domingo, 29 de abril de 2012

Mundo artificial


“Sabor idêntico ao natural de morango”… “Corante artificial tartrazina”… “Corante artificial amarelo crepúsculo”.. “conservantes”.. “antioxidantes”..”acidulantes”. Pronto. O mundo da artificialidade está feito. As pessoas compram um produto com sabor de morango, e acham que realmente estão comendo morango. Alguém abre uma refrigerante com sabor de laranja e acredita que ali tem tudo a ver com laranja. Puro engano. Nada mais artificial do que isso. Aliás, poucos esforços tem sido feito para minimizar os efeitos artificiais na alimentação. Tudo é artificial. Sabor artificial de manga, corante artificial disso, conservante tal, acidulante, antioxidante. O povo afinal está realmente se alimentando ou se enganando?
É um verdadeiro engano. E o pior é que vez por outra aparece alguma notícia polêmica sobre esses inúmeros corantes e cia. O corante tartrazina produz reações alérgicas em algumas pessoas. Agora pouco a BBC publicou mais uma: ‘Corante de hambúrguer pode causar câncer’. Aliás, o mesmo corante desse hamburguer é usado também nas salsichas. Trata-se da substância E128, também conhecida como “Vermelho 2G”. O alerta é da Autoridade Européia de Segurança Alimentar, que recomendou que o tal corante não fosse mais considerado seguro para o consumo humano.
Acontece que o corante Vermelho 2G é convertido pelo corpo em um composto oleoso, a anilina. Os exames em ratos e camundongos indicam que esta substância tem o potencial de desencadear o câncer, visto que os roedores injetados com anilina desenvolveram tumores cancerosos. O Vermelho 2G já é proibido em vários países, incluindo o Japão.
Assim é esse mundo artificial. Indústrias ávidas por dinheiro injetam substâncias duvidosas nos produtos para as massas. As autoridades responsáveis acham que não vai fazer mal, até que se prove o contrário. Depois, algum cientista nada superficial pesquisa e descobre. Por que será que parece que estão fazendo as pessoas de cobaias? Depois que todo mundo está nadando na artificialidade (quase todo mundo) é que eles vão avisar que agora descobriram que aquilo é prejudicial. Mas, bilhões de pessoas no mundo nem se dão conta disso. O importante é o sabor, mesmo que seja de mentirinha. O importante é a cor, mesmo que seja forjada. As pessoas confiam demais naquelas autorizações do Ministério disso, Ministério daquilo, Conselho disso, Conselho daquilo. Mas, depois, só os países realmente sérios vão acatar o que os cientistas dizem a respeito, porque muitas vezes se descobre que tal corante é prejudicial, mas, poucos países acatam. Deixando seu povo refém de uma comida de mentira, com um sabor de mentira, e com efeitos bem desagradáveis. Infelizmente, corantes proibidos em outros países são usados no Brasil, sem problema.
Mas, é muito comum todo mundo ver a mensagem nas embalagens: NÃO CONTÉM GLÚTEN ou CONTÉM GLÚTEN. E por quê? Porque as pessoas que tem a doença celíaca tem intolerência permanente ao glúten, que é a principal proteína presente no Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, e no Malte (sub-produto da cevada), cereais amplamente utilizados na composição de alimentos, medicamentos, bebidas industrializadas, assim como cosméticos e outros produtos não ingeríveis.
Pois então, o glúten ficou famoso porque um grupo de pessoas que ficam doentes através dessa proteína protestou e o Presidente Lula sancionou a lei 10.674, de 16/05/2003, cujo artigo primeiro diz assim: “Todos os alimentos industrializados deverão conter em seu rótulo e bula, obrigatoriamente, as inscrições ´Contém Glúten´ ou ´Não contém Glúten´, conforme o caso.”
Enquanto o glúten, que causa problemas apenas a pessoas portadoras dessa enfermidade, está sendo tão vigiado, os corantes e seus comparsas passam desapercebidos pela multidão de consumidores.
O problema é que sempre acontece assim: o produto é pré-testado, ok. Mandam para o mercado. Depois, é testado de novo, enquanto todo mundo já está consumindo. É como se o povo fosse a cobaia. Até quando parte da indústria alimentícia vai vender produtos como se vende diversão no parque? Tudo artificial. Sabor artificial. Cor artificial. Nada é real. Acredito que o povo merece mais respeito e coisas mais reais e verdadeiras para consumir. Porque o povo acredita facilmente no que é recomendado pelas Instituições superiores, mas muitas vezes paga sem perguntar, sem questionar e leva um produto que vai dar bastante trabalho para seu corpo, porque provavelmente vai acionar as defesas, as quais poderiam estar sendo usadas combatendo alguma doença, mas vão combater aquilo que a pessoa comeu ou tomou.
Acontece que nós já tomamos o artificial por natural. Mas, empresas sérias do ramo alimentício estão preocupadas com esses produtos artificiais. É só ir ao supermercado e ver que muitos produtos fazem questão de dizer: “sem gordura trans”, “sem conservante”, etc. Aliás, a gordura trans é outra inimiga do coração, qualquer cardiologista sincero dirá isso. Foi criada para melhorar o alimento, acabou piorando, tornado-se na vilã entre as gorduras.
É, nesse mundo artificial está cada vez menos comum a alimentação natural. Até as frutas podem sofrer com os agrotoxicos. Por isso, ainda temos um longo caminho a percorrer na luta pela alimentação saudável. Talvez essa maturidade por completo na indústria alimentícia só venha de fato quando o país realmente se tornar uma nação de primeiro mundo. Enquanto não, agente pode ficar acompanhando os boletins sobre saúde da Europa ou do Japão.

