Outra Farinha sem Glúten que emagrece! BANANA VERDE!


Fabio Mangabeira

banana verde
Depois de alguns estudos, os especialistas constataram que a banana verde é mais rica em fibras do que a versão madura. "Porém, antes de maturar, a banana não é bem-aceita pelo paladar. Daí a ideia de aproveitar esses benefícios transformando-a em farinha", explica a nutricionista Flávia Morais.
Por que emagrece?
O grande responsável é um tipo de carboidrato presente na casca da fruta, o amido resistente. O nome diz muito: diferentemente de outras versões do nutriente, ele consegue passar intacto pelo intestino delgado e só é fermentado ao chegar ao intestino grosso. "Isso proporciona diversos benefícios para o organismo, como melhor funcionamento do trânsito intestinal e maior sensação de saciedade. Vale lembrar ainda que o amido resistente retarda a absorção de glicose e de gorduras", aponta Natália Dourado, nutricionista consultora da Nutricêutica Alimentos Funcionais (Nova Lima, MG). Em média, após duas semanas de uso, é possível notar os efeitos positivos na silhueta.
Outros benefícios: o processo de digestão do amido resistente também tem reflexos benéficos no controle da taxa glicêmica no sangue. "Ssendo assim, o consumo da farinha de banana verde é excelente para prevenir o diabetes do tipo 2", garante Natália Dourado. Além disso, o produto fornece vitaminas do complexo B, que atuam na conversão de energia e no equilíbrio do sistema nervoso; vitamina C, que tem poderosa ação antioxidante; e vitamina A, importante para a saúde da pele.
Recomendação diária: de acordo com Ssylvana Braga, nutróloga e especialista em prática ortomolecular (SsP), devem-se consumir 2 colheres (sopa) do produto ao dia. "O ideal é que essas porções sejam incluídas no almoço e no jantar. Mas a farinha também pode ser diluída em água e bebida."
Contraindicações: não há ressalvas. A única recomendação é aumentar a ingestão de líquidos, pois sem hidratação o alto consumo de fibras pode gerar problemas como o ressecamento das fezes.
 Retirado da revista corpo a corpo e escrita por Patrícia Affonso.

Vamos falar de um assunto diferente hoje? A gripe!




Como prevenir gripe no inverno

A gripe é um dos grandes vilões da saúde no inverno. Aprenda então a se prevenir e mande o vírus para bem longe

Publicado em 26/05/2011
Karla Precioso
Conteúdo do site ANAMARIA 
Dê adeus às chances de contrair gripe no inverno
Foto: Dreamstime
Quando o frio começa a chegar, muita gente fica gripada ou resfriada, mas isso não ocorre necessariamente por causa da queda de temperatura, e sim pelos hábitos que cultivamos. É que os vírus são disseminados pela tosse e pelo espirro de pessoas doentes e, como a gente tende a procurar abrigo em locais fechados, já viu, né?

Para não se entupir de remédios, conheça então algumas mudanças simples de atitude para passar longe do vírus.

5 formas de blindar o corpo

1. Durma bem

Como?
Dormir sete horas por noite já mantém os vírus afastados.

Por quê?
O sono regula os níveis de cortisol, hormônio responsável pelo estresse e pela prevenção de doenças.

Bônus
Sofre de insônia? Experimente este relaxamento: pense em todas as atividades do dia em ordem inversa, começando com o que você fez à noite e terminando no despertar.

2. Exercite-se

Como?
Faça, pelo menos, 90 minutos semanais de atividade física moderada.

Por quê?
Exercícios físicos aumentam as defesas do corpo. Bônus Se você já estiver infectada, movimente-se assim mesmo para acelerar a recuperação.

3. Consuma alimentos ricos em vitamina D

Como?
Beba leite e coma peixe regularmente.

Por quê?
A carência dessa vitamina nos torna mais vulneráveis a sofrer com gripes e resfriados.

4. Alterne banho quente e frio

Como?
Após se lavar, regule o chuveiro para temperatura quente e fique sob a água por 30 segundos. Então, mude para fria e permaneça por mais 10 segundos. Repita o processo três vezes, terminando a ducha com a água fria.

Por quê?
Essas alterações de temperatura fortalecem nosso sistema imunológico.

5. Evite lugares fechados

Como?
Abra as janelas e deixe o ar circular por todos os cômodos da casa.

Por quê?
A falta de circulação de ar e o tempo seco ajudam as bactérias a se proliferarem, transmitindo doenças mais facilmente.

