sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O valor dos alimentos sem Glúten

Por Raquel Benati

   Todos nós concordamos com uma coisa - nossa alimentação é mais cara do que a da maioria da população. Ninguém aqui compra alimentos caros por diversão ou por não ter nada melhor para fazer. Quando ficamos felizes por poder ter acesso a produtos saborosos, não estamos dizendo que somos "alienados" e não vemos o que está a nossa volta. Só estamos felizes por poder comer algo igual ou parecido com o que já comemos um dia na vida. Ficamos felizes assim também quando conseguimos que uma receita dê certo e seja aceita por nossos familiares e amigos.

Mas é preciso entender o porque nossa alimentação é mais cara:
1 - se um pão de sal comum usa 3 ou 4 ingredientes, nossos pães podem ter até 18 ingredientes, como é o caso do lindo pão francês que a Leila Zandona criou;
2- o trigo tem carga tributária subsidiada, pois é a base da alimentação de 99% da população brasileira, fazendo com que os alimentos produzido com ele tenham preços acessíveis e mais baratos que frutas e legumes, permitindo que possam ser comprados em qualquer esquina, com data de validade extensa e em quantidade abundante;
3- Nossos produtos são especiais - além do número de ingredientes, a empresa que produz tem responsabilidade dobrada por causa da contaminação cruzada por glúten, aumentando o trabalho com limpeza de ambiente, máquinas, capacitação dos funcionários; o fornecimento de matéria prima é feito por empresas que dão garantias de que não tem traços de glúten, etc., o que nem sempre será da empresa que tem o preço mais competitivo no mercado;
4- A maior parte das empresas que produzem sem glúten estão localizadas no sul do país - os produtos viajam centenas de quilômetros para chegar na nossa casa.
5- Por maior que seja o investimento em pesquisa e tecnologia, ainda estamos engatinhando nessa produção sem glúten e o sabor e textura dos alimentos ainda está longe de ser igual ao que tem glúten;
6 - Para tentar chegar a uma textura mais aceita, nossos produtos são mais calóricos, com mais gordura e açúcar do que os similares com glúten;
7- Não tem conservantes naturais ( o glúten também tem esse papel de ajudar a conservar) e por isso precisam de geladeira ou tem validade curta - o lojista gasta mais com energia elétrica , equipamento e espaço dentro da loja e ainda perde o produto se ele não tiver saída;

E assim por diante - poderíamos ficar aqui escrevendo sem parar sobre esse assunto.

Uns podem comprar Schar, outros podem comprar Casarão , e muitos não podem comprar e nem tem acesso a nada disso. Comem arroz com feijão, legume e verdura no café da manhã, almoço e jantar e pipoca e frutas nos lanches - se tiverem gás ou lenha pra cozinhar.

O que nós celíacos podemos fazer para mudar essa situação ?

Nossa LUTA deve ser pelo Direito Humano a Alimentação Adequada (DHAA) de TODOS os celíacos desse país. Como fazemos isso ?
Poderia ser:
- apresentando projetos de lei que possam diminuir a carga tributária de alimentos para fins especiais (isso não é para comprar coxinha e pizza, mas para termos produtos saudáveis e considerados essenciais na alimentação das pessoas);
- apresentando projetos de lei, garantindo uma ajuda mensal para as famílias de celíacos carentes desse país...

O que não podemos fazer é reclamar e ponto final. Seja mobilizando as pessoas, seja participando de algum grupo ou associação de celíacos, seja participando dos Conselhos de Saúde, Segurança Alimentar, Alimentação Escolar, etc. , é que vamos mudar o que existe hoje.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Schär Glúten Free chegando ao Brasil !!


A Schär é a líder europeia no desenvolvimento e fabricação de alimentos sem glúten. Está presente em mais de 50 países em todo o mundo e, agora, traz para o Brasil os seus 30 anos de tradição na produção de alimentos ricos em sabor e totalmente seguros, elaborados exclusivamente com ingredientes selecionados.
Com um centro de pesquisas localizado em Trieste, na Itália, nossos técnicos em produtos alimentícios, especialistas em alimentação e químicos trabalham em conjunto, desenvolvendo, testando e melhorando receitas já consagradas em toda a Europa.

E tudo isso com um único objetivo: oferecer qualidade de vida e prazer em se alimentar para pessoas que seguem uma dieta sem glúten.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Mais sobre a fibra Psyllium!!

Substituto para o glúten

Alimentos com a fibra Psyllium tiveram alto índice de aceitação entre portadores da doença celíaca
Por: Mariana Benjamin
Publicado em 07/12/2006 | Atualizado em 19/10/2009






O estudo testou o uso da fibra Psyllium em pão, biscoito, macarrão, bolo e massa para pizza, alimentos que os portadores da doença celíaca mais sentem falta em sua dieta, segundo dados da Associação dos Celíacos do Brasil.
Os portadores da doença celíaca – intolerância permanente ao glúten que atinge um em cada 266 indivíduos no mundo – acabam de ganhar uma nova alternativa para sua alimentação: a fibra Psyllium foi testada com sucesso para substituir a proteína que desencadeia a enfermidade. Atualmente, a Psyllium é usada como medicamento para regulação intestinal e redução do índice glicêmico e do colesterol. A descoberta foi feita pela nutricionista Renata Puppin Zandonadi, em sua dissertação de mestrado desenvolvida no Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília.