Wintemberg Rodrigues - wintemberg@digi.com.br

Comentário Empreendedor

Wintemberg Rodrigues é cristão, administrador pela UFRN e escritor, autor do livro (teatro) Dr. Gänsehaut. Seus artigos trazem um olhar cristão e empreendedor sobre diversos assuntos. Antes de adicionar no Facebookenvie uma mensagem de apresentação. Siga-me no Twitter

sábado, 28 de abril de 2012

DC e Odontologia

Recebi estes links da amiga Miriam Nunes e achei muito importante passar para todos sobre os problemas que podem ser causados aos dentes a ingestão de glúten em celíacos e também pelos cremes dentais.
Passem para seus dentistas , pois são muito poucos os que entendem deste assunto.

http://www.healthnowmedical.com/blog/2012/04/17/white-spots-on-teeth-could-mean-celiac-disease/
http://www2.uea.edu.br/noticia.php?notId=21622http://www.glutenfreesociety.org/gluten-free-society-blog/dentists-are-taking-an-active-role-in-diagnosing-gluten-sensitivity
http://www.riosemgluten.com/odontologia_celiaca.htm
http://www.cruzeirodovale.com.br/?alergia-ao-creme-dental&ctd=7349&menu=30
http://paginas.fmd.up.pt/newsletter/index.php?option=com_content&view=article&id=84%3Arepercussoes-orais-da-doenca-celiaca&catid=37%3Aartigos&Itemid=74&showall=1

quinta-feira, 26 de abril de 2012

DC e Demência


Demência é disparada - A intolerância ao glúten desempenhar um papel?

Segundo a Organização Mundial de Saúde, os casos de demência são definidas a subir nas próximas décadas.Enquanto mais de 35 milhões de pessoas sofrem com demência em 2010, a estimativa é que os números vão dobrar até 2030. A agência de saúde das Nações Unidas disse nesta semana que em 2050 espera que os casos de demência para triplicar a bem mais de 100 milhões de pessoas. Se você já viveu com um parente com demência ou mesmo tinha um amigo que tinha um sofrimento membro da família, você sabe o pedágio que leva sobre o paciente, bem como a sua família. Eu sei que em nossa prática aqui no HealthNow, eu freqüentemente atender pacientes que sofrem de demência na sua família, e para eles, impedindo que ele em si é um objetivo importante. A questão que irá abordar aqui é: Será que a intolerância ao glúten têm um papel na demência? 


