A Doença Celíaca e a queda capilar.

Compartilhado da amiga Angela Peixoto!!

A impressão que tem é que há uma "alergia entre o cabelo e o indivíduo", Não são raros os casos em que a pessoa fica careca, porque o organismo rejeita o próprio cabelo. isso se chama doença autoimune. Ela ocorre quando o sistema de defesa perde a capacidade de reconhecer o que é “original de fábrica”, levando à produção de anticorpos contra células, tecidos ou órgãos do próprio corpo. Dra. Flávia, especialista em medicina de pele e cabelo. (Dermatologista)

GLÚTEN E SUA ASSOCIAÇÃO COM QUEDA CAPILAR E LESÕES DE PELE


1146502_610713975629206_1659885853_nOi Pessoal ! Tudo bem ?!
Fiz essa matéria bem interessante  para o site www.semglutensemlactose.com . Ótimo site para quem sofre de intolerância à  lactose, glúten e doença celíaca
               Percebo, frequentemente, que muitos não associam a doença celíaca as quedas capilares e outras alterações dermatológicas. Se você tem restricões quanto ao glúten, fique atento também a saúde de seu cabelo.Está caindo ? Perdeu volume dos cabelos ? Está ressecado, frágil ou diminuiu o crescimento ?
              Tenho participado de forma intensiva de grupos de estudos de tricologia, que é uma área da dermatologia que estuda as doenças do couro cabeludo e tenho percebido o quanto essa condição pode afetar além da pele, cabelos também (alopecias)
             Pode ocorrer nesses pacientes, com maior frequência que a polulação normal, tanto oEflúvio Telógeno (queda difusa do cabelo) por alguma deficiência nutricional causada pela alteração da parede intestinal devido a presença do glúten quanto a Alopecia Areata (popularmente chamada de pelada, placas de alopecias no couro cabeludo) de origem auto-imune.  Na polulação normal, a incidência é em torno de 0.7-1% e nos celíacos sobe para 3.8% de casos dessa alopecia

Apesar dos avanços nos estudos, sua patologia não foi completamente desvendada e pesquisas avançam para novas descobertas sobre essa condição que afeta muito a qualidade de vida das pessoas.
A doença celíaca ( DC ) que há poucos anos achava-se ser rara, grave em seus sintomas e com acometimento basicamente em crianças, mostrou nos estudos das últimas décadas ser uma doença relativamente comum,  atingindo cerda de 1-2 % população.
Pode iniciar na fase adulta e cursar com quadros  classicos  (diarréia, fezes gordurosas, desnutrição etc) quadros leves (muitos chegam ignorar os sintomas) , sintomas extra intestinais (pâncreas, pele, mucosas e etc) e até  assintomáticos (sem nenhum sintoma). E por isso, de difícil diagnóstico. Muitos apresentam a doença e não sabem.

A resposta da inflamatória ao glúten  provoca frequentemente danos a muitos outros tecidos do corpo, especialmente os de origem auto-imune .

Recentemente, foram publicadas muitas pesquisas italianas mostrando a recente associação da DC com Alopecia Areata . Motivos:

. Ambas têm origem auto imune (desregulação de linfócitos T)
. A alteração da permeabilidade da mucosa intestinal nos intolerantes ao glúten leva ao aumento na absorção de várias substâncias (antígenos) capazes de desencadear uma reação imunológica, causando a alopecia areata ( formação de anticorpos com a capacidade de destruir o folículo piloso )

O fato curioso é que os  pacientes relatados no estudo que não respondiam ao tratamento tradicional da alopecia, foram beneficiados com a dieta livre de glúten feita por meses. Começaram a repilar desde então (crescimento de fios no couro cabeludo) e esse fato mostra que não pode ser ignorada a forte relação entre as duas condições.
Porém, ainda há divergências porque alguns trabalhos mostraram que certos indivíduos não responderam com a dieta livre de glúten.  Ainda não sabemos dizer  o porquê dessas diferenças nas respostas, mas já há justificativa considerável para iniciarmos a pesquisa de DC nos pacientes portadores de AA e se for o caso, pensar na possibilidade de exclusão do glúten nesses pacientes.
Outras doenças dermatológicas recentemente descritas como possivelmente associadas a DC foram : Dermatite herpetiforme, Urticária crônica, Angioedema hereditário, Vasculites, Dermatite atópica, Psoríase, Doença behcet, Líquen plano, Lúpus eritematoso, Dermatomiosite, Doenças bolhosas, Eritema nododo, Eritema elevatum diutinum, entre outros.