Alimentos produzidos com trigo, cevada, aveia e centeio – que contêm glúten – não podem ser ingeridos pelos portadores da doença celíaca. As alternativas existentes no mercado são caras e dificilmente encontradas. Além disso, elas prejudicam o sabor e a textura dos produtos, que, quando preparados, apresentam dificuldade de crescimento e ficam ressecados. “Para umedecer os alimentos e torná-los mais macios, costuma-se adicionar mais gordura na sua preparação, fazendo com que fiquem muito calóricos. Por causa disso, os celíacos geralmente têm ganho de peso quando aderem ao tratamento”, explica Zandonadi.

A substituição do glúten pela fibra é possível devido à semelhança entre suas características funcionais nos alimentos: ambos têm grau de elasticidade e capacidade de absorção de água parecidos. Os alimentos preparados com a Psyllium não apresentaram diferenças de cor, sabor, odor ou textura, o que permitiu à nutricionista realizar testes com portadores e não portadores da doença.

Doença celíaca 
A doença celíaca é causada por uma predisposição genética que torna o indivíduo intolerante ao glúten. A ingestão dessa proteína desencadeia uma reação imunológica que prejudica a absorção de nutrientes e pode gerar intestino preso, diarréia, anemia e até desnutrição. A doença pode se manifestar em qualquer faixa etária e seu único tratamento é o corte total do consumo de glúten. Segundo a Acelbra, 300 mil brasileiros são portadores da doença.
Durante os testes, 35 pessoas que não têm a patologia ingeriram tanto o produto com glúten quanto o modificado, sem identificá-los. Já os 35 celíacos que participaram do processo consumiram apenas os produtos com a Psyllium. Zandonadi optou por trabalhar com pão, biscoito, macarrão, bolo e massa para pizza, alimentos que os portadores da doença mais sentem falta em sua dieta, de acordo com dados da Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra).

Segundo a pesquisadora, os resultados foram satisfatórios. Além de o valor energético dos alimentos ter sido reduzido, os índices de aceitação foram elevados: entre os portadores da doença, o macarrão, o bolo e a massa para pizza tiveram aprovação de 100%, o biscoito 96,6% e o pão 93%. E não foram apenas os celíacos que aprovaram os novos produtos. As pessoas sem a doença gostaram mais do pão com Psyllium do que com glúten. “A aceitação foi superior a 97%”, destaca Zandonadi. O macarrão teve índice de satisfação de 94%, a massa para pizza 85,5%, o bolo 71% e o biscoito 68,6%.

Zandonadi considera importante a aceitação dos alimentos tanto por parte dos portadores quanto dos não portadores da doença celíaca. “Assim, além de serem consumidos pelos celíacos, os produtos podem ser ingeridos pelos seus familiares e amigos, o que facilita a adesão ao tratamento”, esclarece. Além do alto índice de aprovação, outro ponto positivo é que as receitas usadas pela nutricionista permitem o preparo dos alimentos em domicílio, o que gera um custo mais baixo do que comprar os produtos especiais já existentes no mercado.


Mariana Benjamin Ciência Hoje On-line
07/12/2006

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Limpeza Consciente !

Achei excelente estas dicas apesar de não ter relação com doença celíaca , mas tem muita relação com alergias também e preservação do meio ambiente!

