sábado, 24 de dezembro de 2011

Dicas para uma melhor textura

Mesmo a tempo, para quem é novo nestas andanças sem glúten, e está a olhar para as receitas antigas de Natal sem saber o que é que vai colocar na mesa de doces, aqui está um artigo que explica como dispensar o glúten e, ainda assim, fazer sucesso com as suas preparações.


Imagem retirada da Net


“5 Dicas para uma Melhor Textura na Culinária Sem Glúten
Por DC Rona

Até que é necessário iniciar uma dieta sem glúten, a maioria das pessoas nunca pensa no papel do glúten nos seus cozinhados. É o glúten que lhes dá liga, consistência, pois as proteínas do glúten organizam-se para prender bolhas de gás. O seu alinhamento também proporciona elasticidade à massa. É o glúten que torna arejada a estrutura celular que nós associamos com a linda pastelaria que vemos nas lojas. Até há cerca de 5 anos atrás, as alternativas em farinha eram principalmente arroz, milho, grão-de-bico, fécula de batata e farinha de mandioca. Mesmo quando eram devidamente moídas, os doces feitos com estas farinhas tinham uma consistência entre a areia e a borracha, e o sabor, muitas vezes, era estranho.

Nos últimos cinco anos a procura por produtos sem glúten tem crescido imenso. As prateleiras das nossas lojas agora contêm uma variedade de grãos e farinhas a partir destes grãos, tais como millet kasha, farinha de amaranto, coco, farinha de quinoa, farinhas de feijão, farinhas de nozes, aveia sem glúten, e teff. Estas farinhas novas oferecem agora melhores sabores e texturas na sua preparação. Além disso, produtos como goma xantana, goma guar e outros aglutinantes estão agora disponíveis, uma vez mais, para melhorar o sabor e a textura das suas receitas.

Aqui estão 5 dicas para melhorar a textura das suas receitas enquanto se inicia nas receitas sem glúten:

1. Substitua o leite ou a água nas receitas com buttermilk (leitelho).O buttermilk dará uma textura mais fina e mais leve, em geral. A água com gás também substitui bem a água normal em receitas como panquecas - mais uma vez, dando uma leve textura.

2. A gelatina sem sabor pode ser usada como um aglutinante na cozinha - e que irá ajudar a evitar a textura esfarelada. Lembre-se de misturar a gelatina no líquido da receita antes de a adicionar.

3. Uma combinação de farinhas sem glúten normalmente produz um resultado melhor do que uma só farinha.

4. Para evitar o esfarelamento, pode usar goma xantana ou goma de guar na preparação. Lembre-se de adicionar a goma aos ingredientes secos. Nota: algumas pessoas têm melhores resultados com a goma xantana pois a goma de guar pode produzir dores de estômago em algumas pessoas.

5. Deixe a massa ficar à temperatura ambiente pelo menos 30 minutos para suavizar, de modo a obter uma melhor textura como resultado final.

Em geral, existem algumas diferenças básicas na cozinha sem glúten ​​que é necessário levar em conta na conversão de receitas antigas. Sem glúten, a massa de pão será pegajosa e mole. Se tentar obter a aparência da sua receita antiga, provavelmente vai ter uma massa muito pesada, seca e quebradiça. Além disso, os tempos de cozedura serão diferentes. As receitas sem glúten tendem a dar melhores resultados quando cozidas por um tempo maior e a uma temperatura mais baixa. Pode precisar de cobrir com papel de alumínio para evitar queimar o topo enquanto espera que o pão ou o bolo coza completamente.

O seu melhor trunfo quando inicia a dieta sem glúten é comprar um ou dois livros de culinária onde possa aprender os truques e dicas que irão tornar as suas receitas cada vez melhores. Assim que estiver à vontade com as substituições e mudanças nas características dos tempos de cozedura, etc., então poderá começar a converter as antigas receitas favoritas da família em novas receitas favoritas da família, desta vez, sem glúten. “

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Problemas Neurológicos e o Glúten





Glúten na dieta - muitos problemas neurológicos
 
Dores de cabeça, depressão, lesões nervosas, e convulsões ... O que todos têm em comum.

Uma pesquisa recente identificou que 70% dos pacientes com intolerância ao glúten tinha fobias sociais. Depressão foi encontrada em 52%. Estas são as manifestações neurológicas da doença, ou estão relacionadas com a doença, e eles não são os únicos também.
Pesquisadores italianos descobriram que 22,5% dos pacientes com sensibilidade ao glúten tinha síndromes dores de cabeça, depressão, epilepsia, neuropatia e aprisionamento do nervo, como a síndrome do túnel do carpo.
O sistema imunológico estava claramente envolvida em cerca de 42% dos pacientes, como reatividade de anticorpos para neural (nervo) antígenos foi detectado. Curiosamente, aqueles que tinham anticorpos para antígenos neural não necessariamente têm problemas neurológicos. Isto indica que estes problemas podem levar algum tempo para se manifestar.
Também observou foi que, se os pacientes mudaram para uma dieta glúten livre tradicional, o trabalho de laboratório follow-up ainda revelou os mesmos anticorpos. Em outras palavras, somente eliminando o trigo, cevada e centeio, não alterou a resposta do sistema imunológico em pessoas com sensibilidade ao glúten.

Fonte:
J Neuroimmunol , março de 2008, vol. 195, n º 02/01, pg. 171-75. Epub décimo sétimo de março de 2008.

Esta pesquisa demonstra mais uma vez o glúten efeito universal pode ter sobre o corpo. Neste caso, os pacientes desenvolveram sintomas que efetuou o sistema nervoso, como depressão, cefaléia, neuropatia, e convulsões , como resultado de ser sensível ao glúten.
De nota é o fato de que as dietas glúten livre tradicional focado em apenas eliminando trigo, cevada, centeio e não resolver todos os problemas do paciente. Além disso, a dieta não eliminar a presença de anticorpos no acompanhamento de testes de laboratório.
Lembre-se que o glúten é uma proteína encontrada em todos os grãos. Muitas pesquisas estão identificando outros grãos como um problema com as pessoas com sensibilidade ao glúten. É importante lembrar que os grãos substituto como milho, sorgo, arroz, etc, não foram adequadamente estudados para ser utilizados como substitutos.
Muitas pessoas com intolerância ao glúten tem sintomas que persistem mesmo depois de ir trigo, cevada, centeio e livre. Isto é principalmente devido ao fato de que eles continuam a consumir:
Alimentos altamente processados, com um forte potencial de glúten de contaminação cruzada
Outros grãos substituto que contêm diferentes tipos de glúten que continuam a fazer danos ao sistema imune dos corpos
Geneticamente modificados versões de grãos com potencial para confundir o sistema imunológico.
Esta é uma das muitas razões pelas quais eu recomendo eliminando todos os grãos da dieta para aqueles diagnosticados com intolerância ao glúten.



http://www.glutenfreesociety.org/gluten-free-society-blog/gluten-in-the-diet-triggers-many-neurological-problems/

Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade(TDAH)


quinta-feira, 28 de abril de 2011

TDAH & SENSIBILIDADE AO GLÚTEN

Achei super interessante esse texto, pois cada vez mais surgem crianças com transtornos de TDAH e que só tem abordagem medicamentosa e estudos vêem mostrando que a alimentação tem um papel super importante no tratamentos desses transtornos.


A edição 95 da revista Viva Saúde publicou a matéria “No mundo da Lua”, abordando os sintomas e o tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). O TDAH é uma doença caracterizada pelo padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade/impulsividade. É considerada a mais frequente desordem comportamental da infância e atinge cerca de 5% das crianças no Brasil. A criança com déficit de atenção distrai-se facilmente por estímulos do ambiente externo e também do próprio pensamento. Ela também tende à impulsividade: não espera a sua vez, não lê a pergunta até o final e já responde, age sem pensar; apresenta dificuldades em se organizar e planejar aquilo que precisa fazer.
 
A reportagem traz como tratamento o uso de remédios para melhora dos sintomas da doença. No entanto, a alimentação também exerce papel fundamental na evolução do quadro do paciente.

