimentação, para evitar a hiperacidez e as lesões gastrointestinais, com a consequente destruição das vilosidades do intestino.

Quando a criança ou o adolescente ou o adulto começa a apresentar com grande freqüência gases, diarréia, fezes extremamente fétidas, prisão de ventre, e manifestação de doenças tidas como crônicas (bronquite, rinite, sinusite), está mais do que na hora de fazer uma investigação para alergias e intolerâncias alimentares que podem deflagrá-las, que são medidas através dos exames de sangue pelas taxas de imunoglobulinas (IgE e IgG).

Uma vez que a alergia ou a intolerância alimentar tenha sido diagnosticada, não existe meio termo. É preciso retirar os fatores alérgenos da nossa vida. Ou seja, se você ou seu filho foi diagnosticado com doença celíaca ou com intolerância à lactose ou caseína, ou ambos problemas, retire totalmente o glúten, a lactose e a caseína de sua vida. E não precisa se desesperar, pois uma vida sem glúten e sem lactose e sem caseína pode ser extremamente interessante e deliciosa.

A Dra Gisela Savioli, ao palestrar sobre “Como adequar o seu dia a dia sem glúten e sem lactose”, foi muito clara quando respondeu a pergunta de um paciente:  e agora, o que é que eu vou comer?  Simples, comida de verdade! Comida da vovó!

Aí você se pergunta:   comida da vovó? Sim!  Frutas, verduras, legumes, frutas, leguminosas, hortaliças, proteína vegetal. De preferência, tudo orgânico. Sem pesticidas, sem hormônios e sem antibióticos. É preciso redescobrir o prazer de comer comida de verdade e, inclusive, de preparar a própria comida. E, acreditem, esse é o caminho mais fácil de fazer a família inteira mudar os hábitos alimentares. Pelo menos em casa, essa atitude irá fazer com que o paciente não se sinta socialmente excluído ou impossibilitado de participar de reuniões sociais que envolvam comida. Afinal, o celíaco não pode comer a comida das outras pessoas, mas todo mundo pode comer a comida do celíaco, pois trata-se de uma comida saudável e super saborosa.

E já me adaptei e estou adaptando o povo lá de casa.

Quando preciso comparecer a uma reunião social fora de casa e que envolva comida, não tenho dúvida, faço algumas coisas que gosto de comer e levo minhas marmitinhas maravilhosas, muito bem servidas. Afinal, sempre tem alguém querendo experimentar.

Bem, essa foi a solução que encontrei e que tem dado certo em minha vida. E vc? Vai aderir a uma vida mais saudável e feliz ou vai ficar pagando o preço das dores de estômago, de barriga, da fibromialgia, da artrite, das crises respiratórias entre outras enfermidades?

Se eu fosse você, eu mudava rapidinho!

Um beijo e até a próxima matéria.

O nosso muito obrigada para a Silvia, e até o próximo post!
http://josinaocontemgluten.blogspot.com.br/2012/07/palestras-do-gluten-free-2012.html

Dia mundial contra Hepatite

Hoje é o dia Mundial do Combate a Hepatite.
Na maioria das vezes, as hepatites virais são doenças silenciosas,e quando os sintomas aparecem à doença já está em estágio mais avançado.
Estima-se que cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas com o vírus da hepatite B e aproximadamente 170 milhões com hepatite C.




Proteja-se contra hepatites:
http://www.minhavida.com.br/saude/videos/14177-protejase-contra-as-hepatites?utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=648744
Entenda a hepatite A:
http://www.minhavida.com.br/saude/materias/1544-entenda-a-hepatite-a?utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=648744
Entenda a hepatite B:
http://www.minhavida.com.br/saude/materias/1545-entenda-a-hepatite-b?utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=648744
Entenda a hepatite C :
http://www.minhavida.com.br/saude/materias/1546-entenda-a-hepatite-c?utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=648744
Você sabe se proteger?
http://www.minhavida.com.br/saude/testes/15415-voce-sabe-se-proteger-das-hepatites-a-e-e?utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=648744
A vacina :
http://www.minhavida.com.br/saude/testes/15415-voce-sabe-se-proteger-das-hepatites-a-e-e?utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=648744
Medicamentos no SUS:
http://www.minhavida.com.br/saude/materias/15409-sus-vai-oferecer-dois-novos-medicamentos-contra-hepatite-c?utm_source=news_mv&utm_medium=especial&utm_campaign=648744