A doença de Alzheimer é considerado ser uma das principais causas de demência.Doença de Alzheimer é uma doença auto-imune, o que significa que o próprio sistema imunitário do corpo é responsável para atacar o cérebro do paciente e criando os sintomas de demência. A doença celíaca não é apenas uma doença auto-imune, em si, mas é conhecido por causar outras doenças auto-imunes, como resultado dos danos criando no intestino delgado - chamado um intestino permeável. A pesquisa mostra que quanto mais tempo uma pessoa tem a doença celíaca não diagnosticada, o mais provável é que eles estão a desenvolver uma doença auto-imune, tornando o diagnóstico precoce de suma importância. 1

Aqui no HealthNow encontramos dois pacientes com doença celíaca e sensibilidade ao glúten em risco para a doença auto-imune. É também frequente ver uma resolução agradável ou melhoria desses sintomas auto-imunes quando o glúten é removido da dieta.


Nossa capacidade de diagnosticar a doença celíaca é muito pobre em os EUA Nós só diagnosticar 3 a 5% das pessoas que sofrem. Uma pesquisa recente mostra-nos que a incidência celíaca factualmente aumenta com a idade do paciente. Assim, enquanto 1% da população com doença celíaca torna o transtorno mais comum ao longo da vida em os EUA ea Europa, esse número quadruplica a 4% com a idade. Portanto, há provavelmente muitos milhões de adultos neste país vivem com a doença celíaca não diagnosticada (para não mencionar a sensibilidade ao glúten), que estão sem saber que sofrem de danos cerebrais como resultado. 


O glúten afeta o cérebro? Há ampla pesquisa para mostrar que o sistema imunológico do corpo reage ao glúten e que pode resultar em uma série de cérebro questões conexas, incluindo: atrofia cerebral, lesões no cérebro (chamado de lesões na substância branca), diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro (hipoperfusão chamada ) e inflamação dos vasos sanguíneos no cérebro (chamada vasculite). Compreende-se como tais danos poderiam criar sintomas de demência. 


Britânico clínico, Dr. Maios Hadjivassiliou, uma autoridade de renome mundial em glúten, relatada na revista The Lancet que a sensibilidade ao glúten pode ser às vezes exclusivamente uma doença neurológica. 2 Em outras palavras, pessoas que sofrem de intolerância ao glúten pode ter absolutamente nenhum sintomas digestivos, mas terá problemas com disfunção cerebral. 


Como muitas das pessoas com intolerância ao glúten não diagnosticada desenvolver demência? Nós não sabemos exatamente. Um estudo encontrou dois pacientes com doença de Alzheimer que foram posteriormente diagnosticados com a doença celíaca. Uma vez que uma dieta isenta de glúten foi iniciado, seus sintomas cognitivos (clareza mental) melhoraram3. 


Infelizmente, esse dano ao cérebro não é relegado para a população adulta. Pesquisadores em Israel encontrei problemas neurológicos em 51% das crianças com sensibilidade ao glúten. Eles também afirmam que há uma ligação entre a sensibilidade ao glúten e déficit de atenção / hiperatividade (TDAH). 
Muitas vezes me perguntam como algo que você come pode afetar seu cérebro. Mesmo com os pacientes que notam uma melhora acentuada na sua própria memória, humor e depressão, uma vez de embarcar em uma dieta livre de glúten, que muitas vezes não consigo acreditar que é realmente glúten criar esses efeitos e têm dificuldade em explicar como isso acontece aos outros. 


A melhor maneira de entender uma questão bastante complexa que envolve o sistema imunológico do corpo, glúten e substâncias químicas inflamatórias, é olhar para uma analogia simples. 