Novas pesquisas demonstram a correlação entre casos de distúrbio de aprendizado, autismo, atraso de desenvolvimento e transtorno por déficit de atenção e hiperatividade em pacientes sensíveis ao glúten. A sensibilidade ao glúten é um estado de resposta imunológica exagerada à proteína de cereais como o trigo, o centeio, a cevada e a aveia em indivíduos geneticamente predispostos. O mais conhecido caso de intolerância ao glúten é a doença celíaca, uma doença inflamatória autoimune do intestino delgado, com sintomas gastrintestinais como diarreia, distensão e/ou dor abdominal. No entanto, no caso da sensibilidade ao glúten, praticamente qualquer órgão pode ser afetado sem obrigatoriamente haver o comprometimento intestinal.

Alguns pesquisadores acreditam que a exposição prolongada ao glúten nas pessoas sensíveis, ou seja, o consumo exacerbado de pães e massas seria o gatilho para o desenvolvimento dessas doenças neurológicas. Ao ingerir alimentos que contêm glúten, as enzimas digestivas entram em ação para promover sua quebra, permitindo sua absorção adequada. No entanto, por ser uma molécula grande, alguns pedaços dessa proteína não são totalmente quebrados pelas enzimas. Assim, estas macromoléculas parcialmente digeridas podem ultrapassar a barreira intestinal, principalmente nos casos onde há uma permeabilidade intestinal alterada.

Ao atingir a corrente sanguínea, estas macromoléculas são identificadas pelo sistema de células de defesa como “invasoras”, havendo formação de um complexo antígeno-anticorpo. Este complexo viaja pela corrente sanguínea e pode se depositar, por exemplo, no sistema nervoso e causar sintomas psiquiátricos, cognitivos e de comportamento. Nesses casos, a retirada do glúten da dieta alivia os sintomas em um número significativo de pessoas.

Dessa forma, além do tratamento com medicamentos, é preciso avaliar se a criança com TDAH possui uma hipersensibilidade ao glúten, bem como outras deficiências nutricionais importantes. Além disso, em um intestino saudável, a mucosa intestinal está íntegra, não permitindo a passagem dessas macromoléculas. Portanto, é de extrema importância uma alimentação com o objetivo de promover o reparo da mucosa do intestino de um paciente sensível ao glúten e a manutenção de um intestino íntegro. A complementação do tratamento com a Nutrição é, com certeza, garantia de sucesso na melhora dos sintomas e da qualidade de vida do paciente.



*Texto elaborado pelo Dr. Guilherme Barros Fernandes, aluno bolsista do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica Funcional pela VP Consultoria Nutricional/ Divisão Ensino e Pesquisa.



http://marianapfroes.blogspot.com/2011/04/tdah-sensibilidade-ao-gluten.html?spref=fb

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Benefícios do Damasco

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Benefícios e Propriedades dos Damascos




Aproveitando o Natal...
O damasco é rico em vitaminas (provitamina A e vitamina C), e minerais (como o potássio, cálcio e magnésio), enquanto também destacam pelo seu conteúdo em betacaroteno e taninos.
No que se refere a seus benefícios e propriedades, é ideal nas crianças, já que ajuda no crescimento ósseo, nos tecidos e no próprio sistema nervoso destes.
Possui um grande poder laxante, por isso ajuda nos problemas de passagem intestinal, como é o caso da prisão de ventre (e inclusive tem a capacidade de desinflamar os intestinos), assim como nos problemas de retenção de líquidos ao ser diurético.
Também ajuda contra a hipertensão e a gota, ao mesmo tempo que previne problemas tanto cardiovasculares como degenerativos, protegendo a visão, a pele, o cabelo, os dentes e os ossos.
Atua sobre o sistema nervoso, não só no seu desenvolvimento, mas facilitando o impulso nervoso, e inclusive é uma fruta ideal para aquelas pessoas que sofrem stress.
 Não podemos esquecer do poder dos betacarotenos e dos taninos, que são potentes antioxidantes e ajudam a prevenir a aparição do câncer.
Olá! Quanto tempo não apareço por aqui...Muitas corridas!
Depois de correr um bocado,  a dica é procurar alimentos que nos forneçam antioxidantes e melhore o nosso sistema imunológico. O damasco além de ser gostoso ,contém os dois, então...vamos aproveitar e comer a fruta! O damasco é gostoso também com um pouquinho de creme cheese! Amo!

Um abraço e até breve! Ah, Um Feliz Natal para todos e um excelente Ano Novo!

