sábado, 30 de junho de 2012

Beber muita água ou não?


Beber muita água ou não?



Há poucos meses foi amplamente divulgado na mídia um dos maiores absurdos que já ouvi na vida: que não há provas suficientes de que há benefícios em beber água direito. E nesta época de muita seca em todo o Brasil, achei por bem reiterar o que já foi falado e ressaltado exaustivamente aqui no site e pela Liga da Saúde: a importância, absoluta e indiscutível, de tomarmos água em quantidade, qualidade e regularidade adequados, para termos e mantermos real SAÚDE (http://ligadasaude.blogspot.com/2011/09/umidade-baixa-hidratacao-em-alta.html   e   http://www.icaro.med.br/agua/).
É simples assim: SEM ÁGUA, ossos não têm resistência, reações químicas não acontecem, o sangue não circula, os intestinos não funcionam, os pulmões trabalham mal, os rins “travam”, a pele desvitaliza-se, o cérebro agoniza, o metabolismo cai; enfim, sem água TODO o organismo sofre... Só não percebe quem não quer.
Neste nobre espírito de conscientização, trago para vocês matéria escrita pela jornalista Jessica Moraes, do portal Terra (Vila Mulher) sobre o assunto, esperando que de forma simples e objetiva possa tirar dúvidas que ainda possam existir:
“Todos nós sabemos que a água tem papel relevante na nossa saúde.
Mas quão realmente é importante ingeri-la no dia a dia?
Foi divulgada recentemente a opinião de uma médica, Margaret McCartney, condenando a recomendação do Reino Unido de beber até oito copos de água por dia para prevenir a desidratação.
Segundo ela, além de absurdo é ridículo, pois não haveria provas suficientes de se beber grandes quantidades de água. Entretanto, o médico homeopata (com atuação em ortomolecular) Ícaro Alves Alcântara contra-argumenta: "ela está equivocada. É importante sim, beber uma boa quantidade de água ao longo do dia, e em qualquer estação do ano", afirma.
"Acontece que, muitas pessoas sabendo disso, tomam muitos litros de água, duas, três vezes ao dia ou até de uma só vez, o que pode além de dilatar o estômago, gerar grande desconforto", revela.
"O ideal é beber água com mais freqüência durante o decorrer do dia", explica. Um copo de água de uma em uma hora é o recomendável, segundo o especialista. Além disso, o aconselhado na hora do almoço é beber, no máximo, 200ml de água. O excesso de líquido com a comida gera indisposição e é péssimo para a digestão.

"A água hidrata, lubrifica, aquece, transporta nutrientes, elimina toxinas e repõe energia, entre inúmeras outras utilidades. Sendo assim, um adulto normal deveria beber pelo menos três litros de água diariamente", previne o médico.
Se você ainda não está convencido de que deve tomar, no mínimo, três litros de água por dia, basta observar que a desidratação diária ocasiona:
- Desvitalização dos cabelos e descamação do couro cabeludo;
- Distúrbios de concentração, sono e memória, com perda da disposição para realização das atividades diárias;
- Ressecamento dos olhos e tecidos das vias aéreas que, com baixa umidade, tornam-se mais propensos a inflamações ou infecções (conjuntivites, sinusites, bronquites, pneumonias);
-  Lesões de pele, com o aparecimento de cravos e espinhas pela não eliminação adequada de toxinas via pele e seu acúmulo local;
- Respiração dificultada, por vezes levando a falta de ar, sobretudo aos exercícios físicos;
Dores de cabeça (cefaléias), pela menor chegada de sangue no cérebro e pela retenção de toxinas não eliminadas adequadamente em virtude da baixa transpiração.
Água garante a hidratação da pele
Ícaro finaliza apresentando a dieta saudável para qualquer pessoa, diariamente, com quatro hábitos fundamentais: água de uma em uma hora, comer de três em três horas, ingerir na alimentação fibras (frutas, folhas e cereais) e fazer exercícios físicos regularmente, como uma caminhada de 40 minutos, por exemplo, três vezes por semana”.

Fonte:
http://vilamulher.terra.com.br/beber-muita-agua-ou-nao-11-1-60-565.html

Um pouco mais sobre ÁGUA

Ainda fala-se MUITA besteira sobre a ÁGUA, muitas vezes com “embasamento” em meras suposições sem qualquer respaldo fisiológico e outras até atendendo a possíveis “interesses não tão elevados”…

Falo um pouco mais sobre isto neste link ( http://www.icaro.med.br/agua/ ) e mais atualmente na matéria abaixo, do Correio Braziliense de 19/06/12. Confira:



Dois litros de água e uma grande polêmica – Marcela Ulhoa‏

Nutricionista australiano defende que o incentivo a um consumo mínimo do líquido é, na verdade, uma estratégia da indústria que engarrafa o produto. Segundo o pesquisador, frutas, verduras e legumes também fornecem os fluidos necessários para o bom funcionamento do corpo


Marcela Ulhoa

Beber pelo menos 2l de água por dia é realmente necessário ou alarmismo? Um estudo da Universidade La Trobe, da Austrália, sugere que a campanha para o alto consumo do líquido está muito mais ligada aos interesses de empresas que vendem o produto engarrafado do que a uma preocupação com a saúde pública. Responsável pela pesquisa, o nutricionista Spero Tsindos afirma que as conhecidas recomendações que defendem o consumo de oito copos de líquidos por dia foram mal interpretadas intencionalmente, de forma a colocar a água como a principal, e mesmo a única, responsável pela hidratação do corpo. Segundo o pesquisador, os alimentos com alto teor de água têm um papel muito mais importante do que se imagina, sendo a melhor opção, inclusive, para quem quer emagrecer. A tese defendida pelo nutricionista é polêmica e criou um rebuliço entre especialistas.

Para o médico ortomolecular Ícaro Alcântara, a defesa de Tsindos é um contrassenso. “Se a indústria de água engarrafada quer o maior consumo de água, existe uma enorme indústria da doença interessada em que as pessoas se cuidem cada vez menos para que elas possam lucrar em cima dos problemas de saúde”. Segundo Alcântara, a baixa ingestão da água é responsável pelo desenvolvimento de inúmeras doenças, como a cefaleia, a constipação intestinal e problemas relacionados ao ressecamento da pele e dos olhos.

O médico ainda defende ser essencial que um adulto consuma aproximadamente três litros de água durante o dia. “Essa média é calculada para uma pessoa com 60 quilos que vive no nível do mar. Considerando as pessoass que vivem em cidades muito acima do nível do mar, como Brasília, que está mil metros acima do nível do mar e submetido a uma umidade relativa do ar muito baixa, o que requer um consumo maior de água”, alerta. Segundo ele, a necessidade de líquido varia também de acordo com a taxa de atividade física de cada pessoa. “Todas as trocas de nosso corpo precisam da molécula de água para acontecer. A água hidrata, lubrifica, aquece, transporta nutrientes, elimina toxinas e repõe energia.”


Estudo no Saara Para auxiliá-lo em suas conclusões, Tsindos utiliza-se de uma etnografia realizada em 1976 pelo antropólogo Claude Paque sobre o consumo de água entre povos nômades do Deserto do Saara. Em tal estudo, foi constatado que as etnias africanas ingeriam metade da proporção do líquido consumida pelos europeus, e isso tudo em um ambiente infinitamente mais severo. “Não há nenhuma evidência para apoiar a crença dos oito copos de água por dia, mas há evidências de que um adulto saudável pode viver com muito menos”, defende Tsindos em entrevista ao Estado de Minas. Para ele, o “exagero” encontra explicação na rentável indústria da água mineral engarrafada, um dos mercados que mais cresce no mundo. No Brasil, por exemplo, a taxa aproxima-se dos 10% ao ano. “Há 30 anos, você não via uma garrafa de água em nenhum lugar. Agora, elas aparecem como um acessório fashion”, critica o nutricionista.