Quem tem alguma dessas condições, sugiro a triagem para doença celíaca também.
Para não estender ainda mais, continuarei falando sobre queda de cabelo e doença celíaca nas próximas matérias
Muito Obrigada e espero ter sido útil a vocês
http://www.draanaflavia.com.br/gluten-e-sua-associacao-com-queda-capilar-e-lesoes-de-pele/

Show de notícia para quem tem Lúpus!!!

Para quem não sabe a doença auto imune Lúpus é uma das Doenças Associadas a Doença Celíaca!!


Segue agora uma bela notícia!!

Universidade da Flórida descobre a cura para o Lúpus!!

Por enquanto foram feitos testes em ratos mas agora já vão testar em humanos!!
Vejam a matéria abaixo:

https://mae.tips/universidade-da-florida-descobre-cura-para-o-lupus/

Delícia pura: Disney inaugura padaria com quitutes veganos e sem glúten no Magic Kingdom


Vamos combinar que, além dos brinquedos, personagens, shows e de toda a magia, ir pra Disney também é uma ótima desculpa pra cair matando no fast food, afinal é uma comida rápida, fácil e barata de comer (ainda mais com o dólar nas alturas!). O bolso curte, mas o seu corpo não agradece nem um pouco. Acontece que o Magic Kingdom, um dos parques temáticos mais antigos e famosos de lá, acaba de ganhar uma padaria e confeitaria inteiramente vegana: a Erin McKenna’s Bakery, que produz um monte de quitutes deliciosos sem ingredientes de origem animal e também livres de glúten.
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Famosa por seus cupcakes de suas lojas em Nova York e Los Angeles, a Erin McKenna’s Bakery leva agora aos 17 milhões de turistas que visitam o Magic Kingdom anualmente todas as suas delícias livres de crueldade. A confeitaria fica em uma área reservada para compras e alimentação do parque chamada Downtown Disney Marketplace. No menu, há cookies, bolos, bagels (aqueles pães americanos cujo formato se assemelha ao de um donut), pães, tudo sem glúten e sem nenhum ingrediente de origem animal.
Dá só uma olhada na padoca:

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    http://virgula.uol.com.br/lifestyle/comportamento/delicia-pura-disney-inaugura-padaria-com-quitutes-veganos-e-sem-gluten-no-magic-kingdom/

Aplicativo grátis para Celíacos!!

Aos celíacos...pais de celíacos, amigos de celíacos... que tal ajudar a criar um aplicativo que ajudaria na nossa vida? Poder consultar se remédios, produtos de higiene e alimentação contém glúten ou não? Dicas de hotéis e restaurantes!!Utilizem 5 minutos do seu tempo para ler...é fácil ajudar...emite um boleto, no valor que desejar...pode ser 10,00!!! vamos ajudar a facilitar nossa vida????
Este aplicativo somente se ativará se  alcançado a meta exigida!!E se não alcançar é devolvido o dinheiro!!


VAMOS PLANTAR PARA COLHERMOS OS FRUTOS!!

A amiga Alyne Serafim Nicoletti está fazendo este projeto que possibilitará a todos baixarem um aplicativo grátis, mas preciso pagar programadores, licenças e tal por isso lançou a campanha através do link abaixo:

http://www.kickante.com.br/campanhas/zerogluten-0








Tireoide e Doença Celíaca! Excelente explicação!



Já escrevi muitas vezes sobre o Glúten, mas hoje vou falar de sua relação com a tireoide. Quando o corpo é sensível ao glúten, a parede intestinal é lesada. Essa região, que normalmente têm as células bem juntas uma da outra, em contato com o glúten desenvolve a "leaky Gut syndrome", que é uma hiperpermeabilidade intestinal. O intestino fica com as células mais separadas fazendo com que as proteínas entrem em contato com o organismo antes de serem quebradas em aminoácidos, e então o corpo sinaliza esta proteína como estranha e ruim, desenvolvendo imunidade contra ela. Mas como isso pode afetar a tireoide? O corpo confunde a proteína do glúten, a gliadina, com uma enzima presente em todo nosso organismo, mas encontrada em alta concentração na tireoide, a transglutaminase. Ai, quando o sistema imune ataca a gliadina, os anticorpos atacam a tireoide. Isso leva ao hipotireoidismo, muita das vezes subclinico, onde os exames clínicos laboratoriais estão "normais", mas os sintomas são evidentes como: fadiga crônica, dificuldade em transpirar, irritabilidade, intolerância ao frio, palma das mãos e sola dos pés gelados, alteração de humor, ... 