Limpeza consciente


Vinagre, suco de limão e bicarbonato de sódio: com esse trio nas mãos, você ataca o mofo, limo e manchas de gordura, entupimento e odores fortes. Eles tem propriedades bactericidas, abrasivas e ácidas tão eficientes quanto os produtos industrializados, mas com a vantagem de não agredir a nossa saúde nem o meio ambiente. “O multiúso e o detergente contêm fosfato na fórmula, um elemento que facilita a remoção da gordura. Em excesso, porém, ele causa a eutrofização da água – processo que leva ao crescimento exagerado de algas e micro-organismos e, consequentemente, ao desequilíbrio ecológico”, explica Márcio Augusto Araújo, consultor de ecoprodutos do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (SP).
Embora no Brasil a quantidade de fosfato seja controlada, imagine o efeito provocado quando milhões de pessoas usam os produtos indiscriminadamente. “Os itens industrializados podem ser rastrea­dos, mas pior mesmo são os fabricados em `fundo de quintal’, que muita gente compra sem conhecer a fórmula e os efeitos colaterais”, diz o pesquisador Maurício Waldman (SP), autor do Guia Ecológico Doméstico (Ed. Contexto). Além das alergias na pele, podem ocorrer intoxicações causadas pelo forte odor e até envenenamento de animais domésticos. Abra mão também de detergentes, solventes e ceras que contenham compostos voláteis, cloro ou formaldeído, pois poluem o ar e provocam problemas respiratórios.
CONSUMO CONSCIENTE
Nas prateleiras dos supermercados já existem vários materiais de limpeza ecológicos, isentos de agentes químicos agressivos ou com o seu teor reduzido. Portanto, ao optar pelos industrializados, prefira os de baixo impacto ambiental. Maurício ressalta que é fundamental mudarmos os nossos hábitos de consumo. “As pessoas acham que basta limpar bem. Mas a ideia é sujar menos para dispor de uma quantidade menor de produtos químicos em casa, pois eles poluem os rios e matam os peixes. A água da máquina de lavar roupas que já tem sabão, por exemplo, é perfeita para higienizar o vaso sanitário ou tirar a sujeira do quintal”, ensina.
PRODUTOS SEM QUÍMICA
Na hora de limpar a casa, podemos, além de economizar, fazer uma limpeza consciente. Use estas receitas que garantem um ótimo resultado, não fazem mal à saúde e contribuem com o meio ambiente!
Vinagre
Com alta concentração de ácido acético, o líquido funciona como um potente desinfetante e desengordurante. Os melhores para a limpeza são o branco (de álcool) e o de maçã.
Antimofo
Remova esse odor desagradável do armário limpando-o com um pano mbebido na mistura de 3 litros de água quente com 1 ou 2 colheres (sopa) de vinagre branco.
Fim da gordura
Ponha um pouco de vinagre puro sobre a gordura do fogão, deixe agir por um minuto e limpe.
Rejunte branquinhoAplique vinagre puro com uma escovinha de dentes no rejunte do azulejo. Aguarde pelo menos duas horas para enxaguar com água. A dica também vale para limpar aquela parede com marcas de móveis ou de sapatos.
Brilho em vidros e espelhos
Dissolva 1 parte de vinagre em 4 de água quente e limpe essas superfícies. Os vidros ficam ainda mais transparentes!
Tapetes e carpetes novinhos
Para limpar essas peças, aplique uma mistura com a mesma quantidade de vinagre branco e água.
Amaciante
Substitua o produto convencional por 1/2 copo de vinagre no último enxágue da roupa. Ela fica supermacia…
Bicarbonato de sódio
À base de dióxido de carbono e hidróxido de sódio, o bicarbonato é bactericida e uma excelente alternativa para os produtos de limpeza abrasivos. Use-o, sempre com luvas, na limpeza da cozinha e para afastar odores desagradáveis.
Forno brilhanteMolhe um pano macio numa mistura de 1/2 litro de água quente e 3 colheres (sopa) de bicarbonato. Aplique em todo o forno e, após uma hora, retire-o com um pano úmido.
Ralos desentupidos
Misture bem 1 xícara (chá) de sal, 1 de bicarbonato e 1 litro de água quente. Jogue no ralo.
Carpete cheiroso
Para eliminar o odor forte, provocado por animais de estimação ou pela falta de ventilação no ambiente, pulverize bicarbonato de sódio sobre o carpete usando uma peneira grande. Deixe agir por dez minutos e aspire. Não passe vassoura para evitar que o tapete fique branco.
Geladeira limpinha
Sempre depois de finalizar a limpeza da geladeira e do freezer, passe um pano úmido com bicarbonato na parte interna para desinfetar o local.
Suco de limãoO ácido cítrico do fruto ajuda a dissolver o limo e até manchas de ferrugem.
Louça sem gordura
Dilua 1/4 de xícara (chá) de suco de limão em água e aplique na peça com um pano macio.
Antiferrugem
Retire esse tipo de mancha de talheres, grelhas e fogão esfregando a superfície com suco de limão e uma esponja.
MULTIÚSO CASEIRONum frasco de vinagre de maçã, junte 3 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio e 1 copo de extrato de raspa de juá (árvore típica do Nordeste, também conhecida como juazeiro), à venda em lojas de produtos naturais. A solução tem validade de até seis meses se for guardada bem fechada e à sombra.
Importante
Mesmo os produtos sendo naturais, nunca deixe-os ao alcance de crianças e animais.
Fonte: Planeta Sustentável
http://www.blogdasaude.com.br/saude-ambiental/2012/09/21/limpeza-consciente/

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Cosméticos podem ter glúten


Esse tipo de proteína está presente em muitos produtos de beleza e higiene, como batom e xampu. Um tipo específico de doença celíaca tem seus sintomas desencadeados pelo uso de itens com a substânciapor Thais Szegö | design Pilker | fotos Dercílio
O glúten pode estar presente em produtos como hidratantes, xampus, tinturas de cabelo e batons


Quem recebe o diagnóstico desse problema gastrointestinal sai do consultório do médico sabendo que, a partir desse momento, terá que riscar totalmente da dieta alimentos com glúten, uma proteína presente no trigo, na aveia, no centeio, na cevada e em seu derivado, o malte — além de qualquer receita que contenha algum deles. "Nos portadores de doença celíaca, a substância provoca danos na parede do intestino delgado, impedindo a absorção de nutrientes como vitaminas e água", explica Vladimir Schraibman, gastroenterologista e cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. "Por isso, se essas pessoas ingerirem glúten, mesmo que em pequenas quantidades, vão sofrer com diarreia crônica ou prisão de ventre, inchaço, flatulência, irritabilidade e pouco ganho de peso", conta Schraibman. 

Mas existe uma turma de celíacos que segue à risca a restrição alimentar e, mesmo assim, de uma hora para a outra começa a apresentar erupções na pele que, a princípio, lembram picadas de inseto e em pouco tempo viram bolhas que ardem e coçam bastante. Em alguns casos, elas são acompanhadas pelos sintomas gástricos. "Trata-se de uma variante da doença celíaca chamada de dermatite herpetiforme e que também é desencadeada pela presença do glúten", explica Péricles Marques, presidente da Associação dos Celíacos do Brasil.

Pergunta: se esses indivíduos cortaram totalmente essa proteína do cardápio, como ela provocaria o quadro? "Por meio de cosméticos com ingredientes derivados da substância na sua formulação", responde a dermatologista Erica Monteiro, do Centro de Cosmiatria do Departamento de Dermatologia da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Isso também pode acontecer com gente que nem desconfia que é intolerante e, assim, não faz nenhuma ligação entre o aparecimento das marcas na pele com o contato com o glúten. E muito menos com o uso desses produtos.

No entanto, mais difícil do que descobrir que essa molécula causa bolotas e afins na pele é saber em que cosméticos ela está presente. A proteína pode ser usada em fórmulas para o tratamento do corpo, do rosto, dos lábios e dos cabelos, mas os fabricantes nem sempre declaram de forma direta a presença dela e utilizam apenas uma nomenclatura muito técnica para descrever o que há dentro da embalagem. Foi o que descobriu um estudo realizado na Universidade George Washington, nos Estados Unidos, um dos trabalhos apresentados no último congresso do Colégio Americano de Gastroenterologia, realizado recentemente em Washington, também na terra do Tio Sam.