Imagine os quartos de sua casa para ser partes de seu corpo. A cozinha é o seu trato digestivo, o sótão é o seu cérebro, a sala é o seu fígado, etc Vamos dizer que você comeu glúten e seu corpo reagiu mal a ele, porque você estava intolerantes ao glúten. Quando o glúten chega em seu trato digestivo, a irritação que ele cria é semelhante a ter um início de incêndio. Continuando com a nossa analogia, o glúten ingerida criou um incêndio em sua cozinha. 
Mas os incêndios dos estadia colocar 'ou eles tendem a se espalhar? 


Agora vamos imaginar que o fogo da cozinha é tão grave que a força de ele envia faíscas e chamas para outras áreas da casa. Antes que você perceba, sua sala de estar, sótão, banheiro e quartos estão todos em chamas. Lembre-se que cada um destes quartos representa uma parte diferente de seu corpo. 


Tanto na forma de um incêndio pode se espalhar por toda a casa, também pode glúten afetar outras partes do seu corpo através da rápida disseminação de produtos químicos. Estes produtos químicos são chamadas citocinas (site-o-Kines) e podem criar sérios danos onde quer que vá, mas mais especialmente o cérebro responde negativamente a eles. De facto, os níveis elevados de citocinas são encontrados em pacientes com doença de Alzheimer, de Parkinson, autismo e esclerose múltipla. As citocinas são verdadeiramente inflamatória, assim comparando-os às chamas não está longe. 


Um estudo de 2006 de Mayo Clinic encontrou uma forte correlação entre a doença celíaca eo declínio mental. Publicado em Archives of Neurology, os autores afirmaram que apesar de encontrar deficiência mental associada à doença celíaca, nenhum médico havia feito essa associação com esses pacientes. Eles pediram que os médicos reavaliar o papel que o glúten pode jogar em uma demência tratável e procurar por ele em seus pacientes. 4 


No estudo de 13 pacientes, com idades entre 45 - 79, com o declínio mental progressivo ao longo de dois anos e comprovada por biópsia doença celíaca, que não estava sob controle com base nos sintomas digestivos, 3 pacientes melhorou ou permaneceu inalterada após o início de uma dieta livre de glúten. Perceber que este é mais de 23% dos pacientes que apresentam estabilização ou melhora - não pequena porcentagem. 
Em apoio de glúten causando seus sintomas, 10 foram ataxia (marcha instável) que é uma condição extremamente comum como um resultado da intolerância ao glúten. Quatro pacientes tiveram deficiência de nutrientes (vitamina E e B12), mas completando a dieta não fez nada para melhorar seus sintomas. [Nota: com a idade desses pacientes e doença celíaca não diagnosticada, a probabilidade de que eles foram incapazes de absorver a nutrição devido ao dano de seus intestinos, é alta.] 


Aqui está a verdade da questão: A demência é sobre o aumento de forma dramática. Grande parte da causa da demência de Alzheimer é. Alzheimer e diminuição da capacidade mental tem uma forte relação com intolerância ao glúten. Diagnosticar intolerância ao glúten e mudar sua dieta pode afetar positivamente o cérebro. 


Portanto, a mensagem takeaway é: Faça o teste de intolerância ao glúten e, mais especialmente se demência ou qualquer doença auto-imune é executado em sua família, faça o teste logo! 


Espero que isso era útil. Por favor, compartilhe esta informação com seus amigos e familiares. Estou empenhado em aumentar a consciência de intolerância ao glúten e melhorar a saúde de todos os americanos (na verdade, vamos incluir todo o planeta!). O compartilhamento dessas informações irá ajudar a realizar esse objetivo. 


Nosso destino clínica atende pacientes de todo o país e internacionalmente. Você não precisa viver localmente para obter ajuda. Se você gostar de alguma assistência melhorar a sua saúde, eu gostaria de convidá-lo para receber uma análise de saúde gratuitos. Ligue para 408-733-0400 - estamos aqui para ajudar! 