4 receitas caseiras contra sintomas de gripes e refriados

No frio, gripes e resfriados não hesitam em aparecer. Confira então 4 receitas caseiras para acabar com os seus sintomas

Publicado em 25/05/2011
Karla Precioso
Conteúdo do site ANAMARIA 
Tosses e espirros, por exemplo, podem ser combatidos facilmente com receitas caseiras
Foto: Dreamstime
Segundo o fitoterapeuta André Resende, autor do livro "O Poder das Ervas" (ed. Ibrasa), algumas receitas naturais são tiro e quada contra os sintomas da gripe e resfriado.

Confira abaixo algumas sugestões:

Febre e dor

Ingredientes
· 1 col. (sopa) de folhas de sabugueiro
· 1 col. (sopa) de folhas de eucalipto
· 1 col. (sopa) de folhas frescas de hortelã
· 1 col. (sopa) de anis-estrelado
· 1 col. (sopa) de folhas frescas de alecrim
· 1 col. (sopa) de alfavaca
· 1 litro de água
· Mel para adoçar

Modo de preparo
Com um pilão, macere as folhas de sabugueiro, eucalipto e hortelã junto com o anis-estrelado, o alecrim e a alfavaca. Reserve. Ferva a água, acrescente as ervas maceradas e deixe ferver por mais três minutos. Coe e adoce com mel. Beba uma xícara a cada três horas.

Imunidade baixa

Ingredientes
· 1 fatia de abacaxi
· 1 col. (sopa) de polpa de acerola
· 1 kiwi picado
· 3 folhas frescas de hortelã
· Suco de 2 laranjas
· Mel para adoçar

Modo de preparo
Bata tudo e beba.

Dor e mal-estar

Ingredientes
· 1 copo (americano) de suco de laranja
· 2 rodelas de gengibre
· 2 rodelas de nabo
· 1 pedaço de canela em pau
· 5 cravos da Índia
· 3 folhas frescas de hortelã
· Mel para adoçar

Modo de preparo
Ferva os ingredientes por três minutos. Coe, adoce e beba à noite.

Coriza e nariz entupido

Ingredientes
· 2 copos de água
· 1 limão com casca cortado ao meio
· 1 pedaço de canela em pau
· 2 rodelas de gengibre
· 1 punhado de folhas de eucalipto
· 1 punhado de folhas frescas de hortelã
· Mel para adoçar

Modo de preparo
Aqueça a água, acrescente todos os ingredientes, menos o mel, e deixe ferver por cerca de três minutos. Coe, adoce com o mel e tome uma xícara a cada duas horas ou até desaparecerem os sintomas da gripe ou do resfriado.

Outra Farinha sem Glúten! Novidade!


Quer afinar a cintura?



Quem pensa em perder alguns quilinhos acabou de ganhar mais uma aliada: a farinha de berinjela. Parece que o suplemento, entre outras ações, promete dar 'um empurrãozinho' no emagrecimento e ainda ajuda a diminuir a barriga. Em um estudo realizado pelo Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro, durante dois meses, 14 mulheres entre 30 e 45 anos que estavam acima do peso foram divididas em dois grupos. O primeiro foi submetido a uma dieta com baixas calorias e suplementação com 14 gramas de farinha de berinjela por dia. O segundo grupo foi submetido à dieta hipocalórica sem suplementação.as mulheres do primeiro grupo perderam em média seis quilos e tiveram uma redução significativa da circunferência da cintura. Além disso, elas diminuíram o risco de doenças metabólicas como diabetes tipo dois  e também a concentração de ácido úrico, fatos que não ocorreram no segundo grupo. Além de ajudar no emagrecimento, a farinha de berinjela é um suplemento importante para a redução dos fatores de risco cardiovasculares.



 A nutricionista Priscila Cardoso Meirelles, especialista em alimentação funcional da Longevid, completa que um dos maiores riscos para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares é o elevado nível de colesterol no sangue. A farinha de berinjela ajuda a controlar este problema.
- O suplemento auxilia, sobretudo, na redução dos níveis de colesterol LDL do sangue e dos níveis de glicose. Além disso, apresenta leve ação diurética, melhoria do funcionamento intestinal, auxílio nos tratamentos de artrite e reumatismo e redução dos níveis de triglicerídeos do sangue. Em forma de farinha ou não, a berinjela é um alimento bastante nutritivo. Ela contém vitamina B5 e sais minerais como cálcio, fósforo e ferro.

Fonte:http://entretenimento.r7.com/receitas-e-dietas/noticias/farinha-de-berinjela-e-a-nova-aliada-na-luta-contra-a-balanca-20100705.html
Retirado do blog Uebaaa!