Os pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão depois de buscar a palavra glúten ou a expressão livre de glúten no site das dez maiores companhias de cosméticos do país. Além disso, procuraram dados sobre os ingredientes dos produtos em um site independente. A investigação revelou que apenas duas das empresas ofereciam informações detalhadas sobre o que é usado em suas fórmulas. E, mesmo assim, os experts não conseguiram identificar as fontes da proteína com a ajuda da web. Ou seja, se para os especialistas é um desafio saber em quais itens havia ou não glúten, imagine para os leigos.

O administrador de empresas carioca Wladimir Azevedo, de 40 anos, conhece bem a dificuldade de desvendar o rótulo de cosméticos. "Descobri que tenho dermatite herpetiforme em 2004, depois de passar por vários dermatologistas que sempre afirmavam que se tratava de uma psoríase e, por isso, me enchiam de corticoides", relata Azevedo. "Assim, do início dos sintomas até o diagnóstico correto se passou um ano", lembra. No início, ele, que antes de retirar a substância do cardápio sofria com alguns dos problemas gástricos da doença celíaca, teve dificuldade para se adaptar à restrição alimentar, porque se sentia constrangido ao ser convidado para jantar na casa de algum amigo. "Sem contar que muitas pessoas acham que isso não passa de um capricho ou uma dieta da moda." Hoje, Azevedo lida muito bem com a situação e até levanta a bandeira da causa. É praticante de triatlo de longa distância e criou o site www.triathlonsemgluten.com.

Falta Informação

Apesar de lidar bem com o seu diagnóstico e ter bastante conhecimento sobre a doença, Azevedo ainda tem dificuldade para encontrar cosméticos que não ofereçam riscos aos portadores de dermatite herpetiforme. "Como é muito complicado identificar a presença da substância na embalagem, muitas vezes apelo para tentativa e erro, o que não é nada bom", afirma. "Seria muito mais fácil se houvesse um alerta, como acontece com os alimentos." Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, de fato não há no país uma norma que regularize a forma como as empresas da área devem declarar o uso do glúten em seus produtos. "E os rótulos de cosméticos costumam ter seus ingredientes escritos em inglês", lembra a dermatologista Erica Monteiro.

Ao que tudo indica, infelizmente ainda parece existir um longo caminho até que os portadores da doença consigam escolher seus cremes, hidratantes e xampus sem correr o risco de apresentar os sintomas do mal. "No Brasil, os estudos sobre o assunto são praticamente inexistentes e sentimos dificuldade dos fabricantes para entenderem essa necessidade de informar se há glúten ou partículas de cereais em suas fórmulas", conta Lucélia Costa, presidente da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil. "Aqui, não existe nenhuma marca considerada totalmente segura para essas pessoas. Isso é uma pena, porque elas têm muita dificuldade para exercer a sua vaidade e são consumidoras fiéis daquilo que não oferece perigo", lamenta Lucélia.

O que é doença celíaca?

É causada por fatores hereditários. Em geral, se manifesta entre os 6 meses e o terceiro ano de vida, mas pode aparecer em qualquer idade. Ainda não existe um número oficial de portadores no Brasil, porém um estudo da Unifesp com adultos mostra que havia um celíaco para cada 214 moradores de São Paulo.


Por dentro da dermatite herpetiforme
Tudo começa com uma coceira e uma queimação na pele. Depois, surgem pequenas bolhas que se concentram nos cotovelos, joelhos, nádegas, costas e na parte posterior da cabeça. Mais rara do que o outro tipo de doença celíaca, a dermatite herpetiforme costuma acometer homens entre os 20 e os 55 anos. Em 20% dos casos, ela vem acompanhada pelos sintomas gástricos. O tratamento, claro, inclui uma dieta livre de glúten. "E quando há um quadro agudo lançamos mão de medicamentos específicos", conta Erica Monteiro.
http://saude.abril.com.br/edicoes/0355/corpo/tem-gluten-batom-701540.shtml

sábado, 15 de setembro de 2012

Entrevista com o Dr Alesio Fasano e o Dr Daniel Lefller.


