sexta-feira, 29 de abril de 2011

ATRIZ ISIS VALVERDE!! TAMBÉM CELÍACA!



A vida sem glúten da atriz Isis Valverde

Isis Valverde
Nossa equipe entrevistou Isis Valverde, atriz conhecida nacionalmente, a romântica Camila da novela "Caminho das Índias", para saber como ela consegue conciliar uma vida dinâmica de gravações e eventos com a manutenção da dieta sem glúten.
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O glúten, uma proteína presente no trigo, cevada e centeio, faz parte do dia a dia da vida de milhões de pessoas. Está presente em alimentos como pães, bolos, massas, tortas, pizzas, base para molhos e temperos, em bebidas como a cerveja e até mesmo em produtos inesperados, como medicamentos e cosméticos. Apesar da presença constante na dieta de praticamente toda a população, o que poucos sabem é que para um grupo grande de pessoas a ingestão desta proteína, ainda que em quantidades muito pequenas, é extremamente prejudicial à saúde. Elas têm o que chamamos de doença celíaca, um problema hereditário crônico que estima-se afetar quase 1% da população de países na Europa, América do Sul, do Norte e vários outros.
Mudar radicalmente os hábitos alimentares representa um desafio para qualquer pessoa. Imagine o que representa para uma celebridade, a quem os compromissos sociais, viagens e eventos são uma constante?
Nossa equipe entrevistou Isis Valverde, atriz conhecida nacionalmente, a romântica Camila da novela "Caminho das Índias", para saber como ela consegue conciliar uma vida dinâmica de gravações e eventos com a dieta sem glúten.
A Isis descobriu ser celíaca aos 19 anos, quando então passou a seguir a dieta rigorosamente. Para ela, a principal dificuldade inicial foi habituar-se a ler todos os rótulos dos alimentos que pretendia consumir.
Isis também nos confessou que não gosta muito de cozinhar. No entanto, ela está sempre cercada de profissionais que cuidam de aspectos como a alimentação e outras necessidades dos atores. Assim, esses profissionais se encarregam de garantir cardápios apropriados para a atriz, organizando também suas viagens e pesquisando com antecedência quais hotéis e restaurantes servem alimentos sem glúten.
Falando de seus pratos favoritos, Isis nos contou que gosta muito de comida japonesa, naturalmente desprovida de glúten.
- E qual o prato com glúten que você sente mais saudade? perguntamos. Ela respondeu prontamente que é Bolo de Cenoura.
Assim, em sua homenagem, publicamos nesta edição da Revista SpecialGourmets uma receita sem glúten (e sem lactose) de Bolo de Cenoura, contribuição especial de Debora Pusebon.
A atriz disse que não conhece outros portadores da doença, mas sempre tem conhecimento de "alguém que conhece algum celíaco". E, muito responsável, quando lhe perguntamos que conselho daria a outras pessoas com esta restrição alimentar, ela nos disse:
- "Cuidem-se, porque isso é sério!"
Isis Valverde nos dá um excelente exemplo de como uma pessoa, portadora de doença celíaca, pode ter uma vida normal e dinâmica, respeitando todos os cuidados alimentares que lhe são impostos.
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Citar fonte como: Revista Vida sem Glúten e sem Alergias, 2010 (www.vidasemglutenealergias.com)
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Agradecemos à atriz Isis Valverde pela concessão da entrevista, seu agente Marcio Damasceno, pelas informações e ajuda e à Mercatto, pela concessão da foto.
Foto: Nana Moraes'. Produção de Moda: Alexandre Schanbil / Estilo e Marketing Mercatto. Make Up e Cabelos: Ton Reis

Farinha de frutas!


Benefícios da Farinha de Frutas.