Pesquisa sobre a Intolerância ao Glúten

Nova pesquisa aponta para possíveis Glúten Sensibilidade Intolerância / Glúten Por Jane Anderson , About.com Guia Atualizado 23 de outubro de 2011 Doenças About.com Saúde e Condição de conteúdo é revisto pelo Conselho de Revisão Médica Pesquisas sobre intolerância ao glúten - também... conhecida como sensibilidade ao glúten - cada vez está provando que é possível obter sintomas graves da ingestão de glúten, sem ter a doença celíaca . Em um importante estudo sobre a sensibilidade ao glúten intolerância / gluten lançado no início de 2011, destaque celíaca pesquisador Dr. Alessio Fasano, concluiu que "a sensibilidade ao glúten" representa uma condição completamente diferente da doença celíaca, e na maioria das pessoas que sofrem de sensibilidade ao glúten não vai desenvolver celíaca. Enquanto sua pesquisa é certamente de grande interesse para a comunidade médica, é importante notar que sua pesquisa ainda não foi replicado e assim a comunidade médica em geral ainda considera esta uma teoria em desenvolvimento. Pesquisadores adicionais também entrou na conversa com os resultados. Alguns estudos mostram que algumas pessoas de intolerância ao glúten têm perfis semelhantes metabólica para celíacos diagnosticados, indicando que pode haver uma pré-condição celíaca. Outros estudos volta descobertas do Dr. Fasano é que o glúten pode desencadear sintomas em pessoas que não têm doença celíaca clássica. A pesquisa sobre a sensibilidade ao glúten intolerância / glúten está evoluindo rapidamente. Além disso, mais e mais freqüentemente, pessoas que têm positivo celíaca testes doença do sangue , mas uma biópsia negativa estão sendo entregues os diagnósticos de intolerância ao glúten ou sensibilidade ao glúten. Em alguns casos, o médico diz que eles podem comer glúten com moderação, ou eles são instruídos a seguir a dieta sem glúten, mas que não precisa ser tão cuidadoso como pacientes com doença celíaca. Outros dizem que eles estão "potencial" pacientes com doença celíaca, e verificar para trás em um ano ou assim para mais testes para ver se eles desenvolveram a condição. Mais pesquisas serão necessárias para determinar se pessoas com sensibilidade ao glúten realmente pode ingerir pequenas quantidades de glúten, sem danos, ou se um sub-grupo específico de gluten-sensitivos acabará por vir a desenvolver doença celíaca. "Sensibilidade ao glúten 'U. of Maryland Pegs Como condição real Na pesquisa do Dr. Fasano, publicado on-line março 2011 em BMC Medicine, os pesquisadores encontraram diferenças distintas entre doença celíaca e sensibilidade ao glúten no nível molecular, mesmo que os sintomas das duas condições se sobrepunham consideravelmente. Dr. Fasano e da Universidade de Maryland outros pesquisadores compararam 42 celíacos diagnosticados que tinha Marsh 3 ou 4 Marsh dano intestinal com 26 pessoas cujos intestinos mostraram pouco ou nenhum dano, mas que ainda claramente reagiu ao glúten. Para cada participante, os pesquisadores determinaram o nível de permeabilidade intestinal (na doença celíaca, seus intestinos se tornam mais permeáveis, o que pode permitir que as proteínas para escapar para a corrente sanguínea). Eles também analisaram a genética, juntamente com a expressão de genes no intestino delgado. O estudo encontrou diferenças na permeabilidade intestinal entre os grupos de pessoas, juntamente com as diferenças na expressão dos genes que regulam a resposta imunológica. Que indica a sensibilidade ao glúten é uma condição diferente da doença celíaca, de acordo com o Dr. Fasano. Diferenças de celíaca, intolerância ao glúten-tronco a partir das respostas do sistema imunitário As diferenças entre as duas condições-tronco de diferentes respostas do sistema imunológico, Dr. Fasano diz. Em sensibilidade ao glúten, o sistema imune inato - uma parte mais antiga do sistema imunológico e de primeira linha do corpo de defesa contra os invasores - responde a ingestão de glúten por combater o glúten diretamente. Que cria a inflamação tanto dentro como fora do sistema digestivo, segundo o Dr. Fasano. Enquanto isso, a doença celíaca envolve tanto o sistema imune inato eo sistema imune adaptativo, diz ele. O sistema imune adaptativo é uma parte mais avançada, sofisticada do sistema imunológico, e falhas de comunicação entre as células do sistema imune adaptativa levam essas células para combater os próprios tecidos do seu corpo, criando a atrofia das vilosidades visto na doença celíaca. Pessoas com sensibilidade ao glúten intolerância / glúten não se atrofia das vilosidades, embora eles ainda podem experiência de quase-idênticos sintomas de doença celíaca, incluindo diarréia, inchaço, dor abdominal, dor nas articulações, depressão , confusão mental e enxaquecas, segundo o Dr. Fasano. No entanto, apenas as pessoas com a resposta do sistema imune adaptativa única para a doença celíaca correm o risco de desenvolver linfoma intestinal e outras condições associadas com doença celíaca, tais como osteoporose , Dr. Fasano diz. Algumas das pessoas glúten-sensível incluídos no estudo do Dr. Fasano teve danos intestinais menores (classificados como Marsh 1 ou 2 ), mas que os danos haviam biomarcadores diferentes do que aquelas vistas na doença celíaca. "Potencial" pacientes celíacos Compartilhar Fingerprint Metabólica Distinctive com Celiacs Há outras pesquisas indicando algumas pessoas rotulados como "intolerantes ao glúten" ou "sensível ao glúten" pode na verdade ter estágios iniciais da doença celíaca. Um estudo publicado em dezembro de 2010 Journal of Proteome Research descobre que o "potencial" pacientes celíacos com exames de sangue positivo, mas biópsias negativas realmente tem a impressão digital distintiva mesmo metabólicas como celíacos diagnosticados. Estes "intolerantes ao glúten" as pessoas podem simplesmente representar um estágio anterior da doença, antes que cause maiores danos aos intestinos, dizem os pesquisadores. O estudo utilizou perfil metabólico de ressonância magnética para analisar marcadores bioquímicos na urina e no sangue de 141 pacientes: 61 com diagnóstico de doença celíaca, 29 com exames de sangue positivo, mas biópsias negativas e 51 controles saudáveis. Eles descobriram que aqueles com a chamada doença celíaca "potencial" compartilhado o mesmo perfil bioquímico como celíacos diagnosticados, enquanto os perfis bioquímicos dos controles saudáveis diferiram significativamente. "Nossos resultados demonstram que alterações metabólicas podem preceder o desenvolvimento de atrofia das vilosidades do intestino delgado e fornecer uma razão adicional para instituição precoce de GFD [dieta sem glúten] em pacientes com CD potencial [doença celíaca]", concluiu o estudo. Sensibilidade ao glúten Provável em Pacientes com Biópsias Borderline Outro estudo analisou pacientes com sintomas da doença celíaca , cuja biópsia intestinal revelada apenas pequenas anormalidades, como Marsh I ou II lesões . Muitos médicos não diagnosticar a doença celíaca, a menos dano intestinal atinge Marsh III ou IV Marsh níveis. Neste estudo, 35 pacientes tinham baixo nível de dano e foram aconselhados a seguir uma dieta livre de glúten de qualquer maneira. Somente 23 pacientes aderiram à dieta, e os pesquisadores levaram follow-up biópsias de todos seguir a dieta após oito a 12 meses. Todos os 23 pacientes que seguiram a dieta tinha um "dramática melhora clínica dos sintomas", e mais viu a cura completa ou parcial de suas vilosidades intestinais. Sete dos 11 pacientes que se recusaram a seguir a dieta sem glúten foram avaliadas oito a 12 meses mais tarde, também. Desses, seis tiveram sintomas inalterados e danos intestinais, e novamente se recusou a iniciar uma dieta isenta de glúten. Uma viu um aumento de danos em sua vilosidades intestinais (de Marsh I Marsh IIIa), e optou por iniciar a dieta. Os autores do estudo concluíram que os pacientes que não preenchiam os critérios para a doença celíaca, no entanto eram claramente sensível ao glúten e beneficiou da dieta livre de glúten. "Embora Marsh I-II lesões não podem ser classificadas como lesões celíaca, sintomas dos pacientes no momento da apresentação e da clara melhoria dos sintomas quando em GFD [dieta sem glúten], com ou sem melhora das lesões histológicas, suporta a hipótese de que esses pacientes são sensíveis ao glúten e que podem justificar o tratamento com um GFD ", concluíram os pesquisadores. Sensibilidade ao glúten Intolerância / glúten pode afetar um em cada 20 pessoas Intolerância ao glúten ou sensibilidade pode afetar cerca de 6% a 7% da população, segundo o Dr. Fasano. Outros membros da comunidade médica ter colocado o percentual de pessoas intolerantes ao glúten superior - Eu vi estimativas que variam de 10% a 40% da população de mamutes. É impossível dizer quantas pessoas realmente têm intolerância ao glúten ou sem glúten sensibilidade mais pesquisas e um método de teste aceito. Mas, claramente, mesmo se os números estão do lado de baixo, eles anão o número de celíacos, que compõem cerca de 1% da população. Muitos no celíaca / glúten intolerante comunidade acreditam que as doenças causadas pela variedade glúten-se em um "espectro" de intolerância ao glúten, com doença celíaca, o glúten ataxia (danos neurológicos de glúten) e glúten intolerância / glúten de sensibilidade todos caindo em algum lugar em que o espectro. Dr. Fasano diz que o próximo passo é um teste que pode detectar a sensibilidade ao glúten, que ele prevê estará disponível comercialmente dentro dos próximos anos.                                                                                                                                       Fontes: Bernini P. et al. Os pacientes com doença celíaca Potencial Potencial Really? A Resposta de Metabonomics . Journal of Proteome Research. Publicado on line em 19 de novembro de 2010. DOI: 10.1021/pr100896s. . Biesiekierski J. et al glúten provoca sintomas gastrointestinais em indivíduos sem doença celíaca: Um estudo duplo-cego randomizado controlado por placebo . American Journal of Gastroenterology on-line antes da publicação, 11 de janeiro de 2011; doi: 10.1038/ajg.2010.487. A. Fasano et al. Divergência de permeabilidade intestinal e expressão de genes imune da mucosa em dois gluten-condições associadas: a doença celíaca e sensibilidade ao glúten . BMC Medicine 2011, 09:23. doi: 10.1186/1741-7015-9-23. Tursi A. et al. A resposta sintomática e histológica para uma dieta livre de glúten em pacientes com enteropatia borderline . Journal of Clinical Gastroenterology. 2003 Jan; 36 (1) :6-7.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O glúten pode estar te Matando!


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011



Um estudo analisando 30 mortes dividas em 3 grupos: celíacos, pessoas com intestino inflamado, mas sem marcação de celíaco e outro grupo com apenas sensibilidade ao glúten, descobriu que nos três grupos houve o aumento de risco de morte em: 39%, 72% e 35% respectivamente.
Este estudo é de extrema importância porque mostra que não precisam...
os ter a total intolerância ao glúten vista na DC para termos sérios problemas de saúde acarretados por ele.
Outro estudo analisando 10.000 amostras de sangue de 50 anos atrás e de agora, mostrou um aumento na DC de manifestação completa de 400%!
Mais de 55 doenças estão relacionadas diretamente ao consumo de glúten, incuindo: osteoporose, câncer, fadiga crônica e anemia.
"Há um continuum da doença: da mais leve e imperseptível sensibilidade ao glúten até a DC com manifestações graves e severas".
Para qualquer nível, o melhor tratamento é a retirada total do glúten."


Original no link:

http://www.huffingtonpost.com/dr-mark-hyman/gluten-what-you-dont-know_b_379089.html



Algo que você está comendo pode estar matando você, e você provavelmente não sabe mesmo!

Se você comer cheeseburgers ou batatas fritas todo o tempo ou beber seis refrigerantes por dia, você provavelmente sabe que está encurtando sua vida. Mas comer uma agradável, crocante e escura fatia de pão integral - como pode ser ruim para você?

Bem, o pão contém glúten, uma proteína encontrada no trigo, cevada, centeio, espelta, kamut e aveia. Ele está escondido em pizzas, massas, pão, wraps, salgadinhos e na maioria dos alimentos processados. Claramente, o glúten é um problema na dieta americana.