Compartilhado de Ester Benatti
Sensibilidade ao Glúten e Doença celíaca
Entrevista com o Dr Alesio Fasano e o Dr Daniel Lefller.
Ela é autora de livros para crianças onde o personagem principal é celíaco!
Em honra do Dia Nacional da consciência da doença celíaca e para lançar o meu William Edwards série de livros , uma nova série de romances para crianças com idades entre 8-12 anos em que o personagem principal, William Edwards, tem celíaca e uma alergia alimentar, estou escrevendo uma série de posts sobre celíaca, sensibilidade ao glúten e alergias alimentares, incluindo entrevistas com a atrizJennifer Esposito (Crash), músico Allie Moss (Canto),e da Disney Dever Kenton .
O que se segue são as entrevistas e-mail com tanto Alessio Fasano, MD, diretor médico da Universidade de Maryland Centro de Pesquisa Celíaca , e Daniel Leffler, MD, diretor de pesquisa clínica, o Centro celíaca em BIDMC . Ambos são NFCA científico / médicos membros do conselho consultivo.
SZ Berg: Qual é a diferença entre a sensibilidade ao glúten e doença celíaca? É um espectro? Você pode ter a sensibilidade ao glúten e não têm o gene para celíacos?
Dr. Alessio Fasano: Pense ingestão de glúten em um espectro. Em uma extremidade, você tem pessoas com doença celíaca. Esta desordem auto-imune desencadeada por glúten provoca danos intestinal levando à má absorção de nutrientes, o que resulta em uma grande variedade de sintomas e as complicações potenciais. Pode afectar o sistema gastrointestinal, do sistema nervoso central, e em outras áreas do corpo. Ele pode afetar qualquer pessoa em qualquer idade e é tratável através da implementação de uma dieta rigorosa sem glúten para toda a vida. Pessoas com doença celíaca não podem tolerar uma "migalha" de glúten em sua dieta.
No outro extremo são as pessoas sortudas que podem consumir todo o pão, massas e cerveja que eles querem, sem efeitos nocivos de qualquer natureza. No meio, temos esta área obscura de reações glúten, incluindo sensibilidade ao glúten. Este é o lugar onde nós estamos procurando respostas sobre a melhor forma de diagnosticar e tratar este grupo recém-identificada de glúten indivíduos sensíveis.
Embora os sintomas da sensibilidade ao glúten (particularmente gastrointestinal) são muitas vezes semelhantes aos da doença celíaca, o quadro clínico é menos grave. Uma pesquisa recente da Universidade de Maryland Centro de celíaca A pesquisa mostra que a sensibilidade ao glúten é uma entidade clínico diferente. Não parece resultar na inflamação intestinal, que leva a um achatamento das vilosidades do intestino delgado, que caracteriza a doença celíaca.
O desenvolvimento de tecido de transglutaminase (tTG) auto-anticorpos, utilizado para diagnosticar doença celíaca, não está presente na sensibilidade ao glúten. Um outro mecanismo imune, a resposta imune inata, entra em jogo em reacções de sensibilidade ao glúten, ao contrário da de longo prazo resposta imune adaptativa que surge em doença celíaca.
Usamos a sensibilidade ao glúten prazo, quando a doença celíaca, alergia ao trigo, e outras doenças clinicamente sobrepostas (diabetes tipo 1, doenças inflamatórias do intestino e infecção pelo Helicobacter pylori) foram descartadas. Os sintomas da sensibilidade ao glúten são desencadeadas pela exposição ao glúten e aliviados com a retirada do glúten.
Na sensibilidade ao glúten, muitas vezes há uma prevalência de extra-intestinal em vez de sintomas gastrointestinais, incluindo mudanças de comportamento, erupções cutâneas, dores ósseas ou articulares, câimbras, dormência nas pernas, perda de peso, "mente", nebuloso e fadiga.Típicos sintomas gastrointestinais incluem inchaço abdominal e gás.
Normalmente, o diagnóstico é feito por exclusão, e uma dieta de eliminação e "desafio aberto" - com cuidado reintroduzir os alimentos com glúten - são mais frequentemente utilizados para avaliar se a saúde do paciente melhora com a eliminação ou redução do glúten da dieta.
Através de dados clínicos do Centro de Pesquisa Celíaca, estimamos que cerca de seis por cento da população dos EUA, ou 18 milhões de pessoas, sofre de sensibilidade ao glúten. Este grupo reage com alguns dos mesmos sintomas que as pessoas com doença celíaca, o glúten, mas pessoas sensíveis normalmente teste negativo para doença celíaca em exames de sangue de diagnóstico e não mostram sinais de danos ao intestino delgado, que define a doença celíaca.
Ao contrário do que pacientes com doença celíaca, quase invariavelmente, (a percentagem é próximo de 100 por cento) expressam o HLA DQ2 e DQ8 / ou genes, apenas 50 por cento dos indivíduos com sensibilidade ao glúten são positivas para estes genes (em comparação com cerca de 35-40 por cento do geral população).
Dr. Daniel Leffler: A doença celíaca é uma doença imuno-mediada desencadeada por glúten, o que resulta em inflamação e dano significativo para o intestino delgado, bem como a formação de anticorpos, que podem atacar os tecidos no corpo. Sensibilidade ao glúten é um distúrbio em que as pessoas têm sintomas relacionados à exposição ao glúten que pode ser indistinguível da doença celíaca, mas não danifica o intestino ou o resultado na produção de anticorpos anormais. Se a sensibilidade ao glúten é mais relacionada com doença celíaca ou síndrome do intestino irritável não é clara, embora a maioria dos investigadores presentemente favorecer o último. Uma razão para isto é que, é claro que é possível ter sensibilidade ao glúten sem o gene para a doença celíaca, embora seja muito raro para as pessoas com doença celíaca não para transportar esses genes.
SZ Berg: Quais são os exames para diagnosticar essas duas condições? O que os testes estão disponíveis para pessoas que já são sem glúten? Como são precisos os testes?Qual é o padrão-ouro?
Dr. Alessio Fasano: Os testes de sangue são usadas para a triagem inicial de doença celíaca para medir auto-anticorpos específicos que se desenvolvem no sangue em resposta ao glúten. Se esses testes forem positivos, uma endoscopia é realizada para confirmar o diagnóstico, mostrando o dano intestinal típico da doença celíaca (vilosidades embotadas).
A endoscopia tem sido considerada o "padrão ouro" para o diagnóstico da doença celíaca. Mas se os outros indicadores de diagnóstico são todos fortemente presente (sintomas típicos da doença celíaca, exames de sangue positivos, positivos marcadores genéticos, e alívio dos sintomas em dieta sem glúten) às vezes a endoscopia pode ser evitada, particularmente na população pediátrica.
Atualmente não existem provas baseadas em evidências para medir biomarcadores para a sensibilidade ao glúten. O Centro de Pesquisa Celíaca está atualmente conduzindo uma pesquisa muito promissora para desenvolver um teste baseado em evidências confiáveis.
Não existem testes de triagem disponíveis para as pessoas que já estão em uma dieta livre de glúten, já que os biomarcadores utilizados para diagnosticar a doença celíaca (anti-tTG, anti-deamidatedgliadin anticorpos) desaparecem assim que a dieta livre de glúten é implementado.
Dr. Daniel Leffler: Para a doença celíaca, exames de sangue modernas, incluindo transglutaminase tecidular (tTG), anti-anticorpo antiendomísio (EMA), e peptídeo deamidatedgliadin (DGP) são todos muito bom, com precisão de cerca de 90 por cento. No entanto, é possível tanto para ter resultados positivos para os testes de sangue e para não ter a doença celíaca e inversamente ter doença celíaca mas não têm de hemoculturas positivas. Por estas razões, a biopsia intestinal ainda é o padrão ouro para o diagnóstico celíaca. Atualmente, não existem testes para a sensibilidade ao glúten, no entanto, se os testes de alguém negativos para a doença celíaca, mas tem melhora sintomática claro em uma dieta livre de glúten, sensibilidade ao glúten é bastante provável.
Para as pessoas que já em uma dieta livre de glúten, as opções são um pouco limitadas neste momento. Nossa recomendação típica seria ter tTG e teste genético feito primeiro. Se o teste genético é negativo, você pode ter certeza de que esta não é a doença celíaca. Se o teste genético é positivo e tTG é positivo, é provável que a doença celíaca ativa e você pode avançar para a endoscopia com biopsia de intestino delgado. No entanto, se o teste genético é positivo e tTG é negativo, a única maneira de resolver, se alguém tem a doença celíaca é através de um desafio de glúten, que devem ser realizados sob a orientação de um médico experiente na doença celíaca.
SZ Berg: Por que os sintomas tão variados? O que são a cascata de eventos que levam a sintomas?
Dr. Alessio Fasano: Essa é uma pergunta muito boa. Embora tenhamos uma boa compreensão da doença celíaca e os mecanismos, nós estamos aprendendo sobre a sensibilidade ao glúten. Um dos interessantes - e surpreendentes - coisas sobre a sensibilidade ao glúten é que ela parece ser menos relacionada à permeabilidade intestinal - intestino solto - que caracteriza a doença celíaca.
Nós ainda estamos tentando descobrir exatamente o que desencadeia o aparecimento da doença celíaca, sensibilidade ao glúten ou alergia trigo em indivíduos suscetíveis geneticamente. O sistema imunológico, junto com possíveis causas ambientais, incluindo a composição microbiana no intestino, apresenta um quebra-cabeça complicado a este respeito que estamos tentando desvendar. Ao estudar o tempo de introdução de glúten para crianças, estamos derramando alguma luz sobre esta área, também.
Tomando em consideração todos os conhecimentos actual no campo, pode-se supor que a exposição a fragmentos de glúten podem activar células do sistema imunológico que, uma vez activados, podem permanecer no intestino, causando inflamação local e, portanto, os sintomas gastrintestinais. Eles também podem migrar para outros bairros onde eles podem causar inflamação local levando a erupções na pele, dor nas articulações, mente nebulosa, etc
Se a resposta inflamatória é exclusivamente dirigido por células do sistema imune inato, então teremos o resultado clínico típico de sensibilidade ao glúten. Se o sistema imunitário adaptativo, incluindo células do sistema imune que expressam o HLA DQ2 e / ou DQ8, também está envolvido, em seguida, o processo inflamatório progride para danos autoimunes típicos de doença celíaca.
Dr. Daniel Leffler: Os sintomas são tão variados, porque a doença celíaca é uma doença complexa, e do intestino delgado é um órgão complexo, ea intersecção destes dois pode ser muito imprevisível. Por exemplo, o intestino tem um avançado sistema nervoso que controla a motilidade sensação, e é altamente ligado ao cérebro de modo que qualquer coisa que afeta o intestino pode causar alterações da motilidade (diarréia, constipação, vômitos, etc), alterações na sensibilidade (abdominal dor, cólicas, etc) e também afetar o cérebro, causando fadiga, dificuldade de concentração e aumentando o risco de distúrbios de humor, incluindo ansiedade e depressão.Em seguida, adicionar a este o fato de que, em doença celíaca do sistema imunitário é activado e inflamação crónica pode afectar os ossos e articulações, bem como predispor a infecções e cancro.Além disso, como mencionado acima, os anticorpos anti-tTG, que são produzidos por pessoas com doença celíaca activa, podem atacar outras partes do corpo, causando erupções e, eventualmente, também contribui para a disfunção neurológica, doença da tiróide, e complicações gestacionais.Finalmente, quando o intestino é danificado, os nutrientes não são adequadamente absorvidos e várias deficiências de vitaminas podem ter diferentes manifestações. Cada pessoa com doença celíaca tem uma combinação diferente destes efeitos e portanto terá uma apresentação clínica diferente.
SZ Berg: O que é o link para essas condições e sintomas neurológicos?
Dr. Alessio Fasano: Como eu disse acima, a doença celíaca pode afetar qualquer órgão ou sistema do corpo. Assim que o glúten pode causar sintomas neurológicos não é surpresa para nós em tudo.
Em nossa clínica, é muito raro ver um paciente que não tem sintomas que envolvem o cérebro ou o sistema nervoso. Os sintomas mais freqüentes são: dores de cabeça, enxaquecas, ansiedade, depressão, formigamento dos dedos, e "mente nebulosa." A perda de coordenação ou "glúten ataxia" é uma manifestação menos comum do efeito de glúten no cérebro.
No Centro de Pesquisa Celíaca, estamos atualmente realizando uma pesquisa muito promissora para a eficácia da dieta isenta de glúten em um subgrupo de pacientes com esquizofrenia e transtornos do espectro do autismo.
SZ Berg: Quais são os sintomas as pessoas devem estar ciente de?
Dr. Alessio Fasano: Certamente os sintomas clássicos gastrintestinais de diarréia, constipação, flatulência, náuseas, desconforto e deve ser avaliada em termos de glúten de distúrbios relacionados. Mas é ainda mais importante para avaliar os sintomas extra-intestinais discutidos acima, tais como dores de cabeça, fadiga, ansiedade, depressão, e outras manifestações neurológicas.
Naturalmente, muitos desses sintomas podem estar relacionados a outras condições. Isto é o que torna o diagnóstico tão complicado, especialmente com a sensibilidade ao glúten.
Dr. Daniel Leffler: Além dos sintomas clássicos de diarreia, perda de peso, anemia, e desconforto abdominal, eu acredito que sempre que alguém tem um problema crônico de saúde que não pode ser explicada por outra condição, doença celíaca testes doença deve ser considerada.
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Enteroscopia e DC


