sexta-feira, 30 de março de 2012

Novas Notícias sobre a vacina para DC.

Tradução do google:
Por Ester Benati
30/03/2012 -

  Uma empresa chamada Microtest Laboratories é a fabricação de doses o que eles dizem pode ser o tratamento a primeira vacina eficaz para a doença celíaca. Neste ponto, o único tratamento para a doença celíaca é evitar o glúten na dieta. Outras empresas estão trabalhando em vacinas para a doença celíaca, e várias provas de trabalho estão em andamento. No entanto, o criador deste novo medicamento, o ImmusanT, com sede em Cambridge, diz que, ao contrário de outras vacinas, que evitar uma infecção, a sua droga, Nexvax2 obras, alterando o sistema imunológico para que ele não ataca o glúten. Produção em Nexvax2, começou na semana passada, Steven G. Richter, presidente e diretor Microtest ciência, disse a um repórter local. Até agora, ImmusanT já levantou US $ 20 milhões em capital de investimento para trazer a vacina para o mercado. Em relação ao caminho do conceito à produção para Nexvax2, Richter diz que o processo tem sido tudo menos simples. "É processo artístico", disse um repórter local, "você tem que desenvolver protocolos para toda a produção e planos de fazer todo o trabalho em condições assépticas. Você tem que ter todos os protocolos e planos aprovados pelo processo de regulamentação. Então você tem . para fazer o trabalho " Microtest é inicialmente fabricação 9.000 frascos para ImmusanT: dois 3.000 a administração da dose a lotes de vacina e um lote de dose de 3.000 inerte placebo . para ser usado no ensaio clínico Richter diz que o grupo de controlo contém tudo excepto o activo vacina. ImmusanT está olhando para iniciar os primeiros testes clínicos no segundo trimestre deste ano, testando as doses em pessoas com doença celíaca. O artigo completo, em Massliveonline.com cita Leslie J. Williams, presidente e CEO da ImmusanT, como dizendo que "o teste será se ela [a vacina] induz uma tolerância de glúten na dieta." O relatório diz que a Williams ea empresa espera receber a vacina disponível comercialmente até 2017. Será que a empresa a ter sucesso? Será que eles vão ter uma vacina eficaz disponível em apenas cinco curtos anos? Deixe-nos saber o que você pensa.
http://www.celiac.com/articles/22856/1/Is-a-Vaccine-for-Celiac-Disease-Just-Around-the-Corner/Page1.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter


Para entender melhor como as empresas estão trabalhando na vacina podem ler aqui:
http://www.masslive.com/business-news/index.ssf/2012/02/microtest_manufactures_celiac_cure_on_be_1.html


A ImmusanT é que está desenvolvendo a Nexvax2 . Eles transferiram-se da Austrália pra Cambrigde. Só lembrando que essa vacina é para quem tem o DQ2, e não o DQ8.
São os gens que estão ligados à doença celíaca. A grande maioria dos celíacos tem esses gens.É preciso fazer o exame genético pra verificar. Pouquíssimos não tem.
 http://www.immusant.com/technology/

quinta-feira, 29 de março de 2012

Os perigos da gelatina industrializada!

Já a algum tempo não comprava gelatinas aqui em casa porque toda vez que comia me sentia mal, muita azia.
Sempre fiquei intrigada com os corantes também!
Pensava! É puro corante! Não deve fazer bem a saúde!
Uma amiga viu o rótulo e me falou ! Tem aspartame! E açúcar! Pra quê?
Pais que dão muitas gelatinas a seus filhos e são alérgicas, cuidado! Não pode!
Idosos que comem muita gelatina por causa do colágeno! E os outros ingredientes? Fazem mais mal do que bem!
Vi esta postagem de uma amiga e acabei de ter a certeza do que já suspeitava!

Porque risquei as gelatinas da lista de compras

Cresci me deliciando com os sabores e a consistência das gelatinas. Aliás, elas são lindas, coloridas, brilhantes, perfumadas, além de saborosas. Sobremesa com a cara do verão, pois é levinha.
Mas as gelatinas artificiais, de caixinha, andam em baixa aqui em casa. No post que fiz sobre Novos Hábitos para 2010, sugeri, inclusive, que elas fossem riscadas da lista de compras, algo que fiz.
E explico o motivo:
Minha desconfiança com elas começou quando o pediatra dos meninos pedia para “não dar muito porque têm corante demais”, dizia ele sem dar mais explicações.
No ano passado, veio a pá de cal sobre a vida útil dessa sobremesa para os meninos. A Pro Teste (associação em defesa do consumidor)publicou um estudo com o resultado da avaliação de 11 marcas de gelatinas de caixinha.
Todas foram reprovadas! Motivo: tinham corantes demais, açúcar demais e duas das marcas avaliadas tinham, além do açúcar, adoçantes!!!!!
Sobre excesso de açúcar, todos nós estamos mais ou menos bem informadas a respeito da relação custo x benefício de seu consumo.
Mas fiquei surpresa sobre a questão dos corantes. Alguns que estavam presentes nas gelatinas testadas podem ser cancerígenos ou podem provocar hiperatividade nas crianças, caso dos corantes amarelo crepúsculo, ou reação alérgica, caso da tartrazina (amarelo-limão).
Ah! O colágeno, que seria o benefício para a saúde, presente nos produtos… Bem, segundo a Pro Teste, ele seria em quantidade muito pequena. Ou seja, não valeria a pena o consumo da gelatina por causa do colágeno.
As empresas que produzem as gelatinas dão aquela resposta padrão-besta: estamos seguindo a legislação. O que é verdade, já que a Anvisa libera o corante amarelo alaranjado (proibido na Europa e nos EUA).
Ado, ado, ado, cada um no seu quadrado. As empresas no quadrado delas. Eu no meu quadrado de consumidora. Desde do estudo da Pro Teste aboli esse produto (não posso considerá-lo alimento) da minha casa.