Dr. Bruno Pitanga Silvares

Melhores dicas para tratamento da doença celíaca!

O QUE É A doença celíaca?

A doença celíaca é um distúrbio auto-imune que pode ocorrer em pessoas geneticamente predispostas em que a ingestão de glúten leva a danos no intestino delgado. Estima-se que afeta 1 em cada 100 pessoas no mundo todo. Dois e meio milhões de americanos são diagnosticados e estão em risco de complicações de saúde a longo prazo.
A doença celíaca é hereditária, o que significa que ele é executado em famílias. As pessoas com um parente de primeiro grau com a doença celíaca (pai, filho, irmão) tem 1 em 10 de risco de desenvolver a doença celíaca.

Qual é o tratamento para a doença celíaca?

Não há cura para a doença celíaca; o único tratamento é uma dieta isenta de glúten. Pacientes com doença celíaca variam em sua tolerância de glúten - alguns pacientes podem ingerir pequenas quantidades de glúten, sem desenvolver os sintomas, enquanto outros experimentam diarréia maciça com apenas quantidades mínimas de glúten. O tratamento padrão exige evasão completa de glúten por toda a vida. Os princípios de uma dieta livre de glúten incluem:
  1. Evite todos os alimentos feitos a partir de trigo, centeio e cevada. Exemplos são pães, cereais, massas, biscoitos, bolos, tortas, biscoitos, e molhos.
  2. Evitar aveia. Alguns pacientes com doença celíaca pode tolerar aveia na dieta. Mas a segurança a longo prazo de aveia em pacientes com doença celíaca é desconhecida, e algumas preparações de aveia pode ser contaminado com o trigo. Assim, é provavelmente melhor para evitar aveia, pelo menos, durante o tratamento inicial com uma dieta livre de glúten. Uma vez que a doença está em remissão com uma estrita dieta isenta de glúten, pode ser possível reintroduzir pequenas quantidades de aveia na dieta sob supervisão médica.
  3. Preste atenção aos alimentos processados ​​que podem conter glúten. A farinha de trigo é um ingrediente comum em muitos alimentos processados. Exemplos de alimentos que podem conter glúten incluem:
  • Sopas enlatadas
  • Molhos para salada
  • Sorvete
  • Barras de doce
  • Café instantâneo
  • Almoço carnes e carnes processadas ou enlatados
  • Ketchup e mostarda
  • Iogurte
  • Macarrão
  1. Cuidado de comprimidos, cápsulas, e preparações de vitamina que contêm glúten. O amido de trigo é geralmente utilizado como um agente de ligação em comprimidos e cápsulas. O glúten pode também ser encontrada em muitos produtos de vitaminas, e produtos cosméticos tais como batom.
  2. Evite cerveja, mas vinho, conhaque, uísque, e outros álcoois sem cevada são bons com moderação
  3. Evite leite e outros produtos lácteos que contenham lactose. Os pacientes não tratados com doença celíaca muitas vezes são intolerantes à lactose. Com o sucesso do tratamento, os produtos lácteos podem muitas vezes ser reintroduzido na dieta lentamente mais tarde.
  4. Consultar nutricionistas e sociedades nacionais da doença celíaca para listas de alimentos sem glúten.Leia os rótulos dos alimentos e produtos antes de comprar ou consumir qualquer produto. Isto é necessário, porque o fabricante pode alterar os ingredientes de um produto em qualquer altura. Um produto que foi sem glúten no passado agora podem conter glúten. Mesmo produtos de marca podem ser isentos de glúten em um país, mas contêm glúten em outro país. Se alguém não está certo depois de ler os rótulos, chamar o fabricante.
  5. Porque as pessoas com doença celíaca que têm má absorção grave pode desenvolver deficiências de vitaminas e minerais, vitaminas e mineralsupplements são importantes. Pergunte ao seu médico se um multivitamínico é certo para você. Os pacientes com anemia por deficiência de ferro devem ser tratados com ferro. Os pacientes com anemia devido a deficiência de vitamina B12 ou folato devem ser tratados com ácido fólico e vitamina B12. Pacientes com uma ProTime anormal devem ser tratados com vitamina K. pacientes com calciumlevels arterial baixa ou com osteoporose devem ser tratados com suplementos de cálcio andvitamin D.
Na sequência de uma dieta sem glúten deve resultar em melhorias nos sintomas dentro de semanas. Muitos pacientes relatam melhoras dos sintomas em 48 horas. Nas crianças com doença celíaca, a resposta a uma dieta isenta de glúten pode ser dramática. Não só diarrheaand subside desconforto abdominal, mas também melhora o comportamento, e retoma o crescimento (com rápida catch up em altura). Estas melhorias em sintomas são seguidos pelo reaparecimento das vilosidades intestinais, projecções superficiais semelhantes a dedos, no intestino delgado, que são danificados por glúten.
Normalização completa das vilosidades intestinais podem levar meses. Em muitos doentes adultos, a melhoria dos sintomas é seguido apenas por regeneração parcial das vilosidades intestinais. Em pacientes com dermatite herpetiforme, as lesões da pele também vai melhorar gradualmente com uma dieta isenta de glúten. Muitas vezes, um medicamento chamado dapsona pode ser utilizado para um curto período de tempo para acelerar a cura.