As frutas são ricas em vitaminas, minerais e fibras e, por isso, alimentos essenciais no nosso dia a dia. Tanto que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de cinco porções de frutas e legumes por dia. Mas o que acontece é que, em muitos casos, os benefícios ficam mais concentrados na casca do que na polpa. Como aproveitá-los então em prol da saúde?
É para isso que existem as farinhas de frutas, que nada mais são do que as cascas das frutas trituradas. E cada uma traz um benefício diferente.
Duas colheres de farinha de banana verde misturadas na água meia hora antes do almoço deram um sumiço na barriguinha de Laura. “Eu comecei tem dois meses. Eu vestia 40, agora estou vestindo 38”, diz.
A farinha de banana verde é o auge hoje das farinhas porque já está comprovado que a fibra dela é conhecida como amido resistente.
Ele vai alimentar as boas bactérias que nós temos no intestino, o que provoca uma menor absorção de glicose, menor absorção de gordura e um funcionamento intestinal melhor.
Na farinha feita com o bagaço da laranja o poder de queimar gorduras é ainda maior, mas atenção: é preciso ter certeza que é a laranja citrus aurantium, caso contrário, a pessoa consome a farinha de laranja, como fonte de fibra.
A farinha de maracujá tem pectina, uma fibra solúvel que além de ajudar no controle do colesterol e do nível de açúcar no sangue, reduz a absorção da gordura dos alimentos. Segundo pesquisas a pectina se transforma numa espécie de gel no estômago e diminui a fome.
Estudos já comprovaram também que a farinha de uva diminui o nível do colesterol ruim, o LDL, e o aparecimento de varizes, porque ativa a circulação e ainda ajuda a retardar o envelhecimento. “Também rica em resveratrol, ajuda a evitar o câncer”, diz Karin Honorato, nutricionista
Já os atletas podem usar a farinha do açaí, que tem todos os benefícios revigorastes da fruta, com uma vantagem: tem a metade das calorias da polpa. “O açaí é uma fruta calórica devido aos seus lipídios, a farinha não tem lipídios”,explia a nutricionista.
Atenção: para conseguir todos esses benefícios é preciso beber muita água, pelo menos oito copos por dia. É que as fibras precisam de líquido pra ajudar o intestino a funcionar bem. Sem água, o efeito pode ser contrário.
Se o desejo maior for de emagrecer, o ideal é consumir as farinhas trinta minutos antes das refeições, no máximo quatro colheres por dia, mas se o interesse for pelos outros benefícios das farinhas ela pode ser misturada até no feijão com arroz.

Onde comprar
"Hoje em dia é fácil conseguir farinha de frutas em lojas de fitoterápicos”, disse Andrezza. “Mas é sempre importante saber a procedência dela. Às vezes as pessoas agem de má fé, colocam farinha de trigo no meio para render mais. Então eu recomendo que veja a embalagem atentamente”.
Independentemente de você comprar a farinha ou fazer na sua própria casa, a nutricionista reforçou que a forma de conservá-la é a mesma: num recipiente fechado e seco. Para fazer a farinha, tiramos toda a água da fruta. Se ela ficar úmida, pode estragar. Não é bom deixá-la exposta.”
Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/09/farinha-de-frutas-oferece-diversos-beneficios-para-saude.html.
http://cristianaarcangeli.com.br/saude-e-nutricao/farinha-de-fruta-ajuda-a-emagrecer-e-ate-evita-problemas-cardiacos/

quarta-feira, 27 de abril de 2011


15 de maio - Dia Internacional do Celíaco


Dia 15 de maio comemora-se o Dia Internacional do Celíaco, e aACELBRA-RJ está programando dois eventos para a divulgação da DC.

Dia 14/05 terá uma panfletagem na Feira de São Cristóvão, das 14 às 16 horas.
Dia 15/05 terá panfletagem e distribuição de brindes para os primeiros celíacos que chegarem, no Aterro do Flamengo, das 9 às 12 horas.

Em todo o Brasil terão atividades acontecendo no dia 15/05. Quem quiser mais informações sobre os eventos mais próximos, entre em contato com as ACELBRAS.


Tema da campanha: Doença Celíaca - Você pode ter e não saber!

Você que é celíaco, não deixe de participar, assim, outras pessoas conhecerão a doença e abraçarão a nossa causa!





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Eventos celebram o Dia Internacional do Celíaco

A data foi instituída, principalmente, para chamar a atenção dos governos e sociedade sobre a importância da criação de políticas públicas que garantam os direitos dos cidadãos celíacos. Além do Brasil, a data foi adotada por vários países como Estados Unidos, Uruguai, Argentina, Espanha e Canadá.
A doença celíaca é uma condição crônica que afeta principalmente o intestino delgado e é caracterizada pela intolerância permanente ao glúten, proteína contida em alimentos como trigo, aveia e derivados. A doença atinge crianças, adolescentes, adultos e idosos e é controlada e tratada a partir da dieta de restrição ao glúten.
Eventos
X Caminhada do Dia Internacional do Celíaco
Dia: 15 de maio
Cidade: Florianópolis – Santa Catarina
II Caminhada do Dia Internacional do Celíaco
Dia: 15 de maio
Cidade: Joinville – Santa Catarina
Palestras, cursos de culinária e exposição de produtos sem glúten
Dia: 13 e 14 de maio
Cidade: Curitiba – Paraná
Dia Internacional do Celíaco
Dia: 14 e 15 de maio
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
II Caminhada do Dia Internacional do Celíaco
Dia: 12 de maio
Cidade: Vitória – Espírito Santo
Caminhada do Dia Internacional do Celíaco
Dia: 21 de maio
Cidade: Belo Horizonte – Minas Gerais
Semana do Celíaco
Dia: de 9 a 15 de maio
Cidade: Fortaleza – Ceará
Ação Global – Grupo de Celíacos da Bahia
Dia: 14 de maio
Cidade: Salvador – Bahia
III Caminhada dos Celíacos
Dia: 15 de maio
Cidade: Maceió – Alagoas
InformaçõesFederação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil
www.doencaceliaca.com.br
Fonte: Assessoria de Comunicação do CONSEA
EU VOU!
Isa, nossa mascote!

terça-feira, 26 de abril de 2011

NÃO DEIXEM DE FAZER O EXAME DE SANGUE PARA COMPROVAÇÃO DE DOENÇA CELÍACA!