Um Cruzeiro Glúten Free

http://www.adventuresofaglutenfreemom.com/2012/07/going-on-a-disney-cruise-gluten-free-style-part-1

Nossa família acabado de voltar de um cruzeiro longo da semana a bordo do navio de cruzeiro Disney Fantasy e eu tenho um pouco de informação para compartilhar com você ao longo da semana que vem!
Passamos sete dias no Caribe Oriental, parando pelas belas ilhas de St. Maarten , St. Thomas oásis muito própria e privada da Disney nas Bahamas, Castaway Cay (tecla pronunciado).
E tudo foi feito glorioso (e segura) sem glúten.
Tivemos um momento mágico e não podia acreditar o quão meticulosa e surpreendente equipe da Disney era. Ainda estou me beliscando. Com a minha carreira anterior ter sido na indústria da hospitalidade, eu estava bem ciente do serviço da Disney cliente lendário, mas eu ainda tinha que experimentar em primeira mão através da lente de necessidades dietéticas especiais. Tenho orgulho de dizer que fomos capazes de navegar com êxito a nossa dieta sem glúten, sem incidentes, mas o verdadeiro é que após o primeiro dia ... demorou quase nenhum esforço em tudo de mim. Ou seja, se você realmente considerar a colocação de seus pedidos de refeição para o dia seguinte (cada noite após o jantar) como um "esforço".
Não houve necessidade de explicar o que é o glúten e onde é encontrado, a chefs diferentes / servidores, além de 3 vezes ao dia.
Não houve necessidade de explicar os métodos de glúten de contaminação cruzada e segura de preparação de alimentos em cada refeição e de todos.
A equipe de Disney era uma máquina totalmente livre de glúten e tudo que eu posso dizer é WOW!Agora estou totalmente convencido de Disney tem uma Tinkerbell da vida real na folha de pagamento, porque eles literalmente se desdobrando para oferecer a minha família com uma experiência de primeira classe, com múltiplos fatores de "uau" de nos surpreender em cada esquina. E não, eu não contei a ninguém que eu era um blogueiro e estaria fazendo uma revisão no meu site. Então não havia nenhum tratamento extra especial feito para uma revisão favorável ... trataram-nos da mesma forma como faria para qualquer pessoa a bordo do navio. ;-)

Um agradecimento especial aos membros da tripulação da Disney, que cuidaram de nós ao longo do caminho:

Sutas (da Tailândia) e Daniel (do Chile) - esses caras engraçadas dois cuidava de nós a cada noite durante o jantar. Não só eles supervisionar nossas refeições sem glúten, mas eles colocaram um show todas as noites para todos os kiddos na nossa mesa, incluindo a cair "morta" no chão depois de ser "fuzilado" pelos meus piratas pouco, todo o caminho para equilibrar 6 garfos na ponta de um palito de dentes, que foi apresentado na cortiça de uma garrafa de vinho! Meus meninos perdê-las e falar sobre elas todos os dias. Obrigado por estabelecer um novo bar Sutas e Daniel, LOL!
Dierdre (da Jamaica) e Ady (da Roménia) - estas duas senhoras encantadoras absolutamente fundiu minha mente. Ambos trabalharam no Deck 11, que abriga as piscinas principais, bem como a praça de alimentação. No segundo dia, eles realmente nos procurou no convés para nos mostrar o que as ofertas de glúten livre do dia foram. Não estou brincando, no segundo dia quando Dierdre trouxe algum glúten GIANT pré-selado livres, laticínios biscoitos livres de chocolate por OMG ... É sem glúten , ela literalmente pulou para cima e para baixo e gritou comigo, LOL! Dierdre e Ady também fez questão de ter um pote de doce de óleo pronto para ir para quando os meus filhos foram à procura de sua correção fritar diário francês. Ela ainda marcou um livre de glúten, pizza de laticínios não para os meninos!
Selo (da Turquia) - Selo é um dos garçons de cabeça que não foi realmente atribuídos a nós, mas todas as manhãs e todas as vezes, ele trouxe os meus filhos um prato cheio de GF / CF bolos de chocolate e rosquinhas de canela ... só assim eles tiveram vários extra para levar de volta para o quarto para snacks durante todo o dia.
Chef Thomas (da Alemanha) - Chef foi o primeiro alimento membro da tripulação de serviço conheci on-board. Ele gentilmente veio falar comigo e discutidas todas as nossas preocupações dietéticas ... e lançou direto para as precauções que tomar a fim de evitar qualquer contaminação cruzada. Ele totalmente balançou meu mundo e eu de novo a partir desse momento, eu não precisa se preocupar e poderia apenas sentar e desfrutar de ter alguém que tome conta de mim de uma vez. Eu quase beijou-o quando ele começou a me trazer uma grande tigela de frutas frescas ao lado de um enorme prato de descascar e comer camarão / caranguejo pernas à minha mesa ao lado da piscina todos os dias para almoço (mesmo quando eu não havia pedido)!
Eu era um sem glúten Cinderela para uma semana inteira, a estrela do meu próprio conto de fadas da Disney. Priceless.

