quinta-feira, 30 de maio de 2013

Intolerância a Lactose!! O que é??

Por Angela Borges,

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   LACTASE


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Colageno Clique aqui para ler matéria: "Milhões de brasileiros têm intolerância à lactose(Folha Online - 12/10/2004)Indicar Lacdose
 

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Lactose Indicado para quem tem Intolerância à Lactose;
intolerancia a lactose Softgels de fácil digestão;
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intolerância à lactose Contém enzimas digestivas lactase;
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leite sem lactose Industrializado nos EUA.


O que é INTOLERÂNCIA À LACTOSE ?


É a incapacidade de digerir a lactose, resultado da deficiência ou ausência da enzima intestinal chamada lactase. Esta enzima possibilita decompor o açúcar do leite em carboidratos mais simples, para a sua melhor absorção. Este problema ocorre em cerca de 25% dos brasileiros.
Há três tipos de intolerância à lactose, que são decorrentes de diferentes processos. São eles:
1) deficiência congênita da enzima;
2) diminuição enzimática secundária a doenças intestinais;
3) deficiência primária ou ontogenética.
 Podemos dizer que atualmente a lactase é a melhor alternativa para um bom grupo de pacientes com intolerância à lactose. Qualquer pessoa, de qualquer idade, que sofra de intolerância à lactose pode se beneficiar com a lactase
Rogério Numeriano, 44 anos, Diretor e Gestor de Pesquisa e Marketing da Vitabrasilnet
O primeiro tipo é um defeito genético muito raro, no qual a criança nasce sem a capacidade de produzir lactase. Como o leite materno possui lactose, a criança é acometida logo após o nascimento.
O segundo tipo é bastante comum em crianças no primeiro ano de vida e ocorre devido à diarréia persistente, pois há morte das células da mucosa intestinal (produtoras de lactase). Assim, o indivíduo fica com deficiência temporária de lactase até que estas células sejam repostas.
Estatisticamente, o terceiro tipo é o mais comum na população. Com o avançar da idade, existe a tendência natural à diminuição da produção da lactase. Esse fato é mais evidente em algumas raças como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos).

 Causas e sintomas


Devido a essa deficiência, a lactose não digerida continua dentro do intestino e chega ao intestino grosso, onde é fermentada por bactérias, produzindo ácido láctico e gases (gás carbônico e o hidrogênio, que é usado nos testes de determinação de intolerância à lactose). A presença de lactose e destes compostos nas fezes no intestino grosso aumenta a pressão osmótica (retenção de água no intestino), causando diarréia ácida e gasosa, flatulência excessiva (excesso de gases), cólicas e aumento do volume abdominal.
Os sintomas mais comuns são náusea, dores abdominais, diarréia ácida e abundante, gases e desconforto. A severidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar. Em muitos casos pode ocorrer somente dor e/ou distensão abdominal, sem diarréia. Os sintomas podem levar de alguns minutos até muitas horas para aparecer. A peristalse, ou seja o movimento muscular que empurra o alimento ao longo do estômago pode influenciar o tempo para o aparecimento dos sintomas. Apesar de os problemas não serem perigosos, eles podem ser bastante desconfortáveis.
 Tratamento

Não há tratamento para aumentar a capacidade de produzir lactase, mas com o avanço da tecnologia nutricional a novidade agora está na técnica de suplementação da enzima digestiva sem a necessidade de se controlar a dieta. A solução é o uso de produtos avançados, como por exemplo a  Enzima Lactase, que suplementam a deficiência da enzima lactase do organismo. 
Podemos dizer que a lactase é a melhor alternativa para um bom grupo de pacientes com intolerância a lactose. Qualquer pessoa, de qualquer idade, que sofra de intolerância à lactose pode se beneficiar com a lactase.
Agora, a maioria dos jovens e adultos não precisam mais evitar a lactose completamente. As pessoas com intolerância à lactose não necessitam mais ter uma dieta extremamente rigorosa, basta apenas que se tenha uma suplementação adequada da enzima lactase. As pessoas podem agora usar a Enzima Lactase e voltar a ter uma dieta totalmente normal.