Enteroscopia é necessária para o diagnóstico da doença celíaca?

Mundial Journal of Gastroenterology 2012; Vol. 18 (31): 4095 101
A doença celíaca (CD) é uma doença inflamatória auto-imune do intestino delgado, como resultado da reacção de glúten de trigo, proteína. Exclusão do glúten da dieta é a base do tratamento que necessita de um diagnóstico preciso da doença. A triagem sorológica pode ajudar na identificação de pacientes com suspeita de CD, que deve ser confirmado por biópsia intestinal. Tem sido demonstrado que as biópsias duodenais são bons para a detecção da doença na maioria dos pacientes. No entanto, existe um grupo de pacientes com serologia positiva e patologia inconclusivos. Como resultado do uso generalizado de sorologia, muitos pacientes com resultados duvidosos crescer rapidamente. Infelizmente, os actuais métodos endoscópicos só pode diagnosticar atrofia das vilosidades, que pode estar presente nas séries posteriores da doença (isto é, Marsh III). Para diagnosticar correctamente CD, indo mais fundo no intestino pode ser necessária. Enteroscopia pode revelar mudanças em CD na mucosa intestinal em 10% -17% dos casos que têm histologia negativa na abordagem inicial. Invasividade do método limita a sua utilização. Cápsula endoscópica pode ser um bom substituto para a enteroscopia. No entanto, ambas as técnicas devem ser reservados para pacientes com suspeita de complicações. Este trabalho revisa a literatura atual em termos de valor de enteroscopia para o diagnóstico de CD.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Trigo! O veneno crônico perfeito!


 Compartilhado de Claudia Marcelino
(CBS News) O trigo moderno é um "veneno crônico perfeito", de acordo com o Dr. William Davis, um cardiologista que publicou um livro sobre o grão mais popular do mundo.

Davis disse que o trigo que comemos hoje em dia não é o trigo da época
 de nossos avós: "É uma planta de 18 polegadas de altura criado pela pesquisa genética nos anos 60 e 70", disse ele no noticiário "CBS This Morning". "Essa coisa tem muitas consequências que ninguém te disse, como uma nova proteína nesta coisa chamada gliadina. Não é glúten. Eu não estou abordando as pessoas com sensibilidades ao glúten e doença celíaca. Estou falando de todo mundo, porque todo mundo é suscetível à proteína gliadina que é um opiáceo. Essa coisa se liga nos receptores opiáceos no cérebro e na maioria das pessoas estimula o apetite, de modo que nós consumimos 440 calorias a mais por dia, 365 dias por ano. "

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Para os baixinhos celíacos!!

Que gracinha esta explicação sobre a doença celíaca para as crianças entenderem melhor! 
Um amigo Jorge Rezende que descobriu!
http://e-groups.unb.br/fm/celiacos/conto_infantil/a.html

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

É necessário cosmético sem glúten?

Tradução google

Cosméticos são sem glúten é necessária?

A pesquisa é escassa, mas um pouco de maquiagem dizem que contém glúten desencadeia os sintomas da doença celíaca