Alerta para Dieta sem Glúten












Por: Dra Noadia Lobão – Nutricionista Funcional

Pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten não devem ingerir o glúten encontrado no trigo, centeio, aveia e cevada. Para essas pessoas, seguir uma dieta livre de glúten é necessário e benéfico do ponto de vista nutricional e médico.
Comer quantidades ínfimas de glúten pode desencadear nos celíacos danos no revestimento do intestino delgado. A Grande maioria dos celíacos permanece sem diagnóstico porque os sintomas podem variar ou parecer com os de outras doenças.
Os sintomas geralmente incluem inchaço, gases, diarréia, constipação, aftas e enxaqueca, assim como a osteoporose precoce. Pessoas com doença celíaca também sofrem de fadiga crônica, dores ósseas e articulares, aumento de peso, problemas neurológicos, altas taxas de erupções na pele, problemas de fígado, diabetes, infertilidade em homens e mulheres, abortos de repetição e cânceres, incluindo o linfoma.
Segundo a revista Archives of Internal Medicine Clinical Gastroenterology and Hepatology, os casos de doença celíaca aumentaram em 400% nos últimos 50 anos. Existem indícios mostrando que a sensibilidade ao glúten pode afetar até 10% da população.
Raquel Benati (vice presidente da ACELBRA-RJ) vem alertando sobre a necessidade de se incluir o exame antitransglutaminase IgA no rol de exames iniciais que são pedidos aos pacientes, dentro do atendimento de nutrição, pois tem aumentado o número de diagnósticos de doença celíaca entre obesos.
Tatiana Sudbrack da Gama e Silva e Tania Weber Furlanetto fizeram, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, um Trabalho de revisão sobre o diagnóstico de doença celíaca em adultos. Nesse artigo as pesquisadoras afirmam que uma das causas de exames falso-negativos é a restrição de glúten na dieta, por isso, a investigação diagnóstica deve ser realizada na vigência de dieta com glúten. O rastreamento de Doença Celíaca em indivíduos assintomáticos não está indicado. O artigo foi publicado na Revista da Associação Médica Brasileira em 2010.
Raquel compartilha da tese acadêmica e afirma que: “Fazer os exames sorológicos e a endoscopia com biopsia depois de iniciada a dieta sem glúten é muito mais difícil - podem dar falso-negativo ou inconclusivos por muito tempo. Existem pessoas que precisam voltar a ingerir grandes quantidades de glúten por 10 a 12 meses para que os exames sorológicos positivem, o que ocasiona grau elevado de atrofia das vilosidades do intestino delgado.”
O alerta é para que os nutricionistas que prescrevem uma dieta isenta de glúten peçam previamente o exame acima citado, já que é muito importante que qualquer pessoa saiba, ANTES de iniciar a dieta sem glúten, se tem doença celíaca.
http://www.acelbramg.com.br/?q=node/39

sábado, 23 de abril de 2011

NOVO LIVRO DE RECEITAS.




No livro Alexandra Gameiro, ensina 100 receitas sem glúten, tem também excertos de auto-ajuda, dá dicas dos alimentos a evitar e muito mais. Poderá encomendá-lo no sitehttp://www.blogger.com/profile/04198188384303813456.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Como Comungar!!



Comunhão Eucarística dos celíacos

A doença celíaca impede seus portadores de ingerir produto que contenha glúten, como alimentos feitos com farinha de trigo, centeio, veia etc.
No Paraná há mil celíacos registrados. Temos pessoas com essa doença em Foz do Iguaçu.
Os Católicos portadores com essa doença, como comungar? Para a maioria deles, mesmo em pequenas doses, o glúten presente na partícula provoca reações. Quando o Sacerdote conhece o drama dos celíacos, permite-lhe comungar sob a espécie do vinho.
Os Cânones 924 e 925 do CDC falam sobre as matérias para a consagração e a distribuição das sagradas espécies na Comunhão. Assim sendo, as partículas não podem ser feitas com outra farinha a não ser da farinha de trigo.
A Congregação para Doutrina da Fé diz que compete ao Bispo Diocesano orientar a comunhão somente sob a espécie do vinho.