Para a sua boa saúde, 
Dr Vikki Petersen, DC, CCN 
Fundador da HealthNow Medical Center 
Co-autor de "O Efeito Glúten" 
Autor do eBook: "A intolerância ao glúten - O que você não conhece pode estar matando você!" 

Referências
1. Gastroenterology 1999 Volume 117, Issue 2 , Pages 297-303, agosto de 1999 "Duração da exposição ao glúten e risco para doenças auto-imunes em pacientes com doença celíaca"
2. Hadjivassiliou M, Grunewald RA, Chattopadhyay AK, Davies-Jones GA, Gibson A, Jarrat JA, et el. . Clínico, radiológico, neurofisiológico, e as características neuropatológicas da ataxia Glúten Lancet 1998; 352:1582-5.
3. Lurie Y, Landau DA, Pfeffer J, Oren R. A doença celíaca diagnosticada em pessoas idosas. J Clin Gastroenterol. 2008 Jan; 42 (1) :59-61.http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18097291
4 William T. Hu, MD, PhD;. Joseph A. Murray, MD; Melanie C. Greenaway, PhD; Joseph E. Parisi, MD; Keith A. Josephs, MST, MD Comprometimento Cognitivo e da Doença Celíaca. Arch Neurol 2006;. 63:1440-1446.
. Dickey W. epilepsia, calcificações cerebrais e doença celíaca. Lancet 1994; 344:1585-6
. Hadjivassilou M e Grünwald R. A Neurologia da sensibilidade ao glúten: Ciência vs Conviction Neurologia Prática 2004 4, 124-126..
4. Collin P, Pirttilä T, Nurmikko T, H Somer, Erilä T, Keyriläinen O. A doença celíaca, atrofia cerebral e demência Neurology 1991 Mar;.. 41 (3) :372-375.
5. Ghezzi A, M Filippi, Falini A, Zaffaroni envolvimento M. cerebral na doença celíaca: um estudo de série MRI em um paciente com sintomas cerebelares e tronco encefálicoNeurologia Nov 1997; 49 (5) :1447-1450...
6. Matthias Kieslich, MD, Germán Errázuriz, MD, Hans Georg Posselt, MD, Walter Moeller-Hartmann, MD, Friedhelm Zanella, MD, e Hansjosef Boehles, MD. Substância branca do cérebro Lesões em Doença Celíaca: Um Estudo Prospectivo de 75 Doentes tratados com Dieta PEDIATRIA Vol. 108 No. 2 de Agosto de 2001, p... E21.
7. Addolorato G et al (2004) hipoperfusão cerebral regional em pacientes com doença celíaca Am J Med 116 (312-317)
8. Emanuel B., A. Lieberman. Mudanças do eletrencefalograma na doença celíaca. O Jornal de Pediatria, Volume 62, Issue 3, Pages 435-437.
9. Lea ME, Harbord M, Sage MR. Calcificação occipital bilateral associada com doença celíaca, deficiência de folato e epilepsia. AJNR um 6:1498-1500, agosto 1995.
10. B. Emanuel, A. Lieberman. Mudanças do eletrencefalograma na doença celíaca. O Jornal de Pediatria, Volume 62, Issue 3, Pages 435-437
11. Hipoperfusão cerebral regional em pacientes com doença celíaca. The American Journal of Medicine, Volume 116, Issue 5, Pages 312-317
12. RL Chin, MD, HW Sander, MD, TH Brannagan, MD, PHR Green, MD, AP Hays, MD, A. Alaedini, PhD e N. Latov, MD PhD. Celíaca Neuropatia Neurology 2003;. 60:1581-1585.
13. Wilkinson ID, Hadjivassiliou M, Dickson JM, Wallis L, Grünwald RA, Coley SC, Widjaja E, Griffiths PD. Anormalidades cerebelar na espectroscopia de prótons por ressonância magnética de Ataxia Glúten J Neurol Neurosurg Psiquiatria 2005. Jul; 76.(7) :1011-3.
14. Kepes JJ, Chou SM, Preço PV., Jr leucoencefalopatia multifocal progressiva com 10 anos de sobrevida em pacientes com espru não tropical. Relato de um caso incomum de luz e eletrônica de características microscópicas. Neurology. 1975 Nov; 25 (11) :1006-1012.
Tradução google

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Leites Vegetais

domingo, 23 de outubro de 2011

Receita: Leite de Girassol, Quinua e Gergelim



Você é como eu, que não toma leite de vaca, cabra ou de soja?