O que a maioria das pessoas não sabem é que o glúten pode causar sérias complicações de saúde para muitos. Você pode estar em risco, mesmo se você não tem doença celíaca desenvolvida.

Na postagem de hoje eu quero revelar a verdade sobre o glúten, explicar os perigos, e fornecê-lo com um sistema simples que irá ajudá-lo a determinar se o glúten é ou não um problema para você.

Os perigos do glútenUm estudo grande e recente no Journal of the American Medical Association constatou que as pessoas com doença celíaca diagnosticada, não diagnosticada, e "latente" ou sensibilidade ao glúten tinha um maior risco de morte, principalmente de doenças cardíacas e câncer. (I)

Este estudo analisou quase 30,00 pacientes 1969-2008 e examinou mortes em três grupos: aqueles com doença celíaca diagnosticada, aqueles com inflamação do intestino, mas sem diagnóstico de doença celíaca, e aqueles com doença celíaca latente ou sensibilidade ao glúten (anticorpos ao glúten elevado, mas biópsia intestinal negativa).

Os resultados foram dramáticos. Houve um aumento de 39 por cento no risco de morte em pacientes com doença celíaca, 72 por cento aumentaram o risco em pacientes com inflamação intestinal relacionada ao glúten, e 35 por cento aumentaram o risco em pessoas com sensibilidade ao glúten, mas sem doença celíaca.

Este pesquisa é pioneira e prova que você não precisa ter doença celíaca com uma biópsia intestinal positiva (que é o pensamento convencional dos médicos) para ter sérios problemas de saúde e complicações - até mesmo a morte - por comer glúten .

No entanto, estima-se que 99 por cento de pessoas que têm problema em comer glúten nem sequer sabem disso. Eles atribuem a sua doença ou sintomas a alguma outra coisa - e não a sensibilidade ao glúten, que é 100 por cento curável.

E aqui está uma notícia mais chocante ...Outro estudo comparando o sangue de 10.000 pessoas de 50 anos atrás, para 10.000 pessoas de hoje constatou que a incidência de diagnóstico de doença celíaca aumentou 400 por cento (anticorpos elevados TTG) durante esse período de tempo. (Ii) Se vimos um aumento de 400 por cento em doenças cardíacas ou câncer, isso seria manchete. Mas não ouvimos quase nada sobre isso. Vou explicar o que eu acho sobre este aumento. Primeiro, vamos explorar o custo econômico dessa epidemia oculta.

Problemas com glúten não diagnosticados custam uma fortuna ao sistema americano de saúde. Dr. Peter Green, professor de Clínica Médica do Colégio de Médicos e Cirurgiões da Universidade de Columbia estudou todos os 10 milhões de assinantes do CIGNA e descobriu que aqueles que foram corretamente diagnosticados com a doença celíaca, usaram menos os serviços médicos e reduziram os seus custos de cuidados de saúde em mais de 30 por cento . (Iii) O problema é que apenas um por cento das pessoas com o problema foram realmente diagnosticadas. Isso significa que 99 por cento estão andando por aí sofrendo sem saber, custando ao sistema de saúde milhões de dólares.

E não é apenas alguns que sofrem, mas milhões. Muito mais pessoas tem sensibilidade ao glúten do que você pensa - especialmente aqueles que são doentes crônicos. A forma mais grave de alergia ao glúten, doença celíaca, afeta uma em cada 100 pessoas, ou três milhões de americanos, a maioria deles não sabem que eles têm. Mas as formas mais leves de sensibilidade ao glúten são ainda mais comuns e podem afetar até um terço da população americana.

Por que você não ouvimos falar muito sobre isso?Bem, na verdade você tem, mas você simplesmente não percebe isso. A doença celíaca e sensibilidade ao glúten é mascarada como dezenas e dezenas de outras doenças com nomes diferentes.

Sensibilidade ao glúten: Uma Causa, muitas doençasUm artigo de revisão no The New England Journal of Medicine listou 55 "doenças" que podem ser causadas pela ingestão de glúten. (Iv) Estas incluem a osteoporose, doença do intestino irritável, doença inflamatória do intestino, anemia, câncer, fadiga, aftas, (v) e artrite reumatóide, lúpus, esclerose múltipla, e quase todas as outras doenças auto-imunes. Glúten também está ligado a muitas doenças psiquiátricas (vi) e neurológicas, incluindo ansiedade, depressão, (vii) a esquizofrenia, (viii) a demência, (ix) a enxaqueca, epilepsia e neuropatia (danos nos nervos). (X) Ele também tem sido associado ao autismo. (Ix)

Nós costumávamos pensar que os problemas com glúten ou doença celíaca fossem confinados às crianças que tivessem diarreia, perda de peso e déficit de crescimento. Agora nós sabemos que você pode ser velho, gordo e constipado e ainda assim ter a doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.

Sensibilidade ao glúten é realmente uma doença auto-imune que cria a inflamação por todo o corpo, com amplos efeitos em todos os sistemas orgânicos, incluindo o cérebro, coração, articulações, trato digestivo, e muito mais. Pode ser a única causa por trás de muitas diferentes "doenças". Para corrigir essas doenças, é preciso tratar a causa - que muitas vezes é sensibilidade ao glúten - não apenas os sintomas.

Claro, isso não significa que todos os casos de depressão ou doença auto-imune o qualquer um desses outros problemas são causados
​​pelo glúten em todos - mas é importante olhar para ele se você tem alguma doença crônica.

Ao não identificar a sensibilidade ao glúten e doença celíaca, criamos sofrimento desnecessário e morte para milhões de americanos. Problemas de saúde causados
​​por sensibilidade ao glúten não podem ser tratados com a melhor medicação. Eles só podem ser resolvidos através da eliminação de 100 por cento do glúten de sua dieta.

A pergunta que fica é: Por que estamos tão sensíveis a este ítem indispensável de nossa dieta?


Há muitas razões ...

Eles incluem a nossa falta de adaptação genética para gramíneas, e particularmente glúten, em nossa dieta. O trigo foi introduzido na Europa durante a Idade Média, e 30 por cento das pessoas de ascendência européia têm o gene para a doença celíaca (HLA DQ2 ou HLA DQ8), (xii) o que aumenta a suscetibilidade a problemas de saúde de comer glúten.

Cepas americanas de trigo tem um teor de glúten muito maior (que é necessário para fazer pães leves fofos e bagels gigantes) do que as tradicionalmente encontradas na Europa. Este super-glúten foi recentemente introduzido no nosso suprimento de alimentos agrícolas e agora tem "infectado" quase todas as variedades de trigo nos Estados Unidos.

Para descobrir se você é um dos milhões de pessoas que sofrem de uma sensibilidade ao glúten não identificada, basta seguir este procedimento simples.

A dieta de eliminação / ReintroduçãoEmbora exames possam ajudar a identificar a sensibilidade ao glúten, a única maneira garantida para saber se este é realmente um problema para você é eliminar todos os produtos com glúten por um curto período de tempo (2-4 semanas) e ver como se sente. Livrar-se dos seguintes alimentos:

• O glúten (centeio, cevada, aveia, espelta, kamut, trigo, triticale -. Www.celiac.com para ver uma lista completa de alimentos que contêm glúten, bem como fontes muitas vezes surpreendentes e escondidas de glúten)

• Fontes escondidas (misturas de sopa, saladas, molhos, bem como batom, algumas vitaminas, medicamentos, selos e envelopes que você tem que lamber, e até mesmo massinha e modelar.)

Para este teste funcionar, você deve eliminar 100 por cento do glúten de sua dieta - sem exceções, sem glúten escondido, e nem uma migalha de pão.

Depois coma-o novamente e veja o que acontece. Se você se sentir mal em tudo, você precisa ficar fora de glúten de forma permanente. Isso vai lhe ensinar melhor do que qualquer teste sobre como o glúten tem impacto sobre seu corpo.

Mas se você ainda estiver interessado em testar, aqui estão algumas coisas para manter em mente.

Testes de sensibilidade ao glúten ou doença celíacaExistem testes de alergia ao glúten / doença celíaca que estão disponíveis através de alguns laboratórios. Todos estes testes ajudam a identificar várias formas de alergia ou sensibilidade ao glúten ou trigo. Eles vão olhar para:

• IgA anti-gliadina

• IgG anti-gliadina

• IgA anti-endomísio

• anticorpos transglutaminase tecidual (IgA e IgG em casos questionáveis)

• Total de anticorpos IgA

• HLA DQ2 e DQ8 genotipagem para a doença celíaca (usado ocasionalmente para detectar susceptibilidade genética).