Diante disso comunicamos:
1.      Quando o Sacerdote de Foz do Iguaçu for procurado por celíaco exponha as normas acima;
2.      Possibilite a comunhão sob espécie de vinho;
3.      Os celíacos comuniquem ao sacerdote, no início da Missa, que desejam comungar;
4.      A paróquia providencie mini-cálices, semelhantes aos usados para licor. A colher, embora seja prevista na liturgia, o não uso dela afasta a idéia de remédio comum, sobretudo para a mentalidade das crianças, catequeticamente seria melhor usar o mini-cálice. A purificação do mini-cálice seria fácil em uma bacia tipo das lavandas usadas na Missa e a água seria lançada (na antiga piscina) como continua determinando a Instrução Sacramento da Redenção nº 120 de 25-03-2004;
5.      Gostaria de lembrar que além do problema do glúten no cereal precisa ser pensada esta situação somada à do diabético e do abstêmio. Hoje temos vinho sem açúcar e sem álcool como o da marca La Dorni que é aprovada.

Tais medidas passaram pelo parecer de Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo Metropolitano do Belo Horizonte-MG e Presidente da Comissão para Doutrina da Fé – CNBB  no dia 7/4/2011.

Com essas medidas todos poderão ser atendidos à mesa Eucarística sem perigo de problemas para a saúde.
Que todos os Padres  e  equipes litúrgicas tomem conhecimento destas orientações e as tornem públicas!
Dom Dirceu Vegini
Bispo Diocesano 


Símbolo e Significado
De acordo com Heber Zenun, Professor de Teologia da Faculdade Teológica do Instituto Batista de Educação, em Florianópolis, Santa Catarina, a maioria das religiões cristãs tem algum ritual de comunhão. As Evangélicas, por exemplo, costumam realizar Ceias, nas quais os fiéis compartilham pães e vinho. Heber é também pastor da Igreja Batista da Trindade, em Florianópolis, e explica que, ao partilhar o pão e o vinho durante os cultos, o fiel se liberta para conhecer Deus e Jesus. “O símbolo do pão não pode ser maior do que seu significado”, explica ele, “por isso, na nossa comunidade, qualquer pessoa celíaca pode conversar com o pastor e solicitar pão sem glúten. O importante é comungar e sentir a celebração a Jesus, não importa se o pão é de trigo ou de milho”, diz ele.
Pão Sem Glúten Para Todos!
Gláucia Esteves, que é Evangélica e fundadora da ACELBRA de Alagoas, tem uma história curiosa e feliz para contar. Ela é tia e irmã de celíacas e membro da Igreja Batista do Farol, em Maceió, Alagoas. Quando sua sobrinha e sua irmã receberam diagnóstico de doença celíaca, pediram ao pastor que oferecesse a elas e a outros fiéis com a mesma necessidade uma pequena bandeja com pão sem glúten durante o culto. Para sua surpresa, o pastor determinou que a partir daquele momento, todos na comunidade passariam a comungar com pão sem glúten. “Ele nos disse que não queria segregar os celíacos e sim incluí-los na comunidade da Igreja Batista do Farol”, conta Gláucia, satisfeita.
Pao sem GlutenDesde setembro de 2009, Gláucia é responsável por fazer os pães sem glúten para a Ceia. “Tem sido uma honra e um desafio”, conta ela, que afirma estar recebendo um retorno muito positivo dos fiéis. “Muitos me perguntam a receita para fazer em casa”, diz Gláucia, feliz em poder divulgar as dificuldades da doença celíaca no meio Evangélico.
O pastor e professor de Teologia Heber Zenun ressalta que, ao contrário do catolicismo, não existe nenhuma exigência nas outras religiões cristãs, sejam evangélicas, protestantes, presbiterianas, anglicanas, etc., do uso do trigo no pão compartilhado como comunhão. No entanto, segundo ele, pode haver alguma comunidade que aja de maneira isolada, proibindo o pão sem glúten durante os cultos. “O que procuro divulgar e ensinar a meus alunos é que a Ceia é algo simples, que celebra a relação da pessoa com Cristo. É preciso haver amor à verdade e também flexibilidade. Se alguém precisa de um alimento especial por motivos de saúde, não há motivos para recusar isso”, afirma Heber.
A Comunhão Espiritual
O Espiritismo é uma doutrina cristã, mas que, de acordo com Leani Cabral, estudiosa do Centro Espírita Lar de Joaquina, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, não tem rituais de nenhum tipo, nem comunhão com alimentos. O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, principal obra da Doutrina Espírita, descreve a comunhão no Capítulo sobre a Lei de Adoração: “Os homens reunidos por uma comunhão de pensamentos e sentimentos têm mais força para atrair os bons Espíritos. Acontece o mesmo quando se reúnem para adorar a Deus”. “É a comunhão espiritual”, define Leani.
Uma Alegria Profunda
Comungar sem glúten continua então a ser um desafio para os celíacos católicos, religião da maior parte da população brasileira. “A conduta com relação à comunhão para os celíacos é muito pessoal, portanto, cabendo à família a decisão. Conversar com o médico, que já acompanha o paciente, ajuda a esclarecer melhor as dúvidas”, conclui a a Presidente da ACELBRA-MG.
O depoimento de Maria das Graças dos Santos Rodrigues, entregue a Ângela por escrito em 2007 e autorizado para divulgação, pode confortar e servir de exemplo a muitos celíacos. Maria das Graças é católica e, ao descobrir ser portadora da doença celíaca, sentiu uma profunda tristeza. “Chorei muito e disse ao meu médico que não poderia viver sem Jesus Eucarístico”, conta. Ela então precisou de um atestado médico para comungar com vinho e sua paróquia passou por adaptações. “Meu cálice foi separado para que não houvesse contágio da hóstia com o vinho, e com isso percebi olhares desconfiados e surgiram perguntas dos outros fiéis.” Hoje tudo isso passou e ela celebra, satisfeita, a comunhão com vinho em sua vida. “Posso afirmar que comungo o mesmo Corpo e Sangue de Jesus que os que comungam com hóstias, pois Jesus é Corpo, Sangue, Alma e Divindade”. Ela conclui dizendo acreditar que a Eucaristia transforma um fardo em algo leve e suave. Comungando com vinho aprendeu a superar as dificuldades da doença celíaca e afirma: “Da Eucaristia deve brotar uma alegria profunda, e é nessa alegria que eu vivo”.
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Mais Informações
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terça-feira, 19 de abril de 2011