Para corroborar essa minha decisão, fiz uma entrevista esses dias com o médico Paulo de Tarso Lima (na foto ao lado), autor do livro Medicina Integrativa – A Cura Pelo Equilíbrio (MG Editores), que foi publicada no caderno Equilíbrio, da Folha de S.Paulo, em 14/01. O livro dele não é sobre alimentação, mas tem um capítulo a respeito do assunto e o que eu li sobre corantes (e outros aditivos alimentares) me deixou surpresa. Aproveitei a conversa e pedi a ele se era possível reproduzir aqui, no blog, pequenos trechos que ele explica porque dar comida com esses aditivos para as crianças ainda muito pequenas é ruim. Ele aceitou (fofo!).
Diz ele no livro (à página 89):
“Eles (corantes e conservantes) são tão usados em nossa alimentação diária que um europeu consome, em média, 6,5 quilos de aditivos todo ano, segundo dados da organização britânica Food Commission.”
Diz ele no livro (à página 100):
“Outro problema (além da possibilidade de provocar hiperatividade infantil) está nas doses: um grama de corante ou conservante age de forma diferente em um adulto que pesa 70 quilos e em uma criança que pesa 10 quilos. Considerando que uma criança consome quantidade de corantes similar à consumida por um adulto, concluímos que o efeito cumulativo dessas substâncias no organismo infantil é muito danoso. Sem contar que a capacidade da criança de eliminar produtos tóxicos é bem menor que a do adulto, uma vez que o fígado e algumas enzimas ainda estão em desenvolvimento.”
Diz ele no livro (ainda na página 100):
“Se é quase impossível evitar os corantes nos dias de hoje, tente ao menos reduzir seu consumo.”
Aqui em casa reduzi riscando a gelatina da lista de compras. Minha amiga Cuca Bolaffi faz gelatina com agar agar, suco natural e açúcar. No Crianças na Cozinhas, Pat Feldman deu uma receita de gelatina a partir de caldo de mocotó (rico em colágeno), que está aqui. Neide Rigo, do Come-se, também sugere uma, que está aqui.
Eu não faço nem com agar agar nem com caldo de mocotó, que parece ser um tanto trabalhosa. Mas mesmo assim achei as dicas uma alternativa valiosa para fugir dos corantes, açúcares, adoçantes.
Quem sabe não me animo e experimento uma dessas receitas. Se você fizer também, conte para nós. Vamos adorar publicar o resultado, como fizemos com os refrigerantes caseiros da Lu, a mãe do Bruno
Mas queria dizer que não sou radical a ponto de proibir os meninos de comer a gelatina sob pena de serem fuzilados com meus olhares raivosos. Passei a considerar as gelatinas aquele tipo de coisa que se come de vez em quando, nas festinhas de criança, caso dos refris.
Não são mais sobremesa para frequentar esta casa toda semana. O que é uma pena porque elas são tão lindinhas e saborosas!
Tem este blog também com receitas de gelatinas naturais ! 



terça-feira, 27 de março de 2012

História em quadrinhos da Mônica

Vejam que lindinha a história em quadrinho que Sabrina Saraiva fez:
Você também pode fazer uma historinha para seu filho.
Sem Glúten, mas com Alegria!
http://www.maquinadequadrinhos.com.br/HistoriaVisualizar.aspx?idHistoria=1358989#
http://www.riosemgluten.com/Sem_gluten_mas_com_alegria.pdf

Probiótico BioGaia


BIOGAIA


O Lactobacillus reuteri é o agente ativo de BioGaia.
Trata-se de um probiótico cujo "agente ativo" foi isolado a partir do proprio leite materno humano, o que  praticamente elimina o índice de rejeição do produto no corpo humano.
BioGaia é um dos mais bem-documentados probióticos no que se diz respeito a evidência de benefícios.   55 estudos clínicos envolvendo mais de 4.100 indivíduos de todas as idades
Conhecendo um pouco mais sobre BioGaia  Lactobacillus reuteri (L. reuteri) ajuda a manter o equilíbrio saudável da microbiota no intestino, o que dificulta a proliferação de microorganismos nocivos.
Ensaios clínicos comprovam a ação do L. reuteri para proteger-nos das ações de bactérias nocivas no estômago,no intestino e na boca.O L. reuteri também apresenta evidênvcias de benefícios na imunidade gastro-intestinal além de contribuir positivamente com o organismo nos processos de diarréia aguda e diarréia associada a antibioticoterapia.
Entre outras características importantes de BioGaia podemos destacar:
Adaptado ao trato digestivo inteiro: para exercer seus efeitos benéficos, um probiótico deve passar pelo  estômago com sua alta acidez, descer pelos intestinos, sujeitas a bile e muitas enzimas metabólicas diferentes. Porém, o trato digestivo é o ambiente doméstico e natural do L. reuteri.
Ligação às paredes do intestino: O L. reuteri é um dos poucos probióticos para o qual existe evidência real de ser capaz de viver e colonizar por todo o trato gastro-intestinal.
No Brasil inicialmente ele será comercializado na apresentação 10 comprimidos mastigáveis, sabor lima imão,  livre de açúcar.

As bactérias probióticas amigáveis ajudam a nos proteger contra as nocivas, pois
  • Ambas competem por nutrientes;
  • As boas bactérias mantém as mais nocivas fora de contato com a parede do intestino;
  • Produzem substâncias que inibem o crescimento, ou mesmo matam as bactérias nocivas;
Por esta razão podemos dizer que probióticos são bactérias vivas saudáveis (amigáveis) e que possuem um papel importante em nosso bem estar!
O uso de probióticos estimula as boas bactérias e ajuda a garantir que o equilíbrio na microbiota seja alcançado.