 Sobre Enzima Lactase


A Enzima Lactase é uma suplementação natural da enzima digestiva lactase, a Enzima Lactase faz com que todos os laticínios sejam digeridos facilmente por você. Se você tem intolerância à lactose, Enzima Lactase é a solução.

Enzima Lactase é um suplemento nutricional que faz os alimentos lácteos serem bem digeridos.

Se você faz parte do grupo de milhões das pessoas em todo o mundo que sofrem dos sintomas da intolerância ao leite, como gases, flatulências, estômago empachado ou diarréia - quando você ingere algum laticínio - como queijos, sorvetes e bolos, então a Enzima Lactase é ideal para você.

Enzima Lactase contém uma enzima natural, chamada lactase que ajuda seu corpo a quebrar e a digerir a lactose existente nos alimentos derivados do leite. Lactose é um tipo de açúcar encontrado em todo tipo de leite animal.
 Como ADMINISTRÁ-LO ?

A Enzima Lactase não é uma medicação, mas uma enzima (lactase) que faz parte do nosso organismo ou deveria fazer. É considerado um suplemento alimentar, que supre o organismo de algo que lhe falta. Esta enzima por ser natural não possui efeitos colaterais, nem induz a dependência, além de não perder a eficácia ao longo do uso, podendo assim ser prescrito por médicos e/ou nutricionistas.
Você pode começar tomando 1 comprimido de Enzima Lactase toda vez que for se alimentar com algo que contenha lactose para medir seu nível de intolerância à lactose. Caso sinta ainda os desconfortos da intolerância você mesmo pode ir aumentando a quantidade comprimidos até determinar a dosagem ideal para você.
Na grande maioria dos casos, não será necessário tomar mais do que 3 comprimidos por vez, pois cada tablete mastigável Enzima Lactase é muito concentrado em enzimas lactase (1.750 FCC units), mas como a Enzima Lactase é um suplemento totalmente natural você poderá usar a quantidade que for necessária para você.
Você pode usar Enzima Lactase diariamente junto com todas as suas refeições. Enzima Lactase é totalmente natural.
Converse com o seu nutricionista ou médico especializado sobre este suplemento alimentar, ele é o profissional mais indicado para aconselhar o uso correto do produto.

Este artigo tem somente o propósito informativo e não tem a intenção de substituir uma orientação profissional. O uso de VITAMINAS, MINERAIS e SUPLEMENTOS ALIMENTARES pode trazer excelentes resultados para você, mas antes de utilizar qualquer produto para a saúde recomendamos consultar um NUTRICIONISTA, MÉDICO (ortomolecular) ou outro especialista para sua avaliação e acompanhamento.

Convivendo com a intolerância ao leite

Ela pode se manifestar em qualquer idade. Dieta restrita não é a única solução

Lívia Machado, iG São Paulo | 11/07/2010 11:55

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É possível pensar em um cardápio saboroso sem leite? Para algumas pessoas, retirar o chocolate, o queijo e os demais derivados da alimentação não só é viável, como necessário.
A intolerância à lactose, segundo especialistas, é comum e um tanto imprevisível. Restringir a alimentação é uma das alternativas para conviver com a disfunção, mas não a única.

