Atenção dentistas

Projeto mira relação de saúde bucal e intolerância ao glúten

Crianças vão ser estudadas e objetivo é aprender a identificar problema em paciente sem qualquer sintoma

Ana Paula Sousa
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Um projeto de pesquisa da Forp (Faculdade de Odontologia) da USP de Ribeirão Preto vai estudar a relação da saúde bucal dos pacientes com a doença celíaca, provocada pela intolerância ao glúten presente em cereais como trigo. O objetivo do projeto de pesquisa é facilitar a identificação da doença em pacientes assintomáticos, por meio do diagnóstico das manchas dentárias.
De acordo com a professora Alexandra Mussolino de Queiróz, do Departamento de Clínica Infantil e Odontologia Preventiva e Social da FORP e coordenadora do estudo, a ocorrência de defeitos no esmalte dos dentes, como manchas e depressões, podem estar relacionadas a doenças de intestino.
"Muitos pacientes têm intolerância leve e nem sabem que têm o problema."
A doença celíaca pode causar danos causados na mucosa do intestino delgado, além de provocar diarreia crônica, anorexia, náuseas e vômitos.

Metodologia
O estudo, que terá a colaboração do professor Paulo Nelson Filho, da Forp, e da médica Suzeide Castanho, da Faculdade de Medicina, deve analisar cem crianças divididas em dois grupos. Serão 50 com a doença diagnosticada e a outra metade com alterações dentárias.
Com o apoio da Faculdade de Medicina, um odontopediatra vai fotografar a cavidade bucal das crianças, avaliar o crescimento dos dentes e colher amostras de saliva para análise.
"Estamos procurando crianças com alterações na estrutura dental porque o projeto deve ter início no ano que vem", afirma a professora Alexandra.
Celíaca pode causar câncer de intestino
O projeto de pesquisa fará parte do doutorado de Fabrício Kitazono de Carvalho, que há um ano contribui com a análise do assunto. "A doença celíaca é mais comum do que a gente imagina. Boa parte dos pacientes são assintomáticos e não sofrem de desconforto gastroenterológico", afirma o dentista.
Caso não seja diagnosticado, o problema pode provocar alguns tipos de câncer de intestino. Se a pesquisa provar que realmente os defeitos no esmalte dos dentes podem ser associados à doença celíaca, o diagnóstico pode ser facilitado. "O papel do dentista no diagnóstico precoce do problema é ser importante. Pode agilizar o tratamento da doença", afirma o dentista.

Ótima notícia! Esperança!

(ANSA) - ROMA, 14 de fevereiro - Os altos níveis de uma proteína do sistema imunológico, interleucina 15 e um derivado da vitamina A, ácido retinóico pode ser o estopim que desencadeia a doença celíaca, doença auto-imune que afeta mais de 100 mil na Itália pessoas e é baseado na reação ao glúten.
E 'como mostra um estudo publicado na Nature, University em Chicago. Os cientistas recriaram a doença em camundongos e descobriram que altos níveis de interleucina-15 é capaz de lançar nos estágios iniciais da doença celíaca. Dando, então, o ácido retinóico é agravado os sintomas. Em seguida, os investigadores obstruíram a interleucina 15 em camundongos e descobriram que os sintomas regrediram: os ratos são retornados para ser tolerante ao glúten.
A pesquisa lançou luz sobre o papel do ácido retinóico, também presente nos tratamentos anti-acne, que até agora era considerado um fator protetor contra a inflamação do intestino, e ao mesmo tempo "acabou por ser um adjuvante que promove respostas inflamatórias celulares.
Eles já estão "drogas do estudo que o bloqueio da interleucina 15 para o tratamento da artrite reumatóide, mas de acordo com Bana Jabri, o Digestive Disease Research Core Center de Chicago e autor da pesquisa, eles também podem ser utilizados para a doença celíaca.
(ANSA)

Está chegando a Páscoa!!