Quem me dera poder ir !!


2º Glúten Free SP contará com a presença de Palestrante Internacional
Bom dia meus amores!
Depois de uma movimentada promoção de Páscoa, agora estamos com força total no evento Glúten Free que vai acontecer em SP no dia 14/05/2010. Estamos muito felizes de apoiar essa causa tão importante, não só para celíacos, mas para todas as pessoas. Então abaixo vão algumas informações muito legais pra você ficar por dentro de tudo o que vai acontecer!!
A e3 Marketing & Comunicação agência responsável pela concepção e realização do Glúten Free no Brasil, trará a São Paulo nos meses de Abril e Maio a 2ª edição do evento, com palestras internacionais e grandes nomes da nutrição nacional.
O principal objetivo do 2º Glúten Free SP é levar informações atualizadas e prosseguir a missão de discutir sobre a excessiva ingestão de glúten na alimentação ocidental, as doenças relacionadas, os novos alimentos e principalmente como lidar com essa proteína tão presente em nosso dia a dia. Trata-se de um movimento que envolve tanto informação, quanto a aplicação de dietas e cardápios zero glúten.
Dados:De acordo com o Dr. Thomas O’Bryan: 35% dos pacientes ainda apresentam sinais da doença celíaca após dois anos do início da dieta sem glúten. 65% dos pacientes adultos em dieta sem glúten por mais de vinte anos desenvolvem doenças ósseas (20% apresentam osteogenia, 45% apresentam osteoporose). Mais de 30% da população celíaca não é curada com uma dieta sem glúten. E aqueles que rejuvenescem sua vilosidade apresentam aumento da permeabilidade intestinal nos anos seguintes. Embora a maioria dos indivíduos com doença celíaca tenha uma melhora considerável nas primeiras semanas sem o consumo de glúten,  entre 7% a 30 % ainda continuam a apresentar sintomas ou manifestações clínicas relacionadas a doença celíaca apesar de estarem sob uma dieta sem glúten.
Essas e outras questões continuarão a ser debatidas neste, que é um dos maiores eventos do país especializado no assunto, o Glúten Free SP.
Programação:No dia 14/05 o 2º Glúten Free contará com uma programação especial, voltada a um público específico. Todos os participantes terão acesso as informações qualificadas e poderão escolher o dia em que participarão do evento de acordo com a sua necessidade, sendo aberto ao público como um todo.
Alimentação / Praça de Exposições:O Glúten Free é baseado em um pilar básico da nutrição: alimentação de 3 em 3 horas, sendo assim o evento proporcionará café da manhã, almoço (livre), coffe break para todos os participantes e ainda contará com uma praça de exposições, que ficará posicionada e aberta durante toda a duração do evento para degustações, esclarecimentos nutricionais e informações.
Oficinas Culinárias Zero Glúten:Além de palestras e alimentação zero glúten, o evento contará também com Oficinas Culinárias gratuitas, que acontecerão durante todo o mês de Maio, em pontos selecionados da cidade, como: restaurantes, lojas de produtos naturais, espaços gastronômicos e shoppings. O objetivo principal das oficinas é apresentar receitas práticas, livres de glúten e que possam ser aplicadas no dia a dia. Quem assinará o cardápio e ministrará todas as aulas dessas oficinas, será a Chef e nutricionista funcional Natalia Werutsky.
Concurso Melhor Receita Zero Glúten:O Glúten Free traz como novidade para esta 2ª edição um Concurso de Receitas Zero Glúten, que será realizado com os alunos dos cursos de Gastronomia e Nutrição da Universidade Anhembi Morumbi. O concurso funcionará da seguinte forma: os participantes interessados deverão se inscrever e elaborar receitas práticas e saudáveis, sem glúten. As melhores receitas, mais criativas, saborosas e práticas, ganharão um super prêmio.