Disclaimer:

Antes de me lançar em todos os detalhes de nossa experiência sem glúten com a Disney Cruise Line durante a próxima semana, quero esclarecer algumas coisas. Como meus leitores regulares sabem muito bem, o glúten não é o único alimento que normalmente evitar em nossa família. Mas apenas no caso de você é novo para aventuras de uma mãe sem glúten, deixe-me dar-lhe uma rápida recapitulação:
  • Dois de nós tem a doença celíaca e dois não têm sensibilidade ao glúten celíaco. O glúten é absolutamente, positivamente, não-negociável - 100% do tempo para nossa família. NO batota .Nem sequer uma migalha. Período. Fim da história.
  • Ambos os meus filhos tem intolerância IgG para caseína, uma proteína encontrada no leite (mas eles não têm uma alergia de leite IgE). Os resultados da minha glúten associada cruz-reativa teste alimentos lácteos deu um grande "polegares para baixo" para mim também, mas eu não tenho uma alergia IgE ou laticínios.
  • Meu filho mais novo tem uma classe 2 IgE alergia à proteína do ovo branco (confirmada através de testes de RAST). Depois de ser 100% ovo-livre para mais de um ano, seu alergista começou testando-o nos ovos em assados ​​cerca de 6 meses atrás e ele tolera muito bem (ovos em sua forma óbvia ainda estão fora dos limites, pois desencadeiam o eczema de Lucas dentro de horas) .
  • Eu tenho uma classe 2 alergia IgE milho (confirmada através de testes de RAST). Embora eu não experimentar uma reação aguda quando eu consumir (d) quantidades moderadas de produtos de milho (embora, se eu fosse comer uma boa quantidade de grãos de milho straight-up, irá desencadear sintomas de rinite alérgica). Eu ainda evitar comer milho (bem como todos os grãos de cereais), mas eu ocasionalmente ingerir produtos como sal iodado, ácido cítrico, etc, quando estou comendo fora de minha casa e nunca tive uma reação.
Passamos os últimos 18 meses, comer uma dieta muito limpo, rotação enquanto estiver a tomar suplementos e reduzir o estresse, a fim de ajudar a curar nossas entranhas e estabilizar nosso sistema imunológico (sob os cuidados dos Drs. especialista. Rick e Petersen Vikki de HealthNow Medical Center , bem como os nossos médicos locais). Antes de reservar o nosso cruzeiro com a Disney, eu discutimos nossas preocupações dietéticas com o Dr. Rick e ele disse que desde que nós melhoramos o nosso estado de saúde imensamente, nossos sistemas imunológicos provavelmente poderia tomar uma batida moderada do nosso glúten não "não-não "lista de alimentos (com exceção de Lucas e ovos em sua forma reconhecível), desde que retomamos nossa dieta normal, saudável, uma vez que voltou para casa.
Então essa é a abordagem que eu decidi tomar quando eu registrei nosso cruzeiro com a Disney mais de um ano atrás. Sem glúten ou produtos lácteos para qualquer um dos meus meninos, assim como não há ovos (com exceção de produtos de panificação) para Lucas. Listei Mike e eu como "apenas" sem glúten porque era um risco que estávamos dispostos a assumir, como adultos plenamente informadas. Eu acho que em algum lugar na minha mente, eu temia que a Disney iria me negar isso muito necessária férias se eles tinham conhecimento da minha alergia do milho leve, esse material está em todo lugar afinal. E eu precisava disso férias depois de cozinhar alergia-amigáveis ​​refeições 3 vezes ao dia (mais snacks) por 4 anos consecutivos. Eu estava à beira de um colapso glutadoodle do sentimento como um prisioneiro de meu fogão (que era a alergia do milho que realmente me - Eu tenho que fazer meu próprio molho Worcestershire ! pelo amor de Deus).
Quer saber o mais engraçado? Havia opções glúten tantos livres para escolher, que eu acabei ficando * principalmente de grãos e de leite * livre para todo o cruzeiro assim mesmo, LOL! :-D
Então, a lição a tirar da minha experiência é esta: se você decidir fazer um cruzeiro Disney, NÃO ser tímido quando se trata de indicar todas as suas preocupações dietéticas com os profissionais da Disney, não valeria a pena gastar o dinheiro em maior preço cruzeiro Disney (em comparação com outras linhas de cruzeiro), apenas para encontrar-se doente no mar. Eu tenho sorte no sentido de que eu experimentar pouco a nenhuns sintomas físicos imediatos quando se trata de alergias alimentares / meus sensibilidades, então uma semana de exposição menor para os derivados de milho e produtos lácteos não afetou a qualidade das minhas férias. No final, use o bom senso e discutir o assunto com seu médico primeiro.
Como eu já escrevi acima de uma tempestade para o post de hoje, vou acabar por partilhar um pouco da diversão, bem como algumas dicas gerais. Durante as próximas duas semanas, vou entrar em mais detalhes sobre as opções de glúten de alimentos livres, a cada post interrompido por pequeno-almoço, almoço e jantar, bem como snacks e opções de comida durante as excursões de porta (que não é muito).