Ovos de Páscoa sem Glúten e sem Leite

Ovo de Páscoa Sem Glúten sem Leite sem Lactose
Com a chegada da Páscoa, contamos as horas para as delícias em chocolates. O mercado apresenta hoje diversas opções, beneficiando inclusive quem tem intolerância ou alergia a alguns dos ingredientes dos chocolates.
Os Chocolates de Soja são um ótimo exemplo desta inovação no mercado de chocolates. Por serem fabricados a partir do leite de soja, eles não contêm ingredientes como o leite animal. São isentos de lactose e de proteína do leite e podem ser consumidos por intolerantes à lactose e por alérgicos à proteína do leite de vaca. São também isentos de glúten, garantindo assim seu consumo pelos celíacos. Por serem de origem vegetal não possuem colesterol e, como em seu processo de fabricação não é utilizada gordura vegetal hidrogenada, são livres de gorduras trans. Todas estas vantagens estão aliadas a muito sabor e prazer, pois o chocolate nos proporciona sensação de bem-estar. Seu consumo estimula a produção da serotonina, uma substância que atua no cérebro junto às emoções. Mas vá com calma! Os chocolates são doces e contém calorias. Além de consumir com moderação, faça escolhas adequadas.
Ovo de Páscoa Diet, sem Glúten e sem Lactose
Uma destas opções nesta Páscoa são os CHOCOLATES DE SOJA DA OLVEBRA. Na linha Choco Soy você encontra: os Ovos de Chocolate ao leite de soja, nas versões Tradicional e Diet. As barrinhas individuais nas versões Tradicional, Crispies e Diet com suas novas embalagens. As deliciosas Trufas com recheio de pasta de avelã. O ChocoSoy Pops com recheio de flocos de arroz cobertos com chocolate de soja.
A Olvelbra realiza a venda dos Ovos de Páscoa e todos os Chocolates Olvebra através da Loja Virtual Olvebra -www.olvebra.com.br/loja - e através de diversas redes de supermercados de todo o Brasil. Através da Loja Virtual realizam entregas em todos os estados pelos Correios. Para saber o ponto de venda físico mais próximo da sua localidade, basta ligar para 0800 51 41 55.
Boa Páscoa!
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(Informe Publicitário, Fonte: Olvebra)
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Nova descoberta

Estudo sobre a flora bacteriana intestinal oferece novas possibilidades no entendimento e tratamento da doença celíaca

doenca celiacaUm novo estudo publicado há menos de um mês no Journal of Leukocyte Biology sugere que a composição e balanço da flora bacteriana intestinal podem influenciar as reações imunológicas e inflamatórias observadas em pacientes celíacos. Se confirmada, a descoberta poderá trazer novas possibilidades no tratamento da doença celíaca.
Acredita-se que a doença celíaca – uma reação auto-imune ao glúten em pacientes geneticamente predispostos – afete de 0.5 a 1% da população (no Brasil, seriam portanto quase 2 milhões de pessoas). Quando os portadores desta condição ingerem glúten (uma proteína presente no trigo, cevada, centeio, aveia e malte), uma reação inflamatória no intestino delgado é desencadeada pelo sistema imunológico, a qual danifica as vilosidades intestinais responsáveis pela absorção de nutrientes. Os sintomas da doença são diversos (incluem por exemplo problemas gastrointestinais, anemia, dores de cabeça, fadiga, osteoporose, dentre outros) e o único tratamento é a eliminação permanente do glúten da dieta.
Embora esta seja uma doença de natureza genética, os mecanismos que levam à manifestação da doença em pessoas geneticamente predispostas ainda não são totalmente compreendidos. Algumas pesquisas indicam, por exemplo, que a exposição precoce ao glúten na dieta aumentaria a probabilidade de desenvolvimento da doença. Outras apontam que infecções virais enteropáticas poderiam favorecer a evolução da doença na infância. Além disso, alguns estudos também sugeriram que alterações na composição da flora bacteriana intestinal poderiam estar associados à doença.
Agora uma nova pesquisa desenvolvida por um grupo de pesquisadores espanhóis liderados pela Dra. Yolanda Sanz (Universidade de Valencia, Espanha) e publicada na edição de Maio da revista científicaJournal of Leukocyte Biology indica que alterações na composição da flora intestinal bacteriana pode influenciar as reações inflamatórias típicas da doença celíaca em vários graus. Os resultados sugerem assim que a manipulação da flora bacteriana – através por exemplo da ingestão de probióticos e prebióticos específicos – poderia em um futuro melhorar a qualidade de vida de pacientes celíacos, bem como de outros pacientes com doenças auto-imunes associadas, como no caso da diabete tipo 1.  Segundo Yolanda Sanz, o estudo também poderá ajudar na compreensão dos mecanismos de ação da flora bacteriana em doenças auto-imunes.
Para chegar à estas conclusões, os cientistas usaram culturas de células de forma a simular o organismo de um paciente celíaco. Para simular o ambiente intestinal de um portador, estas células foram expostas à bactérias gram-negativas e à bifidobactérias, tanto sozinhas como na presença de gliadinas (proteínas chave na resposta inflamatória à presença de glúten). O que os pesquisadores puderam observar foi que as bactérias gram-negativas induziram uma produção maior de citocinas pró-inflamatórias do que as bifidobactérias.  As bifidobactérias, ao contrário, causaram um aumento na produção de citocinas anti-inflamatórias.  Neste sentido, a pesquisa sugerem que as bifidobactérias teriam o potencial de regular a resposta inflamatória produzida pela presença de glúten, reforçando também a função de barreira da mucosa intestinal.
Embora estes estudos ainda estejam em um estágio precoce e ainda precisem ser confirmados bem como passar por testes clínicos, segundo a pesquisadora Yolanda Sanz os resultados podem representar o primeiro passo para uma mudança em como a doença celíaca é tratada e até mesmo prevenida.
Referencia Bibliográfica: G. De Palma, J. Cinova, R. Stepankova , L. Tuckova and Y. Sanz. 2010 Pivotal Advance: Bifidobacteria and Gram-negative bacteria differentially influence immune responses in the proinflammatory milieu of celiac disease Journal of Leukocyte Biology. 87:765-778.
Fonte: Revista Vida sem Glúten e sem Alergias, 2010 (www.vidasemglutenealergias.com)