De acordo com Carlos Alberto Lancia, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Água Mineral (Abinam), o crescimento do setor está relacionado a hábitos mais saudáveis dos brasileiros, que têm, cada vez mais, buscado diminuir a presença dos refrigerantes nas refeições. “A indústria de água mineral é uma das que mais cresce no Brasil porque as pessoas querem um produto natural. Quanto mais você aumenta a cultura do país, mais você vai ter consumidores de água”, defende. Segundo o geólogo, a média de consumo de água no Brasil é de 40l per capita por ano, enquanto a europeia é de 180l.

Em seu artigo, Tsindos relata os resultados da Pesquisa Nacional de Nutrição realizada na Austrália em 1995, um levantamento detalhado que procurou determinar o que os australianos saudáveis comiam e bebiam. Os números finais indicaram uma ingestão de 2,8 litros de fluidos por dia para as mulheres adultas e 3,4 litros para os homens adultos, total que incluía a água encontrada em alimentos e bebidas. Entre as últimas, estavam não só a água pura, mas também a disponível em chás, cafés, sucos, dentre outros. “Os humanos precisam manter um balanço de fluidos no organismo e beber água quando o corpo requer, mas, além disso, precisam considerar o líquido presente nos sucos, nas frutas e nos vegetais não processados”, defende Tsindos.

A nutricionista Fernanda Bassan ressalta que, para que os líquidos sejam incluídos de forma saudável à alimentação, é preciso evitar bebidas com açúcar, sucos artificiais e refrigerantes, inclusive os dietéticos. “Esses fluidos até podem contribuir para a hidratação, mas não são opções saudáveis para a alimentação. É melhor dar preferência aos sucos naturais, aos chás sem açúcar, à água, à água de coco e às frutas”, explica. Segundo ela, o consumo de frutas in natura é ainda melhor do que o de sucos, para manter o alto teor de fibras, vitaminas e minerais. “Devemos consumir pelo menos três porções de frutas e cinco porções de hortaliças ao dia. Com isso, já temos aproximadamente 500ml de água vindos desses alimentos.” Bassan complementa que, apesar de as frutas e verduras serem os alimentos campeões em teor de água, é possível encontrá-la também em carnes, peixes e pães.


Mito da desidratação Na pesquisa desenvolvida pela universidade australiana, outro ponto controverso diz respeito ao momento em que se deve ingerir líquidos. “Existe um mito de que, quando você está com sede, é porque já está desidratado. Isso não é verdade. Seu corpo só está lhe dizendo que é hora de beber. Ele vai absorver a água necessária e remover o resto”, defende Tsindos. Alcântara, entretanto, acredita que beber água de hora em hora, mesmo sem sede, faz parte de ações que visam prevenir possíveis problemas. “É como se você esperasse ter uma cárie para ir ao dentista”, compara o médico ortomolecular.

Além de sua importância em manter o bom funcionamento do corpo, a água é muitas vezes o personagem principal de dietas de redução de peso. Mulheres e homens, em busca do emagrecimento rápido, eliminam drasticamente os alimentos e dão prioridade ao líquido durante vários dias. A pesquisa de Tsindos, entretanto, revelou que a água nos alimentos ingeridos tem maior benefício na redução de peso. “Ela ajuda na perda da fome, mas não é, por si só, a responsável por emagrecer. É preciso combiná-la com um dieta de baixa caloria”, explica. Segundo o pesquisador, a ingestão exagerada de água, além de não ajudar na redução de peso, pode levar à hiponatremia, chegando mesmo à insuficiência cardíaca.

Um diferente ponto de vista, entretanto, é apresentado por Alcântara, que explica o processo de emagrecimento por meio da ação dos três grandes combustíveis do nosso organismo: água, comida e oxigênio. “Se falta um deles, nosso metabolismo diminui. Quem ingere pouca água retém líquido no corpo e acaba engordando. É por isso que a água é importante para quem quer emagrecer, porque é um dos combustíveis para o bom funcionamento do metabolismo”. O médico ainda esclarece que doenças relacionadas ao excesso de água ocorrem somente quando a quantidade ingerida é maior do que a capacidade do rim em filtrá-la e eliminá-la por meio da urina.

Apesar das polêmicas, para Carlos Alberto Lancia, não há nenhuma bebida que possa substituir a água, “o único produto 100% natural”. “A da torneira não é, a do filtro também não. Além disso, a maioria das frutas e verduras tem agrotóxicos. Essa é a realidade. Faça um teste e consuma só a água dos alimentos para perceber a diferença. Existem vários estudos no mundo sobre a água, mas devemos seguir o que é recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde): a ingestão de 2l por dia”, defende”.

Extraído de http://sergyovitro.blogspot.com.br/2012/06/dois-litros-de-agua-e-uma-grande.html









segunda-feira, 25 de junho de 2012

O trigo primitivo poderia nos livrar da intolerância ao glúten?



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Tradução de Claudia Marcelino para o original deste link de 15 de junho de 2012.


O cultivo de grãos primitivos cuja composição não foi alterada, tanto quanto a do trigo moderno, poderia permitir que o intolerante ao glúten comesse pão também.


Há um movimento crescente de agricultores, cientistas e culinaristas que trabalham para trazer de volta grãos primitivos, especialmente aquelas variedades antigas de trigo que estavam por aqui muito antes dos grãos serem amplamente hibridizados para aumentar o rendimento e resistir à doenças. Entre aqueles que estão trabalhando e assando com estes grãos ancestrais, há um grande interesse em uma espécie chamada “einkorn”, uma espécie antiga de trigo nutritivo e de sabor amendoado, que pode ser digerível por pessoas alérgicas ao glúten.

Eli Rogosa, a diretora da Conservancy Trigo Heritage, tem-se dedicado à preservação de espécies raras de trigo antigos e estabelecê-los em uma economia de grãos locais e orgânicos no Nordeste (dos EUA). Em sua fazenda em Massachusetts, ela cultiva as espécies raras de grãos que vêm de bancos de sementes de todo o mundo, mas são resistentes o suficiente para prosperar em uma variedade de diferentes condições ambientais.

Einkorn é um deles. Uma espécie diplóide com 14 cromossomas, einkorn tem uma estrutura de glúten de trigo diferente da moderna (que tem 42 cromossomas) e é mais fácil de digerir. Rogosa, em parceria com a Universidade de Massachusetts, Amherst, está testando para ver se pessoas sensíveis ao glúten e celíacos podem tolerar o grão. Rogosa também está cultivando a planta no local e organizando conferências com os padeiros artesanais e especialistas em cultura sobre a criação de trigos primitivos em New England.

Na Costa Oeste, Bob Klein é outro apaixonado por einkorn. Klein é o co-proprietário do restaurante Oliveto em Oakland, Califórnia e, fundador da Comunidade de Grãos, uma empresa que ele espera venha a ajudar a construir uma economia de grãos local, usando grãos primitivos orgânicos integrais. "Einkorn tem 10.000 anos", diz ele, é o trigo original. "Nós terminamos fazendo grãos radicalmente diferentes através da Revolução Verde" após -1940.

"Coisas como grama de cabra foram introduzidas na estirpe de trigo, e há evidências de que algum grau de intolerância vem da grama de cabra", diz Klein. Se você olhar para as variedades anteriores, explica ele, você não vê esse problema. "Você tem esse fenômeno moderno de muitas pessoas que se tornam intolerantes ao glúten, e é indiscutível. Mas também é muito nebuloso, como o que é exatamente, e se é uma causa ou várias. Uma teoria é que estamos a reagir não ao grão em si, mas ao refinamento, e eu estou nesse grupo. "

Klein montou um comitê comunitário de ciência para Grãos que inclui o escritor Michael Pollan e Mark Shigenaga, um cientista do Hospital Infantil de Oakland Research Institute e uma das maiores autoridades na bioquímica do intestino. A pesquisa de Shigenaga centrou-se sobre o papel da dieta, especialmente nos grãos integrais na modulação da inflamação sistêmica. Shigenaga e Klein estão teorizando que a farinha refinada pode causar um "choque de açúcar" reação que a farinha de trigo verdadeiro não faz, e que as reações ao comê-la (inchaço, cansaço) pode ser causada pelo processo de refinamento.