Disney Cruise Line e Dicas Truques

Minha melhor amiga Kristen e sua família se juntou a nós em férias e ela encontrou um ótimo site chamado Mousesavers.com , onde existem vários posts cheios calço de informações gerais ao cruzeiro com a Disney. Certifique-se de verificar os seguintes cargos:

Gluten Free Travel Pré-Cruzeiro

Podemos reservar tudo directamente através Disney Cruise Line, incluindo passagem aérea, hotel e transporte terrestre de Albuquerque para Orlando, em seguida, para Port Canaveral. Eu não tenho nada a comparar a nossa experiência para, como esta era a primeira vez que já estive em um cruzeiro, mas foi uma operação muito suave e eu recomendo fortemente.
Voamos American Airlines de Albuquerque para Orlando com uma escala em Dallas / Ft. Worth. Não houve snacks servidos no avião (que não teríamos participou de qualquer maneira), mas eu guardei muito de lanches para que foram preparados no evento, não consegui encontrar nada seguros para comer durante a parada.

Comida de avião sem glúten

Arrumei 4 refeições leves constituídos de: O melhor frango Salada de Mayo-Free , Mix de Heidi Trail favorita e pedaços de fruta fresca em recipientes Ziploc Divididos  (Fácil de jogar fora assim que você não tem que carregá-los em torno de uma semana), em seguida, jogou-os no nosso tempo Picnic Backpack Turismo Refrigerador  (Que eu absolutamente adoro).
Fiquei muito feliz em Dallas quando eu descobri um restaurante Seafood Pappadeaux no terminal A próximo ao Portão 25. Enquanto eles não têm um menu específico livre de glúten, a gestão no nosso restaurante local sempre foi extremamente útil para nos ajudar com as opções mais seguras sem glúten (eu sempre pergunto para um gerente antes de colocar a minha encomenda quando jantar fora). O. Dallas / Ft Localização do aeroporto Worth não foi diferente quando jantamos lá na viagem de regresso (durante a nossa escala de 5 horas), e tivemos uma grande experiência. Ao jantar em um restaurante como Pappadeaux, onde grande parte do cardápio é frito frutos do mar, vá com o método mais simples preparação, pois minimiza o risco de contaminação cruzada. Praticamente todas as opções de frutos do mar fritos pode ser Grelhados / refogados, de modo que é como nós rolamos e eles sempre foram mais do que feliz em preparar a nossa comida em uma superfície limpa, utilizando panelas e utensílios limpos.