 ONDE  VOCE ENCONTRA O BIOGAIA :

WWW.PRONUTRI.NET
TEL: 71-30180085
http://acelbrabahia.blogspot.com.br/2012/03/biogaia.html

segunda-feira, 26 de março de 2012

Depressão? ou Doença Celíaca?

Mostrem aos seus neurologistas!
http://www.psychologytoday.com/blog/the-breakthrough-depression-solution/201105/is-gluten-making-you-depressed 

Por Ester Benati
Tradução google


‎"Eu recentemente consultei com um paciente de 24 anos diagnosticado com TDAH , ansiedade e depressão . Foi prescrito um diferente medicação para cada diagnóstico: Adderall para o TDAH, Valium para a ansiedade, e Zoloft para a depressão."... 
Ele estava em três medicamentos, um para cada diagnóstico, mas ele continuou a lutar com problemas de atenção, ansiedade e depressão! Além disso, ele queria medicação adicional para ajudá-lo a dormir .

Antes de prescrever medicação para qualquer paciente, eu recomendo um amplo painel de exames de sangue para descartar hormonal ou deficiências nutricionais.

No caso do meu paciente de 24 anos, descobri que ele estava anêmico com ferro muito baixo e os níveis de zinco e uma deficiência de vitamina B12 significativa. Para um, o homem fisicamente saudável comer carne jovem estes foram os resultados laboratoriais incomuns.

Por que não teve seus outros médicos pego estes resultados? Seus psiquiatras anteriores nunca ordenou qualquer exame de sangue e sua última visita à sua PCP foi para a gripe e sangue trabalho não foi feito.

Com base em suas deficiências nutricionais Eu pedi testes adicionais. Testes adicionais revelaram que ele era positivo para anticorpos anti-gliadina, uma proteína encontrada no trigo frequentemente utilizado como um marcador para a presença da doença celíaca. Uma biópsia confirmou que ele tinha a doença celíaca.

A doença celíaca, comumente considerada como apenas um distúrbio gastrointestinal, pode causar sintomas psicológicos profundos. Um dos quais é a depressão.

Na doença celíaca sistema imunitário do corpo erroneamente ataca uma proteína chamada glúten, que é encontrada no trigo, centeio, cevada e. Em seu ataque ao glúten, o sistema imunológico danifica o intestino delgado, produzindo sintomas intestinais, como cólicas abdominais e inchaço, dor, gás, vômitos, diarréia e constipação. Uma vez danificada o intestino delgado não pode absorver vitaminas essenciais, minerais e proteínas, bem como deveria.

As consequências para a saúde da doença celíaca, no entanto, estender para além das questões gastrointestinais e pode afetar todos os órgãos, incluindo o cérebro .

Outras conseqüências da doença celíaca incluem:
• Anemia
• Anorexia
• Artrite
• As alterações comportamentais
• Depressão
• Fadiga
• Infertilidade
• Dor nas articulações e inflamação
• As enxaquecas
• Não atendidas períodos menstruais
• Dormência e formigamento das mãos e dos pés
• Osteoporose
• Convulsões e outros problemas neurológicos
• As lesões de pele
• A cárie dentária e descoloração
• Fraqueza
• A perda de peso

Pesquisadores têm observado uma sobreposição entre a doença celíaca e depressão. Relatórios de depressão entre pacientes com doença celíaca têm surgido no início dos anos 1980. Em 1982 investigadores suecosinformou que "psicopatologia depressiva é uma característica da doença celíaca do adulto e pode ser uma conseqüência da má absorção." Um estudo de 1998confirmou que cerca de um terço dos pacientes com doença celíaca também sofrem de depressão. Os adolescentes com doença celíaca também enfrentam maior do que as taxas normais de depressão. Os adolescentes com doença celíaca têm uma risco de 31% de depressão, Enquanto apenas 7% dos adolescentes saudáveis enfrentar este risco.

Como é que a depressão se relacionam com o dano causado ao intestino delgado na doença celíaca? O dano intestinal provocada pela doença celíaca impede a absorção de nutrientes essenciais que manter o cérebro saudável, especialmente zinco, triptofano e vitaminas do complexo B. Estes nutrientes são necessários para a produção de produtos químicos essenciais no cérebro, tais como a serotonina, uma deficiência de que tem sido associada à depressão.

Em particular, baixos níveis de zinco têm sido ligados à depressão. Além de manter o sistema imunitário forte ea memória afiada, o zinco desempenha um papel importante na produção e utilização de neurotransmissores no cérebro-produtos químicos que modulam a ajuda de humor. É por isso que os baixos níveis de zinco têm sido associados a depressão maior, E porque suplementar de zinco aumenta os efeitos de medicamentos antidepressivosem muitas pessoas. Um estudo de 2009 constatou que a suplementação de zinco reduziu significativamente os escores de depressão em pessoas que não tinham sido ajudados por antidepressivos no passado.

Infelizmente, em casos de depressão relacionada com a doença celíaca essas deficiências nutricionais são muitas vezes ignorados por médicos que são mais confortáveis em tratar os sintomas da depressão com medicação.

Por que isso acontece?

Os médicos podem pensar que as deficiências nutricionais estão relacionadas à depressão. A doença celíaca é freqüentemente não diagnosticada ou diagnosticada como distúrbios semelhantes com sintomas gastrointestinais, como anorexia nervosa , síndrome da fadiga crônica, SII (síndrome do intestino irritável), ou doença de Crohn. Os médicos, como acontece com muitas pessoas, tendem a separar as questões gastrointestinais da doença celíaca a partir dos problemas psicológicos e tratá-los separadamente.