A comunidade vende grãos na sua totalidade: 100 por cento do germe, farelo, e o endosperma encontrado no grão. Klein não separa qualquer das partes para moer a sua farinha de grão (os fabricantes industriais tendem a retirar o germe e farelo, adicionando-os de volta mais tarde).

Um grande incentivador do grão primitivo é Chad Robertson, o padeiro e dono da Tartine, cuja esposa e co-proprietária, a cozinheira chefe de pastelaria Elizabeth Prueitt, é glúten-intolerante. No ano passado, Robertson viajou para a Dinamarca para assar com grãos primitivos raros e trabalhar com Claus Meyer, o co-proprietário da Noma e a força motriz por trás do movimento de duas décadas, para restaurar grãos primitivos escandinavos na cultura alimentar moderna. Robertson voltou para San Francisco e começou a experimentar com novas criações de pães usando einkorn, kamut, emmer, e outros grãos para a sua nova loja de sanduíches Bar Tartine. (Sua esposa descobriu que ela pode comer muitos desses grãos primitivos.)

Em um artigo recente para a Food Arts, Robertson escreve que o resurgimento dos grãos primitivos beneficia a todos: "O meu primeiro mentor, Richard Bourdon, me ensinou a importância de fazer o pão que é fácil de digerir. Esta lição é trazida para dentro de casa pela intolerância da minha esposa ao glúten. Produtos sem glúten tem crescido rapidamente em um grande negócio. O que me interessa é como fazer grãos nativos e antigos mais facilmente digeríveis para todos nós, com intolerância ao glúten ou não. "

Há evidências de que alguns grãos antigos não têm a toxicidade dos grãos de trigos modernos, mas alguns especialistas estão pedindo mais dados. "Muitas das reivindicações são feitas, mas elas não estão necessariamente baseadas em muitas provas ainda", diz Peter Green, diretor do Centro de Doença Celíaca na Universidade de Columbia. Um dos desafios mais básicos, conforme aponta, é que, enquanto há muito conhecimento sobre doença celíaca, não há muito conhecimento sobre a sensibilidade ao glúten não celíaca em que os pacientes apresentam sintomas, mas nenhuma anormalidade patológica.
http://dietasgsc.blogspot.com.br/2012/06/o-trigo-primitivo-poderia-nos-livrar-da.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+CozinhaSemGltenESemLeite+(Cozinha+sem+gl%C3%BAten+e+sem+leite)

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Substituindo os ovos !

Uma amiga me passou estas maravilhosas dicas de como substituir os ovos nas receitas sem glúten!



Substituto de Ovos e Claras

Nos bolos os ovos tem apenas a finalidade de ligar os componentes da receita e dar a devida consistência leve e fofinha.

Para bolos com 1 a 2 ovos e com 200gr de farinha poderá substituir os ovos da seguinte maneira:

PARA SUBSTITUIR CLARA

1 chávena de polvilho azedo
1 pouco de água

1 - Coloque a água numa panela com o polvilho azedo e leve ao lume, até obter o ponto da
clara de ovos.
2 - Utilize.

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SUBSTITUTO DE OVOS:

Sementes de linhaça, são optimas para os substituir. Faça da seguinte forma:

1 chávena de sementes de linhaça colocada no copo do liquidificador e moidas até obter pó.

Guarde essa farinha obtida no frigorifico num recipiente bem tapado. Vá usando á medida que for precisando

Como proceder por cada ovo a substituir:

1 colher de sopa do pó das sementes
3 colheres de sopa de água.

1 - Misture na água a farinha obtida das sementes e deixe ficar por 1 a 2 minutos( no
máximo, pois se ultrapassar esse tempo ficará muito espesso). Acrescente directamente
nos ingredientes do bolo, ou seja no lugar dos ovos e continue a receita.

Se a receita tiver uma quantidade muito grande de liquido, poderá e deverá colocar apenas em conjunto com os ingredientes secos, 1 colher de sopa da farinha obtida das sementes de linhaça por cada ovo que substitua.


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OUTRAS MANEIRAS DE SUBSTITUIR OS OVOS EM BOLOS COMUNS:

Troque cada ovo por:

2 colheres de sopa de leite de soja
1/2 colher de sumo de limão
1/2 colher de bicarbonato de sódio
Misture tudo muito bem e ecrescente no lugar de cada ovo.

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PARA BOLOS DE TABULEIRO:

Troque cada ovo por:

2 colheres de sopa de leite ou natas
1/4 de colher de chá de fermento
Misture muito bem e utilize no lugar de cada ovo a substituir.

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PARA BOLOS DE FRUTA:

Troque cada ovo por:

1 colher de sopa de farinha de soja
1 colher de sopa de araruta
2 colheres de sopa de água
Misture bem e utilize

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PODERÁ TB UTILIZAR POR CADA OVO:

30 gr de tofu
1 banana pequena ou 1/2 banana grande
1/4 de chávena de chá de sumo de maça
2 colheres de sopa de araruta
Misture bem e utilize.

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50 gr de tofu
1/2 banana
1 - Esmagar tudo muito bem no copo do liquidificador com a quantidade do liquido que a receita contem, e utilizar no lugar do ovo a substituir.

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2 colheres de sopa de leite de soja
1 colher de sopa de sumo de limão
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio
Misture bem e utilize.

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SUBSTITUIR OS OVOS NOS FRITOS:

1 colher de sopa de maizena (ou farinha de soja fica ao seu critério)
2 colher de sopa de água
Diluir bem e utilizar no lugar do ovo a substituir.

OU:<<<< simplesmente não coloca ovo algum.

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NOS BOLOS DE CHOCOLATE:

troque cada ovo por:

2 colheres de chá de fermento
3 colheres de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de vinagre de cidra
Misture bem e junte no lugar do ovo.

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PARA FAZER *PÃES E HAMBURGUERES

Molho de tomate, batata desfeita ou ralada ou massa de aveia.
Isto é para substituir os ovos

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Infertilidade e a prevalência da DC

Mulheres com problemas de infertilidade não deixem de ler!!
Da Universidade Federal da Bahia.
http://www.ppgorgsistem.ics.ufba.br/arquivos/Dissertacoes_2010/Completo_de_Ana_Paula.pdf

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Piquenique sem Glúten !!!!

             Primeiro Piquenique sem glúten da História do Brasil !!!


                                            
     Vamos participar!!! O pessoal está super animado!!

         Cada estado vai ter seu horário diferente, mas o dia vai ser o mesmo.
         Quem quiser participar comunique comigo que indico quem procurar!
                                Já aumentou a quantidade de Estados Brasileiros e já saiu até do Brasil
                                                 para Portugal e Japão!! Sucesso!                                              

terça-feira, 19 de junho de 2012

Glúten deve ser identificado no menu

Vocês lembram deste abaixo assinado??

Projeto de lei de nº 865 - Deputado Hermas Brandão

Abaixo Assinado!!!

 O grupo de celíacos Viva sem Glúten do facebook está recolhendo assinaturas para abaixo assinado desta seguinte lei em apoio ao dep.Hermas Brandão do Paraná.
Uma pequena batalha que precisa ser vencida! Assinem!!


Assembleia Legislativa do Paraná
Autor(es): Deputado HERMAS BRANDÃO JR
DISPÕE SOBRE A OBRIGATORIEDADE DA ESPECIFICAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA PRESENÇA DE GLÚTEN E LACTOSE NOS CARDÁPIOS DE BARES, RESTAURANTES E SIMILARES, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N20782
www.peticaopublica.com.br
Abaixo Assinado para aprovação do Projeto de Lei Número 865 Ano 2011 Autor(es) HERMAS BRANDÃO JR Assunto: INDÚSTRIA E COMÉRCIO Súmula DISPÕE SOBRE A OBRIGA
VAMOS NOS AJUDAR!!