Churrascaria Hemisfério & Seafood Restaurant

Como parte de nosso pacote do cruzeiro, que se hospedaram no Hyatt Regency Orlando International Airport (é, literalmente, dentro do aeroporto, então não há necessidade de um serviço de transporte) a noite antes de embarcar no navio, e eles têm um ótimo restaurante chamado Hemisfério Steak & Seafood. O restaurante tem opções glúten vários gratuitos disponíveis no menu eo chef era mais do que feliz em fazer recomendações para jantar e café da manhã. Eu definitivamente recomendo começar pequeno-almoço, porque é um turbilhão de meio da manhã, a primeira check-in no Disney Magical Express (também no aeroporto), em seguida, embarcar em um ônibus de Port Canaveral (cerca de uma hora de carro) para embarcar no navio (que leva cerca de uma hora se você está registrando seus filhos para as atividades). Não há comida em qualquer lugar ao longo do caminho, assim comer o pequeno almoço!
Só não conseguir um dos bolos sem glúten do buffet - que foram alvo ao lado de bolos glutonium (eu falei com o gerente sobre isso, mas eu não tenho certeza se eles realmente fez a alteração).
Quando estiver a bordo do navio, só há serviço de alimentação no Deck 11 até o navio sair do porto. Os restaurantes, serviço de quarto e lojas não abrem até o início da noite.
Sam e Lucas saindo no Deck 11, onde gozavam de natação e um lote de batatas fritas sem glúten (de cerca de 40) antes de o navio deixou o Porto Canaveral às 4:30 pm
Não deixem de ver o restante do blog! Muito bom!
Por Ester Benati

Novo teste para celíacos!

Por Jorge Soares Rezende
Tradução google:

Celiac.com 2012/07/26 - Para as pessoas com doença celíaca, o atraso médio dos primeiros sintomas para o diagnóstico profissional é quase 12 anos. Além disso, uma vez que essas pessoas consultar um médico, há um alto risco de erros de diagnóstico. Na verdade, os pesquisadores estimam que sete casos de doença celíaca não são diagnosticados ou diagnosticados para cada caso que está identificado corretamente.
Photo: CC--Horia VarlanActuais testes para a doença celíaca requerem um médico para realizar umabiópsia , seguido por uma análise profissional dos resultados de biópsia, geralmente, a um laboratório especializado. Usando este método, cada teste é invasivo, frequentemente leva vários dias para produzir resultados, e custa muitas centenas de dólares.
Que está tudo pronto para mudar graças a um sistema de teste pioneiro novo que oferece rápida, precisa, diagnóstico custo-benefício e vigilância da doença celíaca. O teste pioneiro novo foi desenvolvido com financiamento da UE, e em breve passar por ensaios clínicos na Eslovénia. Se esses testes forem bem sucedidos, o ensaio deve estar disponível em hospitais e clínicas por toda a Europa e em outros lugares dentro de alguns anos.
A tecnologia foi desenvolvida no projeto de CD-Medics por um consórcio de 20 parceiros com financiamento da Comissão Europeia. O sistema é o resultado de uma confluência de tecnologias inovadoras de várias disciplinas científicas, incluindo microfluídica, nanotecnologia e testes genéticos.
Além da doença celíaca, a tecnologia pode também ser utilizado para diagnosticar e monitorizar uma grande variedade de outras doenças, incluindo auto-imunes desordens, tais como a artrite reumatóide, espondilite, tiroidite, e até mesmo câncer - basicamente qualquer doença que pode ser detectado por procurando DNA ou marcadores de proteína.
Antes de CD-Medics, explica a coordenadora do projeto Ciara O'Sullivan, um professor e pesquisador do Grupo de Nanobiotecnologia e bioanalysis na Universitat Rovira i Virgili, na Espanha, "não havia nada como este disponível para a doença celíaca".
Ao invés de despesas de várias centenas de dólares para uma biópsia normal e análise para a doença celíaca, o teste de CD-Medics novo vai custar menos de vinte euros, eo dispositivo de interface de biomédica, uma clínica custa um tempo de cerca de 6.000 euros.
Em vez de uma biópsia invasiva, o novo teste requer apenas uma gota de sangue colocada em um aparelho que se parece com um cartão de crédito, mas incorpora vários componentes inovadores: uma rede fluida micro-estruturada para os reagentes de controle precisos, uma superfície especialmente adaptada para capturar o componentes biológicos sendo procurado, e um sistema de sensor de acionamento elétrico que fornece detecção rápida.
Uma vez que a amostra é retirada, o dispositivo descartável será colocado num instrumento de interface biomédica e análise da amostra de sangue é levada a cabo numa questão de minutos. Os resultados podem então ser imediatamente saída para o sistema de informação hospitalar e adicionado ao prontuário do paciente de saúde electrónicos (RSE).
Prof O'Sullivan diz que o dispositivo proporciona tanto o teste de DNA - especificamente para variantes do HLA gene associado com a doença - e ensaios para glúten anticorpos . Isto é importante, porque a testar, quer por si só pode voltar falsos positivos. Testes para tanto, os resultados garante resultados precisos.
Porque o dispositivo pode detectar anticorpos de glúten, ele pode ser usado para monitorizar a resposta do doente ao tratamento livre de glúten
Ensaios serão realizados durante o verão em dois a 300 pacientes no Centro Médico da Universidade de Maribor, na Eslovénia. Os resultados serão comparados com os resultados dos ensaios realizados com celíaca analisadas amostras de tecido a partir de biópsias .
"Esperamos ter um produto no mercado dentro de dois anos", diz O'Sullivan Prof. "Estamos olhando também para lançar um projecto de acompanhamento, provavelmente com financiamento público, para adaptar e ampliar o sistema para testar e monitorar muitos outros tipos de doenças."
Fonte:
Get Free alertas de e-mail Celiac.com (email 1-3 por mês com a pesquisa mais recente da doença celíaca e de informação, sem glúten receitas, etc.)

Entrevista com a Dra.Ariana Yang- Alergologista


Alergia alimentar - entrevista


Há dados epidemiológicos de alergia no Brasil? Somos mais alérgicos que outros povos? 
Não há dados epidemiológicos no Brasil. Sabemos por experiência clínica que os alergênicos mais comuns na população são leite, ovos, trigo, soja e frutos do mar. Nos EUA estima-se que 8% das crianças e 2% dos adultos sejam alérgicos a leite. Já a intolerância a lactose afeta 25% da população. 

Qual a diferença entre intolerância e alergia? 
A intolerância é uma reação por incapacidade metabólica, sendo o quadro mais clássico o leite. Já a alergia ocorre com desencadeamento de resposta imunológica a uma proteína. Alguns exemplos: A reação a e amarelo tartrazina a sulfito é uma intolerância. O trigo pode desencadear a doença celíaca metabólica pelo componente glúten. Já a alergia ao trigo é pela proteína gliadina. 

Por que tão difícil ter dados epidemiológicos? 
Mesmo os estudos internacionais não são totalmente confiáveis por causa da metodologia para diagnosticar a alergia. Na maioria das vezes ninguém come um alimento sozinho e por isso pode haver alergias cruzadas e interferências nas conclusões. Outras doenças multifatoriais e crônicas podem simular alergia. Muitos consideram confiáveis os testes sanguíneos para resposta imunológica a uma proteína, porém o diagnóstico definitivo envolve risco. É o chamado teste de desencadeamento oral, no qual o paciente é exposto ao alimento. 70% dos desencadeamentos nos EUA acabam descartando a suspeita alergia. 

Ao longo da vida, uma pessoa pode se tornar alérgica ou deixar de ser? É verdade que as reações se tornam gradualmente mais intensas? 
Imprevisibilidade é a melhor resposta. Uma pessoa pode ter consumido centenas de vezes um alimento tendo apenas reações suaves e de repente tem um choque fatal. Por experiência, para o leite, ovo, trigo e soja há expectativa de tolerância ao longo da vida. Já a alergia a frutos do mar tende a ser persistente. Uma vez alérgico, para sempre alérgico. 