Muitos pacientes com doença celíaca podem não entender a importância da adesão ao longo da vida para uma dieta livre de glúten. Muitos dos afetados não seguem de perto a dieta. As pessoas que são pobres e de baixa escolaridade são mais propensos a ter dificuldade para seguir a dieta, assim como as pessoas que foram diagnosticadas quando eles eram crianças.

E se uma pessoa não responder a uma dieta sem glúten?

A falta de resposta a uma dieta isenta de glúten pode ser devido a vários motivos:
  1. Uma pessoa não tem doença celíaca, mas uma condição que imita-lo
  2. Uma pessoa é involuntariamente ingerir fontes insuspeitas de glúten, tais como amido, ligantes e agentes de enchimento em medicamentos ou vitaminas
  3. Uma pessoa pode ter uma outra condição co-existentes, tais como a síndrome do intestino irritável, supercrescimento bacteriano do intestino delgado, colite microscópica, ou insuficiência pancreática que estão causando os sintomas
  4. Uma pessoa pode ter a doença refractária ou complicações da doença celíaca

O que é doença celíaca refratária?

Doença celíaca refratária é uma condição rara em que os sintomas de doença celíaca (ea perda de vilosidades intestinais) não melhoram apesar de muitos meses de uma dieta rigorosa sem glúten. Antes de fazer um diagnóstico de doença celíaca refractário, é importante excluir a complicações da doença celíaca e outras condições co-existente que pode produzir sintomas semelhantes. Acredita-se pelos peritos que a doença celíaca refratária às vezes pode ser uma condição pré-maligna ou pré-cancerosa.

Qual é o tratamento para a doença celíaca refratária?

O tratamento para a doença celíaca refratária é primeiro ter certeza de que todos os glúten é eliminado da dieta. Se ainda não houver melhora, os medicamentos são usados. Corticosteróides, como a prednisona, têm sido utilizados com sucesso no tratamento de alguns pacientes com doença celíaca refractário. Os imunossupressores (medicamentos que suprimem o sistema imunitário de uma pessoa), tais como azatioprina e ciclosporina, também têm sido utilizados. Corticosteróides e imunossupressores são medicamentos potentes com efeitos colaterais potencialmente graves. Muitos pacientes com doença celíaca refratária são desnutridas e têm sistema imunológico enfraquecido e corticosteróides e imunossupressores podem aumentar ainda mais o risco de infecções graves.
Outros tratamentos incluem novos produtos biológicos e transplantes de células estaminais, mas estas também podem ter efeitos secundários muito graves. Assim, os médicos experientes com o tratamento da doença celíaca deve monitorar o tratamento da doença celíaca refratária.
Infelizmente, em algumas pessoas diagnosticadas com doença celíaca refratária, má absorção e desnutrição, apesar de progressos drogas. Nestes casos, a alimentação deve ser administrado por via intravenosa.Parenteralnutrition total (TPN) é uma forma de entrega de calorias, os hidratos de carbono, aminoácidos, gordura e em soluções de líquidos através de um catéter que foi inserido e fixado numa veia.
http://medicaltreatmentguidance.net/best-tips-for-you-to-treat-celiac-disease/

Contaminação Cruzada!!