Vejam apenas o começo de um resultado de vitória!!
Restaurantes

Glúten deve ser identificado no menu

19/06/12 às 00:00 atualizado às 20:18
Em reunião de ontem, a Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Meio Ambiente emitiu parecer favorável ao projeto de lei que prevê a identificação nos cardápios de restaurantes, bares e lanchonetes dos pratos que contém glúten. 
De acordo com a proposta, de autoria da vereadora Julieta Reis (DEM), a fiscalização nestes estabelecimentos seria realizada pelo Centro de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal da Saúde, ou outro órgão designado pela prefeitura. O descumprimento, se o documento for aprovado na Câmara e a lei sancionada pelo prefeito, acarretará aplicação de multa e, em caso de reincidência, o valor em dobro.

Muitas pessoas sofrem da chamada doença celíaca, uma intolerância a alimentos que contenham o glúten em sua composição. Glúten é a fração proteica presente no trigo, no centeio, na cevada e na aveia, bem como nos derivados destes.
Por isso, segundo a parlamentar, foi tomada a iniciativa de tornar obrigatória a discriminação dessa substância por parte dos estabelecimentos que a utilizam em seus alimentos.
A Associação Brasileiras de Bares e Casas Noturnas do Paraná (Abrabar) apóia a decisão. De acordo com o presente da Associação, Fabio Aguayo, embora a medida implique em aumento de custos, representa também um maior número de clientes. “É importante que com a medida pode se conquistar clientes já que muitos não saem para jantar por não ter certeza que esta se alimentando com produto 100% confiável e o mais importante é uma responsabilidade social”, disse.
Aguayo afirma que o custo maior será o de contratar um nutricionista para elaborar o cardápio das casas que quiseram oferecer pratos sem gluten. “Para as que quiserem apenas indicar no cardápio a presença do gluten, o custo será menor”, afirma.
Nada do que fazemos com boa vontade e persistência fica em vão.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Aprenda a fazer pão sem glúten


Aprenda a fazer pão sem glúten

“Não adianta tirar o glúten e deixar o pão  pobre em nutrientes”, afirma Sofia Cattaccini, uma dentista que virou padeira. Ela é dona da Diaita, padaria inaugurada em julho passado no bairro do Tucuruvi. Ela só vende produtos sem glúten e sem lactose. Para Sofia, o importante não é apenas substituir o glúten, mas tornar o alimento mais nutritivo do que costumam ser os pães feitos com farinha de trigo.
Sofia começou a pesquisar métodos alternativos de tratamento médico quando teve o primeiro filho, há 26 anos. “Ele era intolerante à lactose e melhorou por causa da medicina alternativa”, conta. “Mesmo que um intolerante à lactose não consuma leite, pode se prejudicar consumindo glúten e vice-versa”.
Depois de desenvolver o projeto por três anos (um deles inteiro na cozinha, pesquisando novas maneiras de fazer pães), Sofia inaugurou a Diaita. A proposta da padaria é vender produtos saudáveis e saborosos ao mesmo tempo. “Se é bom para o corpo, mas com gosto ruim, ninguém vai consumir, não é?”, pergunta-se. Entre os quitutes oferecidos, estão pães de abóbora, batata doce e cará. Eles são acompanhados por quiche de nirá, grissinis de quinoa orgânico com tomate  e pão sírio de inhame com tofu.
Em vez de glúten, leite e ovos, Sofia procura usar alternativas vegetarianas, como biomassa de banana verde. Para dar a liga, ela usa linhaça. “Os grãos de molho ficam viscosos e ajudam a formar a massa do pão”, conta a proprietária. Para o Blog do Curiocidade, ela ofereceu uma receita de pão de alho-poró e mandioquinha sem glúten e leite. Confira:
Ingredientes
2 xícaras (chá) de polvilho azedo
Meia xícara (chá) de polvilho doce
4 xícaras (chá) de mandioquinha cozida e processada
1 colher (sobremesa) de sal
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (sobremesa) de fermento químico
2 colheres (sopa) de farinha de banana verde
3 claras de ovo
Meia xícara (chá) de fubá fino
2 colheres (sopa) de alho-poró
 Modo de Preparo
1- Misture a mandioquinha, o sal, a manteiga, as claras de ovo e o alho-poró bem picado.
2- Acrescentar o polvilho, o fubá e o fermento e amassar bem.
3- Abrir a mistura sobre mármore como nhoque e cortá-la em pedaços de mais ou menos 5cm.
4- Assar de 20 a 25 minutos em forno preaquecido a 180°C.
Serviço:
R. Padre Luciano, 122, Jd. França, 2548-7550.
(Com colaboração de Míriam Castro)

Câncer de intestino. Vamos prevenir!


PREVENÇÃO DO CÂNCER DE INTESTINO
O Câncer de intestino é um dos mais freqüentes tumores do tubo digestivo, sendo que a cada ano cerca de 160 mil novos casos são diagnosticados nos Estados Unidos e em torno de 57 mil desses pacientes morrem da doença. Está entre as principais causas de morte por câncer, considerando os de pulmão, mama na mulher e próstata no homem.
No Brasil, este tipo de câncer está em quarto lugar entre os tumores mais freqüentes do sexo masculino, atrás apenas do câncer de estômago, pulmão e próstata.

A doença começa sempre como uma lesão benigna que vai evoluindo lentamente até transformar-se num tumor maligno. 
Para uma melhor abordagem desse tema é conveniente recordarmos que o tubo digestivo está constituído pelo esôfago, estômago e intestino. Este por sua vez compreende dois segmentos distintos: Um segmento mais fino localizado após o estômago, chamada intestino delgado que está relacionado com a digestão e a absorção dos alimentos, e outro segmento mais grosso, o intestino grosso, que tem a função de armazenar, absorver água e nutrientes e excretar resíduos não aproveitados pelo organismo através das fezes.
O intestino grosso, por sua vez, é dividido em duas partes: o cólon e o reto. O cólon é a parte que se continua a partir do intestino delgado e vai até o reto, parte final do intestino grosso. As fezes formadas no intestino grosso são eliminadas pelo ânus.

Enquanto o câncer é muito raro nesse segmento mais fino (intestino delgado), é muito freqüente no intestino grosso. A doença começa sempre como uma lesão benigna que vai evoluindo lentamente até se transformar num tumor maligno. Nessa longa fase de benignidade, é possível retirar a lesão e com isso impedir sua degeneração e o aparecimento do câncer, daí a grande importância de sua prevenção.

Diagnóstico precoce:

É o emprego de exames para verificar a existência de um problema de saúde em pessoas que não apresentam sintomas.

O diagnóstico precoce do câncer é muito importante porque a identificação da doença, quando ainda não há sintomas, geralmente significa que a doença está em estágio inicial, onde as chances de cura são bem maiores.

Por conseguinte, o bom resultado do tratamento do câncer do cólon e do reto está diretamente relacionado ao diagnóstico precoce, ou seja, quanto mais cedo se faz o diagnóstico, maior o índice de cura, chegando-se a mais de 90% nos casos iniciais.

Fatores de risco para o câncer do cólon e do reto:

Atualmente acredita-se que o câncer do cólon e do reto seja causado por uma associação de fatores genéticos e ambientais.

Dentre esses fatores de risco podemos citar:

1) Dieta com alto teor de gordura e pequena quantidade de fibra:
Entre os ambientais, os fatores dietéticos são muito importantes. Alimentação rica em gordura animal, pobre em fibra e rica em corantes favorece a incidência desse tipo de câncer. É importante citar os corantes porque são elementos químicos que poderiam ser eliminados sem prejuízo, principalmente no Brasil onde existem pigmentos naturais que colorem os alimentos. Os corantes são fatores de risco porque liberam nitrosaminas no intestino, substâncias reconhecidamente cancerígenas. Se prestarmos atenção, veremos que atualmente as crianças ingerem uma quantidade enorme de corantes nos doces, balas, pirulitos, gelatinas e alguns refrigerantes. Atualmente até o algodão doce não é mais branco. É azul, cor-de-rosa, verde...