11 set 2012 Feed RSS Imprimir
A brush on top of makeup
Cada vez Afton Jones usaria maquiagem dos olhos, os olhos se tornaria inchado, pesado, e aguado. Uma noite, ela usava um look mais natural e não tinha reclamações. "Acontece que, meu rímel tinha glúten", diz Jones, Texas 20-algo que desde que foi fundada glutenfreemakeupgal.com, que analisa produtos sem glúten. Jones tem a doença celíaca, a qual é caracterizada por uma resposta imune overactive ao glúten. Isso leva a sintomas como dores de estômago, inchaço, diarreia crônica e anemia, e pode danificar o intestino delgado, impedindo a absorção de nutrientes adequada. "Depois disso, tudo se encaixou e eu fui em uma caçada sem glúten para cosméticos", diz ela. "A erupção que eu tinha no meu rosto foi embora, e meus olhos não se sentir sobrecarregado e esgotado mais."
Não há cura para a doença celíaca, que é tipicamente conseguiu a eliminação de glúten, uma proteína encontrada no trigo, cevada, centeio e cevada, bem como muitos aditivos alimentares comuns. Mas quem sofre, como Jones, estão descobrindo que pode haver mais de um estilo de vida sem glúten que fazer mudanças na dieta: O glúten é sorrateira.Como Jones encontrado, ele também pode estar escondido na maquiagem e produtos de higiene pessoal que você conte como grampos diárias. É usada como aglutinante para ajudar ingredientes ficar juntos, e para adicionar a umidade produtos através de glúten derivados de óleos.
"Batom, gloss anti-séptico bucal, creme dental, todos eles podem desencadear uma reação em pessoas com doença celíaca", diz Alice Bast, fundador e presidente da Fundação Nacional de Conscientização celíaca (NFCA). "Se você é sensível ao glúten, você deve usar cosméticos sem glúten e produtos de higiene. Mesmo se você não sentir quaisquer sintomas, você poderia fazer danos no interior." Seu pensamento, apesar de aceito por muitos, ainda está para se tornar mainstream. Especialistas estão divididos sobre se os sofredores devem evitar os cosméticos que contêm glúten.Alguns insistem em que sem glúten cosméticos prevenir surtos, enquanto outros suspeitam que a quantidade de glúten na composição é muito pequeno para provocar problemas reais.Não há protocolo padrão e ainda a questão permanece obscura até que mais pesquisas existe.
Pouco se sabe sobre exatamente quanto glúten populares produtos cosméticos contém, e quanto é preciso para causar efeitos secundários nocivos. Algumas pessoas são tão sensíveis que eles podem apresentar sintomas depois de engolir um pouco de glúten contaminado-batom, enquanto outros não. (A mulher média, por sinal, é dito que consumir 4 quilos de batom ao longo da vida). Especialistas acreditam que o glúten não pode ser absorvido diretamente através da pele. Mas, se um glúten contendo produto, tal como uma loção ou protector solar, toca na boca ou nos lábios, que pode ser ingerida dessa forma. E algumas pessoas desenvolvem reações de pele para a maquiagem, porque eles também têm uma alergia a trigo ou outros grãos.
Na reunião anual do American College of Gastroenterology ano passado, pesquisadores apresentaram um estudo de caso em uma mulher de 28 anos de idade, que com sucesso a doença celíaca através da dieta. Depois de tentar uma nova loção para o corpo, no entanto, ela desenvolveu uma erupção cutânea, coceira bolhas em seus braços, juntamente com inchaço no estômago e diarréia. Uma vez ela parou de usar a loção, seus sintomas desapareceram. Um estudo recente publicado noJornal da Academia de Nutrição e Dietética, por outro lado, testou quatro produtos mainstream lábio e duas loções feitos com glúten contendo ingredientes. Os pesquisadores descobriram que estes tinham "abaixo quantificáveis ​​níveis de glúten." Enquanto que sugere que esses produtos não podem conter glúten suficiente para ser problemático, o tamanho da amostra não era grande o suficiente para tirar conclusões definitivas, diz o autor do estudo Tricia Thompson, um nutricionista e autor de O Guia de Nutrição sem glúten.
Ainda assim, muitos especialistas concordam que sem glúten cosméticos não vai doer e que pode ajudar a manter os sintomas na baía. Se eles são ou não necessários continua a ser uma pergunta, e, provavelmente, varia de pessoa para pessoa. Jones, por exemplo, foi descoberto que para ela, evasão completa é essencial. "O glúten na minha pele tem uma reação quase instantânea", diz ela, acrescentando que ela abandonou sua glúten contendo shampoo após considerando-responsável pelos tumores malignos que desenvolveu em seu couro cabeludo. "Eu não posso mesmo ajudar a limpar as refeições, porque se eu tocar algo que contém glúten, minhas mãos sair em urticária ou erupção, coceira horrível. Sem glúten cosméticos têm permitido a minha pele e do corpo a se comportar normalmente."
    Se todos os doentes celíacos optar por sem glúten cosméticos?Não há uma resposta certa. "É uma decisão muito pessoal pessoas precisam fazer", diz o nutricionista Nancy Patin Falini, que atua no conselho científico e médico do NFCA de assessoria. "Não há qualquer ciência definida sobre ele ainda. Algumas pessoas querem estar absolutamente certos de que o que eles estão colocando em seus lábios é livre de glúten, talvez porque seus sistemas imunológicos são hipersensíveis. Para outros, não é tão grande de um preocupação ".
    Ao tomar uma decisão, considerar quantas vezes você usar maquiagem. Recusar-se a sair a cada dia, a menos que você está feito para cima? Indo sem glúten pode ser um investimento mais vantajoso do que se você só tirar o batom para ocasiões especiais. Um punhado de empresas começaram catering para a doença celíaca e comunidade alergia ao glúten.Marcas como Hourglass, Lavanila, e Alterna, por exemplo, oferecem produtos sem glúten na Sephora. E todos os produtos por Cosméticos Afterglow são glúten-livre-fundador mãe Kristin Adams e sua irmã tem a doença celíaca, e ela acredita firmemente na importância de produtos sem glúten.
    Se um produto não é explicitamente marcado livre de glúten, leia cuidadosamente o rótulo, já que o glúten pode aparecer em muitos ingredientes diferentes. Evitar aqueles contendo trigo, a cevada, o malte, centeio, aveia, Triticum vulgare, Hordeum vulgare, Secale cereale, e avena sativa. Também é inteligente para contato com o fabricante para confirmar se o produto contém glúten, Bast diz: "É demorado, mas uma vez que você encontrar uma marca que trabalha para você, você pode ficar com ela", diz ela. "Não há trabalho de casa que precisa ser feito para manter-se saudável."
    Mesmo se você não fizer alterações no seu kit de maquiagem, você pode tomar medidas para se proteger. Lave as mãos após a aplicação de qualquer tipo de produto cosmético ou de higiene pessoal. E chame seu dentista sobre um mês de antecedência para se certificar de que ele usa creme dental sem glúten e bochechos, Bast sugere. Caso contrário, a visita poderia provocar um flare-up.
    "Quando você vive com algo todos os dias de sua vida, você tende a descobrir as coisas por meio de tentativa e erro atroz", diz Jones. "É realmente até o indivíduo para decidir se sem glúten cosméticos são para eles. Para algumas pessoas, é uma escolha. Para outros, é uma necessidade."