Que tipos de reações podem ter pessoas alérgicas? 
Há vários tipos de reação adversa que uma pessoa pode ter a um alimento. Quanto há uma resposta imune à proteína alimentar chamada tipo I envolvendo o anticorpo IgE (imunoglobulina E), podem ser desencadeados sintomas em qualquer órgão sendo os sintomas mais comuns a urticária e angiodema. Sintomas cutâneos podem vir acompanhado de sintomas respiratórios como rinite, tosse, falta de ar, cólica, diarréia, vomito e eventualmente implicações cardiovasculares, com queda de pressão arterial. 

Quando pode ocorrer o óbito? 
Quando ocorre o choque anafilático, que é o sintoma mais agudo. A morte geralmente ocorre por duas vias: cardiovascular ou respiratória, ou seja, choque (diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação sanguínea ou broncoespasmo grave (consequência da contração da musculatura dos brônquios). Edema de glote pode ou não ocorrer (inchaço da garganta), mas nem sempre chega ao extremo de fazer as pessoas pararem de respirar por bloqueio das vias superiores. Antes de parar de respirar, a pessoa fica rouca e esse é um alerta para buscar socorro. 

Há novos alimentos sendo vistos como alergênicos? 
Sim, há os alergênicos emergentes, principalmente as frutas. As mais implicadas são o kiwi, abacate, mamão e banana, que tem reação cruzada com o látex. Gergelim é emergente também, mas está longe de afetar uma grande parcela da população. 

A literatura médica estabeleceu um limiar que defina qual é a quantidade mínima da proteína que pode desencadear uma alergia? 
Não, pois as respostas são individuais. Em teoria e de forma idealizada, se poderia quantificar o limiar de cada pessoa e ela policiaria o que pode ingerir. Se os fabricantes informassem qual é essa quantidade, em nanogramas e picogramas, a pessoal poderia fazer escolhas, mas a priori isso é inviável. Tenho um paciente que não pode passar pelo corredor de lácteos que manifesta reações. 

O que a senhora pensa da posição das indústrias que indicam nos rótulos “pode conter traços de” determinados alimentos, mesmo que eles não façam parte da lista de ingredientes? 
É ruim, pois o alérgico vive uma vida de privações e em geral sai perdendo nestes casos. Há pacientes que sem problemas que podem consumir um alimento no qual se declaram os traços, somente devem restringir quantidades mais significativas. Mas se pensarmos no outro extremo, o risco de morte, é uma medida prudente. É uma superproteção. 

A ASBAI acompanha a evolução da legislação brasileira na ANVISA? O que podemos esperar? 
Há uma representante da ASBAI que participou de algumas reuniões, mas não há mudanças concretas em andamento. Nós temos insistido para que se use linguagem simples destaque direto, como se usa por exemplo para “contém glúten”. 

Que recomendação você dá aos profissionais que trabalham na área de produtos alimentares? 
Que sejam muito claros na rotulagem. O público leigo não costuma saber o que é “caseinato” ou “albumina”. Nós médicos passamos um glossário para os pacientes, mas outro dia me deparei com o ingrediente “creme inglês” que escondia leite. Nós não acompanhamos inovações e lançamentos de ingredientes de nomes diferentes e precisamos de clareza.


Esta entrevista foi concedida pela Dra Adriana Yang, médica alergologista, doutora em Imunologia Clínica e Alergia da FMUSP e diretora da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia) e foi publicada no blog Food Safety Brazil.

Aumento das doenças Auto Imunes

http://www.standard.net/stories/2012/07/14/researchers-look-causes-autoimmune-diseases

Tradução google:

Pesquisadores olhar para as causas das doenças auto-imunes

Por Jamie Lampros

Standard-Examinercorrespondente

Sab, 2012/07/14 - 10:19

Doenças auto-imunes como a artrite reumatóide, lupus diabetes tipo I, doença celíaca e estão em ascensão e os pesquisadores estão procurando em meio ambiente como uma possível causa.
De acordo com uma série de estudos realizados pela Clínica Mayo, American Diabetes Association e pelo National Institutes of Health, doenças auto-imunes estão sendo diagnosticados em taxas rápidas.
"Tem sido relatado que a doença auto-imune está a aumentar. Houve um aumento inexplicável da ocorrência de doença celíaca, lúpus e diabetes tipo 1 ", disse Virginia T. Ladd, presidente e diretor executivo da Associação Americana de Doenças Auto-Imunes relacionados.
"Além disso, as mulheres são mais propensas que os homens sejam afetados. Algumas estimativas dizem que 75 por cento das pessoas afetadas, cerca de 30 milhões de pessoas, são mulheres. Ainda assim, com essas estatísticas, auto-imunidade raramente é discutido como uma questão de saúde das mulheres ", lembrou Ladd.
Ladd disse que com o rápido aumento nas doenças auto-imunes, sugere claramente que os fatores ambientais estão em jogo devido ao aumento significativo dessas doenças. Genes não mudam em um período tão curto de tempo, ela disse, acrescentando que o estado atual da doença auto-imune é uma epidemia que deve ser de grande preocupação para o governo e as autoridades de saúde.
Dr. Kirstin Bacani, reumatologista no Hospital McKay-Dee, disse que um aumento na incidência de artrite reumatóide entre as mulheres foi recentemente demonstrado. Em 2005, 1,5 milhões de adultos nos os EUA foram afetadas pela forma debilitante da artrite. Isso é um aumento em relação ao último relatório disponível de 1,3 milhões de adultos.
"Não se sabe se existem favores ambientais que contribuem para o aumento", disse ela. "No entanto, a obesidade foi analisada como um fator de risco potencial. Verificou-se que a obesidade era um fator de risco significativo para o desenvolvimento de artrite reumatóide, mesmo quando ajustados para o tabagismo, que é outro fator de risco para desenvolver artrite reumatóide. "
A American Diabetes Association reportou um aumento de 23 por cento na diabetes tipo 1 durante um período de oito anos que terminou em 2009.
Center for Disease Control pesquisadores não são claras a respeito de porque doenças auto-imunes estão em alta, de acordo com o relatório. A diabetes de tipo 1, também conhecida como diabetes juvenil, ocorre quando o corpo perde a capacidade de produzir insulina, devido a um ataque auto-imune sobre as células que produzem insulina.
A insulina é o hormônio que controla o nível de açúcar no sangue. Diabéticos tipo 1 são insulino-dependente, enquanto diabéticos tipo 2, em muitos casos pode controlar a doença com alterações na dieta e exercício.
O estudo descobriu que crianças e adolescentes com diabetes tipo 1 têm sinais mensuráveis ​​de complicações, incluindo danos nos nervos que pode levar a amputações.
Ele também identificou os primeiros sinais de dano cardiovascular, aumentando os riscos de doença cardíaca futura.
A investigação mostrou também que a causa da doença auto-imune deriva genética e de factores ambientais.
A doença celíaca, também mostrou estar em ascensão, é uma desordem auto-imune que faz com que o sistema imunológico do corpo para atacar o intestino delgado, de acordo com os EUA National Institutes of Health e pela Universidade de Chicago Centro de Doença Celíaca.
Um relatório recente sugere que a doença é acreditado agora para afetar uma em cada 133 residentes dos EUA. As pessoas afectadas têm uma resposta auto-imune ao glúten, uma proteína encontrada nos cereais como trigo, centeio e cevada.
"A melhor maneira de combater o aumento das doenças auto-imunes é fazer a pesquisa para entender os fatores de risco genéticos e ambientais para eles, para que aqueles que estão em maior risco de desenvolver a doença depois de certas exposições ambientais podem ser capazes de minimizar esses riscos e evitar o desenvolvimento de doença auto-imune ", disse Dr. Frederick Miller, do Instituto Nacional de Ciências de Saúde Ambiental.
O AARDA está hospedando "O que cada americano precisa saber sobre Doença Auto-Imune" em 4 de agosto do Oregon Health Sciences University, em Portland. A conferência de um dia inteiro é aberto ao público.