Na dieta rica em gordura predominam as carnes gordas, a manteiga e os queijos amarelos. A carne vermelha em si não é um alimento nocivo, mas a gordura que a acompanha é bastante, especialmente quando a carne é levada à brasa. Os alimentos salgados e defumados (lingüiças, salames, salaminhos), assim como os corantes, contêm substâncias carcinogênicas. Embora possamos usar o azeite, as frituras devem ser evitadas porque o óleo e/ou azeite se decompõe quando vai ao fogo. Recomenda-se evitar e não abolir, pois a alimentação deve ser agradável ao paladar e variada. Se a pessoa gosta de gordura animal não deve privar-se de saboreá-la, mas deve usá-la com moderação e aumentar a quantidade de verduras, frutas, legumes e cereais ingeridos. Estes alimentos são ricos em fibras que protegem realmente o intestino porque facilitam a evacuação, vez que aumentam o bolo fecal, aceleram o trânsito intestinal e diminuem o tempo de contato das substâncias carcinogênicas com a parede do intestino.

Obviamente que isso não ocorre de um dia para o outro. Acredita-se que o tempo para o desenvolvimento de câncer colorretal seja de décadas, por isso a idade de maior incidência do câncer de cólon está em torno dos 60 anos.

2) Hábitos e estilo de vida:

Estudos mostram que indivíduos que não praticam exercícios têm maior
risco em desenvolver câncer colorretal. Além disso, o fumo e o álcool estão direta e indiretamente relacionados com vários tipos de tumores, incluindo o câncer do cólon e do reto.

Na verdade, o que está ocorrendo com o ser humano contemporâneo é um afastamento de padrões mínimos de qualidade de vida, muitas vezes por culpa do próprio indivíduo que não gerencia adequadamente seu tempo, nem mesmo para alimentar-se corretamente. Além disso, o homem vive sob "stress" e sem lazer, fuma para diminuir a ansiedade e assim por diante.

Todas as pessoas devem refletir sobre seu estilo de vida e buscar equilíbrio dentro de suas possibilidades. O resultado aparecerá, não só com relação à prevenção do câncer de cólon, mas também com relação à prevenção de doenças cárdio-vasculares e da obesidade, objetivando uma vida saudável.

3) Idade:

Quanto maior a idade, maior o risco. A idade é um fator de risco muito importante, não só para os tumores de intestino, mas também para outros tipos de patologias. O câncer colorretal é mais comum após os 50 anos, contudo a doença pode ocorrer em pessoas mais jovens.

4) Pólipos:

Os pólipos são tumores benignos, parecidos com verrugas que se desenvolvem na parede interna do cólon e reto. Cerca de 60% dos pólipos do intestino são adenomas, os quais apresentam potencial para malignização. Por esse motivo, os pólipos de intestino do tipo adenoma são considerados lesões pré-cancerosas e daí a importância de seu diagnóstico e tratamento precoces para evitar a evolução para tumor maligno. Os demais tipos de pólipos do intestino são de menor importância clínica por não apresentar esse potencial para malignização.

Aproximadamente 5 em cada 100 adenomas se malignizam, sendo que esse processo se dá entre 10 e 15 anos. São mais comuns após os 50 anos, porém podem aparecer em idade mais precoce, especialmente se houver história de câncer colorretal na família. Cerca de 40% dos indivíduos com mais de 60 anos apresentam pólipos.

Muitas evidências sugerem que a maioria dos tumores do intestino grosso se desenvolve a partir de pólipos benignos.

Quem já teve no passado um pólipo intestinal tipo adenoma tem uma chance muito maior que a população em geral de apresentar nova lesão, podendo chegar até a 50% de possibilidade. Quem já teve vários pólipos, a chance pode chegar até a 80% de desenvolver novo pólipo.

5) História familiar de câncer intestinal:

Quanto mais pessoas de uma mesma família tiveram diagnóstico de câncer colorretal, maior o risco de desenvolver a doença.
Se o indivíduo tiver parentes próximos (pai, mãe, irmão, tios ou avós) que tiveram câncer de intestino o risco de contrair a doença aumenta muito especialmente se a doença acometeu um parente com menos de 40 anos de idade. Por isso, a partir dos 40 anos, para quem tem na família caso de câncer de intestino deve fazer periodicamente um exame endoscópico chamado colonoscopia.

Atualmente está bem estabelecido que há doenças hereditárias relacionadas ao câncer colorretal. Dentre elas estão o Câncer Colorretal Hereditário Sem Polipose (HNPCC = "Hereditary Nonpoliposis Colorectal Cancer") e Polipose Adenomatosa Familiar (FAP).

Ambas são doenças hereditárias, ou seja, que são transmitidas de pais para filhos, caracterizadas pela presença de vários casos de câncer colorretal na família. A Polipose Adenomatosa Familiar ou FAP corresponde a 1% dos casos de câncer colorretal. Caracteriza-se por centenas de pólipos em todo o intestino que podem ser detectados na puberdade. Uma vez detectados, se não removidos transformam-se em câncer.

Para determinar a presença de uma doença hereditária, além da avaliação de um médico especialista, é necessário um teste de predisposição ao câncer colorretal hereditário (exame de sangue que determina o gene alterado). Em um futuro ainda sem previsão, a meta será a correção do defeito genético herdado, evitando que a doença se manifeste em outras gerações.

6) Antecedentes pessoais de câncer:

Mulheres que tiveram câncer de ovário,
corpo do útero (endométrio) ou mama têm maior risco de desenvolver câncer colorretal. Quem já teve câncer de intestino no passado deve ficar atento ao funcionamento do intestino, pois o risco de desenvolver um segundo tumor é alto quando comparado ao de outras pessoas sem história pregressa de câncer.

7) Doença intestinal inflamatória:
A retocolite ulcerativa e a doença de Crohn são doenças inflamatórias benignas que causam inflamação em graus variados na mucosa do intestino grosso. As doenças inflamatórias intestinais estão associadas ao maior risco de câncer colorretal, especialmente em indivíduos com doença com mais de 8 anos de evolução.


Quadro clínico:

Os sintomas do câncer de intestino são extremamente vagos, como mudança do ritmo intestinal, isto é, prisão de ventre ou diarréia sem causa alimentar aparente, bem como anemias sem origem definida.

É o caso do indivíduo que evacua uma vez diariamente e de repente passa três dias sem evacuar ou evacua quatro vezes no mesmo dia sem que haja uma alteração na sua alimentação. Essa mudança do ritmo intestinal é um sinal de alerta indicativo de que o médico especialista (coloproctologista ou gastroenterologista) deve ser consultado para uma melhor investigação do quadro clínico.

Dependendo da localização do tumor, os sintomas são diferentes. Se ele estiver localizado no lado direito do abdome, as principais queixas serão enfraquecimento, anemia e alteração do ritmo intestinal com predomínio de diarréia. Se estiver do lado esquerdo, há também alteração do ritmo intestinal com predominância de constipação intestinal, ou seja, prisão de ventre. Quando o tumor se localiza no reto, o principal sinal do tumor é o sangramento. Sangue e puxo (ou tenesmo), caracterizado pela vontade periódica de ir ao banheiro e insatisfação provocada pela sensação de evacuação incompleta são sinais de câncer ou de doença inflamatória no reto. Resumindo, qualquer alteração no ritmo intestinal (constipação ou diarréia), anemia, sangue ou catarro nas fezes e emagrecimento são indícios de que o indivíduo pode estar com a doença. Na prática clínica é muito comum pacientes com sangramento retal atribuírem erroneamente a hemorróidas. É importante ficar alerta porque "nem tudo que sangra é hemorróida, pois câncer de intestino também sangra". Entretanto, há uma pequena diferença entre os tipos de sangramento. Na hemorróida o sangue vivo não se encontra misturado às fezes, ao passo que no câncer do intestino o sangue de cor viva vem misturado a elas. Para o paciente é difícil estabelecer essa distinção. Por isso, toda a pessoa que tem sangramento pelo ânus deve procurar o médico especialista para submeter-se a uma investigação clínica incluindo exame de toque retal e exame endoscópico, a fim de diagnosticar corretamente a doença. Isso é imperativo porque o câncer de reto é muito freqüente e um simples toque retal permite identificá-lo, além de possibilitar o exame da próstata nos homens.