Então vou passar estas 3 receitas que eu faço em casa e ADOOOROO, além de fácil, rápido é bem gostoso! #Recomendo

LEITE DE GIRASSOL

Ingredientes:
- 1 xícara de semente de girassol, ou só da castanha
- 1 litro de água chiando
- 1 colher de café rasa de sal marinho
- 2 colheres de sopa cheia de mel ou melado

Modo de Preparo: 

Bater bem no liquidificador, coar (no caso da semente) e servir quente ou frio.

LEITE DE QUINUA

Ingredientes:
- 2 colheres de sopa de quinua em grão
- 250mL de água

Modo de Preparo: 

Ferver a quinua na água por 15 minutos. Bater tudo no liquidificador e depois coar.Dica: O leite de quinua pode ser batido com uma fruta de sua preferência.

LEITE DE GERGELIM
Ingredientes:
·         - ¼ xícara de semente de gergelim hidratado ou germinado;
·         - 1 copo (200ml) de água mineral.

Modo de preparo:
Bater no liquidificador as sementes com a água e coar.
Mais dicas no Twitter: @JulianaPansardi

sexta-feira, 20 de abril de 2012

DC e Psoríase


A DOENÇA CELÍACA E PSORÍASE LIGADA POR ANTICORPOS AO GLÚTEN


20/04/2012


A DSG ajuda a algumas pessoas com psoríase.
 Pesquisas indicam que pacientes com psoríase têm níveis elevados de anticorpos circulantes ao glúten em seu corpo.
 Estes anticorpos indicam que pacientes com psoríase estão reagindo ao glúten em sua dieta, embora não tenham sido diagnosticados com a doença celíaca.
 Isto não significa necessariamente que o glúten é a causa da psoríase, embora permaneça para determinar a ligação entre a CE e os meios de psoríase.
 Os pesquisadores observaram que a psoríase pode coexistir com a doença celíaca clinicamente assintomáticos e dieta sem glúten ajuda a atingir a remissão, mesmo em pacientes com lesões crônicas.
                                         

Mais sobre a Sensibilidade ao Glúten


Quarta-feira, 18 de Abril de 2012


Há dois, três anos atrás só se ouvia falar em sensibilidade ao glúten, para além da doença celíaca, em fóruns e sites de médicos alternativos. Há aproximadamente um ano atrás, esta condição passou a ser mainstream quando o Dr. Alessio Fasano doCentro de Pesquisa Celíaca da Universidade de Maryland, um dos pesquisadores mais conhecidos neste campo, a reconheceu e designou como Sensibilidade ao Glúten Não- Celíaca.

Ainda pouco se sabe, e como a pesquisa na área continua a evoluir, é provável que o que se sabe agora, deixe de ter validade daqui a algum tempo. No entanto, o National Foundation for Celiac Awareness reuniu o conhecimento que existe neste momento e compôs um artigo que pode ajudar a esclarecer algumas dúvidas daqueles que lidam com a intolerância ao glúten. Este panfleto sumariza o conteúdo do artigo.




"Sensibilidade ao Glúten Não-Celíaca

O seu exame de sangue para a doença celíaca veio negativo. E agora? Se tem tido sintomas que parecem relacionados com o glúten, é possível que tenha sensibilidade ao glúten não-celíaca. As pesquisas estimam que 18 milhões de americanos têm sensibilidade ao glúten não-celíaca. Isto é 6 vezes mais a quantidade de americanos que têm doença celíaca.