• biópsia intestinal (raramente necessária se os anticorpos ao glúten são positivos - com base na minha interpretação do estudo recente)

Quando você começar estes testes, há algumas coisas para manter em mente.

Sob a luz das novas pesquisas sobre os perigos da sensibilidade ao glúten, sem doença celíaca plena, considero qualquer elevação de anticorpos significativa e digna de uma prova de eliminação de glúten. Muitos médicos consideram anti-gliadina elevada, na ausência de uma biópsia intestinal positiva, que os danos são"falsos positivos". Isso significa que o teste parece positivo, mas realmente não é significativo.

Não podemos mais dizer isso. Positivo é positivo e, como acontece com todas as doenças, há um continuum de doença, da sensibilidade ao glúten leve a doença celíaca plena. Se seus anticorpos estão elevados, você deve parar com o glúten e testar para ver se ele está levando a seus problemas de saúde.

Então agora você vê - aquele pedaço de pão não pode ser tão saudável depois de tudo! Siga os conselhos que eu compartilhei com vocês hoje para saber se o glúten pode ser a causa oculta de seus problemas de saúde. Simplesmente eliminar este subistância insidiosa de sua dieta, pode ajudar você a atingir saúde vibrante ao longo da vida.

Isso é tudo por hoje. Agora eu gostaria de ouvir de você ...

Você é um dos milhões que têm sido levados a acreditar que o glúten é perfeitamente seguro para comer?

Como os alimentos que contêm glúten parecem afetá-lo?

Que dicas você pode compartilhar com outras pessoas sobre a eliminação de glúten de sua dieta?

Por favor, deixe-me saber a sua opinião postando um comentário abaixo.

Para a sua saúde boa,

Mark Hyman, MD


Referências(I) Ludvigsson JF, Montgomery SM, Ekbom A, Brandt L, Granath F. histopatologia pequeno-intestinal e risco de mortalidade na doença celíaca. JAMA. 2009 16 de setembro; 302 (11) :1171-8.

(Ii) Rubio-Tapia A, Kyle RA, Kaplan EL, Johnson DR, Page W, F Erdtmann, Brantner TL, Kim WR, Phelps TK, Lahr BD, Zinsmeister AR, Melton LJ 3, Murray JA. Aumento da prevalência e mortalidade da doença celíaca não diagnosticada. Gastroenterologia. 2009 Jul; 137 (1) :88-93

(Iii) Verde PH, Neugut AI, Naiyer AJ, Edwards ZC, Gabinelle S, Chinburapa V. Benefícios econômicos de diagnóstico aumentado de doença celíaca em um nacional conseguiu atendimento da população nos Estados Unidos.
J Med Insur. 2008; 40 (3-4) :218-28.

(Iv) Farrell RJ, Kelly CP. Doença celíaca. N Engl J Med. 2002 Jan 17; 346 (3) :180-8. Revisão.

(V) Sedghizadeh PP, Shuler CF, Allen CM, Beck FM, Kalmar JR.
A doença celíaca e estomatites recorrentes: um relatório e revisão da literatura. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2002; 94 (4) :474-478.

(Vi) Margutti P, Delunardo F, auto-anticorpos Ortona E. associados com transtornos psiquiátricos. Curr Neurovasc Res. Maio de 2006, 3 (2) :149-57. Revisão.

(Vii) Ludvigsson JF, Reutfors J, U Osby, Ekbom A, Montgomery SM. Celíaca doença e risco de transtornos do humor - um estudo de coorte de base populacional geral. J Affect Disord. 2007 Apr; 99 (1-3) :117-26. Epub 2006 06 de outubro.

(Viii) Ludvigsson JF, Osby U, Ekbom A, Montgomery SM. Celíaca doença e risco de esquizofrenia e psicose outros: um estudo de coorte população em geral.
Scand J Gastroenterol. 2007 fev; 42 (2) :179-85.

(Ix) Hu WT, Murray JA, Greenaway MC, Parisi JE, Josephs KA.
Declínio cognitivo e doença celíaca. Arch Neurol. 2006 Oct; 63 (10) :1440-6.

(X) Bushara KO. Neurológica apresentação da doença celíaca. Gastroenterologia. 2005 Apr; 128 (4 Suppl 1): S92-7. Revisão.

(Xi) Millward C, Ferriter M, S Calver, Connell-Jones G. glúten - e caseína dietas livres para o transtorno do espectro autista. Cochrane Database Syst Rev. 2004; (2): CD003498. Revisão.

(Xii) PH Green, Jabri B. A doença celíaca. Lancet. 2003 02 de agosto; 362 (9381) :383-91. Revisão


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Sensibilidade ao glúten



O que é sensibilidade ao glúten?


A sensibilidade ao glúten consiste em uma condição clínica em que os indivíduos apresentam alguns sinais e sintomas após a ingestão de alimentos que contenham glúten, como dor abdominal, fadiga, dores de cabeça, dentre outros.

Diferentemente da doença celíaca e da alergia ao trigo, a sensibilidade ao glúten não envolve mecanismos alérgicos ou autoimunes, por isso seus sintomas são menos graves. Na sensibilidade ao glúten, os pacientes são incapazes de tolerar o glúten e desenvolvem uma reação adversa que normalmente não leva a danos no intestino delgado. Além disso, os indivíduos podem apresentar melhora significativa com a exclusão do glúten da dieta. O glúten está presente em alimentos como trigo, aveia, centeio, cevada e malte.

Normalmente, o diagnóstico é feito por exclusão: com a retirada e reintrodução monitorada dos alimentos que contêm glúten. Assim, primeiramente são descartadas as hipóteses de doença celíaca, alergia ao trigo, diabetes tipo 1, doenças inflamatórias intestinais e infecção por Helicobacter pylori. Posteriormente, relaciona-se que os sintomas foram desencadeados pela exposição ao glúten e aliviados por sua exclusão.

O estudo de Sapone e colaboradores buscou compreender as semelhanças e diferenças entre a doença celíaca e a sensibilidade ao glúten. Os autores avaliaram a expressão de genes humanos associados com a função de barreira intestinal, bem como a imunidade inata e adaptativa nessas duas condições clínicas. Os pesquisadores observaram que a doença celíaca e a sensibilidade ao glúten são condições clínicas distintas causadas por diferentes respostas da mucosa intestinal ao glúten.

Esta pesquisa mostrou também que a doença celíaca é uma condição mais complexa, em que ocorre interação entre o aumento da permeabilidade intestinal, lesão da mucosa, fatores ambientais associados com exposição ao glúten e predisposição genética. As lesões típicas intestinais da doença celíaca são mediadas por vias efetoras da resposta imune inata e adaptativa. De maneira diferente, a sensibilidade ao glúten está associada com ativação predominante da resposta imune inata, com ausência de alterações detectáveis ​​na função de barreira da mucosa intestinal.

Leia mais:

O que é doença celíaca?

Monografia: Dietoterapia na Doença Celíaca

Bibliografia (s)

Sapone A, Lammers KM, Casolaro V, Cammarota M, Giuliano MT, De Rosa M, et al. Divergence of gut permeability and mucosal immune gene expression in two gluten-associated conditions: celiac disease and gluten sensitivity. BMC Med. 2011;9:23.

Troncone R, Jabri B. Coeliac disease and gluten sensitivity. J Intern Med. 2011;269(6):582-90.

Massari S, Liso M, De Santis L, Mazzei F, Carlone A, Mauro S, et al. Occurrence of Nonceliac Gluten Sensitivity in Patients with Allergic Disease. Int Arch Allergy Immunol. 2011;155(4):389-394.

Briani C, Samaroo D, Alaedini A. Celiac disease: from gluten to autoimmunity. Autoimmun Rev. 2008;7(8):644-50.

Autor(a):       Rita de Cássia Borges de Castro
Data:             03/08/2011 16:51:27
http://www.nutritotal.com.br

sábado, 17 de dezembro de 2011

Alerta! Os perigos da soja!

Atenção
Os perigos da soja são reais - e muito pior do que você imagina
naturalhealthstrategies.com
Fri, 16 de dezembro de 2011 16:49 CST

Promoção de alimentos de soja como alimentos saudáveis, ignorando os perigos dos derivados de soja e deve ser considerado um crime contra a humanidade. Se você acha que esta afirmação é muito extremo, leia este artigo até o fim, e depois ver o que você pensa!