Industrializados sem glúten-Cuidado com contaminação


                           
BEBIDAS
Chás, em geral.
Sucos e refrescos: Fleischman/Royal/Peixe/Gatorade/ Superbom/ Parmalat.
Cafés: Nescafé (todos), Melita, Damasco, União, Pilão, Caboclo, Cocamar, Maringá, Talento, Coamo e Criciúma..
Refrigerantes: Coca Cola, Coca Light, Sprite, Fanta, guaranás em geral e outros refrigerantes.
Bebidas alcoólicas: Vinhos, Campari, vermutes (Cinzano,Martini.etc.), rum, champagne, conhaque, cachaças de cana, tequila, saquê, vodka Orloff.
A pedido da ACELBRA-SC, o laboratório de análises de cereais da Universidade Federal de Santa Catarina, analisou 10 tipos de bebidas destiladas  e essas também foram declaradas SEM GLÚTEN:
1. RUM BACARDI CARTA BIANCA
2. CACHAÇA ARMAZÉM VIERIA
3. CAMPARI BITTER
4. LICOR FINO DE LARANJA – COINTREAU
5. LICOR DE AVELÃ E ERVAS FINAS - FRANGELICO
6. GIN SEAGERS
7. BACARDI
8. VODKA SMIRNOFF
9. VODKA ABSOLUT
10. WHISKY GLENFIDDICH – SINGLE MALT
11. WHISKY JOHNNIE WALKER – RED LABEL
As amostras não contém glúten (menos de 3ppm ) - análise feita em maio de 2010

Bebidas proibidas: cerveja, gim, uísque, licor de uísque e vodca destilada de grãos, licores em geral ( alcool de cereal pode ser de trigo ou cevada).

CEREAIS
OKOSHI: barras de arroz e  salgadinhos Rozen.  
HIKAGE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS LTDA.
Rua Rui Gomes de Almeida, 214 - Penha
São Paulo - SP - 03602-030
Fones: (0xx11) 6941-8488 ou 6197-1620
Fax: (0xx11) 6941-8636
Trigo Sarraceno - (para saladas e tabule) : é preciso cuidado com produtos contaminados.
Flocos de Milho LIGHT - Moinho Special ( nas lojas do MUNDO VERDE) - observar o rótulo pois o pacote de floco de milho comum contém glúten.



CEREIAS MATINAIS
Kellog's - Choco Krisps ( floco de arroz com chocolate - embalagens produzidas após fevereiro de 2006 )