Os pesquisadores começam agora apenas a explorar a sensibilidade ao glúten não-celíaca, mas gostaríamos de educá-lo sobre o que aprendemos até agora. Siga-nos enquanto apresentamos uma série de Perguntas & Respostas sobre a sensibilidade ao glúten não-celíaca durante 2012. Esta secção foi projectada para o ajudar a entender melhor a sensibilidade ao glúten não-celíaca e o que a diferencia da doença celíaca e das alergias ao trigo.

O que é a sensibilidade ao glúten não-celíaca?
A sensibilidade ao glúten não-celíaca foi um termo cunhado para descrever aqueles indivíduos que não podem tolerar o glúten e experimentam sintomas semelhantes àqueles da doença celíaca, mas que ainda que não têm os mesmos anticorpos e danos intestinais, que surgem na doença celíaca. A pesquisa inicial sugere que a sensibilidade ao glúten não-celíaca é uma resposta imune, em oposição a uma resposta imunitária adaptativa (tais como nas doenças auto-imunes) ou à reacção alérgica.

OK, então o que é uma resposta imune inata?
Os seres humanos nascem com um sistema imune inato. Uma resposta imune inata não é específica para um antigénio, o que significa que não é específica quanto ao tipo de organismo com que luta. Embora a sua resposta seja imediata contra os organismos invasores, o sistema imune inato não tem uma memória imunológica para os organismos invasores. A sua resposta não é dirigida para o próprio tecido, o que resultaria em doença auto-imune.

Ao contrário da sensibilidade ao glúten não-celíaca, a doença celíaca é específica para um antígeno (onde se inclui a transglutaminase tecidual, endomísio, anticorpos desamidados da gliadina, e, em algumas crianças pequenas, também os anticorpos à gliadina) e resulta num ataque contra o seu próprio tecido. Dano intestinal, ou enteropatia, é o resultado directo.

Quais são os sintomas da sensibilidade ao glúten não-celíaca?
A sensibilidade ao glúten não-celíaca partilha muitos sintomas com a doença celíaca. No entanto, de acordo com um relatório colaborativo (Sapone et al,2012), os indivíduos com sensibilidade ao glúten não-celíaca têm uma prevalência de sintomas extra-intestinais ou não-gastrointestinais, como dores de cabeça, "mente nebulosa," dor nas articulações, e dormência nas pernas, braços ou dedos. Os sintomas normalmente aparecem horas ou dias após o glúten ter sido ingerido, uma resposta típica para condições imunológicas inatas como a sensibilidade ao glúten não-celíaca.

Se os sintomas são tão semelhantes, como é que é diferente da doença celíaca?
A sensibilidade ao glúten não-celíaca foi reconhecida como, de um ponto de vista clínico, menos grave do que a doença celíaca. Não é acompanhada pela "enteropatia, as elevações da transglutaminase tecidual, endomísio, ou anticorpos desamidados da gliadina, e aumento da permeabilidade da mucosa que são característicos da doença celíaca" (Ludvigsson et al, 2012). Por outras palavras, os indivíduos com sensibilidade ao glúten não-celíaca não testam positivo para a doença celíaca com base em análises de sangue, nem têm o mesmo tipo de dano intestinal encontrado em indivíduos com doença celíaca. Alguns indivíduos podem sofrer danos intestinais mínimos, e isso desaparece com uma dieta livre de glúten.

A investigação mostrou também que a sensibilidade ao glúten não-celíaca não resulta no aumento da permeabilidade intestinal, que é característico da doença celíaca. O aumento da permeabilidade intestinal permite que as toxinas, bactérias e proteínas dos alimentos não digeridos se infiltrem, através da barreira gastrointestinal, na corrente sanguínea; as pesquisas sugerem que esta é uma alteração precoce biológica que vem antes do aparecimento de várias doenças auto-imunes.