Se a doença celíaca é suspeita, um exame de sangue é administrada a olhar para os anticorpos ao glúten anti-gliadina, anti-endomísio e tecido anti-transglutaminase. Os níveis de anticorpos elevados indicam a presença da doença celíaca. No entanto, a única maneira de fazer um diagnóstico definitivo é a realização de uma endoscopia da mucosa intestinal.

Uma vez diagnosticada, como você tratar a doença celíaca? A trágica notícia é que nenhum tratamento vai curar a doença celíaca. Mas a doença pode ser controlada com um livre de glúten da dieta . Ao evitar alimentos contendo glúten, os sintomas da doença celíaca, incluindo os sintomas psicológicos, será resolver eo corpo pode curar alguns, se não todos os danos intestinais. A maioria das pessoas que começam uma dieta livre de glúten se sentir melhor, quase imediatamente, embora os sintomas psicológicos podem exigir meses de suporte nutricional antes de ver qualquer melhoria.

Depois de fazer um diagnóstico definitivo para o meu paciente de 24 anos, ele foi iniciado em uma dieta livre de glúten. Após quase dois anos, ele não está mais em qualquer psiquiátricos medicamentos e não tem mais três diagnósticos psiquiátricos. Seus sintomas de ansiedade e depressão diminuiu lentamente com uma dieta livre de glúten.

Doença celíaca não diagnosticada pode exacerbar os sintomas de depressão ou pode até mesmo ser a causa subjacente.

Os doentes com depressão devem ser testados para deficiências nutricionais. Quem sabe, a doença celíaca pode ser o diagnóstico correto e não depressão.

sábado, 24 de março de 2012

Exame para intolerância a lactose


Novo exame com resultados rápidos

janeiro 30, 2009
Exame intolerância a lactoseExame para detecção da intolerância à lactose oferece resultados em apenas 20 minutos.Ainda pouco conhecido no Brasil, o também chamado “Quick Lactase Test”  é uma nova alternativa para o diganóstico da hipolactasia. Entenda melhor como esse exame é realizado e quais suas vantagens.
Sabe-se que após o desmame, inicia-se um lento declínio da produção da enzima lactase na mucosa intestinal levando à hipolactasia em adultos. Acredita-se que um terço da população mundial é afetada, com maiores incidências na população de origem asiática e africana.

SOBRE O EXAME

A finlandesa Biohit desenvolveu um teste capaz de detectar a hipolactasia através de uma biópsia obtida durante uma endoscopia da parte superior do intestino. “A amostra é incubada com lactose e uma reação de cor irá se desenvolver em 20 minutos como resultado da hidrólise da lactose (resultado positivo).  Não ocorrerá reação (resultado negativo) em casos de severa hipolactasia”, explica um estudo clínico realizado com 80 pacientes na Finlândia. Em outras palavras, quando a amostra contém lactase, ocorrerá uma reação química, gerando uma coloração. A ausência desta coloração demonstra que o paciente não está produzindo a enzima lactase em seu organismo.

VANTAGENS

A novidade é o fato que este é o primeiro exame do gênero a identificar o grau de hipolactasia do paciente. A detecção da hipolactasia severa (ausência completa da enzima), ou da hipolactasia média poderá auxiliar o gastroenterologista e nutricionista a definirem o melhor tratamento para o paciente. Além disso, o paciente, ao final de seu exame, já poderá obter o resultado na hora e sair do consultório com o tratamento mais adequado ao seu caso.

KIT PARA INTOLERÂNCIA À LACTOSE

Com registro no País desde 2005, o Kit para Intolerância à Lactose é comercializado com exclusividade no Brasil pela Alka Tecnologia em Diagnósticos. Mari Sato, gerente de produtos da Empresa, explica que este exame poderá ser realizado por gastroenterologistas e laboratórios em todo o país. Os profissionais que desejarem obter maiores informações sobre este exame e os pacientes que desejarem saber onde o exame é realizado devem entrar em contato com a Alka – www.alka.com.br
Luciane é portoalegrense, graduada em Letras e pós-graduada em Marketing. Na área de culinária, Luciane fez cursos no IESB e na Escola de Gastronomia de Brasília. Após consultar diversos médicos, descobriu sua intolerância à lactose em 2006. Sua paixão pela culinária a levou a criar e adaptar receitas, substituindo ingredientes e experimentando novos sabores. Em 2007, após ampla pesquisa sobre o tema, Luciane criou o Semlactose.com e, desde então, atua como editora e administradora do site, sempre em busca de novidades na área. Luciane reside em Brasília, DF.