FARINHAS SEM GLÚTEN

Amido de Milho:


O amido de milho tem consistência gelatinosa e delicada, de sabor neutro, sendo por isso, incluído em receitas de molhos, cremes e mingaus. Ao ser levado ao fogo, deve ser mexido continuamente para evitar a formação de grumos e sofrer ação lenta do calor. É a nossa popular Maizena, encontrada em qualquer supermercado ou mercearia.




Farinha de Amaranto:

É rica em proteínas, nos aminoácidos lisina e methionina, tem três vezes mais fibras e ferro do que a aveia; boa fonte de cálcio, potássio, fósforo, magnésio e vitaminas A, K, B6 e C e E o que a torna uma farinha bem nutritiva. Tem uma cor mais escura. Combina muito bem com bolos de chocolate, cookies e pães escuros. Aqui no Brasil podemos encontrar os grãos, os flocos e a farinha, comercializados pelas marcas: Mãe Terra, Jasmine e Vitalin e vendidos em boas lojas de produtos naturais. Também podemos comprar a granel em mercearias como a que tem online: Empório Sabor da Terra.



Farinha de Quinoa:

A quinoa é um grão que teve seu cultivo iniciado há mais de cinco mil anos nos Andes bolivianos, assim como o milho e a batata, era a base da alimentação no império Inca onde era considerado um "Grão Sagrado". Com a conquista espanhola, as plantações deste cereal deram lugar ao trigo e a cevada trazidos da Europa pelos conquistadores da nova terra.
Quinoa é o único cereal composto por todos os 16 aminoácidos necessários a uma vida saudável e seus componentes equivalem aos do leite materno. Possui principalmente as vitaminas A, B6 e B1 e, em menores quantidades, as vitaminas E e C. É rica em minerais, como ferro, fósforo e cálcio. Não tem nenhuma contra-indicação, rico em proteínas.
Combina com todos os tipos de assados incluindo bolos, cookies, pães, biscoitos. Tem um sabor bastante acentuado e por isso deve ser usado no máximo 1/4 de xícara da farinha em receitas.


Farinha de Amêndoas:

É obtida através da moagem de amêndoas (ou ainda de amendoins, nozes, pistaches, castanhas de cajú e do Pará). Esse tipo de farinha é um alimento muito completo em nutrientes, pois são ricos em proteínas, vitaminas, lipídios, carboidratos e sais minerais e não é metabolizado como um amido e sim como um vegetal, sendo por isso indicada em dietas isentas de farinhas ou grãos, como o caso da Dieta de Carboidratos específicos. Apesar do alto valor calórico, pois tem gordura insaturada, seus óleos são bons para o organismo, pois servem de veículo de transporte para a vitamina E, que é lipo solúvel (solúvel em gordura).Estas farinhas podem ser utilizadas no preparo de doces, bolos e pães, agregam sabor e maciez ao preparo. Pode substituir o leite em pó nas receitas de pães. É uma farinha cara, podendo ser substituída pela farinha de castanha de cajú, bem mais barata em nosso país. O inconveniente desta substituição é que a farinha de castanha de cajú é mais escura e altera a cor do produto finalizado.


Farinha de Araruta: 

Esta farinha é obtida de uma  espécie do gênero Maranta, é do rizoma desta planta que é extraída a fécula bastante parecida com a mandioca. Considerada como um alimento de fácil digestão, a fécula da araruta é usada no preparo de mingaus, bolos e biscoitos. Por esta característica, é indicada para idosos, crianças pequenas e pessoas com debilidade física ou doentes em recuperação.
Mas atenção, a fécula de araruta vendida nas grandes mercearias a granel geralmente são falsificadas, fécula de mandioca vendida como araruta. Isto é um problema para alérgicos como o meu filho.
Para ter certeza que a fécula é puramente de araruta é só fazer o seguinte teste: A fécula da araruta pura misturada com água quente proporciona uma pasta transparente, caso seja falsificado, a pasta fica gosmenta. É uma farinha com sabor neutro. Pode ser usada no lugar da farinha de tapioca e amido de milho.A verdadeira fécula de araruta pode ser encomendada neste link.


Farinha de Arroz Branco:

A farinha de arroz é conhecida por sua fácil e rápida digestão no organismo, muito superior à do amido de milho, o que torna a farinha de arroz especialmente indicada para alimentos infantis, idosos e pessoas com necessidades especiais de alimentação. Pode substituir a farinha de trigo em quantidades iguais. Aqui no Brasil pode ser comprada a granel, ou em embalagens de 200g e 1kg em lojas de produtos naturais. Eu prefiro o creme de arroz por ter uma textura mais fininha. O creme de arroz é encontrado em qualquer bom supermercado comercializado pelas marcas Yoki ou Ferla.