Enfatizamos que a participação de um especialista é muito importante não somente para fazer o diagnóstico diferencial com outras doenças que podem apresentar os mesmos sintomas de um tumor de intestino, mas também porque a sua orientação clínica e a solicitação do exame da colonoscopia com biópsias de tecidos suspeitos firmará o diagnóstico.
A biópsia é o único exame que pode determinar a presença do câncer. Uma vez diagnosticado o câncer, são realizados outros exames para determinar a extensão da doença (estadiamento). À partir deste ponto, uma equipe multidisciplinar constituída por: cirurgião geral ou coloproctologista, oncologista clínico, radioterapêuta, enfermeiro, nutricionista e psicólogo estarão acompanhando todo o tratamento.

Principais exames para o diagnóstico precoce do câncer colorretal:

- Toque retal
- Colonoscopia

Colonoscopia:

Em relação à prevenção do câncer de reto o diagnóstico é muito simples porque pode ser feito pelo exame de toque retal no consultório. Já o diagnóstico de câncer de cólon exige um exame chamado colonoscopia, cuja descoberta representou o maior avanço no conhecimento das doenças do aparelho digestivo. Esse exame permite a identificação não só de processos inflamatórios e tumores, como até de pequenos pólipos. Vimos que pólipo é uma verruga que começa bem pequena, do tamanho de uma cabeça de alfinete, com tendência a crescer e se transformar em câncer. Entretanto o seu crescimento é lento e leva de 10 a 15 anos para degenerar e se transformar num tumor maligno. Por isso o câncer de intestino leva vantagem, se comparado com os demais, que já se instalam como tumor maligno. É possível reconhecer o fator que o precede, visto que começa como um pólipo que cresce bem devagar.

A colonoscopia é um exame realizado por aparelho de fibra ótica, longo e flexível com cerca de 180 cm de comprimento, introduzido através do ânus, que permite a visualização do reto e de todo o cólon em mais de 95% das vezes. Para a realização do exame é necessário limpeza intestinal, feita com laxantes ou lavagem intestinal. Durante o preparo, é importante beber água em abundância para evitar a desidratação.

Antes do exame o médico administra um sedativo e um analgésico, em seguida o aparelho é conduzido por todo o intestino grosso e toda extensão de sua parede interna é examinada. Se for verificada a presença de pólipos, estes são removidos e enviados para exame anatomopatológico. Ao término desse procedimento o paciente é liberado, não sendo necessária internação.

Vantagens: A colonoscopia é na verdade o melhor, o mais sensível e específico procedimento para o diagnóstico de pólipos e de câncer do cólon e reto. Serve também para a prevenção e tratamento, ou seja, para a retirada de pólipos, que são analisados posteriormente através de exame de anátomo patologia.

Desvantagens: tem custo mais elevado que os demais exames utilizados para a mesma finalidade, devendo ser executado por profissional idôneo e especializado.

Outros exames utilizados para o diagnóstico precoce do câncer colorretal:
ü Pesquisa de sangue oculto nas fezes;
ü Retossigmoidoscopia;
ü Enema opaco com duplo contraste;
ü Colonoscopia virtual


Pesquisa de sangue oculto nas fezes:

Esse exame detecta a presença de sangue escondido (oculto) nas fezes. A presença de sangue pode ocorrer por sangramentos de úlcera gástrica, hemorróidas, doença inflamatória intestinal, pólipos intestinais ou câncer colorretal. São necessárias três amostras de fezes consecutivas e devem ser evitados alguns tipo de alimentos, alguns dias antes do exame.

Vantagens: É um exame barato, simples, de fácil realização e não causa desconforto ao paciente. Esse exame oferece a vantagem de poder detectar o câncer em estágios precoces e não os pólipos do tipo adenomas que, quando pequenos e médios, não sangram. Embora detecte cerca de 10% dos pólipos e metade dos casos de câncer esse exame mostrou-se útil quando associado a outros métodos diagnósticos. Desvantagens: Seu maior problema é o fato da ingestão de algumas frutas e de carne vermelha provocar resultados falsos-positivos, ou seja o exame indica presença de sangue nas fezes, mas na realidade não há nenhum sangramento no tubo digestivo. Em geral isso pode ocorrer em decorrência da falta de orientação do laboratório que realizou o exame quanto as restrições dietéticas necessárias a realização do exame.

Retossigmoidoscopia: 

Exame realizado através de um tubo rígido de 25 cm de comprimento (retossigmoidoscopia rígida), ou por meio de um aparelho flexível de fibra ótica com 70 cm de comprimento (retossigmoidoscopia flexível) que é introduzido pelo ânus e permite visualizar internamente o reto e parte do cólon. Se for encontrada alguma lesão que possa indicar presença de tumor, uma biópsia deve ser realizada. Na manhã do exame é recomendado realizar uma refeição leve. É necessário uma pequena lavagem intestinal do paciente antes do exame.

Desvantagem: O aparelho alcança apenas o reto e parte do cólon, portanto não possibilita ser usado isoladamente como método de pesquisa de tumores em toda extensão do intestino grosso.

Enema opaco com duplo contraste: 

Nesse exame radiológico o ar é injetado após a remoção do bário previamente introduzido no cólon por via baixa, o que faz que as lesões sejam evidenciadas pelo bário (contraste) que ficou retido. Essa técnica é mais sensível do que o enema convencional para a detecção de pólipos.

O exame requer um preparo com laxantes que se inicia 24 horas antes e sua realização é bastante desconfortável para o paciente.
Vantagens: permite visualizar todo o cólon e o reto, sendo empregado quando não for possível realizar a colonoscopia.

Desvantagens: Esse procedimento se destina ao diagnóstico das patologias do intestino grosso, entretanto não dispõe dos recursos da colonoscopia que possibilita a biópsia de tumores e a ressecção de pólipos. Além do desconforto o enema opaco não é capaz de detectar todos os tumores e pólipos pequenos.

Colonoscopia virtual:

Trata-se de uma tomografia computadorizada em três dimensões capaz de produzir imagens de todo o cólon de maneira rápida, não invasiva, sem a necessidade de sedação do paciente. Existem evidências de sua eficiência como exame de rastreamento dos tumores do cólon e reto, no entanto esse exame ainda não é facilmente disponível em nosso meio.

Prevenção do câncer do intestino:

A prevenção significa evitar os fatores de risco e aumentar os fatores protetores. Alguns fatores de risco como a idade não podem ser evitados, contudo estudos realizados na população permitem identificar situações ou hábitos que podem reduzir ou aumentar a chance de uma pessoa desenvolver a doença. Dentre os fatores protetores citamos:

ü Dieta rica em fibras e com pouca gordura de origem animal;
ü Prática de exercício físico de forma regular;
ü Não consumir fumo, bebidas alcóolicas e alimentos com corantes;
ü Remover pólipos (colonoscopia);
ü Observação: através de estudos, ainda não concluídos, observou-se que o uso de algumas substâncias reduzem o risco de desenvolvimento do câncer colorretal. Dentre essas substâncias estão as vitaminas E e C, o cálcio e o selênio, todavia o seu uso deve ser realizado sob supervisão médica, dentro de protocolos de pesquisa.