terça-feira, 20 de março de 2012

A moda da dieta sem glúten


20/03/2012 - 08h00

Mesmo polêmica, dieta sem glúten é moda para emagrecer e ganhar saúde

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JULIANA VINES
DE SÃO PAULO
FERNANDA REIS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Antes praticada só por necessidade, a dieta sem glúten está conquistando novos adeptos: interessados em perder peso ou ganhar saúde.
O cardápio, já adotado por celebridades como a atriz Juliana Paes, condena a farinha de trigo e seus derivados, como pão e macarrão, e proíbe qualquer alimento com aveia, malte, centeio e cevada -incluindo cerveja. A promessa é melhorar a função do intestino e, de quebra, acabar com males como a enxaqueca.
O glúten é uma proteína vegetal que, no organismo de pessoas sensíveis, pode provocar reações, entre elas diarreia, flatulência e fadiga. A sensibilidade mais comum é a doença celíaca, intolerância ao nutriente que atinge cerca de 1% da população.
Para quem tem a doença, ficar longe do glúten é fundamental. Para pessoas saudáveis, há controvérsia.
Recentemente, o Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região (que inclui o Estado de São Paulo) lançou um parecer oficial sobre o tema. O documento diz que o glúten só deve ser tirado da dieta se houver diagnóstico de doença celíaca, alergia ou sensibilidade ao nutriente.
"Nutricionistas estavam tirando a proteína da alimentação de pessoas que queriam emagrecer ou curar um problema digestivo, sem diagnóstico", diz Thiago Sacchetto de Andrade, nutricionista e conselheiro da entidade. "É errado. Glúten não faz mal para a população em geral."
BENEFÍCIOS
A proteína não faz diferença na nutrição. A publicitária Patrícia Nery, 38, deixou de comer glúten para emagrecer. De junho a dezembro do ano passado, perdeu 11 quilos. "Foi a única coisa que mudei na minha alimentação. Se quero comer macarrão, tudo bem. Só que como sem glúten", diz.
Ela conta que já havia seguido várias dietas sem sucesso. "Perdia peso em pouco tempo, mas recuperava. Hoje está mais fácil manter."
Regina Racco, 61, professora de ginástica, tinha falhas de memória. Pesquisando, achou estudos segundo os quais a alimentação sem glúten é boa para portadores de Alzheimer. Com orientação de nutricionista, cortou a proteína e, em oito semanas, perdeu 13 quilos. "Emagreci sem perceber. Minha compulsão por comida acabou." A memória, diz ela, melhorou.
Especialistas concordam que a sensibilidade ao glúten pode ter muitos sintomas. A gastropediatra Vera Lúcia Sdepanian, chefe do ambulatório de celíacos da Unifesp, lembra de cabeça mais de 20 manifestações da doença celíaca, desde deficiências de vitaminas, dermatite e dor articular até osteoporose.
Mesmo quem não tem a doença pode manifestar algum tipo de sensibilidade, de acordo com a gastroenterologista Lorete Maria da Silva Kotze, professora da PUC-PR.
"Há um espectro muito grande de desconfortos relacionados ao glúten. O nutriente é absorvido pelo aparelho digestivo, mas sua ação é sistêmica. Isso torna o diagnóstico mais complicado."
Ganho de peso não está na lista de sintomas associados à intolerância a glúten. Mesmo assim, alguns médicos acreditam que tirar o nutriente ajuda a perder peso. "A digestão dessa proteína é difícil, o intestino fica inchado. Pessoas com sobrepeso ou doenças crônicas deveriam tirar o glúten", diz a nutróloga Tamara Mazaracki, membro da Associação Brasileira de Nutrologia.
"É uma proteína que não faz falta. Sem ela, você se alimenta melhor. Em vez de ficar no pão com trigo, passa a consumir quinoa, milho."
Para a gastropediatra Lenora Gandolfi, da Universidade de Brasília, não há comprovação científica de que tirar o glúten faz perder peso. O mesmo pensa a nutricionista Lara Natacci, da DietNet. "Não é a ausência do glúten que emagrece. Ao cortar esse item, você troca alimentos gordurosos e industrializados por opções mais saudáveis. A perda de peso deve ser relacionada a isso."
Para Vera Sdepanian, qualquer recomendação nutricional feita sem diagnóstico deve ser condenada. "A doença celíaca é séria, exige mudança de hábitos e pode ter consequências graves se não for tratada. A dieta é restritiva e difícil de ser seguida. Não pode ser para todos."
O diagnóstico da intolerância alimentar pode ser feito com um exame de sangue, teste genético e, se necessário, biópsia do intestino.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Glúten e o Aleitamento Materno

Por Miriam Nunes Pereira Vieira
Tradução google

A intolerância ao glúten, doença celíaca e Aleitamento Materno - Good and BadPostado em 16 de março 2012, Glúten Free RecipesSe você é intolerante ao glúten ou não, este é um deve ler o artigo sobre como você pode evitar a intolerância ao glúten em seu filho.Dr. Vikki Petersen fornece evidências científicas sobre intolerância ao glúten, doença celíaca e aleitamento materno para todas as futuras mães ou mãe de recém-nascidos.
A intolerância ao glúten e os benefícios do leite materno - bom e ruim?
Por: Dr. Vikki Petersen