Os perigos da soja são bem documentadas na literatura científica, o que torna difícil acreditar que muitos de saúde e comunidades de fitness e conselheiros, e maioria das lojas de alimentos saudáveis, ainda promover os produtos de soja como ultra-alimentos saudáveis.

Esperemos que esta deturpação nocivos dos alimentos de soja começará a mudar como os perigos de soja tornam-se mais conhecido.

Um Resumo dos perigos da Soja
Soja e produtos de soja contém altos níveis de ácido fítico, que inibe a assimilação do cálcio, magnésio, cobre, ferro e zinco.

Imersão, brotando, e cozinhar, longo e lento não neutralizam o ácido fítico.

As dietas ricas em ácido fítico foram mostrados para causar problemas de crescimento em crianças.

Inibidores de tripsina na soja interferem com a digestão de proteínas e podem causar distúrbios no pâncreas.

Animais de laboratório mostraram crescimento atrofiado quando os inibidores de tripsina alimentados a partir da soja.

Os estrógenos vegetais encontradas na soja, chamados fitoestrogênios, interromper a função endócrina, ou seja, o bom funcionamento das glândulas que produzem hormônios, e têm o potencial de causar infertilidade, bem como para promover o cancro da mama em mulheres adultas.

Hipotireoidismo e câncer de tireóide pode ser causado por fitoestrógenos da soja.

Fórmula infantil de soja tem sido associada a doença autoimune da tiróide.

De soja foi encontrado para aumentar a necessidade do corpo para a vitamina B12 e vitamina D.

Proteínas de soja frágeis são expostos a altas temperaturas durante o processamento, a fim de tornar proteína isolada de soja e proteína vegetal texturizada, tornando-os impróprios para a digestão humana.

Este mesmo processo resulta na formação de Lisinoalanina tóxicos e nitrosaminas altamente cancerígenas. (Não parece nada a ninguém gostaria de comer, não é?)

MSG, (também chamado de ácido glutâmico livre), uma potente neurotoxina, é formada durante o processamento de alimentos de soja. Muitos produtos de soja têm MSG extra adicionado também. (Veja o vídeo sobre os perigos do Aspartame, primo químico do primeiro MSG).

Alimentos de soja contêm níveis elevados de alumínio tóxico, que negativamente efeitos do sistema nervoso e os rins tem sido implicados no aparecimento da doença de Alzheimer.

Se esta lista dos perigos da soja não é suficiente para fazer você correr para fora da porta de sua loja local de saúde alimentar, continue lendo. E fica ainda pior.

Tem sido encontrado que os bebês fórmulas de soja dada infantil têm estrogênio 13.000 a 22.000 vezes mais do que os bebés alimentados à base de leite fórmulas.

Bebês alimentados exclusivamente com fórmula infantil de soja estão recebendo o equivalente estrogênico (baseada no peso corporal) de pelo menos quatro ou cinco pílulas anticoncepcionais por dia! Você leu certo. Quatro ou cinco pílulas anticoncepcionais por dia! Aqui está a referência que você pode verificar isso por si mesmo. [Irvine, C. et al. "Os efeitos adversos potenciais de fitoestrogênios de soja na alimentação infantil", New Zealand Medical Journal 24 de maio de 1995, p. 318.] Por outro lado, à base de leite de fórmula infantil contém fitoestrógenos quase nenhum, nem leite humano, mesmo quando a mãe come produtos de soja. (Sally Fallon e Mary G. Enig, Ph.D.)

Houve um aumento de amadurecimento físico retardado entre os meninos, incluindo a falta de desenvolvimento dos órgãos sexuais.

Por outro lado, muitas meninas hoje mostram sinais de puberdade, como desenvolvimento dos seios e pêlos pubianos, antes de oito anos de idade, e alguns até mesmo antes da idade de três.

Ambas estas condições anormais têm sido associados ao uso de fórmulas de soja, bem como a exposição a "estrogênios ambientais", tais como PCBs (bifenilas policloradas) e DDE (dichlorodiphenyldichloroethylene) um produto da decomposição do DDT.

Você gostaria de expor o seu bebezinho para os perigos da fórmula de soja?

Mas não Culturas Oriental Coma lotes de soja?

Parece que, historicamente, culturas Oriental consumido tradicionalmente na sua maioria produtos de soja fermentados como tempeh, miso, natto, shoyu e tamari. (Tofu não é fermentado, e cai na perigosa categoria de alimentos de soja.) Eles consumiram esses alimentos de soja em pequenas quantidades, como condimento.

Alimentos de soja respondem por apenas 1,5 por cento de calorias na dieta dos chineses, os pesquisadores descobriram. (1977 Chang KC)

A soja reais consumidos hoje não é o mesmo usado pelos tradicionais culturas orientais.

Problemas com Proteína de Soja IsoladaAlém disso, alimentos de soja modernos são muito diferentes daqueles consumidos tradicionalmente na Ásia. A maioria são feitos com proteína isolada de soja (SPI), que é uma proteína rica em pó extraído por um processo industrial a partir do resíduo da fabricação de óleo de soja. É a maneira da indústria de fazer um lucro em um produto de resíduos. A indústria passou mais de 30 anos e bilhões de dólares desenvolvendo SPI.

Na alimentação de estudos, SPI causado muitas deficiências em ratos. Que a soja provoca deficiência de B12 e zinco em é amplamente reconhecido, mas a gama de deficiências foi surpreendente.

Embora SPI é adicionado a muitos alimentos, que nunca foi concedido o status de GRAS, que significa "Geralmente Reconhecido como Seguro". A FDA concedeu o status de GRAS somente para SPI para uso como aglutinante em caixas de papelão. Durante o processamento de soja, muitas toxinas adicionais são formados, incluindo os nitratos (que são cancerígenos) e uma toxina chamada Lisinoalanina. Foi preocupações sobre Lisinoalanina em SPI que levou a FDA a negar o status de GRAS para a SPI como aditivo alimentar.

Apesar de todos estes perigos de proteína isolada de soja, SPI é o ingrediente básico da fórmula infantil de soja. O FDA ainda permite que uma alegação de saúde para alimentos contendo 6,25 gramas por porção SPI.

Estudos científicos mostrando os efeitos adversos da soja na dieta

O Weston Price Foundation tem uma lista de estudos realizados de 1971-2003 mostrando os efeitos adversos da soja na dieta.

Para lhe dar uma idéia de como condenar esses estudos são, aqui são apenas resumos poucos. Há mais de 50 mais!

1986
Fort P e outros. Aleitamento materno e insulino-dependente diabetes mellitus em crianças. J Am Coll Nutr 1986; 5 (5) :439-441. Duas vezes mais alimentados com soja crianças desenvolveram diabetes como aquelas em um grupo controle que foi amamentada ou recebidos à base de leite de fórmula. Foi com base neste estudo que a Academia Americana de Pediatria tomou uma posição de oposição ao uso de fórmula infantil de soja. Esta objecção foi posteriormente abandonada após a AAP receberam doações substanciais do Conselho Fórmula Infantil.

1994
NM Hawkins e outros. Potencial de toxicidade de alumínio em bebês alimentados com fórmulas infantis especiais. J Pediatr Gastroenterol Nutr 1994; 19 (4) :377-81 (1994). Pesquisadores encontraram concentrações de alumínio de 534 microgramas / L na fórmula de soja, em comparação com 9,2 microgramas / L no leite materno. Os autores concluíram que as crianças podem estar em risco de toxicidade de alumínio, quando consumir fórmula que contém mais de 300 microgramas / L.

1999
Sheehan DM e Doerge DR, Carta a Boletamento Gestão Branch (HFA-305) 18 fev 1999. Uma carta forte de protesto de dois pesquisadores do governo no Centro Nacional de Pesquisa Toxicológica insistindo em que a proteína de soja carregam uma etiqueta de advertência, em vez de uma alegação de saúde.

1999
Branco L. Associação de alta Consumo Tofu Midlife com acelerado envelhecimento do cérebro. Sessão Plenária # 8: função cognitiva, O Terceiro Simpósio Internacional de soja, Programa, Novembro de 1999, página 26. Um estudo em curso de americanos japoneses residentes no Havaí descobriram uma relação estatística significativa entre duas ou mais porções de tofu por semana e "acelerado envelhecimento do cérebro." Aqueles participantes que consumiam tofú na meia idade tiveram as funções cognitivas na terceira idade e uma maior incidência da doença de Alzheimer e demência.