Foto: Getty Images
Leite e seus derivados não precisam ser banidos do cardápio de quem deixou de produzir lactase
Segundo Hélio Schainberg, alergista e imunologista do Hospital Albert Einstein de São Paulo, a intolerância ocorre quando o organismo deixa de produzir uma enzima chamada lactase, responsável por quebrar a molécula dupla de açúcar, formada pela glicose e galactose, no leite. Quando esse processo não ocorre, o açúcar cai diretamente no estômago e solicita a entrada de água no intestino, provocando os sintomas tradicionais da reação: cólica e diarreia.
Eliminar o leite e todos os seus derivados é a solução imediata e mais barata, mas não a única. Para contornar a ausência da enzima natural, Schainberg conta que prescreve a lactase via oral, que deve ser ingerida sempre antes da alimentação que contenha leite.
“A dosagem varia de acordo com o nível de intolerância. Faço testes com meus pacientes, vou aumentando a dose quando necessário, até achar a recomendação ideal.”
O médico comenta que nos Eestados Unidos esse medicamento é bem comum e pode ser facilmente encontrado em drogarias. No Brasil, ainda é preciso encontrar uma farmácia de manipulação que o fabrique. Segundo pesquisa feita pelo Delas em algumas farmácias de manipulação em São Paulo, 60 cápsulas de 150 mg do remédio custam, em média, 40 reais.
Os motivos para o organismo subitamente deixar de produzir a enzima são múltiplos e imprevisíveis. O imunologista revela que tal rejeição pode ocorrer tanto na infância como na fase adulta, provocada por motivação genética ou problemas gástricos.“Não desenvolvemos essa intolerância. Não há na literatura médica nada que anteveja o problema, não sabemos quando ou se ele pode ocorrer. Em certo momento da vida, o organismo pode parar de produzir a lactase. Tal rejeição por ser conseqüência de um problema gástrico ou genético.”
A intolerância ao leite, porém, revela o imunologista, só ganha contornos maiores em função da demora do diagnóstico. Os dois sintomas tradicionais (diarreia e cólica) são autoexplicativos para quem já sabe que tem a disfunção. Entretanto, quando a doença ainda não é conhecida, a diarreia freqüente pode gerar desidratação e carência vitamínicas.
Leite na bula
Quem tem intolerância à lactose deve criar o hábito de ler a bula dos medicamentos. Hélio Schainberg alerta que muitos remédios de uso comum, livres de prescrição, têm na composição a presença de lactose, usada para complementação de volume do comprimido.
“É preciso estar atento, ler a bula. Um simples remédio para dor de cabeça, gripe, pode ser composto de lactose” alerta.
Nesses casos, a dieta restrita nem sempre será eficaz para evitar as cólicas e a diarreia. Uma forma de blindar o organismo é fazer o uso da enzima oral. “Eu procuro receitar a lactase em comprimido para proteger e não restringir a alimentação dos pacientes. Não tem contra-indicação, mas o tratamento é opcional.”
Cuidados com a soja
Em recém-nascidos a intolerância ao leite pode ser transitória. Por ter um trato gastro-intestinal ainda imaturo, os bebes não conseguem produzir a quantidade correta de lactase para a quebra do açúcar. Esse processo, revela o imunologista do Hospital Albert Einstein, é reversível. “É preciso esperar que o organismo amadureça e aprenda a produzir corretamente.”
Nessa fase, a recomendação do médico é retirar o leite da alimentação da criança e evitar o consumo de leite de soja, principalmente em meninos. Schainberg acredita que a presença de estrógeno fitoterápico – hormônio feminino – na soja possa provocar a inibição das glândulas masculinas.
“A soja tem sido usada por muitas mulheres como reposição hormonal estrogênica. Tenho meus receios. O consumo excessivo pode trazer malefícios. Não sabemos qual a quantidade desse hormônio fitoterápico na soja. Recomendo cuidados, acho sempre bom evitar."
Alergia X intolerância
A alergia ao leite é uma reação exagerada de hipersensibilidade, bem mais incomum. A reação pode se manifestar na pele, nas vias respiratórias ou provocar cólicas e diarreia. Não há causas definidas, tampouco motivos delimitados pela medicina.
“Todo mundo tem sua alergia. É da natureza humana reagir contra químicos, inclusive nocivos. Maior parte das pessoas se adapta bem à agressão natural que sofre o tempo todo. Algumas não", explica Hélio Schainberg.
Segundo o médico, a reação pode ocorrer em função de três proteínas presentes no alimento: alfa 1 lactoglobulina, beta 2 lactoalbumina e caseína. O paciente pode ter reação às três, a duas ou somente a uma delas. "O diagnóstico é complicado, exige paciência, história clínica e análise profunda."
No Brasil, as medicações preventivas ainda não são comercializadas, mas no mercado americano existem remédios que podem diminuir a intensidade do problema. “Não há trabalhos ainda que faça a alergia regredir ou curar. Em crises graves, fazemos o uso de cortisona para cortar os efeitos dos traumas provocados, mas neste caso o único tratamento é a retirada do alimento.”

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