Quando os exames de diagnóstico precoce devem ser iniciados e com que freqüência:

A "American College of Gastroenterology" preconiza:

1) Indivíduos com risco médio (assintomáticos, com idade igual ou superior a 50 anos, sem outros fatores de risco: Indicado o exame de colonoscopia a cada 3 a 5 anos acompanhado de Exame de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes em 3 amostras, anualmente;

2) Indivíduos com risco aumentado (indivíduos com um ou mais parentes de primeiro grau (irmãos, pais e filhos) com antecedentes de câncer ou pólipo tipo adenoma do intestino: Oferecer as mesmas opções para o indivíduo com "risco médio" , porém iniciando os exames aos 40 anos de idade;

2.1) Indivíduos com história pessoal de pólipo tipo adenoma (maiores de 1 cm ou múltiplos pólipos (adenomas) foram encontrados e removidos por colonoscopia): Devem submeter- se a novas colonoscopias a cada 3 anos;
2.2) Indivíduos com doença inflamatória intestinal: Devem submeter-se a colonoscopia a cada 1-2 anos;

2.3) Indivíduos com história familiar de Polipose Adenomatosa Familiar: Indicado realizar aconselhamento genético e teste genético para se verificar seu estado de portador do gene. Em caso de polipose, considerar colectomia;

2.4) Indivíduos com história familiar de Câncer Colorretal Hereditário sem Polipose (HNPCC = "Hereditary Nonpoliposis Colorectal Cancer"): Indicado realizar aconselhamento genético e teste genético, além de colonoscopia a cada 1-2 anos a partir dos 20-30 anos de idade e anualmente a partir dos 40 anos.

Observação:

Adultos com os sintomas já citados, em especial com mais de 40 anos de idade e portador de anemia apresentam indicação absoluta para submeter-se a colonoscopia, já que nessa faixa etária o câncer do lado direito do intestino é a causa mais freqüente de anemias. Vimos que quando diagnosticada precocemente essa doença oferece excelente prognóstico.


Prisão de ventre e hábitos intestinais:

A evacuação ideal deve ser diária e se caracteriza pelo bolo fecal consistente sem ser duro ou pétreo, nem líquido, vez que a evacuação diarreica é nociva para a nutrição da mucosa intestinal.

Os hábitos de evacuação, às vezes, se transformam num verdadeiro martírio para as pessoas que têm dificuldade para usar o banheiro e estabelecer horários para o intestino funcionar. Fisiologicamente é a cabeça da pessoa que comanda o intestino, porque na realidade é ela que comanda tudo. Quem tem intestino ressecado geralmente come mal. As pessoas pensam que se alimentam bem, mas uma folhinha de alface no prato é o suficiente para acharem que comeram salada. É preciso comer um prato enorme de salada para ingerir os ideais 20 ou 30 gramas de fibras. Quem não consegue fazer isso, deve complementar com frutas ou duas colheres de farelo de trigo ou de outro produto que contenha fibras preferencialmente de manhã adicionados ao leite ou ao iogurte, por exemplo. Outra coisa a ressaltar é que as pessoas, sobretudo as mulheres, comem fibras, mas não tomam o líquido necessário para a formação do bolo fecal. Mulher é avessa a tomar líquido, embora devesse tomar pelo menos 2 litros por dia.

De um modo geral as mulheres são mais obstipadas porque se alimentam pior. Gostam de docinhos ricos em hidrato de carbono e, como têm a preocupação de não engordar, ingerem uma quantidade menor de alimentos. E também não bebem água. Além disso, são exigentes com a limpeza e não usam qualquer toalete quando estão na rua ou no shopping. Às vezes, têm vontade de ir ao banheiro mas não vão. O mecanismo reflexo da evacuação é muito interessante. Se elas deixam escapar aquele momento porque estão com pressa ou porque não podem parar com o seu trabalho, o reflexo só reaparece no dia seguinte quando as fezes já estão endurecidas porque houve absorção da água que continham. Fezes duras, ou fecalitos, são difíceis de eliminar e surge a dor, a fissura, as hemorróidas. Progressivamente, para se defenderem, começam a tomar laxantes e instala-se um círculo vicioso. O intestino se acostuma, perde o reflexo, e elas são obrigadas a tomar quantidades crescentes desses remédios.

Do ponto de vista fisiológico, não existe um número ideal de evacuações diárias. Na verdade é variável, pois o tamanho do intestino difere de uma pessoa para outra. Os indivíduos que têm intestino mais longo necessitam de quantidade maior de fibras e evacuam menos. No entanto não é o número de evacuações diárias que interessa. O importante é ir ao banheiro uma vez ou duas por dia, ou dia sim, dia não, mas sem necessidade de fazer força para evacuar.

A consistência pastosa do bolo fecal deve proporcionar fácil eliminação.


Colaboração: Dr. José Joel Dantas

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Vida sexual e DC




A pesquisa mostra que a doença celíaca - a doença celíaca não diagnosticada especialmente - pode afetar muitos aspectos de sua saúde reprodutiva.


As mulheres sofrem uma grande variedade de distúrbios reprodutivos relacionados à doença celíaca, incluindo aumento do risco de infertilidade e aborto e problemas de gravidez outras. Embora a pesquisa muito menos tem sido feito para documentar a saúde reprodutiva afeta de doença celíaca em homens, o que poucos estudos existem indicam que a infertilidade masculina é maior entre os homens celíacos não diagnosticados.

Mas pode ter a doença celíaca não diagnosticada afectar a sua sexualidade e sua satisfação sexual? Embora a pesquisa disponível é, novamente, escasso, a resposta parece ser sim.
Efeitos da doença celíaca em Sexualidade incluem a freqüência, Satisfação, segundo estudos

Um estudo sobre a doença celíaca e sexualidade olhou para o comportamento sexual em recém-diagnosticados pacientes com doença celíaca, e, em seguida, revisitados-lhes um ano mais tarde para ver o que, se alguma coisa, tinha mudado. Os pesquisadores também compararam os celíacos com indivíduos não-celíacos controle.

Os pacientes apenas diagnosticados com doença celíaca que ainda não tinham adoptado a dieta livre de glúten tiveram uma freqüência significativamente menor de relações sexuais quando comparados aos controles. Eles também relataram satisfação muito menos com suas vidas sexuais, informou o estudo.

No entanto, como tantos outros sintomas da doença celíaca e complicações, esses problemas sexuais invertidos uma vez que os indivíduos começaram a seguir a dieta livre de glúten, um ano após o diagnóstico, os sujeitos do estudo relataram uma freqüência significativamente maior de atividade sexual, além de satisfação significativamente maior com o sexo .
Segundo estudo encontra as ligações similares entre a doença celíaca e Sexualidade

Outro estudo, este sobre filhos crescidos celíaca, também descobriram ligações similares entre doença celíaca e da sexualidade.

Os pesquisadores entrevistaram três grupos de adultos jovens, os quais tiveram uma biópsia "sugestivos de doença celíaca" na infância. Alguns tinham seguido a dieta livre de glúten desde que foi diagnosticado na infância, alguns tinham aderido a uma dieta isenta de glúten por um ano ou mais após o diagnóstico, mas depois tinha revertido a uma dieta glúten-cheia, e alguns nunca tinham seguido o sem glúten dieta.

Aqueles que estão em "nunca sem glúten" grupo havia diminuído frequência das relações sexuais - menos do que seis vezes por mês, em comparação com cerca de sete vezes por mês no grupo após a dieta isenta de glúten continuamente e quase nove vezes por mês no transiente " "isento de glúten grupo de dieta.

O "nunca sem glúten" grupo também relataram menos interesse em sexo - 18% disseram ter pouco interesse em sexo, em comparação com 13% do grupo de dieta livre de glúten e de 11% do "transitórios" grupo de dieta livre de glúten.

Todos os três grupos tiveram cerca de 3% de pessoas que relataram dificuldade alcançar o orgasmo e menos de 1% de pessoas que relataram relações sexuais dolorosas. Um total de 72% dos celíacos continuamente sem glúten, 71% dos celíacos nunca sem glúten, e 89% dos temporários sem glúten celíacos disseram que estavam satisfeitos com suas vidas sexuais.