Eu sempre fui um grande defensor do aleitamento materno.Crianças que são amamentadas são encontrados para ter QIs mais altos e um melhor estado de saúde geral. Os benefícios que as embalagens Mãe Natureza no leite da mãe não foi com sucesso mimetizados por qualquer produto feito pelo homem. Longe disso, na verdade, as fórmulas existentes no mercado são bastante atroz quando se trata de padrões nutricionais para a saúde.
O aleitamento materno reduz chances de seu filho de desenvolver a doença celíaca?
Acontece que o risco de desenvolver doença celíaca foi mostrado para diminuir por um 63% whopping para crianças de mama alimentado por mais de dois meses em comparação com aqueles da mama crianças alimentadas para menos de dois meses.Admito que eu teria perdido a aposta - eu teria assumido que dois meses não foi tempo suficiente para fazer essa diferença tão grande. Mas, aparentemente, um pouco vai um longo caminho quando se trata do valor do leite materno.
Outro estudo analisou crianças alimentados com leite materno durante três meses ou mais e encontrou um resultado ainda melhor. Estas crianças eram cinco vezes menos probabilidade de desenvolver doença celíaca, em comparação com aqueles bebês que caíram dentro da marca mês menos do que três.
Nós costumávamos pensar que era celíaca um sim ou não proposição, sem zonas cinzentas. Em outras palavras, acreditava-se que você nasceu com a doença ou não foram. Isso é incorreto e pesquisa recente provou que celíaca pode desenvolver-se aqueles que têm a predisposição genética, a qualquer momento durante a sua vida. De facto, a incidência da doença celíaca na população em geral é conhecida por aumentar de 1% a 4% com a idade.
Isso nos diz que a presença de genes para a doença celíaca e glúten na dieta não são suficientes para causar a doença se manifestar. Qual é o terceiro fator? A saúde do trato gastrointestinal é o elo final. Um trato gastrointestinal saudável terá adequados probióticos saudáveis ​​para manter os genes da doença celíaca desligado, evitando assim a doença de se expressar. O trato GI insalubre não tem mais robustos boas bactérias e seus números enfraquecendo os torna incapazes de manter genes ruins desligado com o resultado sendo a 'ligar' os genes de doença celíaca.
Voltando ao aleitamento materno, sabe-se que o leite materno é um colonizador maravilhoso dentro do intestino de saudáveis ​​organismos probióticos. A mãe produz o colostro ajuda o sistema imunológico do bebê madura, impedindo assim a doença, especialmente infecções digestivas que poderiam criar um intestino permeável e aumento da predisposição para a intolerância ao glúten, bem como reações de outros alimentos.
E sobre o tempo de introdução de glúten para crianças?
Dois grandes estudos confirmam que o tempo pode ser bastante crítica. Em uma, verificou-se que as crianças que estavam a receber o leite materno, no momento da introdução do glúten tinha um risco reduzido de 52% de desenvolvimento de doença celíaca, em comparação com os bebés que não estavam a receber o leite materno quando glúten foi introduzido na sua dieta.
O segundo estudo foi um marco no estudo realizado na Suécia, sem o conhecimento de ninguém no momento em que ocorreu. Em outras palavras, somente a posteriori, foi que entendi o que aconteceu. Aqui é o seguinte: Na década de 1980 uma mudança de orientações ocorreu no que se refere a quando o glúten deve ser introduzido na dieta de uma criança. Antes de ter sido mantido que o glúten deve ser introduzido enquanto que uma criança estava a receber o leite materno. Na década de 1980 a nova diretriz recomenda que o glúten ser introduzido após o desmame tinha ocorrido.
O resultado foi um pico dramática na incidência da doença celíaca no país da Suécia. Depois de muita pesquisa, a orientação foi revertida ea incidência de doença celíaca foi restaurado ao seu nível anterior.
Pode glúten na dieta da mamãe ser encontrado no leite materno?
Fiquei muito feliz de encontrar este estudo repassada pelo Grupo de intolerância ao glúten, que confirmou algo que eu já vi clinicamente por anos, mas até agora não tinha visto qualquer apoio à pesquisa.
Quando os bebês chegava com cólicas ou prisão de ventre, vómitos, erupções cutâneas ou uma série de outras doenças, a primeira coisa que faria com uma mãe a amamentação é mudar sua dieta. Vimos que quando a mãe não era mais a ingestão de glúten ou produtos lácteos (ou qualquer que seja o alimento agressor foi encontrado para ser) do bebê sintomas resolvidos.Obviamente que aponta para o fato de que esses alimentos viajou para o leite materno de uma forma que poderia incomodar o bebê.
No entanto, muitos pesquisadores afirmaram que a proteína do glúten não foi encontrado no leite materno e não houve indicação de que uma mãe consumir glúten possa afectar a saúde do seu filho através de seu leite materno. Quando a pesquisa não concorda com a minha evidência clínica de trabalhar com os pacientes, eu aprendi que a experiência clínica geralmente vence.E foi assim neste caso. O estudo citado por GIG referenciado que realmente gliadina (proteína encontrada no glúten) foi encontrada em níveis elevados nas amostras de leite de 54 de 80 mães saudáveis ​​com uma dieta normal, sem restrições. Embora a presença de gliadina ficaria bem com uma criança não ter tendência a intolerância, o que obviamente é um grande problema para os pequeninos que já estão expressando uma reação.
Em resumo, a amamentação é muito importante e saudável para o bebê. A única ressalva é talvez a necessidade de alterar o que a mãe está comendo para evitar certos alimentos delicados de entrar no leite. Isso não é difícil, todavia, e um bebê feliz vale bem a pena o esforço.
Espero que você encontrou este informativo e por favor, passá-lo para as mães e futuras mães que você conhece.
Se você gostar de alguma ajuda para melhorar sua saúde, eu convido você a tirar proveito de uma análise de saúde gratuitos.Nossa clínica destino trata pacientes de todo o país e internacionalmente. Ligue para 408-733-0400 para marcar um encontro.
Para a sua boa saúde,
Dr Vikki Petersen, DC, CCNFundador da HealthNow Medical CenterCo-autor de "O Efeito Glúten"Autor do eBook "A intolerância ao glúten - O que você não conhece pode estar matando você!"
http://glutenfreerecipebox.com/gluten-intolerance-celiac-disease-and-breastfeeding 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Benefícios das crianças da exposição atrasada do Glúten.


Universidade de Maryland School of Medicine descobrir pistas para o início da Doença Auto-Imune
Crianças em risco de doença celíaca pode se beneficiar da exposição atrasada ao glúten

Um estudo da dieta de um pequeno número de crianças da Universidade de Maryland School of Medicine poderia ter amplas implicações para o tratamento e prevenção possível de doença celíaca e outras doenças auto-imunes. Os investigadores estudaram recentemente os intestinos de 30 lactentes para descobrir como a introdução de glúten em vários estágios pode desempenhar um papel no desenvolvimento da doença celíaca.