Palestrantes:
No time de palestrantes, além da presença internacional do Dr. Tom O’ Bryan – especialista em doença celíaca e intolerância ao glúten – que proferirá um dia inteiro de palestra para nutricionistas e profissionais da área, contaremos também com grandes nomes da nutrição clínica e nutrição funcional e um Chef gastronômico.
  • Palestra Internacional: Dr. Tom O’BryanÉ nacionalmente reconhecido nos EUA especializado na doença celíaca e intolerância ao glúten e especialista no tratamento clínico de doenças crônicas e distúrbios metabólicos a partir de uma perspectiva de Medicina Funcional.Pós-graduado da Universidade de Michigan e do Colégio Nacional de Quiropraxia. Diplomado pelo Conselho Nacional de Examinadores de Quiropraxia, faz parte do Conselho Americano de Nutrição Clínica, nutricionista clínico com certificado  Internacional e Associação Americana Nutricionistas de clínicos. Certificado em Biomecânica Funcional. Membro do Instituto de Medicina Funcional. É també  Vice-Presidente do da Associação Internacional e Americana de nutricionistas clínicas.
  • Dra. Gisela SavioliFoi a nutricionista responsável pelo Papa Bento XVI em sua visita ao Brasil, em maio de 2007 e sua comitiva, pela V Conferência dos Bispos da América Latina e do Caribe, em Aparecida (SP). É nutricionista clínica graduada pelo Centro Universitário São Camilo com especialização em Saúde da Mulher no Climatério pela Faculdade de Saúde Pública da USP, possui pós-graduação em Nutrição Clinica Funcional, e é  pós-graduanda em Fitoterapia pelo CVP-UNICSUL. Faz parte do Membro do Conselho Brasileiro de Fitoterapia – CONBRAFITO, e também Membro do Institute Medicale Internacional de Lourdes – França. Autora do livro: “Tudo posso, mas nem tudo me convém” .
  • Dra. Andréia NavesNutricionista e Educadora Física. Diplomada pelo The Institute for Functional Medicine (USA) em 2007. Editora Científica da Revista Brasileira de Nutrição Funcional. Docente e Diretora da VP Consultoria Nutricional / Divisão Ensino e Pesquisa. Autora do Livros “Nutrição Clínica Funcional dos Princípios à Prática Clínica” e “Nutrição Clínica Funcional: Obesidade. Colaboradora do livro “Suplementação Funcional Magistral: dos Nutrientes aos Compostos Bioativos”. Vice-Presidente do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional (CBNF). Membro do The Institute for Functional Medicine – USA.
  • Chef Renato CaleffiChef pela Universidade Anhembi-Morumbi, Especialista em Gastronomia Orgânica, Contemporânea e Funcional, Chef sócio- proprietário do Le Manjue Bistrô em São Paulo. Um dos autores do livro “Tudo Sobre Panelas”. Ministra aulas de culinária orgânica e alimentação funcional.
  • Dra. Lenita SalgadoDocente dos cursos de Pós-Graduação e Extensão em Nutrição Clínica Funcional pela VP Consultoria Nutricional/Divisão Ensino e Pesquisa. Membro do Instituto de Medicina Funcional (EUA). Atendimento Clínico Funcional em consultório particular e Personal Diet nas cidades de São Paulo, Itapecerica da Serra, Alphaville, São Lourenço da Serra, Piracicaba e Urupês.
  • Nutricionista e Chef Natalia WerutskyNutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, Administradora de Empresas pela FAAP e Chef em Gastronomia pelo Natural Gourmet Institute for Health & Culinary Arts de Nova York. Pós-graduanda em Nutrição Clínica Funcional pela VP Consultoria Nutricional/ Divisão de Ensino e Pesquisa. Atua como Personal Nutricionista e Personal Chef, faz atendimento nutricional domiciliar e consultório, ministra cursos de culinária domiciliar e palestras.
  • Dra. Joana D’Arc Pereira MuraGraduada em nutrição, sanitarista e especialista em advocacia da saúde, além de presidente do Conselho Municipal de Alimentação Escolar de São Paulo e nutricionista da Secretaria de Gestão Pública do Município de São Paulo. Consultora técnica da Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (ABERC) e do Conselho Regional de Nutricionistas 3ª Região (CRN-3).
  • Dra. Lucelia CostaNutricionista, Especialista em Políticas Sociais e Segurança Alimentar e Nutricional, Presidente da Federação Nacional de Associação dos Celíacos do Brasil – FENACELBRA, Membro do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA, Pos-graduanda em Fitoterapia Funcional pela VP Consultoria Nutricional.
  • Dra. Cristiane LorenzanoIntegrante Grupo FRAGICor – Pesquisa – Universidade Federal São Paulo. Aperfeiçoamento Cientifico e Pesquisa Científica no Laboratório de Biologia Molecular e Biofisica do ICB/USP – Pós Graduação em Nutrição Funcional – CVPE – Universidade Ibirapuera. Especialização em Fisiologia do Exercício pela UNIFESP/ EPM. Graduação: Nutrição – Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Docente dos Cursos de Pós Graduação da VP Consultoria Docente dos Cursos de Pós Graduação do Instituto de Psicologia e Formação – IPAF – Brasil e Portugal (em atuação) Member of The Institute for Functional Medicine – USA
Obs.: Todos os participantes do evento ganharão a ecobag “2º Gluten Free SP” que além de incentivar o uso da bolsa nas compras reduzindo o consumo de plástico, irá recheada de produtos Zero Glúten.
Serviço:Gluten Free São Paulo|Ciclo de palestras grandes nomes da nutrição nacionalPúblico: Aberto ao público
Palestrantes: Dra. Andréia Naves, Dra. Gisela Savioli, Dra. Lucelia Costa, Chef Renato Caleffi e Dra. Cristiane Lorenzano
Data: 07/05
Horário: 08hs às 18hs
Local: Hotel Royal Jardins
End: Al. Jaú, 729 – Jardim Paulista – SP
Valores: Até o dia 25/04: R$98
A partir do dia 26/04: R$125
Estudantes: R$65
Informações e vendas: www.glutenfreebrasil.com Email: contato@e3marketing.com.br Tels: ( 11) 3586.1764 | 3586.9197
Oficinas Culinárias:Informações: www.glutenfreebrasil.com / contato@e3marketing.com.brTels: 55 11 3586.1764 | 3586.9197
Serviço:
E
3 Marketing & Comunicação: (11) 3586-1764 / 3586-9197Assessoria de Imprensa: e3 Comunicação & Marketing – www.e3online.com.brTalita Martins – imprensa@e3marketing.com.br – (11) 3586-1764 / 3586-9197 / 7870-2315 / ID: 55*80*23568