A sensibilidade ao glúten não-celíaca é diferente de uma alergia ao trigo?
Sim. As alergias, incluindo aquelas ao trigo, estão associadas a medições positivas de IgE. O diagnóstico é feito através de testes cutâneos, análises de sangue ao IgE específico do trigo, e um desafio de alimentos. Os indivíduos que apresentam sintomas relacionados com o glúten mas testam negativo para alergia ao trigo podem ter sensibilidade ao glúten não-celíaca."
http://vidassemgluten.blogspot.com.br/2012/04/mais-sobre-sensibilidade-ao-gluten.html

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Semana Mundial da Alergia

Semana Mundial da Alergia

A Organização Mundial de Alergia (World Allergy Organization - WAO) e suas sociedades constituintes promovem a semana de 16 a 22 de abril de 2012 como a Semana Mundial da Alergia, com objetivo de divulgar a mensagem: 

Doenças alérgicas constituem uma preocupação de saúde pública global. 

Por que a alergia é um grande problema em todo o mundo? 
• É comprovado o aumento na prevalência das doenças alérgicas - estima-se que 30 a 40% da população mundial é afetada por uma ou mais doenças alérgicas. 
• Uma grande proporção deste aumento ocorre em crianças e jovens, o que faz presumir que em um futuro próximoesta carga de doenças alérgicas aumente significativamente, na medida em que estes pacientes tornam-se adultos. 
• É fato que também ocorreu um aumento de casos de alergias complexas, envolvendo a participação de vários órgãos, com alta morbidade e produzindo uma maior demanda na prestação de serviços de saúde. 
• O aumento da poluição, variações da temperatura e mudanças ambientais contribuem para o aumento da prevalência de doenças alérgicas relacionadas a fatores ambientais. 
• Tentativas para combater doenças alérgicas em níveis nacionais tendem a ser dispersas. 
Em muitas localidades não existem serviços especializados de alergia, o custo dos medicamentos é alto, além da carência virtual de medidas de esclarecimento e prevenção afetam o controle das doenças alérgicas, diminuem a qualidade de vida e contribuem para o aumento da morbidade e mortalidade nos portadores de doenças alérgicas. 

O que é a Organização Mundial de Alergia (World Allergy Organization – WAO)? 
A Organização Mundial de Alergia (WAO) é uma Aliança Internacional de 89 sociedades de alergia, asma e Imunologia, incluindo a ASBAI organizando atividades de ensino, programas de extensão, simpósios, congressos para alergistas e imunologistas em todo o mundo. 

A organização foi fundada em 1951 e organizou com sucesso 21 congressos mundiais. O WAO também patrocina simpósios científicos nas áreas ao redor do mundo e em desenvolvimento conjunto de patrocinadores dos programas de pós-graduação em alergia e Imunologia Clínica para conferências das associações profissionais de outras especialidades médicas. Leia mais no site da World Allergy Organization.

Determinações:
 - Criar uma abordagem mais integrada e holística para o diagnóstico e tratamento das doenças alérgicas; 
- Aumentar a consciência pública das doenças alérgicas e sua prevenção; 
- Oferecer um maior nível de educação dos médicos especialistas de cuidados primários de saúde e secundário não orientado a alergia; 
- Preparar estudantes de medicina e outros profissionais de saúde para colaborar com os especialistas em global ou fazer a manutenção de pacientes alérgicas; 
- Estabelecer medidas de controle ambiental, reduzindo a poluição do ar interior e exterior, tabagismo e exposição aos alérgenos e medicamentos; 
- Promover uma abordagem preventiva para doenças alérgicas, enfatizando a importância de prosseguir a investigação sobre as causas das doenças e seu tratamento; 

Objetivo: desenvolver planos de ação nacionais que promovam a prevenção de doenças alérgicas e tolerância imunológica a fim de reduzir o encargo e o sofrimento gerado pelas doenças alérgicas. 

Fonte: livro branco sobre alergia da WAO
http://blogdalergia.blogspot.com.br/2012/04/semana-mundial-da-alergia.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+blogdalergia+(Blog+da+Alergia