Os resultados do duplo-cego estudo mostram, controlado com placebo que a exposição ao glúten retardada pode adiar a produção de anticorpos positivos para a doença celíaca, que precede o aparecimento da doença. Crianças que são geneticamente suscetíveis à doença celíaca podem beneficiar de atrasar a exposição ao glúten, pelo menos até 12 meses de idade, diz Alessio Fasano, MD, professor de pediatria, medicina e fisiologia e diretor da Universidade de Maryland Center for Research celíaca (CFCR).

O principal objetivo do estudo foi analisar a composição bacteriana, ou o microbioma, dos intestinos de crianças com uma susceptibilidade genética para a doença celíaca. "Ficamos surpresos ao descobrir que o microbioma dessas crianças em situação de risco não amadureceu na mesma proporção como lactentes saudáveis previamente estudadas", diz Fasano. "A partir dos achados, pensamos que o ambiente microbiano como um todo pode desempenhar um papel no aparecimento da doença celíaca, e possivelmente em outras doenças auto-imunes", diz Fasano, que é um dos dois co-autores principais do estudo.

Busca de pistas para Doença
Os resultados, publicados 14 de março no jornal online PLoS ONE , mostram que ao contrário da composição intestinal de bebês sem uma susceptibilidade genética para a doença celíaca, o microbioma dessas crianças é muito reduzida em número de Bacteriodetes, um filo com uma capacidade de protecção contra o aparecimento de doenças auto-imunes como a doença celíaca. "Através de pesquisa em um número maior de crianças, seremos capazes de identificar mais de perto certos biomarcadores, que são preditores do estado de doença", diz Fasano.

"Nosso estudo piloto permitiu-nos identificar metabólitos de subprodutos da interação entre nossos genes e do microbioma-que eram detectáveis meses antes do início da doença auto-imune. Estes subprodutos podem ser usados como potenciais biomarcadores para o prognóstico da doença celíaca ", diz Fasano. "Agora estamos coordenando um estudo multicêntrico, com um número muito maior de crianças.

"É como andar para trás em uma trilha para pegar as migalhas de pão deixadas para trás", diz Fasano. "Subprodutos do processo metabólico fornecer pistas sobre o que aconteceu antes. Com a validação desses biomarcadores, esperamos identificar o ponto de gatilho para o aparecimento da doença celíaca e outras doenças auto-imunes ", acrescenta Fasano. "Então, podemos investigar formas de prevenir o aparecimento destas condições, ajustando a microbiota do intestino."

Gerando grandes conjuntos de dados
genômica combinação (da estrutura e evolução de genes) e metabolômica (o estudo dos processos químicos envolvidos em uma célula, tecido ou organismo), Fasano e outros uniram-se com Jacques Ravel, PhD, professor associado de microbiologia e imunologia e diretor adjunto do Instituto de Ciências Genômicas (IGS) da Universidade de Maryland School of Medicine. Através da análise de amostra de fezes, os pesquisadores observaram mudanças na microbiota do intestino nos dois grupos de crianças em diferentes dietas.

"A colaboração é a chave para descobertas feitas na Universidade de Maryland School of Medicine", diz E. Albert Reece, MD, Ph.D., MBA, vice-presidente de assuntos médicos da Universidade de Maryland, e John Z. e Akiko K. Bowers Distinguished Professor e reitor da Universidade de Maryland School of Medicine. "Os benefícios potenciais para os pacientes através dessas novas descobertas da IGS e CFCR incluem prevenção de doenças através da medicina personalizada".

Os pesquisadores usaram equipamentos sofisticados e técnicas de seqüenciamento disponíveis através do IGS para catalogar os micróbios presentes no intestino. "Pela primeira vez, usamos uma combinação de métodos de alta resolução independente de cultura com base no pyrosequencing do gene 16S rRNA para determinar a composição ea alterações ao longo do tempo na microbiota intestinal dessas crianças em risco de doença celíaca", diz Ravel. "Reunindo o amplo conhecimento molecular de pesquisadores da CFCR e as capacidades de análise genômica da IGS para gerar grandes conjuntos de dados levou a alguns resultados muito interessantes."

Pesquisador CFCR Gloria Serena, PhD, assistida na coordenação da microbiota análise dos dois subgrupos do estudo. Um grupo tinha atrasado introdução de glúten at12 meses de idade, eo grupo B recebeu um suplemento de glúten a partir dos 6 meses de idade. Um bebê do Grupo B desenvolveu a doença celíaca em 24 meses de idade; outra criança do Grupo B desenvolveu diabetes tipo 1 em 22 meses.

"Os bebês geneticamente suscetíveis à doença celíaca não dispunha de um número significativo de Bacteriodetes em sua microbioma, incluindo fragilis Bacteriodes", diz Serena. "Ao produzir um polissacarídeo que medeia o desenvolvimento de protecção t-reguladoras células, este organismo desempenha um papel importante em um sistema imunitário saudável. Um reduzido número de bactérias pode aumentar o risco de desenvolver a doença celíaca e possivelmente outras doenças auto-imunes ", acrescenta Serena. Em um estudo comparativo de crianças Europeu e Africano, outros pesquisadores têm mostrado que esses organismos parecem oferecer alguma proteção contra patógenos e doenças gastrintestinais.

Prevenção da Doença Celíaca
A doença celíaca, uma condição herdada, é uma desordem auto-imune causado pela ingestão de glúten, a proteína complexa encontrada no trigo, e semelhantes proteínas problemáticas encontradas no centeio e na cevada. Pessoas com predisposição para o distúrbio têm os genes HLA de classe II e DQ2 ou DQ8, embora nem todos com esses genes vai desenvolver a doença celíaca.