2001
Strom BL e outros. Exposição à base de soja na infância e os resultados endocrinológico e reprodutivo na idade adulta jovem. JAMA 2001 Nov 21; 286 (19) :2402-3. Embora relatada na mídia como uma reivindicação de fórmula infantil de soja, o estudo descobriu que na verdade alimentados com soja bebês tinham mais problemas reprodutivos e asma mais como adultos.

A FDA havia a informação científica sobre os perigos da soja, mas preferiu ignorá-lo

Você pode pensar que as pessoas provavelmente só não sabia sobre os efeitos tóxicos da soja, que a indústria alimentar ea FDA deve ter sido apenas mal informado sobre os supostos benefícios e perigos muito reais, de soja. Infelizmente para a credibilidade do FDA, este não era o caso.

Se você simplesmente fazer uma pesquisa sobre 'soja' no banco de dados planta venenosa do Centro dos Estados Unidos da FDA para a Segurança Alimentar e Nutrição Aplicada, você pode ver essa informação mesmo.

Ali mesmo em preto e branco você vai encontrar 288 estudos sobre a soja, muitos focados nas propriedades tóxicas e os efeitos da soja. Não é muito fácil de entender ou ter acesso aos estudos reais, mas é motivo de grande preocupação que a FDA tinha esta informação e conscientemente escolheu ignorar os perigos, assim como fez com tantos outros aditivos e produtos farmacêuticos.

É trágico pensar no sofrimento humano que poderia ter sido evitada se a FDA acaba de ser mais cautelosos e ouviu seus assessores científicos.

E é incompreensível a pensar que a agência muito federais cujo mandato consiste, entre outras coisas, "promover e proteger a saúde pública, para acompanhar os produtos para a segurança continuou depois que eles estiverem em uso, e para ajudar o público obter o exato, science-based informações necessárias para melhorar a saúde ", pode conscientemente fazer o oposto aparente.

Este é mais um exemplo que evidencia a necessidade de educar-se por encontrar boas fontes de informações para basear suas decisões de saúde e dieta, em vez de depender de selo do FDA de aprovação.


Mais Confirmação sobre os perigos da Soja: Condições médicas possivelmente atribuíveis ao consumo de soja

Asma

Fadiga crônica

Depressão

Diabetes

Arritmia cardíaca

Doença cardíaca ou hepática

Infertilidade / Problemas Reprodutivos

Síndrome do Cólon Irritável

Dificuldades de Aprendizagem / ADD / ADHD

Distúrbios do pâncreas

A puberdade precoce ou retardada

Artrite reumatóide

Condições da tireóide:

Auto-imunes da tireóide (Graves ou Doença de Hashimoto)

Bócio

Hipotireoidismo

Hipertireoidismo

Os nódulos da tiróide

Câncer de tireóide

Outros transtornos da tireóide
Câncer uterino

Ganho de Peso

Sintomas de Transtornos possivelmente atribuíveis à soja

Sempre a sensação de frio ou quente

Anemia

Problemas de comportamento

Unhas quebradiças

Eczema

Desbaste cabelo ou perda

Hiperatividade

Deficiências de aprendizagem

Letargia ou pressão arterial baixa

Sore ossos e articulações

Olhos lacrimejantes ou inchaço

Você ainda acha que estamos exagerando os perigos da soja?

Quando há uma possibilidade muito boa de que algo é prejudicial, como é o caso com soja, o senso comum dita que é melhor evitá-lo!

As empresas que ganham bilhões com a venda de soja gostaria que nós acreditamos que até os perigos da soja são provados sem sombra de dúvida, não devemos preocupar com eles. Isso me lembra de roleta russa: se uma arma tinha uma centena de câmaras, e apenas um foi carregado, eu não arriscaria colocá-lo na minha cabeça e puxar o gatilho. Você faria?

Ou, como Roger Eichman, DDS, resumiu sucintamente o princípio da precaução:

"O princípio da precaução exige ação uma vez a possibilidade de dano existe. Não requer prova sem sombra de dúvida."

Há mais do que evidências científicas suficientes de som para me convencer. Eu costumava pensar que a soja foi uma boa escolha na dieta, mas não mais. Eu parei de comê-lo há muito tempo.

Para mais informações sobre os perigos da soja, vão para a Fundação Weston Price.

Comentário: Para um olhar mais aprofundado para a verdade de Soja ler os seguintes artigos:

Soja: Dark Side of de "Health Food"
95% dos produtos de soja pode ser prejudicial a sua saúde
Não Rápido de soja
Soja é o Bilhete de boa saúde ou infertilidade? Aqui está a colher
Confuso sobre Soja: Perigos Soy Resumido
A Guerra da Soja: Por que a 'Food Milagre' pode ser um risco à saúde e pesadelo ambiental
http://www.sott.net/articles/show/238998-The-Dangers-of-Soy-Are-Real-and-Much-Worse-Than-You-Might-Think

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Não Contém Gluten: Bolachas de Coco Não Contém Gluten Não Contém Cere...

Não Contém Gluten: Bolachas de Coco Não Contém Gluten Não Contém Cere...: Bolachas de Coco Não Contém Gluten Os dias foram passando e eu acabei esquecendo de postar aqui no blog o que eu achei da dieta sem cere...

Baixos Níveis de Vitamina D em Celíacos

Baixos níveis de vitamina D estão relacionados com pré-diabetes
Pesquisadores norte-americanos publicaram na revista Diabetes Care um estudo demonstrando que os baixos níveis de 25-hidroxivitamina D (25 [OH] D, forma circulante da vitamina D no sangue e indicador funcional do estoque desta vitamina no organismo, estão relacionados com pré-diabetes.

Os autores idealizaram este estudo com base em estudos de experimentação animal que verificaram que os baixos níveis séricos de 25 (OH) D prejudicam a síntese e secreção de insulina. Segundo os pesquisadores, a pré-diabetes é uma fase anterior à hiperglicemia do diabetes, em que os indivíduos apresentam maior risco de desenvolver diabetes do tipo 2. As estratégias terapêuticas instituídas nesta fase têm se mostrado eficaz em retardar ou preveni...
r o aparecimento do diabetes tipo 2.

Neste sentido, foram avaliados 12.719 participantes, com idade > 20 anos, dos quais 4.057 tinham pré-diabetes, sendo os demais saudáveis. A pré-diabetes foi definida pela glicemia de jejum de 110-125 mg/dL ou após 2 horas de sobrecarga de glicose entre 140-199 mg/dL, ou valor de hemoglobina glicada de 5,7-6,4%. Em seguida, foram dosados os níveis séricos de 25 (OH) D, em que foram categorizados em quartis (≤17,7; 17,8 - 24,5; 24,6-32,4; e >32,4 ng/mL). A ingestão dietética de vitamina D e o consumo de leite foram avaliados a partir de recordatório de 24 h, aplicado uma única vez. A exposição à luz solar foi avaliada a partir de atividades físicas auto relatadas realizadas ao ar livre, incluindo caminhada, corrida, ciclismo, natação e atividades de jardim/quintal.

Os pesquisadores observaram que os baixos níveis séricos de 25 (OH) D foram associados com pré-diabetes, após ajuste para idade, sexo, etnia, estação do ano, região geográfica, tabagismo, ingestão de álcool, índice de massa corporal, atividade física ao ar livre, consumo de leite, pressão arterial, colesterol sérico, proteína C-reativa e taxa de filtração glomerular. Os indivíduos do 1º quartil (que representa os menores níveis de 25 (OH) D, ≤17,7 ng/mL) apresentaram 1,47 vezes mais chance de desenvolver pré-diabetes (p = 0,001), quando comparados aos indivíduos do 4º quartil (que representa os maiores níveis de 25 (OH) D, >32,4 ng/mL).

“Nossos resultados contribuem para a literatura existente sobre o efeito dos baixos níveis séricos de 25 (OH) D e o desenvolvimento do diabetes tipo 2 demonstrando, pela primeira vez, que os baixos níveis desta vitamina estão independentemente associados com pré-diabetes, fase em que os esforços são eficazes na prevenção do aparecimento do diabetes”, ressaltam os autores.

“Em resumo, em uma amostra representativa de adultos, baixos níveis séricos de 25 (OH) D foram associados positivamente com pré-diabetes. Com isso, seria de relevância para a saúde pública verificar se a suplementação de vitamina D poderia ajudar a prevenir ou retardar o aparecimento do diabetes tipo 2”, concluem.
Fonte: Nutritotal
Enviado pela Dra.Noadia Lobão

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Como evitar a contaminação cruzada?

A contaminação cruzada ocorre quando os alimentos sem glúten entrar em contacto com os alimentos que contêm glúten ou resíduo de glúten, como migalhas de pão ou de amido de macarrão.

Enquanto uma casa livre de glúten e... uma cozinha é o ideal, se você tiver uma família, companheiros de quarto ou de um parceiro, isso pode ser difícil.

Aqui estão algumas estratégias inteligentes que podem mantê-lo seguro e saudável, mantendo um lar feliz ...
O seu estoque de geladeira com condimentos duplicar ou escolher garrafas squeeze mais frascos para manter migalhas fora da mostarda e maionese.

Compra recipientes separados de manteigas, geléia e manteiga ou margarina e rotulá-los com uma etiqueta impressa ou adesivo colorido.

Designar uma cesta ou uma prateleira na geladeira por condimentos sem glúten para reduzir o risco de confusão.

Se você tem o espaço, atribuir um armário específico para os alimentos sem glúten. Quando você está armazenando alimentos sem glúten na despensa, coloque-os acima de produtos que contenham glúten na despensa para eliminar qualquer risco de cereal cracker, ou migalhas de pretzel contaminando seu alimento. Se você tiver um código de cores itens em sua geladeira, continue essa rotulagem na despensa.

Substituir o seu panelas com panelas de aço inox e panelas de ferro fundido ou comprar novo ou não-pau cookware especificamente para os alimentos sem glúten . Utensílios de madeira e plástico, filtros, coadores e peneiras também são fontes potenciais de contaminação cruzada. Opte por utensílios de metal ou silicone e comprar um coador e peneira para segundo sem glúten cozinhar e assar. Armazenar esses itens em um local diferente ou optar por comprar utensílios de cozinha coloridos para tornar mais fácil para mantê-los separados.

Pequenos utensílios de cozinha, incluindo a sua torradeira, torradeira e máquina de pão podem colocá-lo em risco de contaminação cruzada. Comprar uma torradeira separados para pão sem glúten e waffles ou optar por uma torradeira e bandejas separadas. Você também pode pegar sacos reutilizáveis torradeira para manter o seu pão livre de contaminação. Se você planeja usar uma máquina do pão sem glúten para panificação, investir em um novo só para pães sem glúten.

Limpa antes de preparar as suas refeições ou lanches. Aproveite o tempo para limpar os contadores e superfícies para baixo com um spray de limpeza doméstica antes de fazer um sanduíche de pão sem glúten ou uma fatia de uma maçã sobre o balcão. Se você está preparando o glúten, contendo alimentos para os amigos ou a família, lave bem as mãos com água e sabão antes de comer ou preparar sua própria comida .

Enquanto você pode manter alguns produtos que contenham glúten em sua casa sem arriscar sua saúde, outros têm para onde ir. Trigo, centeio e cevada farinhas pode permanecer no ar por várias horas, os contadores de contaminação, utensílios de cozinha e outras superfícies.

Não há dúvida de que a gestão de diferentes dietas em uma cozinha única coloca desafios, especialmente quando a contaminação cruzada acidental leva a consequências tão desagradável e insalubre. Com o tempo, essas modificações para a vida na cozinha se torne uma segunda natureza, permitindo que você compartilhe as refeições com seus colegas de casa sem se preocupar.

http://www.celiact.com/blog/2011/12/12/73-gluten-free-kitchen-avoid-cross-contamination

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Produto novo chegando!

Mil Mix segue a tendência da panificação sem glúten


A Mil Mix, industria de alimentos voltada ao mercado de sorvetes e frozen yogurt adquiriu a Zimase por meio do Grupo Live (grupo de investidores que possuem a Mil Mix), que passa a fazer parte da Divisão de panificação e confeitaria da empresa Mil Mix. A marca passou por uma reestruturação após a contratação do novo Diretor Comercial José Gil Alvarez. Só a Divisão de Panificação e Confeitaria possui mais de 400 itens, inclusive produtos sem glúten pertencentes a linha Zima Health.
A pré-mistura sem glúten é usada para bolos nos sabores: abacaxi, aipim, baunilha, chocolate, laranja, milho e biscoito e não utiliza trigo e nem contém a proteína que causa a doença celíaca, mas possui o mesmo sabor de um bolo comum. No segmento de panificação a Mil Mix possui os Pães Light sem Glúten, que mesmo sem o glúten possuem um sabor acentuado e delicioso. Os pães podem ser encontrados nos sabores: aipim, alho, batata, branco, cenoura, ervas finas, fibras, integral, linho, milho, multicereais e soja.
A marca Zima Health é uma linha de produtos que está preocupada com a saúde e o bem estar de seus consumidores, com produtos mais saudáveis, diets e até mesmo sem o glúten que causa a doença celíaca.
Mil Mix, industria de alimentos há 6 anos proporciona soluções e inovações para o segmento de food services como a Divisão de Sorvetes e Frozen yogurt e agora a partir da compra da Indústria Zimase, uma empresa com 25 anos de mercado, ganha mais opções em seu portfólio com a Divisão de Panificação e Confeitaria.
http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=184668

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Intolerância ao glúten em cães e gatos


Acabei de descobrir que cães e gatos também podem ter intolerância ao glúten, e ter também as mesmas doenças. Portanto é conveniente usar ração sem glúten para seu cachorro, gato, pássaros,tartarugas, ramster etc. Não é paranóia não gente! É realidade!             Se é pra escolher  então vamos nas sem glúten, pela saúde de seu animalzinho e sua também . Porquê? Você sabia quem tem Doença Celíaca  ao entrar em contato com seu animal e ele estiver a pouco tempo ingerido ração com glúten pode te contaminar? E se for  lavado com shampoo com glúten também? Principalmente quem tiver dermatite herpetiforme, se ela tem que tomar cuidados com seus shampoos e cremes , o mesmo deve ser feito também com quem você tem contato direto. Então taí 2 razões para cortar o glúten também do seu animal.Nao devemos mesmo deixar os animais nos lamber, nem na boca e nem em qualquer outro lugar, da mesma forma que nao devemos beijar nossos animais (tocar eles com nossos labios), mesmo que seja o seu corpo, ou topo da cabeca, da mesma...Aqui vai algumas dicas da veterinária Cristina Espana de Albuquerque: Ração Golden para cães de salmão e arroz, de salmão para gatos, rações da Alcon para peixes e tartarugas ( Reptolife),todas as rações de aves e carnes  costumam ter. Vejam o que um veterinário celíaco fala http://dogtorj.com/what-is-food-intolerance/gluten-intoleranceOutra opção de ração bem mais cara que a Golden , mas é outra opção! Retirada do blog http://artninha.blogspot.com.br/2012/08/racao-para-cao-sem-gluten.htmlRAÇÃO PARA CÃES SEM GLÚTENDepois de pesquisar na internet  perguntar a amigos de comunidades encontrei uma ração sem glúten, é a Hipoallergenic Canine ,ela é usada para tratamento de dermatites.


Ingredientes
Quirera de arroz, proteína hidrolisada de soja*, gordura suína, gordura de frango, polpa de beterraba, zeolita, óleo de soja refinado*, óleo de peixe refinado, fruto-oligossacarídeos, óleo de borragem, extrato de Marigold, fosfato bicálcico, cloreto de potássio, carbonato de cálcio, cloreto de sódio (sal comum), fosfato monocálcico, fosfato monossódico, vitaminas (A, E, D3, C, B1, B2, B6, B12, PP), biotina, ácido pantotênico, ácido fólico, cloreto de colina, inositol, cobre aminoácido quelato, sulfato de cobre, sulfato de ferro, manganês aminoácido quelato, óxido de manganês, iodato de cálcio, zinco aminoácido quelato, óxido de zinco, selenito de sódio, fígado de frango, taurina, tirosina, DL-metionina, L-lisina, antioxidante (BHA). *proteína hidrolisada de soja e óleo de soja refinado produzidos a partir de soja geneticamente modificada por Agrobacterium sp.