Farinha de Arroz Integral:

É mais pesada que a farinha de arroz branco, é rica em sais minerais, carboidratos, proteínas e fibras. É obtida da moagem dos grãos de arroz integrais e por isso é possível notar a sua textura, um pouco granulada.Encontrada em lojas de produtos naturais, inclusive de origem orgânica.

Farinha de Arroz Moti: 

Farinha obtida a partir de grãos de arroz glutinoso (espécie Oryza glutinosa) que é um tipo de arroz de grão curto, oriundo da Ásia, que se torna particularmente pegajoso após a cozedura. É chamado glutinoso no sentido de ser pegajoso e não no sentido de conter glúten. A farinha de arroz moti pode ser encontrada em lojas de produtos naturais comercializada pela Bifum.


Farinha de Banana Verde: A fruta verde é usada para fabricar a farinha que tem grande valor nutricional. É um alimento prébiótico, é absorvida no intestino grosso alimentando a flora intestinal e assim gerando benefícios pra saúde, aumentando a absorção de nutrientes, combatendo a disbiose, aumentando a motilidade e protegendo a mucosa intestinal o que ajuda com as alergias. Para completar, tem pouco açúcar e grande quantidade de amido resistente, substância que dificulta a absorção de gorduras e da glicose. É escura, tem sabor forte e dá bastante liga. Em receitas deve ser usada no máximo na quantia de 1/4 de xícara.


Farinha de Grão de bico:

É uma rica fonte de proteínas e do aminoácido triptofano usada pelo organismo para a produção de um neurotransmissor chamado serotonina, responsável pela ativação dos centros cerebrais que dão sensação de bem-estar, satisfação e confiança. Contém também amido, vitaminas do complexo B, fibras solúveis e minerais como o ferro, potássio, zinco. Na forma de farinha não perde nenhuma de suas qualidades.  Contém também magnésio, mineral importante para a função celular além de ser um alimento rico em ferro e cálcio.
É encontrada a granel em lojas do tipo mercearias ou cerealistas e em embalagens pela empresa Sri Maa.
Um substituto bem brasileiro e que pode ser utilizada no lugar da farinha de grão de bico, é a farinha de acarajé ou farinha de feijão fradinho.


Farinha de Milho Amarelo - Fubá: 

A farinha de milho é obtida através do processo de torração do grão de milho, previamente macerado, socado e peneirado, e se apresenta sob forma de flocos. É encontrada em várias granulometrias. O mais utilizado em nossas receitas é o fubá, farinha de milho bem fininha.


Farinha de Milho Branco - Conhecida também como Farinha de Acaçá:

É uma farinha nobre com baixo teor de gordura, menos calorias e bastante utilizada no Sul do Brasil, principalmente por seu sabor suave. Utilizada em entradas, pratos principais e sobremesas, pode substituir até 1/3 da farinha de trigo utilizada no preparo de cremes, bolos e tortas, tornando essas receitas mais saborosas e nutritivas.


Farinha de Trigo Sarraceno:

Também conhecida como farinha de trigo, trigo mouro ou cashe moído.
Embora o nome possa confundir, não tem relação nenhuma com o trigo. Tem um sabor intenso e é escura, e por isso é usado em dosagem bem pequenas para não sobressair sobre os demais ingredientes.
Possui ótimo valor nutritivo, é rico em proteínas, fibras, e ferro. Além disso, contém vitaminas do complexo B e minerais como magnésio e fósforo.





Polvilho Azedo: 

O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. Ele é um amido modificado por oxidação, com a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm. A expansão sem uso de agentes levedantes (fermento químico ou biológico) permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pães de queijo. É encontrado em qualquer supermercado ou mercearia. 


Polvilho Doce ou Fécula de Mandioca:

A fécula de mandioca, também chamada de polvilho doce, é usada na culinária de forma semelhante ao amido de milho (maisena). Além disso, possui um custo menor do que os outros amidos. É encontrado em qualquer supermercado ou mercearia.



Farinha de Tapioca:

A tapioca é um produto granulado obtido através da transformação parcial da fécula de mandioca em goma, possui grãos esféricos e regulares.É usada especialmente para pudins e cremes.


Fécula de Batata:

Tem excelente propriedade na panificação, especialmente quando combinado com ovos.
É bem finininha e tem um leve sabor de batata mas fica camuflado quando usado em receitas.Também encontrada em qualquer bom supermercado.


Farinha de linhaça dourada:

É rica em Ômegas 3 e 6: aumentam a defesa imunológica, previnem problemas de coração e doenças autoimunes (como atrite reumatoide) e ainda combatem os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento precoce; em fibras solúveis que melhoram o trânsito intestinal; em caroteno que combate problemas de pele, como dermatites e ressecamento; em Ferro e Zinco que fortalecem o sistema imunológico e  em vitaminas E e C que combatem o envelhecimento precoce.



Farinha de coco:

A novidade nos Estados Unidos é a farinha de coco. A Farinha Orgânica de Coco é um alimento funcional, integral, com alta concentração de fibras, obtido da amêndoa de cocos saudáveis e maduros, sem adição de açúcar ou qualquer aditivo químico ou conservante. Melhora o funcionamento intestinal, ajuda a regular o açúcar no sangue protegendo contra o diabetes, auxilia na prevenção contra doenças cardíacas, contribui para perda de peso, possibilita bem estar geral ao organismo, protege a sua saúde por não conter substâncias químicas tóxicas.
Esta era uma farinha só encontrada lá fora, mas finalmente nós aqui na terra do coco, já temos uma empresa fabricando esta maravilha e de forma orgânica. Para comprá-la é só clicar neste link.



retirado do blog Cozinha sem glúten e sem leite.





Têm também as já preparadas para quem não quer ter trabalho:




Ingredientes: fécula de batata,fécula de mandioca
e farinha de arroz.
Serve para tudo em substituição do trigo.
















      Mistura Fácil é uma farinha especial , elaborada para substituir a farinha de trigo em receitas isentas de glúten. Pode ser utilizada na elaboração de bolos, biscoitos, panquecas, crepes e o tudo mais que seu talento culinário exigir.
Ingredientes:

farinha de arroz, fécula de mandioca, farinha de soja, fécula de batata,farinha de milho,farinha de mandioca.



Dicas de Consumo:

Para fazer bolos,você pode substituir o trigo de suas receitas convencionais pela mesma proporção de farinha sem glúten, aumentando somente a quantidade de liquido em pelo menos 50%. Assim seu bolo ficará mais úmido e macio. Veja receita de panqueca sem glúten no site www.saborvital.com.br






FIBRA PSYLLIUM


Uma fibra utilizada na regulação intestinal, no controle de colesterol e da glicemia, vendida em cápsulas ou sachês – o Psyllium – ganhou nova aplicação após estudo na Universidade de Brasília (UnB). A substância pode ser acrescentada em alimentos preparados sem o glúten, com boa aceitação quando comparados a produtos tradicionais. A descoberta é da nutricionista Renata Puppin Zandonadi que defendeu a dissertação de mestrado em Nutrição Humana sobre esse assunto em agosto de 2006. Sua intenção é diminuir os problemas dos celíacos na escolha por alimentos. “Quero que a população tenha conhecimento de que essa fibra pode ser aplicada nas preparações isentas de glúten, reduzindo a quantidade calórica sem alterar o sabor”, afirma.
Os portadores da doença celíaca – intolerância permanente ao glúten ingerido – enfrentam alguns dilemas na hora das refeições. Por não poderem comer esse componente presente no trigo, na aveia, na cevada e no centeio, precisam substituir esses ingredientes em receitas caseiras. Uma das opções é trocar a farinha tradicional por uma que não contenha a proteína. “Porém, para que as preparações não fiquem ressecadas e quebradiças, é comum aumentar nos ingredientes das receitas a quantidade de gordura, o que pode elevar o peso dos celíacos”, explica Renata. Outra alternativa é aderir aos produtos isentos de glúten que já vêm prontos, mas não são facilmente encontrados no mercado e além disso custam caro.
TESTES DE ACEITAÇÃO – Renata utilizou a fibra para preparar receitas de pão, bolo, biscoito, macarrão e pizza isentos de glúten. Esses alimentos foram os escolhidos com base em dados obtidos pela Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra), que verificou os produtos sem a substância que os doentes gostariam de encontrar com mais facilidade.
Em seguida, a nutricionista organizou uma análise sensorial para que 80 participantes (30 portadores de doença celíaca e 50 indivíduos não portadores dessa patologia) ingerissem as preparações e avaliassem a textura, consistência, aspecto geral, sabor e odor dos alimentos. Os indivíduos saudáveis fizeram a análise na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Com os celíacos, a experiência ocorreu no Laboratório de Técnica Dietética da UnB.
Os não-portadores da doença experimentaram as receitas tradicionais e as modificadas. Os resultados preliminares mostraram que nesse grupo não houve diferença significativa de aceitação entre produtos tradicionais e os que continham a fibra. Inclusive, o pão modificado com oPsyllium foi mais bem aceito em todos os quesitos que o com glúten. No caso da pizza com a fibra, no quesito textura, ela também agradou mais que a tradicional. O biscoito e o bolo tiveram a receptividade de aproximadamente 70% dos participantes e o macarrão de 94%. Entre os celíacos que experimentaram apenas as preparações com Psyllium, a aceitação do pão foi superior a 93% e a do biscoito foi de 96,6%. A massa de macarrão, a pizza e o bolo tiveram aprovação unânime de 100%.
CONTATOMestre em Nutrição Renata Puppin pelo e-mailrenatapz@yahoo.com.br

Nova Polêmica! Glúten x Obesidade!

Glúten pode engordar!
Estudo da UFMG indica que alimentos com glúten causam ganho de gordura abdominal.

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Publicação: Segunda-Feira, 20 de setembro de 2010 na página CIÊNCIA - Nutrição do Estado de Minas.
por: Paula Takahashi
Alvo de muitas dúvidas e polêmicas, o glúten, fração proteica presente em cereais como trigo, aveia, centeio e cevada (malte), está em evidência, seja pela obrigatoriedade das indústrias em informar sua presença ou ausência na embalagem dos alimentos, seja por sua mais recente associação ao ganho de peso. "Pouco se sabe sobre os efeitos da ingestão de glúten na obesidade. Por isso decidi buscar uma resposta científica para essa questão", afirma a nutricionista Fabíola Pires, autora da dissertação de mestrado da Universidade Federal de Minas Gerais “Efeitos da exclusão dietética do glúten de trigo em modelo experimental de obesidade.”

Durante oito semanas, 40 camundongos foram separados em grupos e tratados com suas respectivas dietas. "Eles eram alimentados de forma idêntica, com comida rica em gorduras, como ocorre com a alimentação de obesos humanos, só que uma delas tinha glúten de trigo e a outra, não", explica Fabíola.
A conclusão é de que aqueles animais que foram tratados com glúten ganharam 25% a mais de peso corporal comparados aos isentos do nutriente. "O grupo que não ingeriu glúten apresentou menor ganho de adiposidade – gordura – na região abdominal, além de melhor sensibilidade à ação da insulina, hormônio importante na manutenção de uma glicemia normal. Mas o melhor resultado foi em relação ao ganho de gordura abdominal: 33% maior nos animais que consumiram o glúten", afirma.

O estudo, ainda inicial e que agora evolui para a tese de doutorado da especialista, demonstra que a retirada do glúten da dieta pode evitar o ganho de peso. “Ou seja, não ingerir os cereais que contêm essa proteína pode ter algum efeito na prevenção da obesidade e da resistência à insulina secundária a essa doença. Ainda não sabemos se o glúten se deposita nas células. O que se sabe, até o momento, é que ele possivelmente favorece a deposição de gorduras na região abdominal, mas de que forma isso ocorre é o que veremos em meu doutorado”, afirma.
Intolerância
Ainda mais preocupante que o ganho de peso é o efeito do glúten no organismo de pessoas intolerantes à fração proteica, os celíacos. De difícil diagnóstico e ainda pouco conhecida pela população, a doença é autoimune e determinada geneticamente, não é rara e pode ser compartilhada por uma a cada 214 pessoas. As frações tóxicas para quem tem intolerância ao nutriente e que o compõem são as prolaminas, que no trigo é a gliadina, da aveia, a avenina, do centeio, a secalina e, da cevada (malte), a hordeína.

"Todas essas são frações tóxicas do glúten para o celíaco, mas a atenção especial deve ser dada à gliadina, que é encontrada em maior quantidade", explica a presidente da Associação dos Celíacos do Brasil da Seção de Minas Gerais (Acelbra-MG), Ângela Pereira de Abreu Diniz.

A adição de glúten aos alimentos garante características que hoje são difíceis de serem substituídas por outros componentes. "Onde ele está presente, confere leveza à massa, fermentação, viscoelasticidade e retenção de umidade. Essas são propriedades da proteína de origem vegetal e natural e não algo artificial ou conservante, como pode se pensar", explica Ângela.
Lesão do intestino ataca celíacos
O mecanismo de ação da fração proteica capaz de desencadear a intolerância ao glúten ainda não está claro para a comunidade científica. Mas o efeito que provoca ao entrar no organismo de um celíaco, sim. Ao ser ingerido, o glúten é quebrado e a gliadina, principal causadora da doença, desencadeia todo o processo de lesão das vilosidades do intestino delgado, revestimento responsável por ampliar a área de absorção de nutrientes. "A gliadina atravessa a parede do intestino e sofre ação da enzima transglutaminase. Com isso, ela fica com os terminais ácido-glutâmicos carregados negativamente e aderem às células apresentadoras de antígenos. A partir daí, é desencadeado um processo inflamatório com liberação de citocinos que causam a lesão intestinal", explica a gastroenterologista e pediatra Magda Bahia.
Os sintomas são diversos e vão desde os clássicos, como darréia e vômitos na infância, até osteoporose precoce, baixa estatura, infertilidade, perda da musculatura glútea, inchaço abdominal, entre outros. As alternativas alimentares ainda são caras e de difícil acesso da maioria da população. "Podem ser usadas opções regionais, como batatas, arroz, mandioca, cará, féculas, polvilho, quinoa, e fruta-pão. Mas sozinhos eles não conseguem trazer as características próprias do glúten e para isso devem ser adicionados aos alimentos, espessantes e outros ingredientes", observa Ângela Abreu Diniz, da Acelbra - MG.
Matéria retirada do website do Estado de Minas (www.em.com.br).

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Queridos amigos.
Para dar continuidade a arte de Filipe e sua inclusão social , mesmo sendo autista

ter seu lugar no mercado de trabalho fazendo o que ele mais gosta de fazer  que é pintar.
Peço como mãe que voces possam divulgar o trabalho dele com seus contatos, sites e blog.
Me ajudem a ajudar meu filho, preciso muito da sua ajuda.
Preciso também de sugestões que possam me ajudar a encontrar o caminho.
  Deixo esta frase de um autor desconhecido para todos!
 Beijos à todos!
Ray
http://oblogdoarteautismo.blogspot.com/

Grata

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Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado.
Roberto Shinyashiki

Doença Celíaca: dificuldade no diagnóstico ainda é um problema

maio 20, 2011
O último dia 15 foi marcado por diversos eventos no Brasil e em outros países para comemorar o Dia Internacional do Celíaco. Lojas, associações como as ACELBRAs e blogueiros de todos os cantos deram voz a esses eventos que tiveram como objetivo chamar a atenção dos governos e da sociedade sobre a importância da criação de políticas públicas que garantam os direitos dos cidadãos celíacos.
A doença celíaca (DC) é causada por uma resposta imunológica ao glúten em indivíduos geneticamente suscetíveis. O resultado é uma inflamação crônica da mucosa do intestino delgado com sérios riscos à saúde. Por apresentar um quadro clínico complexo, com sintomas que são semelhantes a outras doenças inflamatórias intestinais, o diagnóstico da doença acaba sendo feito tardiamente em muitos casos. A Organização Mundial de Gastroenterologia estima que em adultos, a DC chega a levar, em média, 10 anos para ser diagnosticada.

O diagnóstico pelo padrão ouro e suas limitações

Não é à toa que a doença celíaca seja de difícil detecção, pois ainda não há um teste único que seja 100% conclusivo. O diagnóstico é realizado através da combinação de dois ou mais exames que são realizados por técnicas laboratoriais diferentes (sorologia e histologia). Ainda assim, há limitações no padrão ouro. O teste sorológico mais utilizado no Brasil para o diagnóstico da DC é a detecção de IgA TG2. Entretanto, o teste pode ter um resultado positivo mesmo quando o indivíduo não possui a doença celíaca, já que esta enzima é produzida pelo organismo quando há uma lesão de mucosa crônica, não sendo necessariamente uma lesão provocada pela alergia ao glúten.

O teste genético para detecção da DC

A DC é uma doença hereditária que afeta cerca de 1 a cada 214 indivíduos no Brasil. Se você tem algum parente direto que seja celíaco, as chances de você desenvolver a doença são de 10%. Há também algumas doenças ou distúrbios que podem ser indícios para uma investigação da doença celíaca, como o diabetes tipo 1, as síndromes de Down, de Williams ou de Turner, crianças que apresentem sintomas gastrointestinais, dificuldades e atraso no crescimento e baixa estatura, intolerância à lactose, osteoporose ou osteopenia e outros.
O teste genético tem sido utilizado como uma alternativa para aumentar as chances de um diagnóstico correto. Mas é importante lembrar que os testes sorológicos e de HLA (genético) são só indicativos que o paciente seja celíaco. A biópsia é que completa a bateria de exames para fechar o diagnóstico.