Os sintomas incluem distúrbios gastrintestinais, como diarréia clássico inchaço, ou prisão de ventre, bem como sintomas extra-intestinais, tais como anemia, fadiga, depressão, dor nas articulações e "mente nebuloso." A doença celíaca, que afecta uma em cada 133 norte-americanos segundo uma pesquisa CFCR, é tratada com sucesso com uma dieta livre de glúten. Doença celíaca não tratada pode levar ao desenvolvimento de outras desordens auto-imunes tais como a diabetes tipo 1, e de outras condições, incluindo a osteoporose e infertilidade.

Fundada na Universidade de Maryland School of Medicine, em Baltimore em 1996, o CFCR é líder mundial no tratamento, diagnóstico, investigação e educação de doença celíaca, a sensibilidade ao glúten, glúten e outras desordens relacionadas. Sua missão é promover a conscientização da doença celíaca e distúrbios relacionados com glúten para fornecer um melhor atendimento, melhor qualidade de vida, e mais um apoio adequado para pessoas ao redor do mundo. Visite www.celiaccenter.org para mais informações .

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quinta-feira, 15 de março de 2012

O Glúten e danos no Cérebro


O glúten pode atacar o cérebro - Danos sistema neurológico




Por Jorge Rezende  ·
Data: 14 de marco de 2012
Postado por: por Sarka-Jonae Miller

(NaturalNews) - Algumas pessoas são literalmente tropeçando pela vida pensando que eles são um desajeitado quando realmente glúten é a culpa. Antes de sintomas gastrointestinais como dor de estômago aparecem, danos neurológicos já pode ser feito, de acordo com o Centro de neuropatia periférica. A Sociedade sem glúten glúten chama uma "neurotoxina potencial." Danos ao glúten pode causar desde tonturas inexplicável a dormência nas mãos e nos pés.

Glúten de ataxia

Aproximadamente 10 por cento das pessoas com doença celíaca desenvolver sintomas neurológicos, de acordo com o Centro de neuropatia periférica. Ataxia descreve uma condição neurológica caracterizada por movimentos bruscos e um andar desajeitado. Ataxia glúten especificamente descreve uma condição neurológica causada por uma sensibilidade ao glúten que conduz a uma grande variedade de sintomas, incluindo:

- Dificilmente se concentrar
- Perda de equilíbrio
- Quedas freqüentes
- Distúrbios visuais
- Dificuldade para caminhar
- Tremores
- Trouble julgar distâncias

Em pessoas com sensibilidade ao glúten, comer alimentos com a proteína do glúten desencadeia uma reação auto-imune. O corpo ataca o glúten com anticorpos da mesma forma que os anticorpos para vírus de ataque. Isso danifica os intestinos. Dano intestinal inibe a absorção de nutrientes, muitas vezes levando a deficiências nutricionais.

As deficiências da vitamina pode ser o culpado para a ataxia de glúten, de acordo com um artigo na fev / mar 2011 questão de viver sem revista. Outra explicação é de que algo no cérebro é bastante semelhante ao glúten que os anticorpos liberados para atacar glúten também atacar o cérebro.

A causa exata para a ataxia de glúten é desconhecida, mas o que fica claro é que a ingestão de glúten torna pior. Um estudo publicado no Journal of Neurology, Neurosurgery, e Psiquiatria em Setembro de 2003 descobriu que os participantes com ataxia que seguiram uma dieta livre de glúten demonstrou melhora nos sintomas de ataxia em comparação ao grupo controle, e tinham anticorpos antigliadina um número significativamente menor, ou "anti- anticorpos ao glúten ", após um ano.

Neuropatia Glúten

Neuropatia, ou neuropatia periférica, descreve uma série de distúrbios caracterizados por dano do nervo a um ou mais nervos fora do cérebro e da espinal medula. Muitas vezes a causa da neuropatia é desconhecida, embora as doenças auto-imunes e deficiências de vitamina são algumas das causas potenciais, de acordo com a Mayo Clinic. Neuropatia glúten é quando a resposta auto-imune é a causa do dano do nervo.

Um estudo publicado na revista Muscle & Nerve em dezembro de 2006 descobriu que os participantes com neuropatia que seguiram uma dieta livre de glúten apresentou melhora significativa nos sintomas após um ano. O grupo controle relataram piora dos sintomas.

Tratamento

Pessoas que têm uma intolerância ao glúten não respondem aos testes de alergia simples, como alguém com uma alergia ao leite ou porca pode. A forma mais suave para descobrir se alguém é sensível ao glúten é a terapia dietética. Evitar o glúten por várias semanas, então reintroduzi-lo e observar as reações.

Uma vez que é sabido que uma pessoa tem um problema com glúten existe apenas uma forma de tratamento: a abstinência. Pessoas com algum grau de sensibilidade ao glúten ou intolerância devem completamente desistir. Isso significa não apenas evitar alimentos óbvias, como pão e macarrão, mas também alimentos como o molho de soja e de alcaçuz que contenham pequenas quantidades de trigo.

Felizmente, existem muitas alternativas. Massas feitas com farinha de arroz ou quinoa são isentos de glúten. Pão de arroz pode substituir o pão feito a partir de grãos que contêm glúten. Farinha de trigo sarraceno não contém glúten e funciona bem para panquecas. Algumas empresas até mesmo fazer sem trigo de molho de soja. É simplesmente uma questão de ler os rótulos e comprar ao redor.

Sobre o escritor:

Sarka-Jonae Miller é um escritor da saúde e romancista. Ela foi certificada como um personal trainer através da Academia Nacional de Medicina do Esporte e da Aeróbica e Fitness Association of America. Ela também trabalhou como instrutor de massagem terapeuta exercício, grupo e professor assistente de artes marciais.