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Leite de Cannabis!!Você já ouviu falar?



abril 15, 2011
Os leites de cereais, assim chamados por se assemelharem ao leite animal, estão cada vez mais comuns nas prateleiras de supermercados e lojas de produtos naturais. Além dos leites de soja, arroz, aveia e amêndoa, agora chega a vez do leite deCannabis. Sim, Cannabis!
O “leite”, que começou a ser comercializado nos Estados Unidos e Canadá em 2007, só começa a cair no gosto dos consumidores mais recentemente. Esses são adeptos de uma dieta saudável e buscam alternativas aos lácteos, como é o caso de intolerantes à lactose, alérgicos ao leite, vegetarianos e veganos.

Leite alucinógeno?

Cannabis é o gênero botânico de algumas plantas, entre as quais a mais conhecida é a Cannabis Sativa, da qual se produz o haxixe e a maconha. A Cannabis utilizada na produção dos leites é mais conhecida como cânhamo (em inglês chama-se Hemp). Apesar desta variedade conter níveis quase nulos de THC (tetrahidrocanabinol), o principal composto químico psicoativo presente na maconha, seu plantio foi proibido em muitos países nas décadas de 60 e 70 devido à disseminação da droga. Depois de estudos comprovarem que o cânhamo é seguro para consumo, ele voltou a ser cultivado em diversos países da Europa e Ásia para fins comerciais. Atualmente o seu maior produtor é a China, seguido da França.

Cultivo proibido no Brasil

Aqui no Brasil, assim como nos EUA, o cânhamo é enquadrado como uma planta com propriedades alucinógenas e seu cultivo é proibido. De acordo com a Brasil NORML, “a economia do país perde uma renda astronômica pois, não apenas mais resistente que qualquer outra cultura, o cânhamo pode se desdobrar em mais de 25 mil produtos diferentes, os quais poderiam substituir outros que já estão no mercado poluindo o meio ambiente. Além de ecologicamente correta (ela não necessita de pesticidas em seu cultivo), a fibra do cânhamo é especialmente barata e de fácil extração.”

A semente que vai mudar o mundo

Não é à toa que os produtores de cânhamo consideram-na a “planta do futuro” ou, como também chamam, “a semente que vai mudar o mundo”.  Além de suas mil e uma utilidades, os benefícios dessa planta são excepcionais para a saúde em todos os sentidos.
A semente, da qual são feitos os alimentos à base de cânhamo, é rica em ômega 3 e 6 e apresenta um excelente equilíbrio na proporção desses ácidos graxos. Além disso, ela possui 10 aminoácidos essenciais, é rica em potássio, magnésio, ferro e contém antioxidantes, como a vitamina E.
Para intolerantes e alérgicos ao leite, os produtos à base de sementes de cânhamo são uma excelente alternativa aos alimentos lácteos. Os fabricantes alegam que, ao contrário da proteína de soja, a proteína de cânhamo não contém um alto teor de fitatos (que podem interferir com uma assimilação adequada de minerais), ou oligossacarídeos (que com frequência causam excesso de gases e problemas estomacais). Sem falar no fato que a soja é também um alimento alergênico, e não são raros casos de pessoas com alergia ao leite, que também possuem alergia à soja.

Produtos

Duas empresas se destacam no mercado norte-americano no desenvolvimento de produtos à base da semente do bem. A Manitoba Harvest (http://manitobaharvest.com) produz a bebida à base de cânhamo em diversos sabores, óleo, manteiga e proteína em pó. Já a Living Harvest ( http://www.livingharvest.com) produz, além desses, sorvetes e picolés em diversos sabores. Os leites são enriquecidos com cálcio, vitamina D, e vitamina B12, nutrientes importantes para quem segue uma dieta vegana.
Apesar de todos os benefícios, o produto ainda causa certa desconfiança por parte do consumidor. Mesmo assim, segundo gerentes de lojas de produtos naturais nos Estados Unidos, aos poucos as pessoas estão entendendo que esta semente nada tem a ver com a maconha e estão se encantando com o produto e suas propriedades.
Os super produtos ainda não aportaram nas prateleiras brasileiras. Enquanto isso não acontece, fica a dica para quem vai viajar ao exterior: que tal um capuccino ou um sorvetinho com leite de Cannabis?
Para saber mais:
Wikipedia – Cânhamo: http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2nhamo
www.semlactose.com

VIVER COM DOENÇA CELÍACA.



NUNCA SE ESQUEÇA DE MUDAR!!!LINDO!

domingo, 10 de abril de 2011



Breve Histórico da Doença Celíaca

Há milhares de anos, os povos verificaram que era possível semear a terra e obter colheitas de cereais diversos, entre eles o trigo, conhecido na fabricação de um dos mais antigo dos alimentos, o pão. A partir daí, o seu rendimento era tal, que lhes permitiu viverem no mesmo local sem a necessidade de andarem constantemente à procura de alimentos. Uma conseqüência desta descoberta, foi a civilização, e outra foi o risco de se ter a Doença Celíaca. No século II, um grego, Aretaeus da Capadócia descreveu doentes com um determinado tipo de diarréia, usando a palavra "Koiliakos" ( aqueles que sofrem do intestino ). Tudo leva a crer que já naquela época ele se referia àquela doença que em 1888, Samuel Gee, um médico pesquisador inglês descreveu em detalhes, achando que as farinhas poderiam ser as causadoras da moléstia. Gee designou-a por "afecção celíaca", aproveitando o termo grego, e, em seus escritos previa com grande intuição que "... controlar a alimentação é parte principal do tratamento ... a ingestão de farináceos deve ser reduzida ... e se o doente pode ser curado, há de sê-lo através da dieta ...".

A Guerra ajudou na descoberta

Durante a 2ª guerra mundial, o racionamento de alimentos imposto pela ocupação alemã, reduziu drasticamente o fornecimento de pão à população holandesa. Em 1950, o Prof. Dicke, pediatra holandês de Utrech, verificou que as crianças com "afecção celíaca" melhoraram da sua doença apesar da grave carência de alimentos. Associou então este fato, com o baixo consumo da dieta em cereais.

A Engenharia oficial e a ousadia

Charlotte Anderson, de Birmingham, demonstrou finalmente mais tarde por trabalhos de laboratório, que o trigo e o centeio continham a substância que provoca a doença: o Glúten. J.W.Paulley, médico inglês, observara entretanto num "celíaco operado", que a sua mucosa intestinal não tinha o aspecto habitual, e este fato extremamente importante e confirmado por outros pesquisadores, passaram a permitir um diagnóstico com bases mais seguras. A importância desta descoberta aumentou, quando um oficial americano, Crosby, e um engenheiro, Kugler, desenvolveram um pequeno aparelho com o qual de podiam efetuar biopsias do intestino sem necessidade de operar o doente. Este aparelho, hoje com pequenas modificações, ainda é usado para se fazer o Diagnóstico da Afecção Celíaca, da Celiaquía, da Enteropatia sensível ao glúten, do sprue celíaco, sprue não tropical, entre outros nomes que recebeu, enquanto pesquisadores se convenciam de que se tratava da mesma doença.