Mas para que serve o teste genético?

Para EXCLUIR a doença celíaca nos seguintes casos:
  • Em pacientes sintomáticos com sorologia e/ ou biópsia inconclusivasA ausência do perfil genético associado à DC confere uma probabilidade de mais de 98% de chances do indivíduo não ter ou nunca vir a desenvolver a doença. Apenas cerca de 0,4% dos celíacos confirmados com o padrão ouro não apresentam HLA DQ2/ DQ8;
  • Em pacientes sintomáticos que não responderam a uma dieta sem glúten;
  • Em pacientes que apresentem sintomas parecidos com a DC;
  • Quando o paciente está sob uma dieta livre de glúten. O teste genético independe da idade, dieta ou tipo de tratamento que o indivíduo esteja submetido. Porém, estes fatores podem influenciar os resultados da biópsia;
  • Quando há forte suspeita de DC mesmo após testes sorológicos negativos.

Recomendações de uso do teste genético

A molécula analisada no exame genético, a HLA, é constituída por duas subunidades: uma alfa e outra beta. Essas subunidades são as responsáveis pelo reconhecimento das partículas consideradas estranhas ao organismo e, por isso, a sua estrutura é de extrema importância.
O teste de genotipagem do HLA de classe II tem sido utilizado de forma crescente. Porém, para garantir que este teste seja realmente útil, é preciso assegurar que ele analise as cadeias alfa e beta das moléculas DQ e DR do HLA.
Atualmente, existem testes disponíveis no mercado que não discriminam quais os tipos de análise que realizam. No caso de analisarem somente a cadeia beta, eles podem deixar de considerar 50% da estrutura molecular para a detecção do marcador para a DC. Com isso, o teste genético acabaria não cumprindo sua função de auxiliar no diagnóstico da doença celíaca.

DIA DO CELÍACO -15 DE MAIO


Dia internacional do Celíaco

Com o intuito de divulgar essa doença que pode ser tão debilitante para a maioria das pessoas, foi criada a data internacional para divulgar e discutir a doença celíaca, bem como alertar as pessoas de sua existência.


Acredito que muitas pessoas se perguntam o que significa o "Contém Glúten" ou "Não Contém Glúten" nos rótulos dos alimentos industrializados, e isso acarreta de uma lei e empenho das Associações de Celíacos do Brasil para que em 2003 fosse instituída a lei Brasileira que obriga sua colocação nos rótulos.
Não foi tão simples, empresas quiseram vetar ou adiar sua validade, e hoje ela é praticada, às vezes ainda precariamente.

Vamos chamar a atenção para o assunto hoje, haverá caminhadas em vários lugares do Brasil, e houve outras ações em alguns estados. O Blog Converse com a Nutricionista fala mais um pouquinho da data e das comemorações no Brasil.

Sistema Imunológico
Estava lendo agora pela manhã um estudo sobre como o desenvolvimento infantil influencia em nossa expressão genética do sistema imunológico, além das características de nossa vida social influenciando em como ele se prepara para defender nosso organismo.





Tudo isso foi possível através do estudo de Steve Cole, PhD. (foto ao lado) que é psicólogo e biólogo molecular. Ele estuda principalmente a ativação genética, e diz estar estudando a psicologia das células.

O que me chamou a atenção, é que o isolamento social, dificuldades financeiras, estresse e a depressão têm correlação com ativação imunológica para "problemas". Essa ativação está principalmente ligada para detecção e ataque de partículas inflamatórias, o que em nosso caso (celíacos) está ligada a presença de glúten no organismo!

Isso também me chamou a atenção para outras características, quem aí é celíaco pode confirmar para mim que parece pegar mais resfriado que a maioria das pessoas? É que como diz no artigo (em inglês), o nosso sistema imunológico só consegue combater um tipo de ameaça de cada vez, se ataca uma bactéria, é demora para mudar seu ataque e direcionar a um vírus.

Como a doença celíaca é uma doença auto-imune e com os riscos de contaminação cruzada do glúten a todo momento, nosso corpo, preocupado em atacar o glúten (e nos causar desconforto) acaba deixando passar vírus que são uma preocupação 'menor'.

Então, o que pode contribuir para a nossa vida de celíacos, de acordo com o estudo em questão, é termos mais interações sociais, que preparam nosso sistema imunológico para doenças contagiosas (vírus) e menos para infecções (bactérias, e também o glúten).

Retirado do blog sem glúten.