Os pesquisadores também observaram que "a atitude psicológica de jovens adultos com doença celíaca, antes do tratamento dietético pode ser descrita como um estado de espírito de baixa energia que interfere com a percepção geral de qualidade de vida."
Adesão à dieta sem glúten pode ajudar a sua vida sexual

Ambos os estudos indicam que seu desejo sexual melhora e você ter sexo mais freqüentemente se você estiver diagnosticado celíaca e seguir a dieta livre de glúten.

Claro, a doença celíaca pode interferir com sua vida sexual de outras formas, algumas das quais podem matar a espontaneidade (e talvez o seu libido, também). Por exemplo, você não pode beijar alguém usando batom contendo glúten sem o risco de ficar doente se você é celíaca, e é sábio (imperativo, na verdade) para fazer uma glúten-comer (ou beber cerveja) parceiro para escovar ou seu os dentes antes de beijar você.

No entanto, dada a escolha entre sentir-se constantemente cansado e ter pouco desejo sexual ou não, e ter que fazer um pouco de planejamento antecipado, a fim de ter um interlúdio romântico divertido, meu palpite é mais celíacos escolheria o planejamento ... e interlúdio o.

Fonte: http://celiacdisease.about.com/od/Coping_with_Celiac_Disease/a/Celiac-Disease-Can-Affect-Your-Sexuality.htm

terça-feira, 12 de junho de 2012

Bullying e DC

http://celiacdisease.about.com/od/medicalissues/a/Celiac-Teens-Mental-Disorders.htm

                          Tradução passada pela amiga Miriam Nunes Vieira Pereira:


Para uma criança livre de glúten, é um cenário de pesadelo: gluten-cheia de pizza, pão ou bolachas sendo acenou em seu rosto enquanto o seu escárnio colegas. Infelizmente, é um pesadelo que realmente ocorre, e pode mesmo ocorrer com bastante frequência.

Não existem estudos que indicam o quão frequentemente crianças com doença celíaca e sensibilidade ao glúten rosto intimidação devido a seus problemas com glúten. No entanto, dois estudos com crianças que têm alergias alimentares indicam que um terço dessas crianças sofreram assédio moral arrelia ou assédio como resultado.

Não é um exagero pensar que as nossas crianças sem glúten - muitos dos quais dizem seus amigos que eles estão "alérgicos" ao trigo ou ao glúten - o rosto do mesmo bullying. De fato, relatos indicam que eles têm de lidar com valentões acenando trigo em seus rostos ou sobre almoços escolares.

Como os pais podem ajudar seus filhos a lidar? Não há respostas fáceis, mas especialistas sugerem que o primeiro passo é entender que há um problema.
Bullying duas vezes mais comum em crianças alérgicas

Não há dúvida de que o bullying é um tema quente agora. Um estudo de 2001 do Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano descobriu que em geral, cerca de 17% das crianças nas escolas norte-americanas têm sido intimidado. Cerca de 8,5% disseram ter sido alvo de assédio moral ocasional, enquanto outros 8,4% disseram que foram intimidados pelo menos uma vez por semana na escola.

Enquanto isso, os dois estudos sobre alergia alimentar relacionada com o bullying indicam que os alimentos alérgicos crianças são cerca de duas vezes tão provável quanto crianças sem alergias alimentares a ser intimidado.

Há muitas maneiras diferentes para intimidar uma criança usando suas alergias alimentares para insultar ela, os dois estudos sobre programa alergia alimentar relacionada com o bullying.

No primeiro estudo, realizado por pesquisadores da Mount Sinai School of Medicine, 35% dos alimentos crianças alérgicas ou seus cuidadores relataram assédio devido a uma alergia alimentar. Aproximadamente 43% das crianças disseram ter tido o alérgeno acenou em sua face, e 64% experimentaram provocação verbal sobre a sua alergia.

Nesse estudo, nenhuma criança experimentou uma reação devido ao bullying. No entanto, dois terços das crianças relataram sentir-se deprimido ou envergonhado como um resultado da provocação e assédio.

Na maioria dos casos, as pessoas que fazem as crianças de bullying eram outros. No entanto, um quinto das crianças e seus cuidadores relataram assédio ou provocações por parte dos professores e outros funcionários da escola.

O segundo estudo, que foi realizado na Universidade de Mississippi Medical Center, em Jackson e apresentado em uma reunião da Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia, também descobriu que cerca de um em cada três crianças com alergia alimentar é insultado ou fisicamente abusadas na escola devido a que a alergia.

Dez das 32 crianças em que o estudo tinha sido provocado verbalmente, enquanto seis havia sido atingido ou atingida pela comida. Uma criança relataram uma reacção alérgica, como resultado do bullying.
O que você pode fazer para ajudar o seu filho?

Uma vez que nenhum desses estudos incluíram todas as crianças com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, os resultados não podem ser considerados directamente aplicável à situação enfrentada pelos sem glúten crianças. No entanto, o Dr. Scott Sicherer, professor de pediatria da Mount Sinai School of Medicine e principal autor de um dos estudos, disse que suspeita crianças sem glúten são "no mesmo barco", como crianças com alergia alimentar.

"Há certamente um desequilíbrio, se alguém é capaz de comer algo que outra criança não pode," Dr. Sicherer disse em uma entrevista. "Você pode imaginar um professor dizendo:" Nós não podemos ter este bolo na sala de aula porque Johnny tem celíaca ".

Dr. Sicherer e seus co-autores sugerem que programas anti-bullying na escola incluem informações sobre "a população vulnerável de crianças com alergia alimentar." Mas o que os pais podem fazer para ajudar?

Primeiro, você pode precisar para determinar se seu filho está sendo intimidado, e se o bullying envolve alimentos que contêm glúten . Os pais nem sempre percebem isso está acontecendo - o estudo realizado na Universidade de Mississippi Medical Center descobriram que quase um terço dos pais não sabem que seus filhos estavam sendo perseguidos devido às suas alergias.

Converse com seu filho especificamente sobre esta questão, aconselha Dr. Todd Mahr, um pediatra em La Crosse, Wisconsin, e presidente da Academia Americana de Pediatria alergia 'e Setor de Imunologia.

"Nós, como os pais precisam estar cientes de que nossos filhos podem precisar para lidar com isso", Dr. Mahr disse em uma entrevista. "A comida é muito difundida na escola, e [sensibilidade celíaca / glúten] pode realmente ostracizar de uma criança."

Para afastar potencial intimidação mesmo antes que ela ocorra, é útil - mesmo crítico - para educar os funcionários da escola e os professores do seu filho sobre a condição do seu filho. "Você tem que ser advogado do seu filho", diz Dr. Mahr. Quanto mais informações você fornecer para os adultos responsáveis na escola, mais eles estarão preparados para detectar problemas de bullying e rechaçá-los.

Você pode querer considerar a criação de um sem glúten plano 504 para o seu filho, o que provavelmente não resolveria o bullying especificamente, mas poderia ajudar a convencer os funcionários da escola para tomar medidas, se o problema mais tarde surge.

Pode ajudar a tornar a aparência do seu filho almoço como "normal" possível. Se o seu filho pode lidar com a ingestão de alimentos processados que são isentos de glúten até 20 partes por milhão ou até 10 partes por milhão, você terá muitas opções para lanches tradicionais. Se ela reage com freqüência para integrar os alimentos processados "sem glúten", identificado com traçar glúten, ou se ela tem outras alergias alimentares ou sensibilidades, ficar com "aparência normal" alimentos como frutas e legumes.

O mais importante, não apenas supor que não há problema com glúten o bullying se o seu filho não admite que a primeira vez que você pedir. Areias sociais mudam constantemente na escola (principalmente no ensino médio), e algo que era impensável na semana passada pode se tornar a norma na próxima semana. Certifique-se de perguntar sobre isso periodicamente, especialmente se detectar quaisquer sinais de bullying, como inexplicáveis glutenings ou lesões, dores de cabeça freqüentes ou dores de estômago, posses quebradas ou faltando, dificuldade para dormir ou pesadelos, ou classes em declínio e um medo ou ódio de escola . 

Temos que ter muito cuidado e conversar muito com nossos filhos!
Ficar atentos!