 Foto por Susy da Silva!


Contaminação Cruzada por Glúten: O que é e Como Evitar!


·         Postado em: 20 mai 2015 por Empório Ecco

Você sabe o que é contaminação cruzada por glúten? Conheça mais sobre a definição, como acontece e como evitar a contaminação cruzada por glúten.

Contaminação Cruzada – Definição
De modo genérico, a contaminação cruzada é a transferência de micro-organismos de um local para o outro através de meios comuns entre o contaminante e o contaminado. A higiene local e pessoal, a segregação de material, local de armazenamento e operação são alguns meios de se evitar a contaminação cruzada.

Do ponto de vista nutricional, a contaminação cruzada é uma transferência de micróbios patogênicos (causadores de doença) de um alimento contaminado (normalmente cru) para outro alimento, diretamente ou indiretamente.

Contaminação Cruzada por Glúten

A contaminação cruzada por glúten é uma transferência de traços ou partículas de glúten de um alimento para outro, diretamente ou indiretamente. A contaminação cruzada pode ocorrer durante o plantio, colheita, armazenamento, beneficiamento, industrialização, transporte ou manipulação de alimentos.

O Codex Alimentarius (coletânea de padrões reconhecidos internacionalmente, códigos de conduta, orientações e outras recomendações relativas a alimentos, produção de alimentos e segurança alimentar), determinou a partir de 2008 que todos os produtos alimentícios com menos de 20 ppm (partes por milhão) de glúten podem ser considerados aptos para a maioria dos celíacos e receber a inscrição "Não contém glúten". O Brasil segue o Codex Alimentarius.

Agora vamos entender o que equivale 20 ppm de glúten em miligramas:

1 quilo tem 1.000 (mil) gramas (g)
1 grama tem 1.000 (mil) miligramas (mg)
1 quilo tem 1.000.000 (1 milhão) de miligramas (mg)
20 ppm (partes por milhão) de glúten são equivalentes a 20 miligramas

Não há consenso sobre a quantidade diária de traços de glúten que um celíaco pode suportar. Alguns pesquisadores afirmam que a maioria dos celíacos pode ingerir diariamente até 50 miligramas de glúten, sem que haja danos às vilosidades do intestino. Outros falam em 20 miligramas. Por isso é importante o equilíbrio no consumo de produtos industrializados e produtos naturais para evitar ultrapassar a quantidade desses traços de glúten que nosso organismo pode suportar.

Alguns Cuidados para Evitar a Contaminação Cruzada por Glúten:

- Sempre que possível, os ambientes para preparo de alimentos com e sem glúten devem ser separados;

- Utensílios e equipamentos utilizados para o preparo de alimentos sem glúten não devem ser os mesmos que os utilizados para elaboração dos alimentos com glúten (liquidificador, multiprocessador, batedeiras, máquina de macarrão, torradeira, tostex, peneiras, colheres de pau, assadeiras e formas de alumínio, tábuas de corte, bancadas, por exemplo). Esse cuidado é importante pois as partículas do glúten podem ficar retidas nesses utensílios ou no seu maquinário;

- Não utilize a mesma faca, garfo ou colher para manusear alimentos com e sem glúten;

- Armazene os alimentos isentos de glúten bem embalados antes de fazer qualquer coisa com farinhas com glúten. Poeira de farinha no ar proveniente de farinhas com glúten contamina os alimentos, a bancada e os utensílios (a poeira do trigo pode ficar 24h em suspensão);

- Tudo com glúten que se frita no fogão espirra. É preciso tampar a comida sem glúten ou cozinhar em momentos separados;

- Cuidado com os potes de geleia, manteiga, maionese e temperos: não deve haver contato de utensílios com glúten nesses produtos.

Para maiores informações, consulte o guia Boas Práticas para Evitar a Contaminação por Glúten da Dra. Noadia Lobão disponível no site da Fenacelbra. Clique aqui para acessar o guia.

Clique aqui e saiba mais sobre a doença celíaca.

Fontes: